Fernanda Mathias


A 41ª Reunião Anual da SBZ (Sociedade Brasileira de Zootecnia) vai abordar “A Produção Animal e a Segurança Alimentar”, durante a abertura, hoje às 20 horas no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo.A programação científica será realizada na UCDB (Universidade Católica Dom Bosco) dias 20, 21 e 22. Durante os três dias, profissionais, pesquisadores e acadêmicos discutem assuntos ligados às seguintes sub-áreas da Zootecnia: Ambiência, Bioclimatologia, Etologia, Aquacultura, Biotecnologia Animal, Biotecnologia Vegetal, Caprino e Ovinocultura, Forragicultura, Manejo e Reprodução, Melhoramento Animal, Nutrição de Não-Ruminantes, Nutrição de Ruminantes, Pequenos Animais Domésticos e Silvestres e Sistemas de Produção, Administração e Economia.


Campo Grande News – 19/07/2004
http://www.campograndenews.com/view.htm?id=238478

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Ricardo Beghini

Maior evento dedicado aos produtos lácteos da América Latina começa hoje e deve atrair 20 mil visitantes

Laticinistas de todo o País têm encontro marcado, a partir de hoje, em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais, Brasil. Até sexta-feira (23/7), o Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), um dos sete centros tecnológicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), promove o 21º Congresso Nacional de Laticínios. Considerado o maior evento dedicado aos produtos lácteos da América Latina, o Congresso tem como tema, este ano, a “Padronização, Identidade e Qualidade de Produtos Lácteos”. Cerca de 20 mil pessoas do Brasil e exterior são esperadas no histórico prédio do Instituto, no bairro Santa Terezinha.

Simultaneamente ao congresso, os organizadores promovem mais três eventos: a Exposição de Produtos Lácteos (Expolac), o Concurso Nacional de Produtos Lácteos e a Exposição de Máquinas, Equipamentos, Embalagens e Insumos para a Indústria de Laticínios (Expomaq), que chega à 32ª edição, como a única exposição nacional exclusiva para o setor, em que as indústrias apresentam suas linhas de produtos e serviços. Além da garantia de um público-alvo do segmento de leite e derivados, as empresas líderes do mercado aproveitam a chance para promover intercâmbio num amplo espaço dedicado especialmente à Expomaq.

A Expolac, por sua vez, reúne centenas de expositores de todas as regiões do País, interessados em mostrar a qualidade de seus derivados do leite. Durante a mostra, acontece, pela 31ª vez, o Concurso Nacional de Produtos Lácteos. Os participantes serão julgados em dez categorias, sendo sete variedades de queijos: o minas padrão, prato, lanche, gouda, provolone, parmesão e reino. As empresas concorrem também nas categorias requeijão cremoso, doce de leite pastoso e destaque especial.

O júri, escolhido pela comissão organizadora, é formado por pesquisadores do ramo e especialistas de órgãos científicos e técnicos, como o Serviço de Inspeção Federal (SIF). Os critérios a serem avaliados durante o julgamento são o aspecto global, cor, textura, odor, aroma, sabor e consistência dos produtos lácteos. As três primeiras indústrias classificadas, por categoria, serão premiadas com troféus.

O crescimento anual de visitantes, congressistas e expositores confirma a importância do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, que, desde 1935, mantém o curso técnico em leite e derivados, que formou milhares de jovens ao longo de 69 anos. No mercado de trabalho, os profissionais do ILCT, além de cobiçados, chegam a ser disputados pelas indústrias laticinistas. Durante o curso, os alunos aprendem a produzir os diversos derivados do leite, como o iogurte, doce de leite e queijos, e descobrem as técnicas de controle de qualidade. O ILCT oferece ainda um curso de prós-graduação lato sensu, em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora.


Jornal Estado de Minas – Agropecuário – 19/7/2004
http://www.uai.com.br/em.html

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Da redação


Os agricultores portugueses que se dedicam à criação de bovinos enfrentam graves dificuldades que poderão levar à falência milhares de explorações agrícolas, alertou Esta sexta-feira, a Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto (AJADP).

Carlos Neves, da AJADP, denuncia que o sector vive em crise desde que surgiu a ameaça da BSE, mas as condições de mercado agravaram-se nas últimas semanas com a redução gradual dos preços pagos ao produtor, pressionados pela importação de carne dos mercados do Leste europeu.

“O preço que está a ser pago aos produtores neste momento é inferior ao preço de custo”, sublinhou. “E mesmo assim – continua – o escoamento da produção é lento e difícil”.

Carlos Neves explicou que a situação agrava-se ainda mais porque a produção portuguesa não consegue competir com os preços praticados pela carne importada.

Para debater o problema e apresentar um caderno reivindicativo com propostas para a solução destas questões, a Ajadp vai reunir mais de uma centena de jovens na segunda-feira, junto à sua sede em Vila do Conde.

Jornal Correio da Manhã (Portugal) – 16/07/2004
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=120713 e amp;idselect=11 e amp;idCanal=11 e amp;p=94

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