Com um total de US$ 31,4 milhões em negócios fechados para os produtos brasileiros, o resultado da Biofach, maior feira mundial de produtos orgânicos, encerrada no domingo (27/2) em Nuremberg, na Alemanha, obteve resultado melhor que o esperado para o Brasil.
Durante a feira, a Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil) resolveu mudar o foco de suas investidas: em lugar de tentar atrair grandes redes varejistas com seções de orgânicos, conversou com pequenas cadeias especializadas nesse tipo de produto, diz Juan Quirós, presidente da agência. E pretende trazê-los ao Brasil em breve para que conheçam produtores de mercadorias que eles mostraram interesse.
Além disso, diz Quirós, o potencial de produção do Brasil interessou a empresários para se tornarem processadores de orgânicos no país, mas eles querem também cativar o mercado interno.
“Os empresários argumentam que eles não podem fazer os investimentos no Brasil só para ele ser base de exportação”, afirmou.
Por isso, segundo ele, nas duas feiras de orgânicos que serão realizadas neste ano no Brasil -em maio, em São Paulo, e em novembro, no Rio-, o público em geral poderá entrar, degustar e aprender um pouco mais sobre produtos e processos orgânicos, para criar cada vez mais familiaridade com esse tipo de produto.

Fonte: Folha de São Paulo

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A Associação Paulista de Criadores de Suínos realizará no dia 14 de março, no auditório da CATI, em Campinas, um debate sobre os prós e contras da suinocultura independente e integrada.
Participarão do evento o suinocultor integrado, Júlio Carneiro, do Centro-Oeste, o Presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, ACCS, Wolmir de Souza, Luis Cláudio Cafagni, da Bolsa de Mercadorias e Futuro e Antônio Ianni, Vice-presidente da APCS.
O endereço da CATI é Av. Brasil, 2340, Campinas / SP.
Para mais informações envie mensagem eletrônica para apcs@apcs.com.br ou visite o site www.apcs.com.br.
Giovana de Paula

Fonte: Uniquímica

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O secretário de Energia da Noruega, Oluf Ulseth, e o grupo empresariam norueguês Nordpool inauguraram nesta segunda-feira (28/2) a primeira bolsa mundial para compra e venda de cotas de emissão de dióxido de carbono.
A bolsa, que vinha funcionando em caráter experimental desde 11 de fevereiro, pretende canalizar as operações com CO2 previstas no Protocolo de Kyoto, para redução das emissões de gases do efeito estufa.
“As empresas, que até agora negociam de forma bilateral, poderão recorrer à bolsa para suas compras e vendas de cotas de emissão”, explicou o porta-voz da Nordpool, Knut Lockert.Segundo o porta-voz, “os valores das emissões de CO2 estão cotados entre 7 e 9 euros e o volume de venda que se pode alcançar diariamente varia de 30 a 65 mil toneladas”.
O secretário Oluf Ulseth disse que “este tipo de mercado contribui de forma efetiva para reduzir as emissões dos gases” que provocam o aquecimento da Terra. “Somos os primeiros a estabelecer uma bolsa deste tipo. Em dez dias de negociação, venderam-se 371 mil toneladas de CO2”, declarou o presidente da Nordpool, Torger Lien.
O Protocolo de Kyoto entrou em vigor no dia 16 de fevereiro e permite a empresas privadas a compra e venda de emissões, em função dos cortes que as autoridades nacionais as tenham exigido.
As informações são da Agência Globo.

Fonte: Uniquímica

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A Agroceres vai convidar os produtores de milho para participar de um encontro técnico sobre a Cercospora, fungo comum no Cerrado que já apresenta focos de infestação em São Paulo. O evento será 2 de março, próxima quarta-feira, na unidade de pesquisa da Agroceres, em Santa Cruz das Palmeira.
Durante o dia, os engenheiros agrônomos da Agroceres irão levar os agricultores a propriedades rurais da região de Casa Branca e Vargem Grande para ver de perto como se dá o ataque do fungo da Cercospora nas folhas do milho e os danos que o fungo causa em toda a cultura, podendo quebrar até 70% da produção. Os convidados também serão alertados a identificar a doença logo no seu início, atentando às manchas acobreadas que se instalam entre as nervuras das folhas do milho.
Ao regressar à unidade da Agroceres, os produtores irão assistir à palestra do fitopatologista da Monsanto, Ivan Resende, que vai esclarecer sobre a importância de plantar sementes de alta qualidade. O controle usual da Cercospora é feito com a aplicação de grande quantidade de fungicidas, o que gera um custo maior na produção, pela alta dos insumos e queda no preço do produto final. Daí a importância de o produtor se preparar e cultivar híbridos tolerantes ao ataque do fungo.
A Agroceres espera receber cerca de 200 produtores da região de Batatais, São Carlos, Santa Cruz das Palmeiras, Pirassununga, Descalvado e Sul de Minas Gerais.
Mariangela Morenghi
E-mail: mariangela@cdicom.com.br

Fonte: CDI – Agência de Comunicação

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