Do ambiente das grandes empresas para o campo — quem poderia imaginar que auditoria de qualidade pudesse vir a ser ferramenta do trabalho agrícola? Para gerar tecnologias que tornem a atividade rural mais rentável e sustentável, o Instituto Agronômico (IAC) atua de olho na qualidade e oferece aos produtores meios para alcançá-la.
A fim de transferir conhecimentos nessa área, o IAC desenvolveu um método de Auditoria de Qualidade em Agricultura e irá difundi-lo em um curso, no próximo dia 29 de março de 2005, das 8 às 17 horas, em Jundiaí, no Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Engenharia e Automação do IAC. O curso é direcionado à difusão de princípios e técnicas para uso de Auditoria da Qualidade em Operações Agrícolas, como ferramenta complementar para análise de desempenho no gerenciamento agrícola.
O programa do curso aborda tópicos fundamentais para criar e executar auditorias focadas principalmente na qualidade de resultados das atividades e na operacionalização de sistemas de produção de grãos, hortaliças e frutas. O evento é direcionado a empresários rurais, administradores, engenheiros e outros profissionais ligados à área de ciências agrárias. A participação é gratuita.
No campo, a auditoria funciona como ferramenta de melhoria do sistema de produção. Por meio dessa técnica é possível entender a lavoura em seus aspectos ambiental, operacional e econômico. Em tempos de demonstração da força da natureza por meio de vendavais e tempestades, o melhor é dedicar-se ainda mais à preservação do meio. Nesse desafio, a auditoria é forte aliada pois destina-se à redução dos impactos ambientais causados pela atividade agrícola, como perda de solo, de água, da qualidade dos mananciais e de vida do homem.
De acordo com o pesquisador do IAC, Afonso Peche Filho, a auditoria destaca-se por preservar o capital natural — solo, água, ar. E aí, vale o ditado popular: “ é melhor prevenir que remediar”, já que depois de prejudicar esses recursos, o produtor tem que investir muito e trabalhar mais ainda para recuperá-los. Conclusão: a aplicação da auditoria contribui para reduzir custos e ampliar ganhos, sua ausência pode representar perdas no ambiente, no bolso e no tempo do agricultor.
No aspecto operacional da lavoura, a auditoria é destinada a promover a qualidade das operações agrícolas a fim de evitar erros. Com isso, atinge-se o foco econômico, pois reduz-se desperdícios e, conseqüentemente, custos. Segundo Peche, mesmo diante de uma lavoura aparentemente bem, a auditoria é eficiente para apontar se os meios de produção estão corretos, já que a técnica auxilia a construir sistemas mais eficientes.
O pesquisador destaca que a adoção desse método não custa nada ao produtor e não é privilégio de sistemas sofisticados de produção, pois a pequena propriedade também pode usar a auditoria. “O próprio agricultor pode desempenhar o papel de auditor na sua propriedade”, diz.
Órgão da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, o IAC está estudando essa técnica desde 1993. Ainda recente no Brasil, a auditoria no campo é pouco utilizada, apesar de nada custar ao produtor.
O curso
O curso envolve temas relacionados a definições e princípios que norteiam a filosofia da qualidade total aplicada em sistemas de produção, realçando o uso de diferentes tipos de auditoria como instrumento de gestão e focando sua aplicabilidade em avaliação de resultados das operações agrícolas.
O público terá acesso ao aprofundamento conceitual sobre as técnicas utilizadas no planejamento e condução da auditoria em sistemas de produção, propiciando aos participantes a noção de construção de um roteiro-síntese para aplicação em propriedades agrícolas.
Técnicas de planejamento da auditoria em operações mecanizadas, apresentação de proposta de norma para auditoria e diretrizes para confecção do relatório de trabalho serão outros assuntos do evento. O perfil profissional desejável para a atividade do auditor e os principais pontos de atuação também serão expostos ao público. No final do evento serão apresentados estudos de casos em diferentes operações agrícolas.
Serviço
Data: 29 de março de 2005.
Horário: 8h às 17h
Local: Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio de Engenharia e Automação, do IAC. Rodovia Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, Km 65 – Jundiaí – SP
Informações: (11) 4582-8467 ou 4582-8155, com Afonso Peche Filho ou Sônia Elisabete Pereira
E-mail: peche@iac.sp.gov.br
Carla Gomes
Assessora de Imprensa – IAC
E-mail: midiaiac@iac.sp.gov.br

Fonte: Instituto Agronômico – IAC

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A Associação Brasileira de Angus informa que no dia 23 de março (quarta-feira) será realizado um Dia de Campo Angus em Chiapeta, no Rio Grande do Sul. O evento terá como local a sede da Cabanha Santa Judith/Sementes Cometa, na rodovia RS-155, Km 40, localidade de Chiapeta, RS.
A realização de Dias de Campo reunindo criadores, técnicos e investidores em torno de programações que tratem de situações reais da produção pecuária, é uma das principais estratégias de trabalho da diretoria da Associação Brasileira de Angus.
 “Estamos incentivando e apoiando a realização desses eventos, como forma de integração entre os criadores associados, de difusão de novas tecnologias, a troca de informações e experiências e também para ampliar a divulgação da raça entre produtores das mais diversas regiões do Brasil”, justificou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Paulo Dornelles Cairoli.
Confira a programa das palestras:
Palestras 
10h – “Julgamento e avaliação de touros rústicos”
Dr Flávio Alves e Dr Luiz Walter Leal – Técnicos ABA.
14h -“Programa Carne Angus Certificada: histórico, funcionamento e perspectivas”
Dr. Fábio Medeiros – Programa Carne Angus Certificada da ABA.
15h – “Aliança Boitatá – Produção de novilhos precoces”
Agrônomo Eldomar Kommers.
15h:45 – “Utilização de variedades de trigo de duplo propósito”
Agrônomos Rubem Kudiess e Luciano Ottonelli.
Contatos sobre este evento, com o agrônomo José Luiz Kessler, pelos fones: (53) 222-5770 ou (51) 9259-7960 ou ainda na Sementes Cometa – (55) 3332-5300.
Mais informações também podem ser obtidas diretamente na sede da Angus, pelo telefone (51) 3328-9122 ou pelo e-mail: angus@angus.org.br.
Agência Ciranda
E-mail: agenciaciranda@agenciaciranda.com.br

Fonte: Notícias Angus

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Nesta terça-feira (22/03), às 9 horas, acontece a quinta reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fruticultura, em Brasília. A atividade será na sala do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA), no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O diretor administrativo da Emater/RS e coordenador do Programa Estadual de Fruticultura (Profruta/RS), Afonso Hamm, é integrante da Câmara Setorial e participa da reunião, prevista para terminar às 17 horas.
Na pauta, estão previstas a apresentação de uma proposta para o aumento da competitividade da fruticultura brasileira no mercado externo e da criação de uma política pública para os produtos hortícolas frescos, além da discussão sobre o Programa de Defesa Fitossanitária de Frutas. Também serão relatadas as evoluções do Programa de Produção Integrada de Frutas (PIF) e as negociações para um certificado único com informações aos consumidores.
Leandro Brixius e Raquel Aguiar
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
E-mail: imprensa@emater.tche.br

Fonte: Emater/RS-Ascar

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O município de Figueirão têm sua economia centrada na pecuária de corte, por causa disso, as lideranças rurais e políticas não demoraram em buscar apoio da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e do SENAR-AR/MS (Serviço Nacional de Aprendizagem rural, Administração Regional de Mato Groso do Sul) para fortalecer a atividade.
No último sábado, dia 19 de março, uma reunião que contou com mais de 60 produtores rurais, foi homologada a criação do Sindicato Rural que será filiado à Famasul, contando com a parceria do SENAR-AR/MS para levar capacitação aos trabalhadores e produtores rurais do município.
O evento contou com a presença de todos os vereadores do município; do prefeito Nildo Furtado; do presidente da Famasul, Leôncio de Souza Brito Filho; do Departamento de Educação do SENAR-AR/MS, Ronan Nantes; de produtores rurais como Silvio Amado, um dos fundadores da Famasul e presidentes de outros Sindicatos. Também esteve presente o diretor presidente do Sicred (Sistema de Crédito Cooperativo) Celso Ronaldo Figueira que, a pedido da Famasul, foi avaliar a possibilidade de implantar uma agência no município.
Com a criação do Sindicato Rural de Figueirão, a Famasul passa a contar com 66 Sindicatos filiados. O presidente da entidade Leôncio de Souza Brito Filho, que conduziu a sessão oficial de criação, destacou a importância da união dos produtores para a conquista de benefícios e do desenvolvimento do setor. “É através do Sindicato Rural que vamos receber as reivindicações dos produtores e levá-las até as autoridades do Estado, seja na questão de recursos para investimento na produção, logística de estradas e transporte ou defesa da classe”, declarou Brito destacando que uma das funções da Famasul é levantar recursos e renda para o produtor rural.
Na solenidade de criação do Sindicato também foi dada a posse à diretoria provisória que conduzirá o processo legal da entidade como: criação do estatuto, cadastro no Ministério do Trabalho e outros trâmites. O produtor Aparecido Fernandes foi eleito por unanimidade o primeiro presidente. Para Fernandes há muitos desafios para serem vencidos, nos quais ele espera contar com o apoio dos companheiros. De acordo com Fernandes, já existe cerca de 240 produtores cadastrados que serão visitados para se associarem ao Sindicato. “Com um grupo forte vamos organizar a classe, fazer uma sede e promover atendimentos para os diversos todos os produtores, sejam pequenos ou grandes”, disse. Entre as metas ele destaca o atendimento médico e odontológico aos associados e a capacitação dos produtores e trabalhadores rurais.
Para a questão de educação e capacitação profissional o SENAR-AR/MS já se colocou a disposição para firmar parcerias e desenvolver cursos no município. Segundo o coordenador do departamento de educação, Ronan Nantes, mesmo antes de o município ser criado, o SENAR-AR/MS já atuava na região, através dos Sindicatos Rurais de Camapuã e Costa Rica. Contando com mais de 58 cursos diferentes, a Instituição já atendeu cerca de 25 turmas em Figueirão. “SENAR-AR/MS não trabalha sozinho, precisa de parceiros que apontem as demandas e o Sindicato Rural é o mais adequado para isso porque convive dia a dia com os produtores e sabe das necessidades de sua base”, destacou.
Para o prefeito de Figueirão, Nildo Furtado, que tem menos de 100 dias de mandato, o Sindicato Rural chegou em boa hora, visto que o município esta trabalhando na organização das classes que estão inseridas na comunidade. “É a comunidade que vai trazer as demandas e ajudar tomar decisões em busca de uma melhor qualidade de vida de nossa população. Acredito que o Sindicato Rural vai ser um ótimo parceiro da cidade”, disse o prefeito.
Eudete Petelinkar – Time Comunicação
E-mail: imprensa@casarural-ms.com.br 

Fonte: Casa Rural MS

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