Será aberto neste domingo, dia 6 de novembro de 2005, em Campo Grande (MS), o Workshop Regional Centro-Oeste da Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o Agronegócio (RIPA). O evento reunirá representantes do governo, do setor produtivo, da academia e do terceiro setor dos três estados da região e do Distrito Federal com o objetivo de identificar assuntos críticos e traçar plataformas estratégicas de ação.
A sessão solene de abertura do encontro será no Salão Nobre da Federação da Agricultura do Estado do Mato Grosso do Sul (Famasul) e os trabalhos técnicos serão desenvolvidos no Hotel Jandaia.
Este será o penúltimo de uma série de cinco workshops previstos no programa de atuação da RIPA, em cada uma das macro-região do país: Sul, Nordeste, Norte, Centro-Oeste e Sudeste, onde acontecerá o próximo evento.
De acordo com os organizadores, o workshop representa uma oportunidade singular para a troca de informações e experiências com vistas a formar um sistema de inteligência estratégica para o agronegócio na região Centro-Oeste. Durante o encontro, serão também iniciadas as articulações para a composição de um Núcleo Regional da RIPA, responsável por conferir capilaridade e abastecer as ações da rede.
O Comitê Local do Workshop Regional Centro-Oeste é presidido pelo chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Rafael Geraldo de Oliveira Alves, e conta com a participação de outros dez membros de diferentes instituições [veja lista a seguir]. A coordenação executiva dos trabalhos é feita pelo pesquisador Paulo Estevão Cruvinel, da Embrapa Instrumentação Agropecuária.
A metodologia estabelecida para os workshops da RIPA prevê a participação de usuários e desenvolvedores de tecnologia de forma a se conhecer as reais demandas do setor produtivo por inovação. Durante as sessões, são elencados assuntos críticos para o agronegócio, como questões relacionadas às necessidades de pesquisa, estudos ambientais, conservação de energia, economia rural, entre outras.
Em outro momento, grupos de trabalho, com representatividade diversificada, reúnem-se para discutir a indicação de programas efetivos de ação, que são analisados pelos setores desenvolvedores de tecnologia e, sinteticamente, apresentados como um planejamento de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
Ao final do workshop, dever-se-á chegar à definição de uma matriz de plataformas, nas esferas apontadas pelos participantes.
Com o resultado desses trabalhos, espera-se iniciar um processo não só de mapeamento das necessidades como de prospecção em ciência, tecnologia e inovação com foco específico na região Centro-Oeste, assim como está acontecendo nas outras macro-regiões do país.
Esses indicadores irão constituir uma agenda para o Agronegócio do Brasil, através do Livro Branco Regional do Agronegócio, e servirão como subsídio para a definição de políticas públicas de financiamento de pesquisa por meio do Fundo Setorial do Agronegócio (CT-Agro), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Confira a composição do Comitê Local do Workshop Centro-Oeste
Fábio Edir dos Santos Costa
Fundação de Apoio ao Desenvolvimento, Ensino, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso do Sul (Fundect)
Manuel Catarino Paes Peró
Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS)
Luis Antonio Alvares Gonçalves
Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS)
Pe. José Marinoni
Universidade Católica Dom Bosco (UCDB)
Pedro Chaves dos Santos Filhos
Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (UNIDERP)
Leôncio de Souza Brito Filho
Federação da Agricultura do Estado do Mato Grosso do Sul (Famasul)
Alfredo Fernandes
Federação das Indústrias do Mato Grosso do Sul
Dagoberto Nogueira Filho
Secretaria de Estado de Produção e Turismo do Mato Grosso do Sul (Seprotur)
Egon Krakhecke
Secretaria de Planejamento e de Ciência e de Tecnologia do Mato Grosso do Sul (Seplanct)
José Antonio Felício
Superintendência Federal de Agricultura do Mato Grosso do Sul.
Assessoria de Imprensa – RIPA
E-mail: ripa@usp.br

Fonte: Ripa

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Foram prorrogados os prazos para a realização dos trabalhos de georreferenciamento (medição de terras e identificação geodésica) dos imóveis rurais com área inferior a 1 mil hectares.
De acordo com o Decreto 5.570, publicado hoje (1º/11/05), no Diário Oficial da União, o georreferenciamento somente será exigido para: imóveis com área entre 500 hectares e 1 mil hectares a partir de 21 de novembro de 2008; e para imóveis com área abaixo de 500 hectares, a partir de 21 de novembro de 2011.
Esta prorrogação atende solicitação feita pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), em julho último, ao superintendente estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Marcos Helênio Leoni Pereira, para que a contagem dos prazos começasse a ser feita a partir de 20 de novembro de 2003 – data em que foi publicada a Portaria 1.101. Esta Portaria detalha o manual técnico para a realização do georreferenciamento.
O advogado Francisco Simões, da Assesssoria Jurídica da FAEMG, informa que para imóveis com mais de 1 mil hectares o georreferenciamento é obrigatório desde que haja transferência de propriedade, desmembramento, parcelamento ou remembramento. “Não havendo nenhuma destas quatro hipóteses, o georreferenciamento não precisa ser feito”, reforça. Os trabalhos devem ser executados por profissional credenciado pelo Incra e com a utilização de aparelho de GPS geodésico, que tem margem de erro de, no máximo, 0,50 metro.
Assessoria de Comunicação – FAEMG
E-mail: imprensa@faemg.org.br  

Fonte: FAEMG

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No próximo dia 07/11/2005, a Embrapa Florestas (Colombo-PR), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, vai receber mais um troféu como reconhecimento ao trabalho que vem desenvolvendo ao longo dos seus vinte e sete anos. Trata-se do Troféu Expressão de Excelência Tecnológica, na categoria instituto de pesquisa, outorgado pela mesma comissão julgadora da etapa sul do 8º Prêmio Finep de Inovação Tecnológica.
 O troféu é concedido pela Editora Expressão a empresas que desenvolvem projetos relevantes e obtiveram índice de excelência na avaliação dos jurados, por representarem parte do esforço inovador tecnológico empresarial que impulsiona o progresso econômico, em benefício da sociedade.
Para o Chefe-geral, Moacir José Sales Medrado, a indicação da Embrapa Florestas na categoria, instituto de pesquisa, é um reconhecimento à importância do trabalhado desenvolvido pela nossa Unidade, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento do setor florestal brasileiro.
A Editora Expressão é idealizadora do Prêmio Finep e pioneira, no sul do país, em premiar os investimentos das empresas e instituições de pesquisa que visam o desenvolvimento de novos produtos e processos, na busca contínua da inovação e da liderança tecnológica
A cerimônia de entrega do Troféu Expressão de Excelência Tecnológica vai acontecer no dia 07 de novembro, às 16 horas, no auditório Caio Amaral Gruber, no Centro Integrado dos Empresários e Trabalhadores das Indústrias do Estado do Paraná (CIETEP), à avenida Comendador Franco, 1341, Jardim Botânico, Curitiba-PR.
Maria Paraguaçu Cardoso
Embrapa Florestas
E-mail: mariah@cnpf.embrapa

Fonte: Embrapa Florestas

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Segundo pesquisa da Câmara E-Net feita com micro, pequenas e médias empresas nas cidades de São Paulo, Campinas, Bauru, Ribeirão Preto, Belo Horizonte e Rio de Janeiro sobre inclusão digital em seus ambientes, 90,4% das empresas consultadas têm internet, sendo que 86,4% delas com banda larga. Além disso, 46,8% das empresas entrevistadas já usam ferramentas de e-commerce e 76,3% possuem website próprio.

Fonte: Globo Online

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Um especialista da Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou nesta terça-feira [1/11/05] que novos surtos da gripe aviária devem ser registrados na Europa. Segundo a CNN, os próximos países que provavelmente vão registrar casos da doença são Grécia e Ucrânia, porque ambos estão na rotas dos pássaros migratórios, apontados como os responsáveis pela disseminação do vírus H5N1.
“Vamos ver mais surtos em breve na área”, afirmou Bernardus Ganter, do escritório europeu da OMS em uma entrevista concedida em Copenhague, na Dinamarca. “Não será surpreendente se identificarmos casos na Grécia e na Ucrânia”, disse.
Apesar de autoridades gregas terem afirmado no sábado que o resultado de testes realizados em um peru encontrado morto numa ilha do país deram negativo para o vírus da doença, Ganter disse que é provável que o H5N1 seja detectado em rotas migratórias.
“A estação migratória está chegando a um fim logo e isso pode diminuir a disseminação da doença um pouco, mas vamos ver no ano que vem, quando as aves voltarem”, acrescentou o especialista.
A OMS disse que a maioria dos países europeus não está preparado para enfrentar a doença, caso o vírus sofra uma mutação e passe a ser transmitido de pessoa para pessoa.
A Indonésia vai em breve formar uma equipe de vigilância de pássaros selvagens para evitar a disseminação da gripe aviária. A decisão foi tomada depois que um pombo foi encontrado infectado pelo vírus H5N1, informou o ministro da Agricultura, Anton Apriyantono, nesta terça-feira [1/11/05].
Sete pessoas contraíram a gripe aviária na Indonésia desde julho, quatro dos quais morreram. Os três sobreviventes estão bem.
– Nós concordamos em conduzir uma pesquisa conjunta com integrantes dos ministérios da Agricultura, Meio Ambiente e Florestal – disse Apriyantono. – A suspeita é com relação aos pássaros domésticos e selvagens, que carregam os vírus da gripe.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmar que a linhagem H5N1 é endêmica em aves da Ásia e pode ser uma questão apenas de tempo para que o vírus sofra uma mutação e passe a ser transmissível de humano para humano.
Os especialistas acreditam que os pássaros migratórios tenham um papel fundamental na disseminação do vírus, que recentemente foi encontrado na Europa. Autoridades da ONU temem que a África seja o próximo continente a registrar focos da doença.

Fonte: Globo Online

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O coordenador de controle de doenças da Secretaria de Estado da Saúde, Carlos Magno Fortaleza, disse que São Paulo, assim como todo o país e a América, está em alerta com o aparecimento de um foco da gripe aviária no Canadá. Segundo ele, a migração de aves é um risco e há preocupação de mapear a vinda desses pássaros. Segundo ele, as aves aquáticas não migram no Brasil para as regiões próximas das grandes criações de galinhas.
– Elas migram mais para o pantanal, para o Lago dos Patos, e não para as áreas onde estão as grandes criações avícolas. Agora, a possibilidade de transmissão de aves para humanos, aqui no Brasil, é bastante remota, uma vez que não temos o costume da Ásia de ter contato íntimo e prolongado com as aves – disse Fortaleza.
Depois de casos descobertos no mês passado na Colômbia, o vírus H5 infectou pássaros no Canadá. De 4.080 pássaros analisados, o vírus foi encontrado em 28 patos em Quebec e 5 patos em Manitoba. Os resultados ainda não foram divulgados, mas toda a América se mantém apreensiva, com medo de que o vírus se espalhe pelo continente. Nesta terça-feira, o presidente George W. Bush deve pedir mais recursos ao Congresso americano para o financiamento de programas de combate à doença.
Em São Paulo, um grupo de estudos se reúne nesta manhã para preparar um documento com um plano de ação para a prevenção da gripe aviária. Fortaleza, que supervisiona esse grupo, disse que não se pode correr o risco de o vírus prejudicar a produção agrícola e causar um grande dano econômico.
– Para isso, temos que tomar uma medida de prevenção. Estamos nos prevenindo, no entanto, para uma possibilidade de esse vírus sofrer uma modificação e vir a circular entre humanos. Vamos elaborar um plano de contingência – afirmou.
O objetivo é aumentar a vigilância, assim como foi feito em 2003, quando foram detectados casos suspeitos de pneumonia atípica (Sars) no estado de São Paulo, os primeiros da América Latina. Na semana passada, o estado de São Paulo lançou um conjunto de ações preventivas para evitar uma epidemia da gripe aviária e combater uma eventual pandemia.
O governo prevê um investimento inicial de R$ 2 milhões, que incluem a capacitação de profissionais da saúde e o aumento do número de unidades sentinelas, que são responsáveis pela identificação de novos tipos de gripe e a notificação à Organização Mundial de Saúde (OMS). Há ainda a intenção de expandir a vacinação contra o vírus influenza, que causa a gripe.
– É natural que as pessoas tenham medo quando uma doença está sob os holofotes e quando há uma preocupação mundial tão grande. Mas nesse momento, não temos gripe aviária no Brasil. Temos uma das condições de aves mais organizadas e protegidas do mundo e não temos com o que nos preocuparmos. Temos um serviço de sentinela que monitora o vírus da gripe no estado. Atualmente temos dois serviços, que serão aumentados para quatro até o final do ano e oito até o próximo inverno – disse.
Wagner Gomes – Globo Online

Fonte: Globo Online

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O Canadá descobriu uma cepa do H5 da gripe aviária em 33 patos selvagens migratórios, mas é improvável que o vírus seja o mortal H5N1 que se espalhou do Sudeste da Ásia para a Europa, disse uma autoridade da área de saúde nesta segunda-feira [31/10/05].
Jim Clark, da Agência Canadense de Inspeção Alimentar, disse que uma pesquisa recente com 4.800 aves selvagens havia descoberto o vírus H5 em 28 aves na província de Quebec, no leste do país, e em cinco aves da província central de Manitoba.
– Essas descobertas não indicam que estamos lidando com uma cepa do vírus capaz de provocar uma significativa doença – disse Clark em uma entrevista coletiva. – A evidência que observamos indica fortemente que essas aves saudáveis não foram infectadas pelo mesmo vírus que está atualmente presente na Ásia.
Os testes finais nas amostras de aves estarão prontos em cerca de uma semana. Há nove cepas N conhecidas do vírus H5.Ao ser questionado sobre o motivo de ele estar anunciando a descoberta de uma cepa não letal do vírus da gripe aviária, Clark disse:
– Não posso declarar de maneira categórica que não estamos lidando com o H5N1. (Só que) é altamente improvável.
No Japão, autoridades anunciaram que vão sacrificar pelo menos 80 mil galinhas na região de Ibaki, a nordeste de Tóquio. A decisão foi tomada depois que técnicos da vigilância sanitária encontraram sinais de gripe aviária causada pelo vírus H5N2, um parente próximo, mas menos agressivo do H5N1, que provoca o atual surto na Ásia.
Mais cedo, foi anunciado que uma tailandesa apresentou resultado positivo no teste para gripe aviária, afirmaram autoridades sanitárias do país nesta segunda-feira. Com isso, a mulher é a 20ª pessoa a ter a doença desde que o mal voltou a ser registrado no país há dois anos.
– Uma mulher de 50 anos foi confirmada com a gripe aviária após a realização de três testes, que indicaram resultados positivos – afirmou Paijit Warachit, chefe do Departamento de Ciências Médicas. – Seu estado de saúde está melhorando e acredito que ela ficará bem em breve.
Treze tailandeses morreram devido à gripe do frango desde que o vírus H5N1 foi detectado no país em 2003. A mulher é a terceira pessoa a pegar a doença no país este ano.
Ela foi internada no hospital de Bangcoc no sábado, depois de dizer ao médico que ajudou seu marido a limpar a fazenda onde frangos foram mortos, após testes de laboratório indicarem que eles tinham o vírus, contou uma autoridade.
– Acreditamos que ela tenha pegado a doença de restos de frango – afirmou o chefe do Departamento do Controle de Doenças Thawat Suntrajarn.
A fazenda fica em Nonthaburi, no subúrbio de Bangcoc, e é um das seis províncias atingidas pelo novo surto da gripe aviária este ano, informaram as autoridades.
Seu marido, ainda saudável, está sendo mantido em quarentena enquanto espera os resultados do estudo, disse Thawat.
No início deste mês, um tailandês morreu devido à gripe aviária depois de ter matado frangos infectados e comido um deles. Seu filho também pegou a doença, mas agora passa bem, apesar de ainda estar internado.
A cepa H5N1 do vírus da gripe aviária foi transmitida da Ásia para a Europa por aves migratórias e alguns especialistas dizem que é possível que se espalhe para o resto do mundo. Peritos temem que o H5N1 sofra uma mutação que lhe permita passar facilmente de pessoa a pessoa, podendo provocar uma pandemia catastrófica, já que os seres humanos não têm imunidade a ele.

Fonte: Globo Online

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O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, anunciou nesta terça-feira [1/11/05] um plano para a contenção de um possível surto da gripe aviária nos EUA. O anúncio foi feito um dia após o Canadá anunciar ter encontrado focos da doença.
– Nós precisamos estar prontos para enfrentar uma pademia da gripe aviária – afirmou Bush, no pronunciamento transmitido pela televisão.
Apesar de a doença ainda não ter sido detectada no território americano, Bush pediu ao Congresso que destine US$ 7,1 bilhões para preparar os EUA para uma possível pandemia da gripe aviária. Deste total, US$1.2 bilhão seria usado para fabricar 20 milhões de doses da atual vacina contra H5N1, US$ 2,8 bilhões para acelerar as pesquisas para uma nova vacina e US$ 1 bilhão para formar um estoque de antivirais.
Segundo Bush, 88 países participaram do plano. Mas ele fez questão de ressaltar que ainda não há uma pandemia da doença no mundo.
– Mas se esperarmos que haja para que façamos algo, pode ser tarde demais – defendeu Bush.
Ele contou ainda que o governo americana criou uma página sobre a doença, para que os americanos possam tirar suas dúvidas sobre a gripe aviária.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmar que a linhagem H5N1 é endêmica em aves da Ásia e pode ser uma questão apenas de tempo para que o vírus sofra uma mutação e passe a ser transmissível de humano para humano.
Os especialistas acreditam que os pássaros migratórios tenham um papel fundamental na disseminação do vírus, que recentemente foi encontrado na Europa. Autoridades da ONU temem que a África seja o próximo continente a registrar focos da doença.

Fonte: Globo On Line

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