Da redação

Parlamentares e representantes da indústria brasileira de software, representados pela Frente Parlamentar de Informática, apresentaram nesta quinta-feira (08/07) a proposta tributária do setor para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Entre as principais propostas estão a inclusão das empresas do ramo no sistema de tributação SIMPLES, isenção do Imposto de Renda e contribuições sobre o lucro para as exportações, opção para cumulatividade ou não do PIS/Cofins, adequação da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) – com a regulamentação da terceirização de mão-de-obra – e o esclarecimento sobre a incidência do Imposto Sobre Serviços (ISS).

O documento foi entregue a Roberto Jaguaribe, secretário de Tecnologia Industrial; Carlos Gastaldoni, secretário do Desenvolvimento da Produção; Arnaldo Gomes Ferrão, coordenador geral das indústrias do complexo eletrônico; e Rogério Vianna, coordenador do Comércio Eletrônico do MDIC.

Na reunião estiveram presentes o deputado Julio Semeghini (PSDB), principal representante da Frente, e Jorge Sukarie, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes).

Na quarta-feira (07/07), a Frente entregou o projeto ao ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, que pediu uma semana de prazo para analisá-lo. “Também conseguimos marcar uma segunda reunião para o dia 25 de julho, para discutir uma análise feita pelo ministério”, afirmou Sukarie.

Ainda segundo o presidente da Abes, o governo foi bastante receptivo com as propostas e se comprometeu a discutir as propostas de tributação com a participação da Frente Parlamentar de Informática. Entretanto, o ponto a que parece estar menos receptivo é aquele relacionado com vínculos empregatícios para a área de tecnologia. “Essa é uma ferida que o governo não gosta muito de mexer isoladamente, e que talvez prefira pensar futuramente em uma reforma trabalhista”, destacou Sukarie.

O documento foi elaborado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), em parceria com a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro); Federação Nacional das Empresas de Informática (Fenainfo) e a Sociedade para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). Também deram apoio ao projeto a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), e a Sociedade de Usuários de Informática e Telecomunicações (Sucesu nacional).


IDG Now! – 8/7/2004
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Paulo Soares

São Paulo – O Brasil aos poucos está se adequando às normas exigidas pela União Européia (UE) em relação às exportações de carne bovina com o sistema de rastreamento de bovinos. O Instituto Genesis, um dos maiores certificadores do agronegócio no País, fez acordo de cooperação com a Orgainvent, uma empresa alemã líder em sistemas de rastreabilidade na cadeia de produção de carnes e outros produtos alimentícios, que ajudará a incrementar as exportações brasileiras de carne bovina.

Segundo informa Henrique Victorelli Neto, presidente do Instituto Genesis, “o conhecimento obtido por meio da parceria atenderá uma demanda do mercado”, diz.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto Genesis, o acordo viabilizará a implementação de um sistema de rastreabilidade que na prática significará que o consumidor poderá ter conhecimento da origem da carne a ser consumida, desde o nascimento, abate e data em que o frigorífico fez o embarque. “Por meio de um código identificador, o animal é acompanhado desde o pasto até o abate e venda ao varejo”, afirma o presidente.

De acordo com Victorelli, tais informações são importantes para que o consumidor tenha acesso a dados sobre os procedimentos padrões adotados por pecuaristas e indústrias, que precisam ser aceitos internacionalmente em todas as etapas de produção da carne.

A empresa alemã Orgainvest pertence ao mesmo grupo que desenvolveu e coordena as normas internacionais da Eurep Gap (Euro Retailer Group – Good Agricultural Practices) certificadora que teve origem dos supermercados da Europa e que prevê boas práticas de sistema produtivo. “O seu sistema de rastreabilidade é reconhecido e utilizado em toda Europa”, afirma.

Ainda de acordo com Victorelli, técnicos europeus e argentinos visitarão o País ainda neste mês com a finalidade de oferecer o treinamento para a equipe brasileira. “Os resultados obtidos nas propriedades devem ser apresentados ao mercado neste ano”, afirma.

Para o Instituto Genesis, a previsão é de que em janeiro de 2005 o País já possa negociar carne bovina de acordo com as normas européias, o que em sua opinião “elevará ainda mais as exportações para o principal mercado consumidor da carne brasileira”, afirma.

Outro ponto importante ressaltado por Victorelli é que o acordo “abre oportunidades para negociações diretas com a indústria”, o chamado “direct trade”, eliminando as etapas intermediárias.

Além disso, informa ele, o Brasil passará a diferenciar os seus produtos, em relação aos que não têm o controle, na medida em que a carne bovina rastreada atende ao conceito de segurança alimentar amplamente adotado na Europa.


Gazeta Mercantil – 9/7/2004
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Da redação

Washington – Os órgãos reguladores dos Estados Unidos poderão emitir, hoje, as normas que visam prevenir a disseminação da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como a doença da “vaca louca”, segundo anunciou a porta-voz do Food and Drug Administration (FDA), Kathleen Quinn.

A agência, que regula medicamentos veterinários e alimentos, informou que pretende tornar mais severas as restrições em vigor sobre o que o gado pode consumir. Quinn recusou-se a comentar a respeito das medidas que a agência tomará sobre o assunto.

As novas normas são parte de um esforço do governo para restaurar a confiança no setor de carne bovina dos Estados Unidos, avaliado em cerca de US$ 170 bilhões. A divulgação do primeiro caso de “vaca louca” no país da América do Norte, em dezembro passado, levou mais de vinte outros países a vetar a carne bovina norte-americana, ameaçando as exportações avaliadas em US$ 3,8 bilhões no ano passado.

O FDA em 1997 proibiu o uso de farelo feito de partes do gado nas rações de vacas e bezerros. Os cientistas informam que é assim que a doença se propaga.

A vaca afetada em dezembro pela doença da “vaca louca”, no estado de Washington, nasceu em Alberta, antes que a proibição das rações fosse imposta nos Estados Unidos e Canadá. As pessoas podem contrair a variante humana da doença, conhecida como mal de Creutzfeldt-Jakob, que conduz à degeneração cerebral ao longo dos anos, e invariavelmente à morte.

Os Centros de Prevenção e Controle de Doenças nos Estados Unidos informaram que a agência investigará a morte, no mês passado, de Charlene Singh, de 25 anos, residente em Miramar, Flórida.
Ela foi a primeira pessoa nos Estados Unidos a ser diagnosticada com a variante humana da doença da “vaca louca”.

Singh viveu até os doze anos de idade no Reino Unido, cujo gado foi afetado por uma epidemia de EEB nos anos 80 e 90. As informações divulgadas pelo governo britânico, em 1996, de que havia possibilidade de ligação entre a doença e sua variante no ser humano provocou queda de 30% no consumo de carne bovina na Inglaterra.


Gazeta Mercantil – 9/7/2004
http://www.gazetamercantil.com.br

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Empresa Desenvolvedora
ETICA Ltda


Contato
Luciano
E-mail: etica@etica-ti.com.br

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Descrição do Software
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Totalmente customizável e seguro.

Mantém informações deste a entrada até expedição, passando por produção HACCP, GMP entre outras informações a critério do cliente.

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Da Redação

Um grupo de convidados descobriu as vantagens e desvantagens da rastreabilidade do Sistema Nacional de Identificação de Animais (National Livestock Identification Scheme) NLIS da Austrália.

Esse novo sistema possibilita a rastreabilidade do animal desde o nascimento na fazenda até o seu abate com a utilização de um sistema eletrônico. O objetivo principal desse sistema é apoiar os programas de segurança e rastreabilidade das empresas e governos, garantindo assim que apenas produtos livres de resíduos e doenças entrem no mercado doméstico e de exportação da Austrália.

Leia a notícia na íntegra no Nyngan Observer

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Da Redação

A empresa Cattle Sale anunciou no dia 7 de Julho que fechou o acordo de compra da CowTek Inc., possuidora de tecnologia de ponta na identificação e rastreabilidade de animais. O sistema foi criado para aumentar a produção e modernizar a indústria de animais sem onerar os custos de produção.

Leia a notícia na íntegra em Nyngan Observer

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