Da Redação


De janeiro a maio, as exportações do agronegócio paulista cresceram 38,6%, com US$ 3,59 bilhões, e as importações subiram 15,8%, somando US$ 1,32 bilhão, com saldo de US$ 2,27 bilhões, 56,6% a mais que no mesmo período de 2003. Os dados são do Instituto de Economia Agrícola de São Paulo (IEA). No período janeiro-maio de 2004, os embarques do estado somaram US$ 11,12 bilhões (32,7% do total nacional), e as importações US$ 10,34 bilhões (45,5% do total), com superávit de US$ 774,80 milhões


Panorama Brasil – 23/06/2004
http://www.panoramabrasil.com.br/

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Da Redação


Prazo para ingresso de animais na base de dados vai até 29 de novembro

Atendendo solicitação do setor produtivo, o secretário da Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Maçao Tadano, assinou portaria suspendendo a etapa de 90 dias para ingresso e permanência de animais na Base Nacional da Dados do Sistema Brasileiro de Identificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov).

A medida – motivada pela impossibilidade das empresas produtoras de brincos atenderem, com rapidez, a crescente demanda dos dois últimos meses – mantém, até o próximo dia 29 de novembro o prazo de 40 dias para ingresso e permanência de bovinos e bubalinos na base de dados. A coordenação do Sisbov espera que o atendimento à demanda esteja normalizado até o final de julho.

A coordenadora do Sisbov, Denise Euclydes Mariano da Costa, lembra porém que os demais prazos do cronograma foram mantidos. Assim, a partir de 30 de novembro, a permanência exigida será de 180 dias, prazo que aumenta para 365 dias em 31 de maio de 2005

. Em dezembro de 2005, todo o rebanho bovino e bubalino da zona livre de febre aftosa deverá estar cadastrado no sistema. Segundo Denise, a base de dados já registra mais de 22,8 milhões de animais cadastrados e a demanda vem crescendo significativamente graças ao apoio dos produtores, que têm respondido aos esforços do governo no sentido de aderir ao sistema.

As informações são do Ministério da Agricultura.


Agrol – 23/06/2004
http://www.clicrbs.com.br/agrol/

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Da Redação


A Agrosala, que acontece em Nova Granada esta semana, lança em primeira mão a grande inovação na agricultura. A novidade do evento é um programa de software. Este lançamento inclui até um avião com a potencialidade de captar imagens minúsculas para o rastreamento de irregularidades na plantação e um “palm top”, aparelho tecnológico computadorizado. O controle é rápido e prático, captando informações e jogando-as para o computador base.
Os programas de software Agri-Fit e Pec-Fit são um conjunto que moldam o Sistema Demeter desenvolvido pela Net-Fit.net (especializada no desenvolvimento de software voltados para o controle total de empresas comerciais agropecuárias), em parceria com a AGX Tecnologia, a Embrapa (Instrumentação Agropecuária), a USP e a FCB.
As vantagens deste projeto são preciosas nos aspectos ambiental, social e econômico. Ecologicamente falando a vantagem para o meio-ambiente é que com este programa o uso de agrotóxico é quase insignificante, pois a aeronave faz o rastreamento logo no inicio da praga, antes mesmo dela se alastrar. O agricultor gasta menos com produtos agrotóxicos, mão-de-obra e tempo. “A função deste programa é potencializar ainda mais a agricultura de precisão onde beneficiar e deixar ao máximo o cliente confortável e cada vez mais sem problemas que fazem parte de sua rotina”, finaliza Flávio Junqueira Cimino, um dos criadores do Agri-Fit e Pec-Fit, e sócio da Net-Fit.net

RP News
http://www.rpnews.com.br/

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Da Redação

RIO – A Argentina tornou-se nesta quarta-feira o segundo país a suspender as compras de carne do Brasil por causa da existência de um foco de febre aftosa no município de Monte Alegre, no noroeste do estado do Pará. A Rússia já tinha suspendido as importações de carne brasileira na semana passada.

O Serviço Argentino de Sanidade e Qualidade Agroalimentar anunciou que suspendeu a importação de qualquer tipo de carne (bovina ou suína) brasileira.

A Argentina compra uma quantidade relativamente pequena de carne brasileira (cerca de 20 toneladas por ano).


GloboNews TV
http://jornalismo.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,3281,00.html

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Fábio Alves


Nova York – O ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, disse hoje que a Rússia irá anunciar nesta quinta-feira a retomada das importações de carnes do Brasil. As compras de carnes suínas e bovina foram suspensas pela Rússia na última sexta-feira, por causa da ocorrência de focos de febre aftosa no Pará.

O anúncio foi feito por Rodrigues para a platéia de empresários e investidores que participam do seminário “Brasil e Parceiros – Oportunidades de Investimento”, em Nova York.


Jornal O Estado de São Paulo – 23/06/2004
http://www.estadao.com.br

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Fábio Alves

Nova York – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso para mais de 600 empresários, analistas e investidores, voltou a afirmar a disposição do Brasil em endurecer nas negociações comerciais. “Na sua política externa, o Brasil resolveu se transformar em um ator do mundo globalizado e não mais em apenas um coadjuvante. Queremos fazer valer nossa capacidade produtiva na agricultura e na indústria. Em anos anteriores, o Brasil agia como uma nação insignificante. Resolvemos mostrar nossa cara para o mundo”, afirmou Lula.

Ele disse que, nas negociações comerciais, as pessoas que não se fazem respeitar levam desvantagens. “Em se tratando de comércio, ninguém quer comprar mais do que vender. Todo mundo quer vender mais. O espaço é pequeno e há uma briga enorme de países para exportar mais e construir superávits, e não déficits comerciais. É uma briga sem amigos e é preciso ter competência e determinação política, além de vantagens comparativas”, afirmou.

Investimentos
Lula reafirmou a intenção do governo de concluir até o final deste ano a integração de toda a América do Sul dentro do Mercosul. E, para que isso aconteça, ele pediu aos empresários e investidores, para investir mais nas áreas de infra-estrutura na região.

Em relação à sua postura nas negociações na Alca e em outros fóruns comerciais, Lula disse que ninguém respeita quem adota uma postura submissa. “Em vez de ficar reclamando que os negociadores americanos são duros, nós é que temos que deixar de ser moles”.

Gafe
Ao falar sobre a integração comercial no Hemisfério Sul, o presidente acabou cometendo uma gafe. Ele disse que havia apenas “três países na América do Sul com os quais o Brasil não faz fronteira: Bolívia, o Chile e o Equador”, quando na verdade apenas o Chile e o Equador não fazem fronteira com o Brasil.


Jornal O Estado de São Paulo – 23/06/2004
http://www.estadao.com.br

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Da Redação

O preço pago pela saca de soja em Mato Grosso do Sul, que chegou a cair de R$ 50,00 R$ 39,00, pressionado principalmente pelo embargo chinês ao produto, já reagiu em 10% e está na casa de R$ 41,00 a R$ 43,00 na cotação de Mato Grosso do Sul. Os dados são do consultor da BM e amp;F em Mato Grosso do Sul, João Pedro Cuthy Dias. O fim do veto foi anunciado ontem e está condicionado à tolerância máxima de uma semente por quilo de grão, conforme a Medida Provisória de nº 15 editada pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária).

A oferta, afirma, está apertada pelo compasso de espera imposto pelo embargo chinês, visto pelo mercado como tentativa de manipulação de preços e não uma questão fitossanitária, como argumentou a China. Porém, para o mercado futuro, entre setembro e outubro, há perspectiva de influência da soja norte-americana que, se prosperar, pode dar uma nova retomada a queda de preços da commodity no mercado internacional.

Apesar disso, Cuthy não acredita que possa haver uma “ressaca” na produção, ao contrário do que vêm informando algumas publicações especializadas, e explica que a soja ainda é uma cultura rentável. Uma migração para o algodão, explica, demandaria grandes investimentos, além de a cultura ser altamente exigente. O milho ainda está em uma desvantagem de dois para um no comparativo da renda com a soja. O boi fica ainda mais distante. Por hectare a produção estimada é de três arrobas, ou R$ 180,00, em renda bruta, ou seja, sem descontar os custos. Já a soja rende, em média, R$ 200,00 líquidos com apenas cinco sacas. A produtividade média no Estado é de 45 sacas por hectare.


Agropauta – Campo Grande News – 23/o6/2004
http://www.agropauta.com.br

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Da Redação

A rastreabilidade bovina está prestes a completar dois anos e meio de sua adoção formal no Brasil. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou, em 9 de janeiro de 2002, o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov), sob responsabilidade da Secretaria de Defesa Agropecuária.

Decorrido esse período, seria natural que estivéssemos agora a comemorar e a usufruir os benefícios de um mecanismo que visa a promover avanços em nossa pecuária e dar a ela credibilidade e respeito nacional e internacional. Mas não é isso o que vem ocorrendo. Ao contrário, a rastreabilidade na pecuária brasileira e o Sisbov estão sendo alvo de ataques, ao nosso ver, infundados, e dirigidos por quem menos se espera: os deputados da Comissão de Agricultura da Câmara Federal.

Em razão das dimensões da pecuária brasileira, é compreensível que a adoção da rastreabilidade implique obstáculos a serem transpostos. No dia 2 de junho, por exemplo, participamos de reunião entre o Comitê Técnico Consultivo do Sisbov e diversos representantes da cadeia produtiva de carne bovina, em que foram discutidas e definidas medidas para melhoria do sistema, ampliação de alguns prazos e solução de problemas no sistema operacional. Ou seja, o setor produtivo e o governo, conjuntamente, identificaram os problemas e suas soluções.

No dia seguinte, fomos à audiência pública sobre o processo de rastreabilidade bovina, realizada na Câmara Federal. O encontro contou com a participação de representantes do Mapa, da Associação das Certificadoras, e de associações de pecuaristas, e nele pudemos testemunhar os equívocos dos senhores deputados que integram a Comissão de Agricultura.

Desconhecendo a realidade já aceita pelos produtores e exportadores, os deputados questionaram os representantes do Mapa sobre um assunto já vencido e ultrapassado. Nos caso, que a rastreabilidade bovina está sendo feita no Brasil por “exigência” da União Européia (UE), o que representaria uma interferência nos procedimentos brasileiros e, mais, na soberania nacional.

Ora, sabe-se de longo tempo que a UE edita normas e impõe padrões de segurança alimentar para seus países-membros importarem produtos com qualidade e procedência assegurada. E é apenas isto.

A questão para o Brasil, portanto, não é de intromissão, mas de opção. Se quisermos continuar vendendo carne para os países da União Européia, fazemos a rastreabilidade; se não quisermos vender, não fazemos. A escolha é nossa, lembrando, contudo, que a UE conta hoje com 25 países, 450 milhões de habitantes, é o principal importador do Brasil: consome 40% das nossas exportações de carne bovina e as normas de rastreabilidade solicitadas são absolutamente factíveis.

O processo de rastreamento não é do Mapa ou dos pecuaristas. Ele é, sim, de toda a sociedade brasileira e, portanto, também deve ser de todos os nossos parlamentares. A exportação de carne bovina é hoje de suma importância para a balança comercial brasileira. Todos desejam exportar mais, gerar riqueza, mas também devemos nos preocupar em garantir segurança ao consumidor brasileiro. Certamente, os nossos deputados estarão atentos para isso.

Em vez de pressionarem o Mapa para alteração radical no processo de rastreabilidade, poderão contribuir dando sugestões para aperfeiçoá-lo.

Outra forma de contribuição dos senhores deputados poderá ser a de lutarem junto com os pecuaristas para que a carne para exportação seja mais bem remunerada pelos frigoríficos. Como foi lembrado durante a audiência pública na Câmara Federal, o frigorífico paga ao produtor, em média, US$ 18 pela arroba, e a vende por US$ 80. Esse é um assunto cujo envolvimento dos parlamentares será de extrema importância.


Jornal O Estado de São Paulo – Agrícola -23/06/2004
http://txt.estado.com.br

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