Autoria:

Washington Luiz de Barros Melo – Pesquisador
Embrapa Instrumentação Agropecuária

Contato:

Dr. Washington Mello

EMail:

wlbmelo@cnpdia.embrapa.br

DDD e Telefone(s):

(16) 3374-2477

Palavras-Chave:

café, pó, analisador

Resumo:

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de café, mas o brasileiro, na maioria, não toma o melhor, isto é do conhecimento de todos. É coisa do passado aquele cafezinho feito de grãos conhecidos, torrado e moído em casa. Hoje temos as indústrias de torrefação que cuidam dessa tarefa, mas nem sempre sabemos o que tem dentro daquele saquinho ou daquele tijolo retangular, a embalagem do café a vácuo. As impurezas no pó de café chegam até 80%, quando a legislação atual permite 1%.

Corpo:

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais de café, mas o brasileiro, na maioria, não toma o melhor, isto é do conhecimento de todos. É coisa do passado aquele cafezinho feito de grãos conhecidos, torrado e moído em casa. Hoje temos as indústrias de torrefação que cuidam dessa tarefa, mas nem sempre sabemos o que tem dentro daquele saquinho ou daquele tijolo retangular, a embalagem do café a vácuo.

Realmente, o que tem dentro daquelas embalagens? A resposta para isto seria simplesmente, café. Parece fácil esta resposta. Mas será que é só café. De que tipo? Alguns expressam 100% arábica, outros nem isso afirmam. Você já se questionou: por que para certas marcas o pó rende e para outras não? Também já se perguntou como foi torrado, qual o processo usado, qual a qualidade do grão? Isto geralmente não passa pela cabeça das pessoas. Simplesmente temos a atitude mecânica de comprar num supermercado ou na padaria ou na mercearia aquele produto de uma marca que acostumamos, ou confiamos ou ainda pelo preço mais acessível. Isto não quer dizer que estamos tomando um café com qualidade. Tomamos apenas café, uma bebida escura com sabor e aroma variados.

Começando pelo grão, há diversas variedades de cultivares e as pesquisas em melhoramento genético buscam culturas resistentes às pragas, ao clima, e um nível ótimo de produtividade. Até aqui tudo bem! Mas na hora da colheita começa o dilema para aquele que vai beber o produto. Há várias maneiras de colher, seja mecanizada, seja manual, desde os grãos maduros, secos, verdes retirados no pé àqueles colhidos no chão onde já sofreram os ataques de insetos (broca), já degradaram pela umidade, pelos processos de secagem e de armazenamento. Sem falar da presença de fungos causadores de doenças. Mas podemos ainda justificar, por tudo isto os outros alimentos também podem sofrer. Correto! Talvez em grau maior ou menor. Como o nosso assunto é café, não vamos entrar neste mérito. A verdade é que a maioria do povo brasileiro não bebe um café cujo grão seja de boa qualidade, embora existam no mercado produtos de alta qualidade, mas que não estão acessíveis a grande parte da população.

Nas regiões brasileiras onde o café é cultivado ainda se podem encontrar melhores condições na qualidade da bebida, porém, isto não pode ser dito para as outras regiões. Mesmos assim, há um volume considerável de grãos de qualidade inferior circulando nas regiões produtoras e que se dissipam para as demais regiões. Os grãos que chegam para esta maioria são quebrados, brocados, ardidos, murchos, e logicamente, uma parcela de grãos intactos e de boa aparência. O preço é a definição. Além disso, a maioria dos cafés é composta de misturas de variadas espécies. Estas misturas são as blendas que servem para dar características diferenciadas às bebidas conforme o paladar do consumidor. A formação de blendas é um processo rotineiro em todas as torrefações nacionais e internacionais, mas o consumidor nem sempre é informado desta composição.

O consumidor, também, precisa ser informado sobre as condições da torra. Uma ótima bebida está relacionada ao grau de torra, que por sua vez, está diretamente relacionado à temperatura usada no processo. Internacionalmente, os graus de torra estão divididos em uma escala definida pela Specialty Coffee Association of America – SCAA e pela empresa norte-americana Agtron. A cada intervalo de temperatura foi determinado um número agtron. Por exemplo: agtron 45 corresponde à temperatura em torno de 235oC. Enquanto agtron 55 (cerca de 225oC) e 65 correspondem a 215-220oC.

O grau de torra afeta diretamente o sabor do café, determina como o grão foi torrado definindo os vários compostos que são extraídos durante a formação da bebida. Basicamente, sendo caracterizado pela acidez, pelo aroma e pelo corpo. Quando o café é torrado numa temperatura abaixo de 200oC, sua aparência é de cor marrom claro, sua bebida parece um chá, sua acidez muito evidente, com aroma adocicado, mas não tão forte. Este grau de torra não é da preferência do brasileiro, mas existem povos que preferem o café com estas características. Para temperatura em torno de 220oC, a cor é marrom achocolatado, a acidez diminui, o aroma é intenso e agradável, baixa oleosidade, acidez balanceada, corpo mais completo e superfície do grão geralmente seca. Acima desta temperatura, a cor é marrom escuro tendendo a preta, o café passa a liberar óleo, seu aroma diminui, sabor mais amargo tendendo a matéria carbonizada.

A torra do café servido ao brasileiro está entre os números agtron de 45 a 65, sendo do marrom muito escuro ao marrom achocolatado. O café tipicamente usado pelo brasileiro é torrado em temperatura acima de 220oC (agtron 45 ou 50). Talvez por motivo histórico, o brasileiro acostumou a usar esta torra escura por apresentar sabor forte e encorpado. Gosto não se discute. Mas esta aparência escura facilita outro tipo de prática, a adulteração. Na verdade não existe e quot;café puro e quot;, sempre há algum material como cascas e paus naturalmente presentes, pois faz parte do processo de tratamento e de torra.

A partir dos anos 70, esta prática se generalizou devido à concorrência e a inflação. Desde então, tornando-se procedimento corriqueiro. Atualmente, pode-se encontrar palha do café (cascas), milho, cevada, soja, borra de café, e outro, fazendo parte do produto. Por lei é permitido no máximo 1% de cascas e paus.

A palha é o adulterante mais comum, pois tem origem no próprio café, chegando ao absurdo de 70 a 80% dela no pó. Em certas épocas do ano, o comércio de palha fica aquecido e os seus fornecedores também dão as e quot;receitinhas e quot; de como adulterar na tentativa de burlar a fiscalização. O pó da palha torrada e moída pesa mais do que o pó do e quot;café puro e quot;, isto significa perder no peso, no bolso e na saúde. Como a palha tem origem diversa e não se sabe o tratamento para sua conservação, então, há a possibilidade de estar contaminada por fezes ou detritos de animal, ou em decomposição por ataque de fungos com ajuda da umidade. O tempo de conservação do café misturado à palha diminui, em poucos dias seu aroma muda e seu sabor passa a ser desagradável. Não é preciso dizer que tudo isto causa danos à saúde humana.

As adulterações por milho, soja e outros são menos intensivas, mas ainda são encontradas. Um tipo de adulterante que está ganhando espaço é a e quot;borra ou café esgotado e quot;. Borra de café é café! Os métodos tradicionais de análise têm dificuldade de detectá-la. Este material além de não conter os componentes originais da bebida, serve de enchimento e disfarce do produto. Isto novamente lesa terrivelmente o consumidor, pois adquire um produto já usado e que não se recompõe. Novamente, afetando diretamente seu bolso. Além do mais, como o processo de esgotamento do café é na presença da umidade, então, esse material pode servir de ambiente para crescimento de fungos e bactérias nocivos à saúde. A borra úmida facilmente entra em decomposição, produzindo toxinas cancerígenas e letais.

Os processos de análises da qualidade do café em pó são rudimentares e demorados. Para dar uma idéia, um dos processos consiste em usar alguns gramas do pó, desengordurá-lo, depois com ajuda de uma lupa (lente) separar as partículas do adulterante dentre as partículas do café. Isto é um trabalho cansativo e que depende da disposição, do humor daquele que executa. Isto leva horas para ter um resultado e que muitas vezes são contestados judicialmente, dificultando o trabalho de fiscalização.

Para ajudar na melhoria do produto e restringir as fraudes, a Embrapa Instrumentação Agropecuária – São Carlos/SP, desenvolveu o Analisador de Alimentos e Café, Ali-C. Esse sistema em poucos minutos determina o percentual de adulterante no café, sem a necessidade do processo de desengordurar e sem usar lupa, nem depender do bom ou mau humor das pessoais. O processo do Ali-C é através da geração de ondas de calor, com isso diminuindo ao máximo o contato humano, restringindo as incertezas. Este sistema possibilitará o aumento da fiscalização, por exemplo: durante um ano será possível analisar o café de uma determinada marca pelo menos quatro vezes. Isto eleva o poder da fiscalização e a certeza que o consumidor não está sendo lesado, aumenta a confiança no produto e remove do mercado práticas danosas e ilegais.

Portanto, além da intensa fiscalização e incremento da livre concorrência justa, o consumidor deveria ser informado pelo torrefador a respeito do processo de torra, imprimindo o número agtron na embalagem com sua respectiva temperatura, a espécie de grão usado ou a composição da blenda e a procedência do grão. Isto faria o consumidor esclarecido escolher melhor uma marca e um produto. Também reeducando hábitos por receber informações sobre o produto de sua preferência ou entender melhor o que está usando. O mercado melhoraria, pois se consumiria um produto confiável e de qualidade. Essas informações gerariam um grande diferencial entre as marcas causando uma concorrência justa e legal. Usuário do cafezinho nosso de cada dia, defenda-se. É necessário saber o que estamos ingerindo. Este texto tem este objetivo, informar para melhor usar.

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Responder por um PIB de 3,2 bilhões de dólares e empregar 400 mil trabalhadores, em 13 mil propriedades – números que revelam o peso da citricultura brasileira. À altura da relevância desse setor e para tratá-lo em todas as suas faces, chegam 929 páginas, ilustradas com fotos coloridas, tabelas e gráficos explicativos, divididas em 31 capítulos, que compõem o livro Citros, a ser lançado pelo Centro APTA Citros Sylvio Moreira, do Instituto Agronômico (IAC), nesta segunda-feira, 12, às 19h, em Cordeirópolis.

Em uma rápida olhada para o histórico da citricultura brasileira vê-se vários obstáculos, como a tristeza, no final da década de 30, o cancro cítrico, nos anos 50, a clorose variegada, em 1980, a morte súbita, em 2001, e o greening, atualmente. Nesses episódios, as ferramentas tecnológicas vêm trazendo as respostas para não deixar calar um setor que há décadas tem voz ativa na economia nacional. O livro conta, por exemplo, que a história da citricultura brasileira confunde-se com a da colonização, ao ser iniciada com os portugueses que habitaram os solos nacionais em meados do século XVI. Mas somente no século XX o plantio alcançou largas escalas, em razão da crise cafeeira. Conhecer o passado, compreender o presente e planejar o futuro – direcionamento que se aplica também à citricultura e está presente no novo livro, que foi coordenado, organizado e editado por José Dagoberto De Negri, Rose Mary Pio e Jorgino Pompeu Junior, liderados por Dirceu de Mattos Junior, todos pesquisadores do IAC. e quot;Podemos dizer que essa obra passa a ser referência no Brasil e no Mundo e quot;, diz Dirceu de Mattos.

Abordando praticamente 99,9% do conhecimento que envolve a atividade citrícola, a obra foi escrita por 82 autores de diversas instituições, dos quais 19 são do IAC, órgão da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

A fim de manter forte a competitividade da produção e gerar recursos para proteger o principal ativo do negócio citrícola – os pomares -, o objetivo do livro é organizar em uma só obra o conhecimento acadêmico, o aplicado e a capacitação de recursos humanos. Com essa finalidade e baseando-se no diagnóstico da demanda de informações do setor, os editores buscaram competências em várias áreas da citricultura e em diferentes instituições do Brasil.

Essa obra – que passa a ser referência no País – está organizada em seis áreas temáticas – história, genética, produção, fitossanidade, resíduos, pesquisa e desenvolvimento. Sem esgotar o fértil campo de estudos da citricultura, o livro traz também recomendações que compõem uma base de informações que servirão de referência na próxima década para os profissionais das áreas técnicas e de desenvolvimento. e quot;Citros traz informações geradas no IAC e nunca publicadas, por exemplo, sobre novas recomendações de adubação dos citros, com base em vários projetos realizados pelo grupo de pesquisadores do IAC e quot;, explica o editor Dirceu de Mattos.

Direcionado a técnicos, citricultores, cientistas, estudantes de graduação e pós-graduação, o livro, escrito em língua portuguesa, é uma fonte de consulta de longo prazo em áreas estratégicas para o desenvolvimento e inovação da citricultura. A princípio o livro será vendido somente no Centro APTA Citros Sylvio Moreira/IAC, (19) 3546-1399, e-mail: fernanda@centrodecitricultura.br.

Com 153 tabelas, 254 figuras e 2.500 referências bibliográficas, a obra foi proposta em 2001 e de lá para cá exigiu muita dedicação e esforço dos participantes. Os editores leram e releram as quase mil páginas para refinar o material e verificar, por exemplo, se a abordagem do tema estava adequadamente localizada na divisão dos assuntos, que envolvem também aspectos econômicos, distribuição e características de variedades copa e porta-enxertos, botânica, fisiologia, desenvolvimento e genética, tecnologia de produção – material básico e propagação, água, solos, manejo nutricional, práticas culturais e mecanização, qualidade, colheita e processamento dos citros e demanda tecnológica da cadeia produtiva dos citros.

Esse conhecimento deverá ser fundamental para trazer regras tecnológicas para a competitividade desse mercado que vive se esbarrando em desafios de várias ordens, sejam fitossanitários ou econômicos. Dentre os tantos assuntos tratados no livro, destacam-se informações geradas nas pesquisas IAC e ainda não publicadas, por exemplo, sobre clima e o manejo do solo e da água na citricultura, com qualidade ambiental. O desafio imposto por pragas e doenças é trabalhado na obra com vasta informação escrita e visual, oferecendo também ao leitor recomendações de manejo fitossanitário, com foco na seletividade de defensivos. Ainda de olho nas doenças que de quando em quando deixam o setor abatido apreensivo, os autores trazem informações técnico-científicas sobre qualidade e regulagem das pulverizações agrícolas, que impactam o ambiente, a saúde do trabalhador e as economias do produtor. Ainda entre os destaques estão os aspectos técnicos sobre a colheita de frutos, segundo o editor Dirceu de Mattos.

Entre os profissionais da área é unânime a idéia de que o setor sempre encontrou soluções para os problemas em razão dos resultados de uma pesquisa de excelência, que gera habilidade, agilidade e eficiência na administração de problemas. Nesse sentido, a reunião de conhecimento técnico-científico nesse livro vem facilitar o acesso a informações capazes de minimizar dificuldades já existentes ou que estejam por vir. Ressalta-se que esse resultado tem a importante participação das empresas apoiadoras – Sipcam, John Deere, Manah/Bunge, Grupo Fischer, Coopercitrus/Credicitrus, juntamente com Fapesp, Fundag, Fundecitrus e Prefeitura Municipal de Cordeirópolis.

Citros deverá auxiliar profissionais do setor de todo o País, já que a maioria dos estados brasileiros produz frutas cítricas. São Paulo, porém, domina a produção de laranja, de lima ácida Tahiti e de tangerinas, o que faz do Estado o maior pólo mundial citrícola – produziu 79% do volume nacional de frutas cítricas, em 2003, conforme dados do IBGE que constam no livro. Na safra 2003/2004, o parque citrícola paulista somou 188 milhões de árvores em produção e 27 milhões de árvores novas. Os outros 21% da produção nacional de laranjas são representados por outros Estados, com destaque para Bahia, Sergipe, Minas Gerais e Paraná.

Em São Paulo, o foco da cadeia produtiva é a industrialização, que consome entre 70-80% da produção. Os outros 20-30% são comercializados no mercado interno e menos de 1% é exportado in natura.

Serviço

Lançamento livro: Citros
Data: 12 de dezembro de 2005
Horário: 19h
Local: Fazenda Ibicaba
Rodovia Dr. Cássio de Fretias Levy, km 2
Cordeirópolis, SP

Fonte

Instituto Agronômico
http://www.iac.sp.gov.br/
Carla Gomes – Jornalista
E-mail: midiaiac@iac.sp.gov.br

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Cerca de mil famílias de agricultores assentados nos municípios de Batalha, São Miguel do Tapuio, Bocaína e São Raimundo Nonato, no Piauí, serão beneficiadas a partir deste mês com unidades desmonstrativas de sistemas de produção com mandioca, milho e feijão-caupi. A ação, que é um projeto financiado pelo Banco do Nordeste, no valor de R$ 40 mil, será desenvolvida em doze meses pela Embrapa Meio-Norte (Teresina), Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Cada unidade demonstrativa terá 3.030 metros quadrados. Elas serão instaladas nos assentamentos Saco do Juazeiro (São Miguel do Tapuio), Flexeira-Porco (Batalha), Lagoa do Cajueiro (Bocaína) e Lagoa (São Raimundo Nonato). Vão ser cultivadas as variedades de feijão-caupi BRS Guaribas, BRS Marataoan, BR 17 Gurgéia, BRS Milênio, BRS Traquateua e BRS Rouxinol; e de milho, Assum Preto e Caatingueiro. O trabalho com mandioca vai obedecer a tradição dos assentados. As variedades Vermelinha, Engana-Ladrão e Macaxeira Preta, usadas por eles, serão adequadas aos sistemas de produção desenvolvidos pela Embrapa.

O objetivo desse projeto é mudar a dinâmica da produção agrícola nesses assentamentos, melhorando, assim, a renda dos agricultores. Hoje, a produção deles é tímida e os produtos não têm qualidade. O projeto é coordenado pelo pesquisador Paulo Henrique Soares da Silva e o técnico José Alves Câmara. São parceiros da Embrapa nessa ação o Incra, Emater, Secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural e de Indústria e Comércio, Cáritas, Cooperativa dos Técnicos Agrícolas do Piauí e Associação dos Produtores de Sementes.

Fonte

Embrapa Meio-Norte
Internet: www.cpamn.embrapa.br
Fernando Sinimbu – Jornalista
E-mail: fsinimbu@cpamn.embrapa.br

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Web:

www.ilqualita.com/humanus.html

Contato:

Mário Faccioni

EMail:

ilqualita@ilqualita.com

País (DDI):

Brasil (55)

DDD e Telefones:

(51) 3019-8317

Descrição:

Muitas implantações de Sistemas de Folha de Pagamento e de Recursos Humanos não atendem às expectativas dos Clientes devido a deficiências no pós Implantação. É certo que a implantação de um sistema desse tipo gera stress organizacional e é natural que as pessoas se sintam aliviadas com a entrada em produção. Mas é aí que se inicia um novo desafio – obter o máximo de retorno sobre o investimento já realizado.

Para suprir essa lacuna de mercado, a Il Qualitá oferece seu produto Humanus®. Esse produto inclui Folha de Pagamento, implantação de módulos adicionais do sistema – Benefícios, Cargos e Salários, Treinamento, Recrutamento e Saúde Ocupacional, bem como implantação de Relatórios Gerenciais e Operacionais adequados às necessidades da empresa, treinamento dos Usuários do Sistema, e Implantação de Portal Web para Funcionários do RH e/ou da empresa como um todo.

Empresa:

IL Qualitá – Tecnologia e RH

Razão Social:

IL Qualitá – Tecnologia e RH Ltda.

CNPJ:

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