O Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (CPQBA) organiza, de 23 a 25 de novembro de 2005, no Centro de Convenções da Unicamp, a VII Jornada Paulista de Plantas Medicinais.
O encontro, realizado a cada dois anos, tem como objetivo promover o intercâmbio científico e tecnológico entre instituições nacionais.
Outras informações podem ser obtidas na página do evento http://www.vii-jppm.com.br/ ou pelo telefone (19) 3884-7500 (ramal 233).
Workshop internacional
O workshop internacional “Estratégias de combate à pobreza rural no Brasil: situação atual e perspectivas” será realizado de 21 a 23 de novembro de 2005, a partir das 18 horas, no auditório do Instituto de Economia (IE). Trata-se de um evento de natureza acadêmica, cujo objetivo é refletir sobre a experiência recente dos Programas de Combate à Pobreza Rural no Brasil, seus resultados e sua eficácia.
O workshop será dividido em 3 blocos temáticos. O primeiro tem como objetivo ressaltar as múltiplas facetas da pobreza, desde as carências pessoais associadas às dificuldades de acesso às políticas públicas, inserção no processo de produção etc., até as deficiências de cidadania e capital social. O segundo bloco será dedicado à reflexão sobre as várias concepções e estratégias de combate à pobreza rural que vêm sendo adotadas e executadas no Brasil. No terceiro bloco as concepções são retomadas à luz de algumas experiências concretas que vêm sendo implementadas do Norte ao Sul do país.
Confira a programação no endereço http://www.eco.unicamp.br/nea/Programacao_workshop_Nea.htm
Leia matéria publicada no Jornal da Unicamp: http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/novembro2005/ju309pag09.html.  

Fonte: Notícias da Unicamp

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Com excelente movimentação de público em todos os 141 estandes instalados no Centro de Eventos do Pantanal, a Feira do Empreendedor de Mato Grosso que aconteceu de 09 a 13 de novembro de 2005 trouxe muitas opções e oportunidades criando estímulo e condições para que o pequeno empresário pudesse encontrar esclarecimentos de como abrir ou expandir seu negócio.
Em paralelo à programação da Feira, que reuniu empresas prestadoras de serviço, agentes financiadores, fabricantes de pequenas máquinas, franquias e licenciadores de marcas e produtos, além de oficinas, palestras técnicas e agendas de filmes, os visitantes também puderam conhecer alguns exemplos bem sucedidos de Incubadoras de Empresas.
Para apresentar este importante trabalho que tem financiado atividades de Pesquisas e Desenvolvimento de Produtos e Processos Inovadores dentro de pequenas e micro empresas, a Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitec) em conjunto com a Fapemat (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso) montou estande para esclarecimentos e demonstrações de produtos desenvolvidos por algumas destas empresas incubadas e inclusive com seus produtos patenteados no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).
Este é o caso da Incubadora de Base Tecnológica para o Agronegócio, do Cefet-MT, que conforme explica Leone Covari, já possui dois produtos patenteados e estão com lançamento comercial previsto para fevereiro de 2006, que são: a farinha de mandioca vitamínica – enriquecida com soro de leite e a farinha de soja energética – enriquecida com proteínas naturais. “Nosso objetivo é desenvolver produtos e serviços inovadores com base na pesquisa científica. Estes dois projetos apresentados foram aprovados pelo Programa de Apoio a Pesquisa em Empresas (Pappe) que vêm sendo financiados pela Fapemat”, explica Covari.
A idéia de incubadora de empresas visa criar condições para desenvolvimento de micro e pequenas empresas com perfil industrial, tecnológico, prestação de serviços ou manufatura; fornecendo uma estrutura empresarial e organizada para dar o suporte necessário para quem tiver uma idéia inovadora seja de um produto ou serviço e quer torná-la viável para o mercado.
Outro projeto em desenvolvimento por esta unidade incubadora é do aproveitamento residual do substrato e da fibra do coco verde. Principalmente o substrato do coco verde tem alto teor de tanino e por isso é uma matéria orgânica poluente que em contato com a água entra em processo de fermentação ou em contato com o solo entra em processo de acidificação. O objetivo da pesquisa é encontrar uma finalidade comercial para este substrato.
Gerando produtos inovadores
Outras pesquisas ligadas a experimentações tecnológicas para o agronegócio também estão gerando produtos inovadores, é o caso da Nativa que vem produzindo sementes e mudas florestais nativas (ex: cedro, aroeira) para o reflorestamento e a Orledson Assessoria que vem trabalhando com projetos de pesquisa voltados para produção rural para assentamentos; além do segmento de panificadoras que está desenvolvendo opções em panificação à base de soja e o setor de laticínios que vem estudando opções de produtos inovadores, por exemplo, oferecer alternativas para o uso dos resíduos lácteos, como o soro, e ainda de produtos, como iogurtes, queijos e requeijão, com novas essências aromáticas.
Conforme adiantou Leone Covari, está em estudo uma proposta para ter o grupo de pesquisadores do Cefet (Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso) atuando em consultoria na área de alimentos e para 2006 a idéia é criar inclusive um Disque-Tecnologia.
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) também promoveu várias palestras para demonstrar casos de sucesso obtidos por empreendedores participantes do Programa de Apoio a Pesquisa em Empresas (Pappe), um projeto inovador que tem fomentado a área de pesquisas para o desenvolvimento de novos produtos neste campo empresarial.
É o caso da Icase Tecnologia de Informação – Cuiabá Soft, que desenvolveu o software Agris – um sistema para controle e gerenciamento de produção agrícola. Conforme explicou o palestrante Rodrigo Palma da Silva, este sistema computadorizado permite que o produtor tenha em mãos relatórios estratégicos de todo o plano de safra, cálculos de custo e aplicação dos insumos, média de hora x colheita das máquinas agrícolas, previsão de colheita por hectare etc. O sistema permite ainda a confecção de gráficos comparativos das áreas de produção da lavoura ou das áreas preparadas para plantio e do rendimento/consumo das máquinas a campo.
“O Agris produz relatórios gerenciais que permitem que o agricultor faça seu planejamento personalizado conforme o perfil ou potencial de produção com indicativos dos custos de produtos e serviços que vai utilizar na sua safra. Este software armazena históricos anteriores de safras para que o agricultor possa comparar e corrigir eventuais erros que só a tecnologia da informação pode oferecer para a diminuição de custos”.
Alta satisfação dos visitantes
Segundo uma pesquisa feita pelo Sebrae-MT durante a feira 97,5% dos entrevistados indicaram alta satisfação com os vários serviços e atividades oferecidos no evento e entre os principais motivos da visitação foi com o propósito de se capacitarem para abrir negócio próprio o que fez prevalecer principalmente à busca de informações para o conhecimento de todas as etapas e providências necessárias para este fim.
Até meados da tarde de domingo [13/11/05] o público contabilizado extra-oficialmente pela organização da Feira do Empreendedor já ultrapassava 22,5 mil visitantes, dando margem para o evento ter fechado suas atividades às 22h, no domingo, alcançando a previsão projetada de 25 mil pessoas em cinco dias de programação.
Alexandre Franco
E-mail: alexandresantos@secitec.mt.gov.br
Volney Albano
Assessoria Secitec-MT
www.secitec.mt.gov.br

Fonte: Governo do Mato Grosso

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A adubação usada na proporção adequada pode aumentar em até 250% a produtividade de milho, feijão e feijão-de-corda. Esta foi a conclusão de técnicos e pesquisadores diante dos resultados obtidos com essas culturas que foram cultivadas em unidades demonstrativas implantadas na área rural de Carira, no semi-árido sergipano, ao longo deste ano. Os dados serão apresentados nesta sexta-feira (18 de novembro de 2005) às 9h no Banco do Nordeste, em Carira (SE). O evento é voltado para produtores rurais, agentes financeiros e de desenvolvimento além de lideranças municipais.
Os trabalhos foram coordenados pela Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju-SE), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria com o Departamento de Desenvolvimento Agropecuário de Sergipe (Deagro) no assentamento Manoel Martinho.
“O evento em Carira representa a oportunidade do produtor – que em agosto conheceu o desenvolvimento da cultura no campo – constatar a produtividade das variedades adaptadas ou melhoradas pela pesquisa e cultivadas de acordo as orientações técnicas específicas”, afirma o coordenador deste projeto, o pesquisador Emanuel Donald.
Carira é uma região com aptidão voltada para o cultivo de grãos. “Os resultados apresentaram alternativas promissoras para a região. Percebemos que a adubação, feita em função da análise do solo, gerou um resultado altamente produtivo que recompensa em muito o investimento com os insumos”, afirmou um dos integrantes da Coordenadoria de Pesquisa do Deagro Wagner Aragão.
Com a adubação adequada, as variedades de milho superprecoce Cruzeta e Caatingueiro, indicadas para o semi-árido, apresentaram os melhores resultados por hectare. No caso do feijão de arranca, o Rudá teve aumento de 2.110 quilos por hectare. Já no feijão-de-corda, a variedade Marataoã foi o que apresentou aumento de 750 quilos por hectare.
Informações sobre o desempenho das variedades podem ser obtidas no escritório local do Deagro ou na Embrapa Tabuleiros Costeiros em Aracaju. Confira o rendimento das culturas quando cultivadas sem e com adubação:
Milho
Cruzeta
2.848 kg/ha – 6.935 kg/ha
Caatingueiro
2.960 kg/ha – 6.656 kg/ha
Asa Branca
2.372 kg/ha – 5.406 kg/ha
Feijão

Grafite
1.558 kg/ha – 3.614 kg/ha
Rudá
1.234 kg/ha – 3.344 kg/ha
Talismã
1.092 kg/ha – 2.878 kg/ha
Feijão-de-corda
Marataoã
980 kg/ha – 1.750 kg/ha
Rouxinol
1.000 kg/ha – 1.650 kg/ha
Guaribas
1.015 kg/ha – 1.620 kg/ha
Gislene Alencar
Embrapa Tabuleiros Costeiros
E-mail: gislenealencar@cpatc.embrapa.br
Fonte
Embrapa Tabuleiros Costeiros
http://www.cpatc.embrapa.br

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A Câmara aprovou, na terça-feira (8/11/05), o Projeto de Lei 3468/04, do deputado Fernando Coruja (PPS-SC), que estende o conceito de “genérico” aos medicamentos de uso veterinário. A proposta foi aprovada em caráter conclusivo pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Colbert Martins (PPS-BA). As alterações, porém, não mudam o conteúdo do texto; referem-se apenas à técnica legislativa.
Princípio ativo
De acordo com o PL 3468/04, os medicamentos de uso veterinário com nome comercial ou marca terão de trazer também, com o mesmo destaque e de forma legível, a denominação do seu princípio ativo nas embalagens, rótulos, bulas, impressos, etiquetas, prospectos e materiais promocionais.
O projeto prevê a elaboração de norma regulamentadora que estabelecerá, entre outros, os critérios para o registro e o controle de qualidade dos medicamentos genéricos de uso veterinário e para a avaliação da sua equivalência terapêutica.
Definição
O texto define o medicamento genérico de uso veterinário como o produto similar a um produto de referência, capaz de substituí-lo, geralmente produzido após a expiração ou renúncia de patente. O genérico é designado pelo seu princípio ativo. Já o medicamento de referência é, como define o projeto, um produto inovador registrado no órgão federal competente e comercializado no País, com eficácia, segurança e qualidade comprovadas cientificamente para efeito de registro.
De acordo com a proposta, quem descumprir a lei estará sujeito a penas de advertência ou multa – que poderá variar entre R$ 53,20 e R$ 1.064.100. O valor será cobrado em dobro no caso de reincidência. Não está descartado em alguns casos o cancelamento do registro do produto ou a cassação do registro do estabelecimento, além de sanções penais.
Tramitação
O projeto segue agora para análise do Senado Federal.
Reportagem – Luciana Mariz
Edição – Sandra Crespo
Agência Câmara
E-mail: agencia@camara.gov.br  

Fonte: Agência Câmara

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O episódio da febre aftosa, a ameaça da gripe aviária ao redor do mundo e o estado de alerta sanitário no setor público levarão o governo federal a proibir nos próximos dias o transporte de aves em parte do território nacional, principalmente nos Estados do Sul e parte do Sudeste. O Centro-Oeste pode ser incluído na medida.
A iniciativa faz parte de um pacote de ações (que inclui um plano de contingência para novas emergências sanitárias) que visa blindar parte do agronegócio exportador da indústria aviária que gerou de janeiro a setembro deste ano US$ 2,64 bilhões em divisas.
A regionalização da produção de aves pode evitar embargos totais ao País, assim como ocorreu com a carne bovina. O transporte de animais é, segundo grandes indústrias, o grande vetor de doenças e uma fonte de risco para disseminação de patologias como a influenza aviária. O investimento para implementar o programa variará entre R$ 30 milhões e R$ 50 milhões. Financiará barreiras fixas e móveis nas fronteiras dos Estados envolvidos. O setor privado reivindica a medida há mais de três anos.
“O transporte de animais é sem dúvida o principal vetor de transmissão de doenças. Do ponto de vista sanitário é um desastre”, alerta Ariel Antonio Mendes, diretor técnico-científico da UBA – União Brasileira de Avicultura. A decisão está nas mãos de uma comissão especial criada pelo Mapa – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A posição brasileira será apresentada oficialmente numa conferência internacional sobre influenza aviária, que acontece dia 30, em Brasília (DF).
O programa nacional que institui a regionalização da produção de aves de corte terá três fases. Será implementada a partir do primeiro dia de janeiro de 2006, 2007 e 2008. A primeira área enquadrada, segundo a previsão, é a região Sul, parte das regiões Sudeste (São Paulo e Minas Gerais) e o Centro Oeste (Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, os dois últimos não confirmados). Outras regiões ficam para outros anos.
A Agência Estado procurou a área de defesa sanitária do governo federal para saber sobre as garantias de implementação do programa de regionalização, mas não obteve retorno. Segundo Ricardo Menezes, diretor de relações institucionais da Perdigão, há um compromisso do Mapa em implementar e manter a medida. Há também o reconhecimento dos riscos em curso. Na rubrica “prevenção, controle e erradicação de doenças da avicultura”, indicada nos gastos correntes do Ministério da Agricultura, observa-se que embora haja dotação de R$ 3 milhões, houve empenho de apenas R$ 464 mil.

Fonte: Estadão Online

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Os produtos agrícolas cultivados sem agrotóxicos, carnes de animais tratados com alimentos orgânicos, cosméticos, tecidos e produtos de limpeza feitos com matéria prima vegetal e natural vão receber, já no início do próximo ano, um selo do governo federal garantindo a origem e a qualificação para competir no mercado internacional.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16/11/05) pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, ao participar, no Riocentro, da abertura da BioFach América Latina, a maior feira latino-americana de produtos da agricultura orgânica.
Rodrigues disse que a certificação oficial vai facilitar a identificação dos produtos orgânicos, que hoje são certificados por institutos privados. Segundo ele, o selo faz parte da regulamentação da Lei 10.831, que trata da agricultura orgânica e foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2003.
“A regulamentação dará as bases técnicas e conceituais para o selo e para outros instrumentos que estimularão a agricultura orgânica. Nos próximos três a quatro meses, teremos a definição do regulamento e, portanto, do selo e de outros instrumentos para o setor”, acrescentou Rodrigues.
De acordo com o ministro, a agricultura orgânica no Brasil representa apenas 3% da produção agrícola de todo o país, enquanto nos países desenvolvidos o índice chega a 20%. “Há um espaço enorme para crescimento, e pretendemos chegar aos 20% de orgânicos nos próximos cinco a seis anos, incentivando, principalmente, os pequenos produtores”, afirmou.
A BioFach América Latina reúne cerca de 200 expositores do Brasil e do exterior. Paralelamente, está sendo realizada a Expo Sustentat, uma feira de produtos sustentáveis e palestras sobre temas como certificação florestal, crédito de carbono e pesca sustentável. Os dois eventos vão até sexta-feira (18/11/05).
Para saber mais
BioFach América Latina 2005
Internet: http://www.biofach-americalatina.com.br/
Cristiane Ribeiro
Agência Brasil

Fonte: Agência Brasil

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O aquecimento do planeta terá como conseqüência a escassez de água em alguns territórios devido ao fato de que afetará o fornecimento de glaciais e reservas de neve, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (16/11/05) pela revista científica Nature.
O aquecimento planetário, provocado pela emissão de gases de efeito estufa por parte, sobretudo, de países ricos, alterará o ritmo natural de degelo e alterará as chuvas, o que terá efeitos na capacidade das represas e no fornecimento em determinadas épocas do ano.
A ameaça é clara em certas partes do mundo, afirmam os cientistas, que alertam que as regiões com mais risco são a bacia do rio Rhine, que veria seu volume ser afetado, zonas do Canadá e Peru, onde os glaciais diminuíram 25% nas últimas três décadas.
O estudo, elaborado por especialistas do Instituto de Oceanografia Scripps da Universidade da Califórnia e de Washington, nos Estados Unidos, analisa as possíveis mudanças nos níveis de água e como elas afetarão os continentes. Os cientistas concluíram que o efeito estufa terá “conseqüências significativas” nas regiões mais ricas de gelo e neve e, eventualmente, perturbará o fornecimento de água.
A neve se acumulará menos no inverno e se degelará antes, na primavera, o que levará a necessidade de se revisar as infra-estruturas de reserva de água porque as represas não poderão conter o ciclo anual de neve e chuvas.
Outro estudo também publicado nesta quarta-feira [15/11/05] na Nature sustenta que os países ricos, principais emissores de gases nocivos, deveriam assumir sua responsabilidade nas tarefas de prevenção e ajudar os países pobres, sobretudo os africanos, que se verão muito afetados pelas mudanças que o vírus da malária experimentará.

Fonte: Terra Notícias

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Cinco dias após o encerramento da Décima Primeira Conferência das Partes (COP11) à Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), que acontece entre os dias de 28 de novembro a 9 de dezembro de 2005, em Montreal, Canadá, será realizado em São Paulo, no dia 14 de dezembro, o seminário “Projetos de Seqüestro de Carbono: Avanços e Expectativas para os Próximos Anos”. O evento vai trazer os principais resultados da COP 11, além de debater os rumos brasileiros na produção e desenvolvimento dos projetos de Seqüestro de Carbono.
O evento também vai promover o intercâmbio e a atualização de informações sobre o Mercado de Carbono, permitindo a reunião de informações para a tomada de decisões. Entre os palestrantes do Seminário estão: Telma Krug, pesquisadora do Inpe – Instituto Nacional de pesquisas Espaciais; Antonio Lombardi, do Banco Real; Marco Aurélio Ziliotto, do Instituto Ecoplan; e Antonio Fernando Pinheiro Pedro, da Associação Brasileira dos Advogados Ambientalistas.
No evento em São Paulo, os participantes vão poder juntamente com os palestrantes participar de um debate de idéias e alternativas brasileiras com o objetivo de promover os avanços das discussões sobre Mudanças Climáticas rumo ao Desenvolvimento Sustentável. O evento Projetos de Seqüestro de Carbono: Avanços e Expectativas para os Próximos Anos” é uma promoção do portal Ambiente Brasil e da AG Comunicação Ambiental e tem o apoio do Conselho Regional de Química de São Paulo. Inscrições e informações poderão ser obtidas através do telefone (11) 3884-1368. 
COP 11
A COP 11 será uma oportunidade para debater as melhores práticas rumo à construção da sustentabilidade de cidades e comunidades, através da implementação de medidas voltadas á redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), bem como de estratégias para adaptação e mitigação aos impactos das mudanças climáticas. A Cúpula também destacará a importância dos agentes locais em relação às mudanças climáticas, facilitando o The United Nations Conference on Climate Change.

Fonte: Ambiente Brasil

Compartilhe esta postagem nas redes sociais