Da redação


As micro e pequenas empresas possuem mais uma alternativa para apoiar as decisões de gerenciamento de seus negócios. A Microsoft lançou um portal com conteúdo especialmente desenvolvido para atender à demanda e necessidades do segmento.

A Microsoft diz que o diferencial do portal é a base de conteúdo, que possui exemplos de casos bem suscedidos que apóiam as decisões das pequenas e médias empresas. São mais de 240 páginas com informações sobre negócios e tecnologia, guias, dicas de gerenciamento de negócios.

Todo o material, segundo a empresa, será atualizado e complementado periodicamente.
Serviço
http://www.microsoft.com/brasil/pequenasempresas

Computerworld – 16/07/2004
http://idgnow.uol.com.br/

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Da redação


A Objetive Solutions promove entre os dias 21 e 23 de julho o Extreme Programming Brasil 2004, evento que discutirá técnicas ágeis e inovadoras para a criação de softwares.

O seminário, que tem parceria do Centro Internacional de Tecnologia de Software (CITS) e da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), terá a participação de Scott Ambler, autor de livros sobre o tema, e Mary Poppendieck, desenvolvedora e escritora.

Entre os temas a serem discutidos estão Introdução a Extreme Programming, gerenciamento de projetos e estudos de caso. A grade completa pode ser acessada em http://www.xispe.com.br/evento2004/index.html .

O evento acontece a partir das 8h30 no Centro de Convenções FIAP (Avenida Lins de Vasconcelos 1264 – Aclimação, São Paulo). As inscrições custam a partir de R$ 432 e podem ser feitas pela internet. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3385-8000.


IDG Now! – 16/07/2004
http://idgnow.uol.com.br/

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Da redação


A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) vai capacitar profissionais para desenvolver pesquisas científicas e atuar na área de alimentos e bebidas. A proposta é promover maior segurança alimentar da população. O novo curso, com 40 vagas e duração de três anos, será disponibilizado pela instituição no próximo vestibular, para 2005.

De acordo com a professora Maria José de Sena, pró-reitora de Ensino e Graduação, serão oferecidos suportes de conhecimento em química, física e biologia. Ela disse à Agência Brasil que depois de habilitados como bacharéis em gastronomia, os profissionais vão poder planejar estabelecimentos, coordenar e assessorar atividades, promover treinamentos e ainda atuar como pesquisadores da área de bebidas e alimentos.


O Estado de São Paulo – 16/07/2004
http://www.estadao.com.br

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Da redação


O Governo do Estado prepara para o início de agosto uma campanha publicitária para divulgar o selo que certificará os produtos amapaenses. O selo “Produto do Meio do Mundo” foi lançado na quinta-feira, 15, à noite, no monumento turístico do Marco Zero do Equador com a presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, e de outras autoridades que vieram participar da 20ª reunião do Conselho de Administração da Suframa (CAS).
Os produtos contemplados com o Selo de Origem do Amapá serão os fitoterápicos e fitocosméticos, artefatos de madeira, imobiliário, produtos alimentícios, florestais não-madeireiros, pesca, pecuária, oleiros-cerâmicos, jóias, pedras preciosas e ornamentais e floricultura.

O selo traz uma folha estilizada representando a biodiversidade da floresta amazônica e sua forma e estrutura fazem alusão aos inúmeros rios da região. No desenho, o talo da folha simboliza a linha imaginária do Equador e a frase “Produto do Meio do Mundo”, a origem e a posição geográfica dos produtos certificados, tomando como referência o Marco Zero do Equador.

O ministro Luiz Furlan elogiou a iniciativa, afirmando que muitas vezes o apelo promocional fala mais alto do que a qualidade ou a utilidade do produto.

– No caso presente, é uma identificação de origem e qualidade. E tenho certeza que essa iniciativa é um passo importante para o desenvolvimento econômico do Amapá, afirmou o ministro.

Mas não será qualquer produto que poderá ostentar o selo. Há critérios como conformidade com as normas sanitárias, ambientais e metrológicas de qualidade, respeito à legislação, responsabilidade social e ambiental, agregada ao conceito da moralidade, origem e genuidade de produção.

Com a medida, o governo do Estado busca a valorização e ampliação de mercado, fortalecimento dos empreendimentos, valorização dos produtos regionais pela própria população, aumento de divisas e de geração de emprego e renda, além de começar a se trabalhar uma cultura de exportação para os produtos certificados no Amapá nos mercados nacional e internacional, com a diversificação e melhoramento da capacidade de exportação do Estado.

Folha do Amapá – 16/07/2004
http://www.folhadoamapa.com.br

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Da redação


A Organização Mundial do Comércio (OMC) propôs hoje a eliminação dos subsídios à exportação de produtos agrícolas e a redução dos benefícios fiscais e créditos à exportação.

A proposta da OMC foi enviada às delegações dos 147 países-membros da organização com o objectivo de se alcançar consensos entre os países sobre a melhor forma de reduzir ou eliminar “todas as formas de subsídios às exportações e de outras medidas de efeito similar”.

O documento, a que a AFP teve acesso, aponta a União Europeia como uma região em que as subvenções aos agricultores deverão acabar, “em data a definir nas negociações” em curso.

As “distorções comerciais” estendem-se aos chamados “créditos à exportação”, que no entender da OMC devem também ser eliminados a prazo.

O documento, redigido pelo director-geral da OMC, Supachai Panitchpakdi, e pelo responsável das negociações, Shotaro Oshima, deverá ser aprovado, no mais tardar, no final deste mês, com o objectivo de relançar o ciclo de negociações comerciais multilaterais, iniciadas em Doha, no Qatar, no final de 2001.

A OMC justifica a necessidade de baixar ou mesmo eliminar os apoios financeiros às exportações de produtos agrícolas dos países ricos com o objectivo de permitir trocas comerciais leais com os países pobres, que se têm queixado nas últimas décadas de não conseguirem vender os seus produtos nos mercados europeu e norte-americano.



Jornal Última Hora – 16/07/2004
http://www.http://ultimahora.publico.pt

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Marcelo Moreira


A conclusão do novo mapeamento do Sistema Agroindustrial Citrícola é uma das novidades que o setor cítrico deverá utilizar a partir da safra deste ano, que deverá ter um crescimento de 5,5% em relação à do ano passado – cerca de 345 milhões de caixas de laranja.

O mapeamento permitirá ao setor o conhecimento da representatividade da citricultura brasileira. O estudo foi desenvolvido pelo Pensa (Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial) da Universidade de São Paulo (USP), com o apoio do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus).

O trabalho mapeou e quantificou todos os agentes envolvidos, como as indústrias de insumos e máquinas agrícolas, produtores de citros, embalagens, viveiristas, indústria de suco, fornecedores de fruta fresca, transporte e logística, entre outros.

Como este é o segundo estudo realizado por meio dessa parceria, é possível traçar alguns comparativos e analisar a evolução do Sistema Agroindustrial Citrícola nos últimos anos. “O Sistema Agroindustrial Citrícola no Brasil continua sendo altamente competitivo quando comparado com o de outros países”, comenta Frederico Lopes, pesquisador do Pensa/USP. Em 2000, o país teve uma superprodução, com 400 milhões de caixas de laranja; enquanto a última safra foi estimada em 280 milhões de caixa, a menor produção dos últimos dez anos além da desvalorização do real frente ao dólar. Pela nova quantificação, o setor movimentou US$ 3,23 bilhões em 2003.

Fundecitrus identifica nova doença em São Paulo

O novo tipo de greening vai encarecer a manutenção de pomares, segundo estimativas da Abecitrus. A citricultura paulista apresentou ontem uma notícia boa, mas que será ruim para o setor a partir de agora. A boa nova é que os centros de pesquisa do Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura), sediado em Araraquara, se mostram cada vez mais eficientes, tanto que seus mais recentes testes indicam que a nova doença identificada nos pomares brasileiros é um novo tipo de greening. A eficiência é uma das marcas dos pesquisadores do instituto, mas essa eficiência mostra que o cultivo de laranja vai ficar mais caro por conta do combate a essa nova variedade de bactéria.

A conclusão sobre a existência da nova doença foi divulgada ontem pelo pesquisadores do Fundecitrus e do Institute National de la Recherche Agronomique (INRA), coordenados pelo pesquisador Joseph Marie Bové, com o auxílio da pesquisadora Diva do Carmo Teixeira, do Fundecitrus, que está na França participando da investigação.

Os estudos moleculares concluídos nesta semana mostraram a presença de uma bactéria em todas as 43 amostras de plantas com sintomas e ausente em todas as 25 amostras de plantas sem sintomas analisadas.

Doença preocupante

Greening é uma doença grave que afeta plantas cítricas em várias partes do mundo. O agente causal é uma bactéria, restrita ao floema, sistema vascular responsável pela condução da seiva na planta, e são duas formas diferentes existentes no mundo, a asiática (Candidatus Liberibacter asiaticus) e a africana (Candidatus Liberibacter africanus).

Segundo os pesquisadores do Fundecitrus e do INRA, a bactéria encontrada nos pomares paulistas tem 93,7% de similaridade com a forma asiática e 93,9% com a africana. Com base nestes resultados, os pesquisadores concluíram que a bactéria presente no Estado de São Paulo e associada com a doença semelhante ao greening é diferente das espécies de Liberibacter previamente descritas. “O comportamento deste novo tipo de greening ainda precisa ser estudado, porque não há histórico da doença no país”, explica o pesquisador Nelson Gimenes, secretário-executivo do Fundecitrus.

Os estudos para a identificação da doença começaram a ser realizados em março depois que vários citricultores das regiões Sul e Centro do Estado de São Paulo relataram ao Fundecitrus a manifestação de sintomas desconhecidos por eles: amarelecimento em ramos, seguido de desfolha e queda de frutos, que também apresentavam tamanho reduzido e deformidade.

Além disso, o sistema vascular interno, a partir do ponto de inserção com o pedúnculo (haste que segura o fruto), ficava amarelecido. Imediatamente, o Fundecitrus envolveu pesquisadores do Brasil e da França de diversas instituições, entre as quais Centro APTA Citros Sylvio Moreira, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Instituto Biológico, Instituto Agronômico, Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Jaboticabal, e o INRA.

Pesquisa incessante

Até agora a doença não tinha sido identificada nas Américas. Porém, o vetor dessas bactérias, um inseto minúsculo denominado Diaphorina citri está presente. Por este motivo, desde 1997, como medida preventiva, o Fundecitrus realizou quatro seminários sobre greening para orientar citricultores e agrônomos.

O greening é uma doença sem cura e de difícil controle. Em países onde é endêmica, as estratégias de manejo incluem o uso de mudas sadias; o controle da população de vetores, por meio de aplicação de inseticidas; e a eliminação das árvores contaminadas de qualquer idade. Nestes países, a poda dos galhos afetados não tem sido eficiente para o controle da doença.

Entretanto, o Centro APTA Citros Sylvio Moreira tem resultados diferentes e anuncia ter encontrado a estirpe asiática da bactéria do greening.

De acordo com o diretor do Sylvio Moreira, Marcos Machado, os trabalhos de detecção do agente causal dessa nova doença, desenvolvidos em Cordeirópolis (SP), envolveram o diagnóstico molecular da bactéria do greening.

Para tanto, foi utilizado um sistema de detecção específico e baseado no DNA da bactéria. Associado a esse sistema de detecção, o DNA encontrado nas amostras doentes foi seqüenciado e comparado com o DNA da bactéria Candidatus Liberibacter asiaticus.

Segundo o diretor, os resultados obtidos pela equipe do Centro APTA Citros indicam que o produto de amplificação do DNA da amostra obtida de planta doente é do mesmo tamanho do padrão da bactéria do greening, sendo que as seqüências do DNA são absolutamente idênticas entre a amostra da planta doente e o DNA da bactéria da raça asiática.

Ele afirma que a confirmação de 100 % de similaridade entre a amostra de planta doente com a bactéria Candidatus Liberibacter asiaticus, demonstra que a bactéria encontrada é a mesma do greening asiático.

“Embora o número de amostras positivas tenha sido menor que o esperado, é importante destacar que o resultado do Centro APTA Citros tem um forte caráter qualitativo, isto é, demonstra que a planta com sintomas de greening tem uma bactéria cujo genoma é idêntico à bactéria que causa o greening”, diz Machado. Segundo o pesquisador, novos testes de transmissão devem ser conduzidos para fechar o postulado de Koch, essencial em trabalhos dessa natureza.

Combate

Ademerval Garcia, presidente da Abecitrus (Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos), acredita que os custos do manejo do pomar a partir de agora ficarão mais altos, já que, além da nova variedade de greening, o produtor vai continuar se preocupando com outras doenças, como o CVC e o cancro cítrico. “Já informam,os o governo federal sobre a questão. Vamos precisar do apoio público para o combate a essa nova doença, pois os produtores sozinhos não dispõem dos recursos necessários.”

Para ele, ainda é muito cedo para estimar qualquer impacto da descoberta sobre as plantações de laranja e sobre o mercado em si, pois se trata de uma doença com pouca informação e, portanto, difícil de ser combatida. Justamente por isso é que elevará os custos da manutenção dos pomares.

“Não haverá impacto no curto prazo porque a atual safra começa a ser colhida e há uma supersafra nos Estados Unidos. Não haverá falta do produto, mas precisamos estar atentos para os próximos anos, já que o período de incubação do greening é de dois anos”, afirmou o empresário.

O intercâmbio científico mantido pelo Fundecitrus com instituições do mundo inteiro foi fundamental para os resultados divulgados ontem. Já havia informações detalhadas sobre a doença em áreas da China e da África do Sul e os pesquisadores e produtores brasileiros já esperavam pela ocorrência da bactéria no Brasil.



Gazeta Mercantil – 16/7/2004
http://www.gazetamercantil.com.br

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