19201.jpgA Embrapa Rondônia, em parceria com o setor público e privado, realizou nos dias 18 e 22 os dias de campo das culturas da soja e do arroz, onde foram discutidas a atual situação das culturas, variedades recomendadas, as pragas e doenças e o uso correto dos implementos agrícolas, divididos em quatro estações.

Os eventos realizados pela Embrapa nos municípios de Vilhena e Cerejeiras, em Rondônia, reuniram atores do agronegócio de grãos do Cone Sul do estado e do norte do Mato Grosso, possibilitando a troca de informações, experiências e uma forte integração. Participaram dos dias de campo produtores, pesquisadores, estudantes da Escola Agrotécnica Federal de Colorado, do Instituto de Educação da Amazônia e empresários. No Dia de Campo de Vilhena, cerca de 250 pessoas degustaram o café da manhã oferecido pela prefeitura municipal com comidas derivadas da soja.

Para o proprietário do empreendimento Rural Sul, José Antonio Oliveira, a interação é muito importante, pois, tanto os produtores quanto a iniciativa privada e a pesquisa estão voltadas para o agronegócio. Ele enfatiza a importância dos eventos, pois a transferência que a Embrapa faz é muito produtiva, o que estimula a parceria entre a pesquisa e os empresários, principalmente porque ambos têm interesse no sucesso do produtor.

Nos eventos, além da divulgação das tecnologias desenvolvidas pela Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, durantes as palestras os participantes tiveram uma visão geral do que está acontecendo com o agronegócio das culturas da soja e do arroz.

Com relação à soja, devido as constantes chuvas na região, a colheita está sendo retardada, causando perdas na qualidade do grão e na produtividade. Até o dia 18, já havia chovido mais de 550 milímetros, o que representa mais que a média anual de fevereiro, que é cerca de 315. Nesta safra, a saca da soja na região está sendo vendida por R$ 20,50, sendo quase toda a produção exportada pela Amaggi e Cargill.

Já a cultura do arroz, salienta a pesquisadora da Embrapa Rondônia, Marley Utumi, apresentou redução da área plantada em relação à safra anterior, por causa dos baixos preços, não remunerando os custos de produção, além de apresentar perdas devido ao acamamento por excesso de chuva.

Os preços em dólar praticado pelo mercado para o arroz e a soja atendem as expectativas dos produtores, entretanto, os preços em real não conseguem remunerar os custos de produção, o que deve proporcionar uma crise sem precedentes na agricultura brasileira, uma vez que todos os produtores estão com problemas em relação ao valor de mercado. Um exemplo, sita Vicente Godinho, pesquisador da Embrapa Rondônia, é o que está acontecendo com a pecuária de corte, onde o preço da arroba do boi gordo é o mais baixo dos últimos 50 anos.

Foram também apresentadas ao público várias cultivares de soja, algumas delas já conhecidas pelos produtores. Várias cultivares desenvolvidas para os estados de Mato Grosso e Goiás foram testadas em nossas condições e apresentadas aos produtores, possuindo grande capacidade de adaptação e altas produtividades. No entanto, o que realmente chamou a atenção do público foram as cultivares de soja transgênicas (tolerantes ao Glifosato) em lançamento: BRS Valiosa, BRS Silvânia, BRS Baliza e BRS Favorita, ressaltando-se o ciclo precoce de desenvolvimento das cultivares BRS Favorita e BRS Valiosa, que suprem a demanda exigida pelos produtores por cultivares desse ciclo. As demais cultivares, de diferentes ciclos de desenvolvimento, também surpreenderam os produtores pelo grande potencial produtivo e resistência de algumas delas aos nematoides de galhas (Meloydogen sp.) e nematóide da cisto (Heterodera Glycines).

No Campo Experimental da Embrapa Rondônia, em Vilhena, estão sendo desenvolvidos experimentos de melhoramento genético da soja e produção de sementes genéticas, incluindo as convencionais e as transgênicas. Entre as variedades da Embrapa mais plantadas na região estão a BRS Gralha, com ciclo entre 125 a 128 dias, a BRS Luziânia, 116 dias, a variedade Conquista, com 115, a BRS Jeripoca, com 118 dias. De acordo com Rodrigo Brogin, pesquisador da Embrapa Soja, o grande destaque destas variedades é a estabilidade e a produtividade, chegando a mais de 3.000 kg/ha. As variedades com ciclos diferentes beneficia o produtor no escalonamento da colheita, possibilitando o melhor planejamento, principalmente na hora da colheita.

Nos eventos, os produtores ficaram sabendo sobre o trabalho da Embrapa para o desenvolvimento de novas cultivares de soja, o qual é composto de uma grande rede de experimentação em todas as principais regiões produtoras de soja do País. No Campo Experimental de Vilhena estão sendo testadas 50 mil linhagens em 50 hectares.

Fonte

Embrapa Rondônia
Daniela Garcia Collares – Jornalista
E-mail: daniela@cpafro.embrapa.br

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Redução de gastos e responsabilidade social são palavras de ordem do Programa de Gerenciamento de Resíduos de Laboratórios, da Embrapa Meio-Norte

Os números impressionam: em dois anos já houve uma redução de 100 por cento dos resíduos oriundos de produtos que tiveram os prazos de validade vencidos. No mesmo período foram recuperados 61,76 por cento de resíduos sólidos e 87,4 por cento de resíduos líquidos, que foram aproveitados em outros laboratórios ou no campo, como adubo químico.

A redução de custos, que sempre anda de mãos dadas com a responsabilidade social, mostrou força. Em 2004, quando nasceu o programa, a Unidade comprou cerca de 50 litros de reagentes. Mas a ação firme virou o jogo em 2005 e reduziu esse número para 19 litros. Os custos foram minimizados, assim, de R$ 9.467 em 2005, para R$ 7.485 em 2005, num percentual de 21 por cento.

Os demais resíduos que surgem através das análises de rotina, segundo a pesquisadora Semíramis Ramalho Ramos, coordenadora do programa, estão sendo tratados e recuperados dentro dos laboratórios e outros continuam em fase de estudo para determinação do destino final. A Unidade espera, para o final deste ano, que 100 por cento desses resíduos sejam recuperados.

O programa, além de buscar a redução de custos, preocupa-se com a saúde humana e o meio-ambiente. Até 2004, a Unidade ainda não tinha bem definido o número de processos analíticos que utilizavam substâncias perigosas nos laboratórios. Mas em 2005, o número foi definido e detectou-se que 15 procedimentos de análises, de um total de 54, utilizavam substâncias perigosas. Desses 15 processos, três tiveram modificações para substituir as substâncias perigosas por produtos menos agressivos. No entanto, nem todas as substâncias utilizadas nas análises de rotina dos laboratórios poderão ser substituídos.

A Embrapa Meio-Norte, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, tem 15 laboratórios distribuídos na sede, em Teresina, e em Parnaíba. Neles são desenvolvidas atividades à pesquisa e para atendimento a clientes externos.

Fonte

Embrapa Meio-Norte
Fernando Sinimbu – Jornalista
E-mail: fsinimbu@cpamn.embrapa.br

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Autoria:

Doralice Pedroso-de-Paiva, DSc, Pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves. Área de Parasitologia/ectoparasitos/entomologia veterinária – suínos e aves

Contato:

Doralice Pedroso-de-Paiva

EMail:

doralice@cnpsa.embrapa.br

DDD e Telefone(s):

(49) 3441-0400

Palavras-Chave:

segurança alimentar, suinocultura

Resumo:

 

Pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves, sede em Concórdia, SC, realizaram a compilação dos dados de animais abatidos em estabelecimentos sob Inspeção Federal, ou seja, animais cuja carne e sub-produtos poderão ser comercializados tanto no Brasil como no exterior, através do banco de dados do Serviço de Inspeção Federal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no período de 2002 a 2004, atendendo ao objetivo de se conhecer a prevalência da cisticercose suína e bovina no Brasil.

 

A cisticercose é a doença causada pelo desenvolvimento das larvas de um dos parasitos intestinais do homem, conhecidos popularmente como solitária, e que pertencem ao gênero Taenia. Os animais desenvolvem a cisticercose ao ingerir água ou alimentos contaminados com fezes de um humano portador de tênia.

 

O homem, ao ingerir carne mal cozida (mal assada ou mal frita) ou crua de bovinos ou suínos portadores de larvas (cisticercos), desenvolve a forma adulta da tênia, fechando o ciclo de vida do parasito.

 

O humano, portador da tênia adulta, torna-se o disseminador da cisticercose.

Abstract:

Corpo:

 

A cisticercose é a doença causada pelo desenvolvimento das larvas de um dos parasitos intestinais do homem, conhecidos popularmente como solitária, e que pertencem ao gênero Taenia. Os animais desenvolvem a cisticercose ao ingerir água ou alimentos contaminados com fezes de um humano portador de tênia.

 

O homem, ao ingerir carne mal cozida (mal assada ou mal frita) ou crua de bovinos ou suínos portadores de larvas (cisticercos), desenvolve a forma adulta da tênia, fechando o ciclo de vida do parasito. O humano, portador da tênia adulta, torna-se o disseminador da cisticercose.

 

A presença da tênia no intestino humano, por vezes não é percebida, ou seja, raramente a teníase evidencia sintomas ou sinais ou a sintomatologia é pobre, não existindo um sintoma característico que indique a presença do parasito. Pode ocorrer vômito, flatulência, mal-estar gástrico, sintomas que podem ter outras causas e, ainda, a perda de peso, além da dor abdominal e os distúrbios digestivos entre as manifestações clínicas da doença e refere-se à desagradável liberação expontânea dos proglotes pela abertura anal.

 

Dois meses após a infecção, a tênia já atingiu o estágio adulto e apresenta o corpo segmentado. Cada segmento, chamado proglote, contém de 30.000 a 100.000 ovos. Esses proglotes são eliminados pelos humanos com as fezes, ou podem ir ao exterior permanecendo no rebordo anal ou nas roupas íntimas. No ambiente, os proglotes se rompem liberando os ovos que podem contaminar pastagens, rios, águas subterrâneas, podendo, dessa forma, atingir outros humanos e animais.

 

Duas espécies de tênia têm os humanos como seu hospedeiro definitivo, isto é, que atingem a forma adulta somente no intestino humano. São elas, a Taenia saginata, que tem o bovino como seu hospedeiro intermediário mais comum e a Taenia solium, cujas larvas se desenvolvem nos suínos. Embora as larvas de ambas espécies possam se desenvolver em qualquer outro mamífero, como ovinos, cães, gatos, lebres, coelhos, etc., inclusive humanos, somente os bovinos e suínos são espécies utilizadas normalmente na alimentação humana.

 

A prevalência de cisticercose em humanos está diretamente ligada com o grau de saneamento básico ou seja, a adequada disposição das excretas humanas desempenhando um papel chave no processo de dispersão da doença. Para esse autor, ambas parasitoses são completamente prevenidas pela disposição correta das excretas humanas, pelas boas práticas higiênicas e através do cozimento total das carnes bovina e suína, com a adequada inspeção dos animais abatidos e o controle de qualidade dos subprodutos.

 

A notificação da ocorrência da cisticercose em bovinos e suínos é obrigatória e é realizada rotineiramente, por veterinários e técnicos, nos abates desses animais em estabelecimentos com inspeção, seja ela em nível estadual ou federal. Em nível municipal não é realizada notificação, embora seja feita inspeção e o destino da carcaça seja o mesmo. O destino da carcaça de bovino, positiva para cisticercose, vai depender do nível de infestação, podendo haver aproveitamento parcial após tratamento por salmoura, congelamento ou pelo calor, por períodos e em condições pré-estabelecidos e a de suíno será descartada para graxaria, sendo permitido o aproveitamento da gordura para fabrico de banha .

 

Em nível de abatedouro, a cisticercose pode ser observada sob duas formas: o cisticerco ainda vivo ou o cisticerco já degenerado e calcificado pelo organismo animal. A notificação obrigatória da ocorrência da parasitose pode ser feita de três formas: como ?cisticercose?, não especificando o estado de desenvolvimento dos cistos, ou notificada como ?cisticercose viva? e, também, como ?cisticercose calcificada?.

 

Obtenção dos dados e resultados

 

Foi realizada, por pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia, SC, a compilação dos dados de animais abatidos em estabelecimentos sob Inspeção Federal, ou seja, animais cuja carne e sub-produtos poderão ser comercializados tanto no Brasil como no exterior, através do banco de dados do Serviço de Inspeção Federal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

Nas Tabelas 1 e 2 estão os dados de abate de suínos e bovinos e na Tabela 3 pode ser observada a totalização dos dados de abate, nos diferentes Estados da Federação, e que fizeram comunicação da ocorrência dessa zoonose, nos anos de 2002 a 2004.

 

Observou-se, nos dados nacionais, maior prevalência da cisticercose em bovinos, contrariamente ao que foi relatado no Paraná, pois naquele Estado, em 1994, os suínos eram considerados os maiores responsáveis pela disseminação das solitárias. Desta forma, as medidas de controle sanitário estabelecidas referiram-se à inspeção da carne suína, à criação desses suínos em locais fechados, além de orientações higiênico-sanitárias para os humanos, não tendo referido sobre o BOVINO atuando como hospedeiro intermediário, embora de outra espécie de tênia (Taenia saginata). Somente no final do texto, em estratégias de controle, o autor coloca o bovino como um dos elementos da vigilância epidemiológica, dentro do que foi denominado de ?atividades complementares?.

 

Considerando o sistema de criação das duas espécies, fica o bovino mais exposto à contaminação. O mesmo é criado solto em pasto, com acesso a águas superficiais de rios e lagos, sendo maiores as chances desse animal entrar em contato com ovos de tênia. Já o suíno, cujas criações são tecnificadas, mesmo sendo no Sistema Intensivo de Suínos Criados ao Ar Livre (SISCAL), ainda assim, terão alimento e água de melhor qualidade, pois são tratados com ração e com acesso à água através de bebedouros.

 

Na Tabela 2, se observarmos o número de bovinos abatidos nos Estados de Mato Grosso (MT) e Mato Grosso do Sul (MS), no ano de 2004, veremos que a notificação de MS foi feita por 77 municípios enquanto no MT somente 7 municípios fizeram a notificação. Ainda mais, observamos que foi elevado o número de animais positivos no MS (0,6723%) quando comparado ao MT (apenas 0,0003% de positivos em 2004). Estariam os bovinos criados no MT menos sujeitos à contaminação por serem criados mais extensivamente? Estariam lá mais animais sob a vigilância de menor número de peões, pois podem ser eles os portadores de tênia a disseminar a doença aos rebanhos? Ou seriam os turistas visitantes do pantanal do MS, os disseminadores da doença, acrescido do efeito dos peões que atenderiam os rebanhos nesse Estado. Fica aqui um interessante questionamento. Mas, também, pode ficar uma recomendação que, talvez, não seja tão fácil de cumprir, porém ideal para diminuir a contaminação das pastagens. Essa recomendação se refere ao simples ato de todo humano, como fazem os gatos domésticos, deve cobrir suas fezes após se servirem do campo ou da mata para suas necessidades fisiológicas (em pescarias, acampamentos, trabalhos no campo, etc.). Com isso, os portadores de tênia também adotariam esse costume e não haveria disseminação de ovos de tênia através das pastagens e da água!

 

Os Estados de Minas Gerais e do Paraná tiveram os maiores números de municípios notificadores em 2004. Se, por um lado, esse é um fato positivo, significando que maior número de municípios já têm Serviço de Inspeção Federal atuando em seus abatedouros, do ponto de vista epidemiológico é preocupante, pois a doença se acha disseminada em maior número de municípios. A ausência de dados de muitos Estados pode estar ligada à alimentação da base de dados do SIG-SIF. Ela pode não estar completa, ou seja, pode estar ocorrendo sub-notificação por parte dos estabelecimentos com Serviço de Inspeção Federal ou, por ser o SIG-SIF um serviço novo prestado por aquele órgão federal, pode, ainda, não terem sido lançadas, na base de dados, todas as informações recebidas.

 

A revisão dos hábitos alimentares, sugerida no início, deve-se ao fato de se ter observado a maior prevalência da cisticercose em bovinos. Isso alerta para os cuidados que se deve ter com o consumo dessa carne, quando se desconhece a procedência. Tradicionalmente, cuida-se do consumo de carne suína muito bem cozida, assada ou frita. No entanto, a carne bovina chega a ser consumida até crua, em determinados pratos típicos e, quando assada, sob a forma de churrasco, muitas pessoas preferem a carne mal passada! Deve-se ingerir qualquer tipo de carne, sempre, muito bem cozida/assada/frita, pois, dessa forma, evita-se não só a cisticercose, mas outras tantas doenças veiculadas através desse alimento!

 

[1] Tema apresentado originalmente em mesa redonda do XLI CONGRESSO BRASILEIRO DE MEDICINA TROPICAL/ I ENCONTRO DE MEDICINA TROPICAL DO CONE SUL/ Florianópolis, Santa Catarina ? 6 a10 de março de 2005.

 

Referências bibliográficas

 

ANTONIUK, A. Cisticercose e Saúde Pública. In: Encontro do Cone Sul sobre Teníase e Cisticercose, 1º. Anais… Curitiba:SESA: UFPR: OPAS: MS/FNS, UFPR, 1994, p. 38-44.

 

CAMARGO, N. J. de Fundamentos para o controle. Programa Estadual de Controle de Teníase/Cisticercose do Estado do Paraná. In: Encontro do Cone Sul sobre Teníase e Cisticercose, 1º. Anais… Curitiba: SESA: UFPR: OPAS: MSFNS, UFPR, 1994, p. 61-65.

 

GARCIA, H.H., GONZALEZ, A.E., EVANS, C.A.W., GILMAN, R.H. Taenia solium cysticercosis. The Lancet, v. 361, p. 547-556, 2003.

 

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO ? Mapa. www.agricultura.gov.br (acesso em fevereiro/2005)

 

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – Mapa. Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) (Aprovado pelo Decreto n. 30.691, de 29-3-1952 , alterado pelo Decreto n. 1.255, de 25-6-1962).

 

REIFF, F. M. Importance of Environmental health measures in the prevention and control of taeniasis and cysticercosis. In: Encontro do Cone Sul sobre Teníase e Cisticercose, 1º. Anais… Curitiba: SESA: UFPR: OPAS: MS: FNS, UFPR, 1994, p. 76-90.

 

Tabelas

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Márcio Ceccantini, da equipe de coordenação da sala de Manejo e Nutrição de Aves destaca: e quot;Será uma sala extremamente técnica, todos os palestrantes são de reconhecida capacidade técnica e a abrangência dos temas é de alta relevância e quot;.

Na Sala e quot;Manejo e Nutrição de Aves e quot; um dos destaques apontados por Márcio Ceccantini é o espaço para as discussões das inter-relações da nutrição com aspectos tão diversos como imunologia, seguridade e economia de produção, com uma abertura para um tema que afeta a todos no dia a dia. e quot;Dentre estes aspectos estritamente técnicos da sala e quot;Manejo e Nutrição de Aves e quot; nos permitimos uma abertura para tratar um tema (Sanidade e Barreiras comerciais) com o Prof. Arturo Anadon (membro da comissão européia para uso discussão sobre os aditivos em rações), por se tratar de um assunto que influencia nas nossas decisões no dia a dia, e afeta diretamente o desenvolvimento de um setor que é voltado para a alimentação do brasileiro, mas que muito contribui para a economia do país. e quot;

Márcio afirma que será uma sala extremamente técnica onde todos os palestrantes são de reconhecida capacidade técnica e todos os temas têm grande abrangência e são de alta relevância. e quot;Vamos falar do que temos de mais novo em nutrição animal como, Modelagem, Barreiras não-econômicas e Pro-nutrientes; além das discussões sobre, Micotoxinas e Aminoácidos que são sempre temas importantes e relevantes e quot;, ressalta.

Congresso

De 10 a 13 de abril acontece no Pavilhão Branco do Expo Center Norte (São Paulo/SP), a I EXPONUTRI e o II CLANA – Congresso Latino Americano de Nutrição Animal. Os eventos são voltados para profissionais da área de nutrição animal e têm como objetivo agregar todo o segmento para realizar negócios, apresentar novidades em estudos científicos e promover mesas de debates sobre temas de interesse do mercado.

O II CLANA vai abordar os mais diversos temas ligados a aves, pets, ruminantes, peixes, suínos, tecnologia e ingredientes, em estudos apresentados por professores das mais conceituadas universidades brasileiras, como USP, UNESP, UFMG, UNICAMP etc.

e quot;O Clana é na verdade o ponto máximo para uma discussão técnica ampla dentro da América Latina. Nós não temos hoje um fórum tão bom, tão bem montado e organizado para falar especificamente de Nutrição Animal como o CLANA e quot;, comenta Márcio Ceccantini.

O CLANA será realizado a partir de uma parceria com a Xclusive Mídia, o CBNA (Colégio Brasileiro de Nutrição Animal) e a AMENA (Associação Mexicana de Nutrição Animal). e quot;Ele está num nível de conferência comparada aos Congressos Técnicos de Atlanta e o Europeu de Nutrição e quot;, garante.

Serviço

Marcio L. Ceccantini é Engenheiro Agrônomo formado pela ESALQ/USP, com especialização em Nutrição Animal – Universidade Italiana de Perugia. Atualmente exerce o cargo de Gerente de Desenvolvimento Técnico para América Latina da Adisseo.

Fonte

Xclusive Mídia
Alessandro Mancio de Camargo
E-mail: eira@eira.com.br

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