O milho Caatingueiro, desenvolvido pela Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju ? SE) e Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas ? MG), será relançado na II Feira da Agricultura Familiar (AGrifam Bahia), que será realizada de 1 a 3 de junho, em Irecê. Serão distribuídos 1,5 mil quilos da variedade que tem um ciclo superprecoce, sendo totalmente adaptada às condições do Semi-Árido nordestino.

O relançamento do Caatingueiro, que está sendo promovido pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e a Embrapa Tabuleiros Costeiros, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, será no dia 2 de junho.

Os visitantes da Agrifam também terão a oportunidade de conhecer outras variedades de milho (Sertanejo, Asa Branca, São Francisco, Assum Preto), feijão, sorgo e milheto geradas e recomendadas pelo Programa de Melhoramento de Plantas da Embrapa Tabuleiros Costeiros para pequenos e médios produtores do Nordeste do Brasil. Elas estarão expostas nas unidades de demonstração que foram implantadas no Centro de Profissionalização do Agricultor – Centrefertil.

Segundo o pesquisador Hélio Wilson de Carvalho, o mercado potencial do Caatingueiro é promissor. ?Existem mais de um milhão de hectares nordestino onde esta variedade poderia ser cultivada?, informa o pesquisador.

Após o plantio, o Caatingueiro precisa apenas de 90 dias para atingir a época da colheita. Essa superprecocidade é muito importante para assegurar uma boa produtividade em curto período chuvoso com menos riscos de frustrações de safras, freqüentes no Semi-Árido. A produtividade média é de duas a três toneladas por hectare, mas ele tem potencial genético para atingir até cinco toneladas.

A Agrifam é uma realização do Governo da Bahia através da Secretaria da Agricultura do Estado, com apoio de diversas entidades.

Fonte

Embrapa Tabuleiros Costeiros
Gislene Alencar – Jornalista
E-mail: gislenealencar@cpatc.embrapa.br
Internet: www.cpatc.embrapa.br

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Autoria:

Laércio Bruno Filho
Especialista em Mudanças Climáticas da ERM Brasil (Environmental Resources Management)

Contato:

RV – Oficina de Comunicação

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Palavras-Chave:

Mercado de Carbono, Agronegócio

Resumo:

O Protocolo de Quioto oferece oportunidade de ganho ecologicamente correto aos produtores rurais.

Corpo:

Os mecanismos do protocolo de Quioto para mitigação das emissões de gases do efeito estufa são uma resposta tímida ao enfrentamento da questão, mas constituem uma oportunidade de negócio que tem sido utilizada de maneira ainda pouco proveitosa: trata-se da possibilidade de comercializar créditos de carbono, mediante a elaboração de projetos que possibilitem reduzir as emissões daqueles gases.

Um dos segmentos no Brasil com grande potencial para o desenvolvimento de negócios relativos aos créditos de carbono é a pecuária, que se constitui em significativa fonte de emissão de gás metano, que contribui para o efeito estufa. Embora a sua ocorrência na atmosfera seja menor do que a de dióxido de carbono, seu poder de aquecimento é cerca de 21 vezes maior. O gado emite metano naturalmente pela respiração, como subproduto da cadeia de seu processo digestivo. ?Considerando-se que o Brasil possui um rebanho de cerca 195 milhões de bovinos (dados de 2004, fonte ABIEC ? Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne), as oportunidades de projetos são grandes. É esta peculiaridade que torna o mercado de crédito carbono uma opção interessante para os produtores rurais que trabalham com o gado em sistema de confino.

Assim, os projetos relativos ao setor encaixam-se perfeitamente no perfil dos que têm sido validados pelas Entidades Operacionais Designadas (DOE). O importante é que esses projetos sejam realizados da maneira correta, para que não esbarrem em um dos problemas que têm limitado a evolução do mercado de créditos de carbono: o volume de novas metodologias aprovadas representa menos de 20% do total submetido (mais de 130 apresentadas e pouco mais de 23 aprovadas). As elevadas taxas de insucesso estão levando a uma pausa para reflexão por parte dos proponentes de novos projetos, sobre como superar as principais limitações identificadas.

Tornou-se necessário aprofundar o mecanismo ?learning by doing? (aprender fazendo), porque todas as partes envolvidas participam deste aprendizado pela ação e deveriam encarar seus próprios erros e, principalmente, os alheios como um processo natural de melhoria contínua. A exacerbação de espíritos no mercado nacional do MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) respinga nas instituições internacionais e prejudica principalmente as empresas, consultores e membros do governo brasileiro.

O que se faz necessário é democratizar o acesso à informação ? é impressionante que alguns dos proponentes de projetos ainda desconheça as informações disponíveis no portal das Nações Unidas (www.unfccc.int) -, promovendo de maneira isenta o debate entre as partes, para que nossos projetos tenham mais qualidade em vista da evolução lenta, porém contínua experimentada neste processo por países e empresas. Projetos MDL não deveriam ser um fim em si mesmos. A gestão integrada de emissões atmosféricas de gases do efeito estufa e poluentes regulados é um tema de maior alcance do que os mecanismos de Quioto (CDM e JI) e constituí um caminho natural para grandes empresas preocupadas com a governança corporativa.

Esta gestão é composta por um conjunto de ações que pode ser sistematizado em três blocos de trabalho: diagnóstico corporativo, composto pela elaboração do inventário de emissões e atribuição de responsabilidades internas (accountability); comunicação das emissões de acordo com padrões internacionais, para obtenção do reconhecimento dos valores informados por organismos oficiais nacionais e internacionais; gerenciamento das emissões com identificação de oportunidades de redução, implantação de metas de redução e participação dos mercados em que reduções de emissão significam valor (MDL – ONU, CCx ? Chicago Climate Exchange, Sistema de Compensação de emissões de poluentes do Estado de São Paulo) .

A gestão integrada das emissões atmosféricas pode transformar-se em muito mais do que um bom negócio para o setor da pecuária e muitos outros segmentos. Receitas advindas de ações de eficiência energética, mitigação das emissões de poluentes regulados e projetos MDL podem multiplicar ganhos e agregar benefícios intangíveis, como maior reconhecimento/preferência da marca, redução de riscos sociais, a satisfação dos chamados ?stakeholders? e engordar, além dos bois, também o lucro.

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Vinte e quatro cooperativas integram a comitiva brasileira que participará da Feira Internacional de Cooperativas – Ficoop 2006, entre os dias 1 e 4 de junho, na cidade de Porto, em Portugal. Elas vão mostrar o que o Brasil tem para oferecer no mercado internacional: cachaça mineira, vinho de Bento Gonçalves (RS), pimenta-do-reino cultivada no Pará e o café de São Paulo e Minas Gerais. Do Rio de Janeiro, saem peças artesanais confeccionadas pelas costureiras da Rocinha.

As 24 cooperativas fazem parte do Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e estão sediadas em oito estados: Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A proposta é divulgar o cooperativismo brasileiro e fortalecer as relações bilaterais, ampliando as exportações e relacionamentos de cooperativas brasileiras com compradores e tradings na Europa. ?Nosso intuito é promover produtos e serviços de cooperativas, bem como ações de Organizações Estaduais e de todo o Sistema OCB?, assinala o presidente Márcio Lopes de Freitas, ao afirmar que o sistema cooperativo português pode oferecer boas oportunidades para as cooperativas brasileiras.

Para tanto, o Sistema OCB contará com estande institucional de 45,5 m² localizado na parte central do pavilhão de exposições da feira. A programação prevê palestras, visitas técnicas a cooperativas portuguesas e rodadas de negócios. Antes da abertura do evento, cooperativas da Alemanha, Espanha, Portugal, Timor Leste e Angola já demonstraram interesse pelos produtos brasileiros.

A feira conta com o apoio de duas das principais organizações cooperativistas de Portugal: o Instituto Antônio Sérgio para o Setor Cooperativo (Inscoop) e a Confederação das Cooperativas Agrícolas de Portugal (Confagri). Além da Ficoop, a cidade de Porto reúne, esta semana, outras seis feiras de produtos e equipamentos para indústria alimentícia, produtos e serviços de hotelaria, salão de produtos alimentares e vinhos.

Intercâmbio comercial

Nos últimos cinco anos, as trocas comerciais entre Brasil e Portugal quase dobraram, passando de US$ 704 milhões, em 2001, para US$ 1,2 bilhão em 2005. Esse expressivo aumento resultou quase exclusivamente do incremento de 153% das exportações brasileiras, que passaram de US$ 379 milhões, em 2000, para US$ 1,1 milhão em 2005. Portugal foi responsável por 4,0% do total das vendas brasileiras para a União Européia em 2005.

As importações brasileiras de produtos portugueses, por sua vez, tiveram pequeno aumento nesse período (12%), passando de US$ 170 milhões, em 2000, para US$ 230 milhões em 2005. Como conseqüência, o Brasil tem registrado sucessivos recordes em sua balança comercial com Portugal. O saldo comercial, que era de US$ 209 milhões em 2000, atingiu US$ 784 milhões em 2005, um aumento de 268% no período.

Liderando o ranking dos principais produtos portugueses importados pelo Brasil, estão os tradicionais óleos de oliva, com participação de 22,7% do total em 2004. O vinho e o bacalhau, outros produtos tradicionalmente associados a Portugal, também têm presença importante, com 10,9% de participação. Outros produtos relevantes são os sulfetos de minérios de cobre (10,6%) e óleos lubrificantes (7,1%).

Fonte

In Press Porter Novelli
Assessoria de Comunicação
Alethea Muniz – Jornalista
E-mail: alethea.muniz@inpresspni.com.br
Internet: www.inpresspni.com.br

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Autoria:

Eugênio Singer
Membro do conselho da ERM Brasil

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Palavras-Chave:

Gado, corrupção

Resumo:

O que o gado tem a ver com a corrupção?

Corpo:

Se este fosse tema de um workshop, como o ?Fórum Somos ou Estamos Corruptos?? ? realizado pelo Instituto DNA Brasil, em Campos de Jordão/SP, em outubro do ano passado, certamente obteríamos a maioria das respostas óbvias para este tema. Lá, 50 pensadores nacionais discutiram as raízes e a genética da corrupção e indicaram 19 idéias para combatê-la, algo que nos aflige de maneira crônica e contundente, como mais uma vez ficou evidente desde a revelação do ?Valerioduto?.

Com certeza, muitos iriam lembrar, também, que é no gado que se lava dinheiro, que as ?Fazendas Boi Gordo?, geneticamente modificadas para ?Fazendas do Avestruz?, são grandes exemplos de fraudulência e corrupção. Afinal, ambos os empreendimentos lavaram e levaram milhares de investidores a perder bilhões de reais. Outros, poderiam ir além, insinuando que a própria carne bovina talvez seja um motivo de especulação sobre o tema. Os jornais acabam de publicar denúncias sobre o incremento da venda da carne brasileira na Europa, alegando que este fato está diretamente associado ao trabalho escravo, o que caracteriza um outro tipo de corrupção, a social!

Na verdade, a maioria das pessoas procura sempre plausíveis razões para justificar os problemas, dedicando pouquíssimo tempo a buscar, na face oculta de cada um deles, alguma revelação mais inovadora. Como diz o rabino Nilton Bonder, é o oculto do óbvio. Considerando a interdependência de fatos e notícias, hoje no mundo virtual tudo está interligado e, no fundo, se analisarmos a questão do gado seremos capazes de seqüenciar o DNA da corrupção.

Após o inusitado evento da ?vaca louca? e, mais recentemente, da ?gripe aviária?, a população européia, com extrema razão, tornou-se exigente no quesito da segurança alimentar. Ou seja, além dos fatores nutricionais de sua dieta, balanceando proteínas, carboidratos e vitaminas, a maioria dos europeus quer mesmo é estar certa da qualidade da origem: o que é e de onde vem o seu alimento?

Este frenesi pela segurança alimentar (e daí se entende melhor a cadeia de serviços e o porquê do embargo da nossa carne devido à febre aftosa) levou a Comunidade Européia a desenvolver protocolos rigorosíssimos para rastrear a origem dos alimentos, sejam horti, fruti ou bovinos. Estes protocolos são coordenados pela EUREPGAP, uma espécie de ISO ou ABNT para os alimentos (aqui no Brasil temos o equivalente SISBOV, do Ministério da Agricultura).

A rastreabilidade bovina na cadeia de suprimentos garante, de certa forma, a segurança alimentar (ainda existe uma grande vulnerabilidade no sistema face às sabotagens, terrorismo etc). É ela que nos diz a origem do produto ? desde onde nasceu o boi, que vacinas tomou, por quais pastagens passou, o que comeu, quem era o dono, à qual fazenda pertencia e quais as condições do abatedouro, dentre tantos outros fatores de risco e, paradoxalmente, de segurança alimentar. A rastreabilidade pode, inclusive, ir além, identificando em que mesa foi parar aquele lote de carne. O sistema é complexo, mas com uma ferramenta simples ? o ?brinco? na orelha do boi ? permite a implementação do processo de rastreabilidade e das boas práticas agrícolas para garantir a qualidade da carne ao consumidor.

Muitos leitores devem estar pensando que nós estamos propondo colocar ?piercings? nos corruptos e os rastrear nos seus hábitos, para aí chegar à origem do problema. Quem pensa assim, está mais do que certo! Um dos ?piercings? da rastreabilidade da corrupção já existe; fica na carteira e não na orelha e se chama ?cartão de crédito?. Os cartões de crédito já possuem até mesmo suas derivações, como os ?cartões de incentivo? e cartões alimentação, dentre outros. Este negócio movimenta bilhões de dólares e todo delinqüente tem o sonho, em vida, de ?clonar? alguns cartões, fazendo surgir, então, a cadeia de serviços do crime organizado de um sistema propositalmente desorganizado.

A rastreabilidade bovina, portanto, pode nos indicar um belo caminho para identificar um dos instrumentos de prática da corrupção. É difícil acreditar que os órgãos competentes já não façam tal controle. Nós, consumidores, certamente questionaremos sobre a privacidade, o sigilo bancário etc.. Mas, se não cometemos crimes, não há o que temer! O que é mais nefasto para o País do que a corrupção? Qual a parcela do PIB que é drenada, anualmente, devido a esta prática? Será que não vale um trade of de menos sigilo por menos corrupção?

Certamente, existem outros tantos meios para fazer o rastreamento, e os órgãos competentes muito bem os conhecem. Alguns destes instrumentos já são rastreados com a declaração de Imposto de Renda, a conta bancária, as escrituras de imóveis e os documentos de propriedade de veículos e artigos de luxo, como barcos, cavalos de corrida e jatos particulares, dentre outros tantos. O processo só não é democrático e revelado a todos, bem como protege os poderosos, com seus competentes e bem pagos, advogados. Parece bizarro, mas como é difícil incriminar um corrupto neste país!

O que necessitamos, agora, é definir um protocolo: o ?BRASILPAC ? Protocolo de Rastreabilidade de Práticas Anti Corrupção?, para a combater e aprender com o próprio boi ? que se compromete em vida doando a sua própria carne para alimentar boa parte da população mundial ? a promover um mundo mais justo e honesto. A sociedade só precisa definir qual a instância que cuidará do tema. Afinal, aqui no Brasil tem boi que nunca viu uma pessoa, como tem pessoa que nunca comeu carne de boi.

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Código de barras padrão GS1, administrado pela GS1 Brasil, entidade multissetorial sem fins lucrativos, contribui para que os 27 milhões de artefatos de couro exportados anualmente tenham fluxo logístico mais eficaz, agilizando as vendas e ampliando a confiabilidade dos mercados externos nos produtos e indústrias do País.

São 27 milhões de sapatos, cintos, carteiras, bolsas e outros artefatos de couro produzidos no Brasil que embarcam todos os anos para distintos países, dentre eles os principais compradores do Planeta, como Estados Unidos, União Européia e Japão. As operações de embarque e desembarque, distribuição e comercialização desse imenso volume de produtos, que valeu ao Brasil a liderança do mercado exportador, implicam sofisticados complexos logísticos, que dificilmente seriam atendidos de forma adequada se não houvesse no Brasil a codificação com o código de barras GS1, de padrão mundial.

O mesmo aplica-se ao mercado interno. Para o Brasil, que também conquistou a liderança mundial na produção de peças de couro (40,5 milhões, ante 40 milhões de unidades fabricadas na China), a automação dessa cadeia produtiva é fundamental, tornando mais eficaz e sinérgico o relacionamento entre pecuaristas, curtumes, indústria de transformação, distribuidores, exportadores e varejistas.

Segundo Ana Paula Vendramini, assessora de Soluções de Negócios da GS1 Brasil, os fabricantes, assim como os demais participantes da cadeia, estão convencidos ser vantajoso investir em ferramentas de logística. ?O tempo de recebimento, por exemplo, pode ser reduzido em até 80%. Além disso, o setor vem criando muita demanda. Mesmo as empresas que possuem áreas automatizadas buscam ampliação para chegar à integração total da cadeia de suprimentos?.

A GS1 Brasil coordena o GOL (Grupo de Otimização Logística do Setor Calçadista), que atua no sentido de ampliar a automação no setor, disseminando a Troca Eletrônica de Dados (EDI) e as vantagens da correta utilização do código de barras na identificação de unidades comerciais e logísticas. O grupo conta com a participação de empresas como Azaléia, Beira Rio, Via Marte, Via Uno, Dakota, Dilly, Grendene, Klin, Paquetá, Piccadilly e Wirth, além de entidades como Abicalçados, Ablac, ACI-NH, CICB, Assintecal e Sindifranca.

?Trata-se de cadeia produtiva que movimenta R$ 50 bilhões. Apenas no setor manufatureiro são sete mil indústrias, empregando 500 mil trabalhadores. Tais números justificam os investimentos em automação, que certamente ampliam os diferenciais competitivos do Brasil no mercado internacional do couro, no qual nosso país tem posição cada vez mais destacada?, salienta a especialista da GS1 Brasil.

Para maiores informações, acesse www.gs1brasil.org.br.

Fonte

Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação
Mariana Lemos – Jornalista
E-mail: marianalemos@viveiros.com.br
Internet: www.viveiros.com.br

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Profissionais de todas as áreas têm a oportunidade de aprofundar os seus conhecimentos em espaço que oferece realidade virtual, palestrantes qualificados, estudos de caso e verificação de código de barras.

A GS1 Brasil, entidade multissetorial sem fins lucrativos que administra a numeração do código de barras no País e também é a entidade oficial que representa EPC (Código Eletrônico de Produto), amplia a atuação dos cursos sobre automação e logística. Os profissionais, a partir de agora, contam com novidades como o ?Varejo Virtual? ? ferramenta que demonstra, virtualmente, a aplicação do código de barras e EPC em cada uma das áreas de um varejo: administrativo, loja, check-out e retaguarda. O programa tem visual idêntico ao de uma loja e permite ao visitante adquirir conhecimento sobre as principais aplicações do código de barras e do EPC, além de aprendizado dinâmico sobre os ganhos de eficiências em todo o varejo. A ferramenta, a partir de junho, contará com toda a cadeia de suprimentos virtual.

Os cursos GS1 Brasil, ministrados gratuitamente todos os meses, contam ainda com auditório com capacidade para 118 pessoas e palestrantes altamente qualificados, que além dessa característica, ainda oferecem tratamento personalizado aos profissionais.

Ainda durante os cursos, a GS1 Brasil disponibiliza aos participantes o Laboratório Técnico, espaço no qual são verificados e acompanhados o desempenho dos códigos de barras dos produtos. O procedimento mede o quanto o símbolo se aproxima da perfeição, em relação às especificações da simbologia, nos atributos relacionados à qualidade de impressão.

Sobre a GS1 Brasil

O papel da GS1 Brasil, entidade sem fins lucrativos, com 23 anos de atuação no País, é promover e incentivar o processo de automação, desde a matéria-prima até o consumidor final. Paralelamente, desenvolve projetos, por meio de seus grupos de trabalho que atuam em diversas áreas: cadeia da carne, indústria calçadista, materiais de construção, saúde, móveis, telecomunicações, algodão, energia e autopeças.

A GS1 Brasil oferece aos seus associados uma série de produtos e serviços, como assessoria técnica, teleatendimento, licenciamento de numeração, sistema de gerenciamento de números, verificação de símbolos impressos, Programa de Qualidade no Código de Barras da GS1 Brasil e publicações, como a Revista Automação e a biblioteca virtual.

A associação promove ainda, durante todo o ano, eventos em diferentes regiões do País. Além disso, promove cursos periódicos gratuitos e participa de diversas feiras setoriais em todo o Brasil.

Acesse www.gs1brasil.org.br para maiores informações.

Fonte

Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação
Mariana Lemos – Jornalista
E-mail: marianalemos@viveiros.com.br
Internet: www.viveiros.com.br

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A GS1 Brasil está formando turmas para o novo curso ?Arquitetura da Rede EPC?. A entidade oferece, há dez anos, cursos que visam promover a automação no País, incentivar o uso do código de barras entre os pequenos e médios varejistas e disseminar o Código Eletrônico de Produto. O EPC permite que cada item tenha o seu próprio número codificado em uma etiqueta, o que garante o controle e a rastreabilidade de informações relativas aos produtos de toda a cadeia de suprimentos.

Para fazer uso da Rede EPC e alcançar todos os seus benefícios, é fundamental conhecer suas peculiaridades e saber como ela se relaciona com as informações que transmite. Como representante da EPCGlobal, responsável mundial pelos trabalhos com a tecnologia RFID, a GS1 Brasil promove este curso para facilitar e sumarizar o entendimento de documentos normativos desta estrutura.

O Brasil é o país mais bem colocado na América Latina entre os associados à EPCglobal, o que mostra a preocupação com a otimização e rastreabilidade das operações, especialmente quando pensadas as possibilidades da internet em proporcionar uma visibilidade nunca antes obtida na cadeia de suprimentos.

O curso é voltado para profissionais da área de desenvolvimento de software de captura de dados e engenharia de aplicações e tem como objetivo conceituar os componentes da Rede EPC e a relação entre eles e os padrões internacionais que governam as interações permitindo interoperabilidade. As vagas para as primeiras turmas estão limitadas para associados EPC e serão fechadas de acordo com a procura.

Inscrições e informações

Telefone: 0800 110789 (ligação gratuita)
Internet: www.gs1brasil.org.br

Fonte

Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação
Mariana Lemos – Jornalista
E-mail: marianalemos@viveiros.com.br
Internet: www.viveiros.com.br

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Autoria:

Felipe Camargo
Assessor de Soluções de Negócios da GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação)

Contato:

RV – Oficina de Comunicação

EMail:

marianalemos@viveiros.com.br

DDD e Telefone(s):

(11) 3675-5444

Palavras-Chave:

Rastreabilidade, saúde

Resumo:

Há algum tempo, a questão da segurança de produtos e consumidores era tratada como sendo de responsabilidade exclusiva das indústrias. Contudo, a publicação de regulamentações específicas sobre esses assuntos, tanto no mercado interno quanto no externo, trouxe à tona uma significativa mudança na forma de encarar e tratar esta situação. Além do aspecto legal, a segurança do consumidor ? no caso, a saúde dos pacientes ? tornou-se uma questão de responsabilidade e ética na condução dos negócios.

Corpo:

A qualidade e segurança dos produtos e serviços oferecidos contribuem de forma decisiva para aumentar a confiança do consumidor e fortalecer o seu relacionamento com as instituições do setor da Saúde, como indústrias farmacêuticas e hospitais. Sendo assim, um conjunto de ?melhores práticas? tem sido desenvolvido e implantado voluntariamente por algumas destas organizações que demonstram ter consciência sobre o gerenciamento de processos e atividades, assim como no relacionamento com seus pacientes. Essa tendência confirma, mais uma vez, que a segurança nunca recebeu tanta atenção. As organizações constantemente aceitam o desafio de aprimorar seus processos internos baseados na melhoria contínua com o auxílio de novas tecnologias e novos métodos de trabalho.

O governo brasileiro – preocupado com essas questões, e buscando acompanhar todo o processo de produção, distribuição e comercialização de medicamentos – publicou portarias e resoluções cuja finalidade é a identificação da origem de possíveis problemas em qualquer etapa da Cadeia de Suprimentos. Dentre as ações requeridas legalmente estão a retirada imediata de produtos do mercado (quando identificado um problema), a responsabilidade da empresa em todas as etapas de produção e regras específicas para distribuidores, exigindo de toda a cadeia produtiva o investimento de recursos em sistemas de informação, automação de processos e integração.

A rastreabilidade passa a ser, então, um requisito legal, demandando que as indústrias e organizações de saúde implementem sistemas apropriados para assegurá-la em suas operações e permanecerem competitivas. Podem-se constatar os benefícios adicionais da rastreabilidade, como atingir o elevado nível atual de expectativas dos consumidores em relação à qualidade e segurança dos produtos e serviços e aumentar a percepção de valor dos clientes em relação aos produtos e serviços oferecidos, ao mesmo tempo em que se consegue melhorar a eficiência operacional.

Neste contexto, a difícil tarefa de receber os medicamentos e materiais médicos e utilizá-los com segurança torna-se um desafio para o setor hospitalar. Desta forma, justifica-se a importância de sistemas que garantam a rastreabilidade dos medicamentos e a identificação dos pacientes aos quais eles são ministrados, assim como dos profissionais que os prescrevem.

Considerando este cenário, o Grupo de Trabalho Saúde, coordenado pela GS1 Brasil, desenvolve atividades para a implantação de códigos internacionais e padronizados, com fornecedores, indústrias farmacêuticas e instituições de saúde. A rastreabilidade depende de estruturas de dados e de códigos de barras para a identificação única e exclusiva dos produtos, garantindo a qualidade das informações que são registradas e armazenadas ao longo de toda a Cadeia de Suprimentos, desde o recebimento de insumos e matéria-prima pela indústria farmacêutica até os processos de distribuição e dispensação dos medicamentos no leito do hospital. Para orientar as empresas e instituições do setor sobre a adoção desses códigos e as bases dos sistemas de rastreabilidade, a GS1 Brasil lançou o Guia de Codificação para o Setor da Saúde.

Este Guia tem como finalidade auxiliar na integração das operações de gestão de materiais e suprimentos de hospitais, tanto internamente como com fornecedores de medicamentos e produtos para saúde, por meio da implementação de códigos de barras e comércio eletrônico, baseados em padrões internacionalmente aceitos, considerando a identificação dos pacientes, salas e leitos como fatores essenciais para garantir a rastreabilidade e a segurança dos pacientes.

Dentre os benefícios esperados, destacam-se: melhor controle e segurança no combate às falsificações, contrabando e roubos de produtos para a saúde; rastreabilidade de produtos pelos sistemas de registros automatizados e armazenagem de dados da movimentação de produtos; maior clareza das vulnerabilidades e fraquezas inerentes aos processos de dispensação e uso dos medicamentos; aumento da capacidade de identificação e avaliação das potenciais causas de erros e o desenvolvimento de sistemas e processos que garantam a segurança dos pacientes.

A adoção de sistemas de rastreabilidade é uma tendência mundial e um pilar fundamental para o crescimento de uma economia globalizada, embora ainda seja necessário entendermos suas vantagens, investirmos e estabelecermos métodos de trabalho para que todos sejam beneficiados. O setor da saúde dispõe de imenso potencial para colher os benefícios que a rastreabilidade é capaz de oferecer, desde que ele acredite e invista nessa idéia.

A adoção de sistemas de rastreabilidade apoiados pelas ferramentas de automação, portanto, traz inúmeras vantagens àqueles que, em sintonia com as tendências mundiais, investem nessa idéia. Do ponto de vista operacional, são beneficiados pela gestão mais precisa dos estoques, melhor fluxo de caixa, maior agilidade nos processos de compra, distribuição interna e dispensação, para citar apenas alguns fatores. Quanto aos aspectos social e humano, pode-se dizer que este investimento busca assegurar o bem mais precioso do paciente, que é sua vida.

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Autoria:

Sergio Ribinik
CEO da GS1 Brasil (Associação Brasileira de Automação)

Contato:

RV – Oficina de Comunicação

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Palavras-Chave:

Tecnologia, varejo, cadeias de suprimentos

Resumo:

Eficácia do varejo é decisiva para os sistemas de abastecimento.

Corpo:

O setor do varejo é estratégico para todas as cadeias de suprimentos, sendo decisivo para o sucesso compartilhado de todos os parceiros comerciais que as compõem. Dentre todos os elos, com certeza as lojas são os mais sensíveis no tocante às relações com os consumidores. Afinal, é no seu ambiente que as pessoas têm contato direto com os produtos e serviços agregados à comercialização. Assim, a satisfação de um comprador quanto aos itens que adquire depende muito de sua performance. A falta de mercadorias pode comprometer não apenas o estabelecimento comercial como as operações relativas ao fluxo do abastecimento, desde a indústria, passando pelos atacadistas e distribuidores.

Assim, é fundamental garantir a qualidade do atendimento e dos serviços prestados ao consumidor nos estabelecimentos varejistas. Para isto, contudo, não basta capacitar e ministrar treinamento adequado aos recursos humanos. A capacidade de atender bem, prestar serviços e encantar o consumidor também é condicionada à adequada utilização de tecnologias no campo da automação. Estes indispensáveis recursos possibilitam a racionalização dos processos e a eliminação de tarefas repetitivas, bem como minimizam erros, ao substituir controles manuais. Ou seja, melhoram o atendimento aos clientes, graças à alta qualidade e rapidez nas operações.

Manter uma operação rentável requer do comerciante a tomada ágil de decisões, abrangendo grande número de produtos e altas somas. É essencial que, nessas condições, o empresário tenha informações precisas e instantâneas. Sem contar com esses subsídios, é muito difícil manter o foco no negócio e ter o tempo adequado para assuntos estratégicos. Por exemplo, com o registro automatizado das vendas, a loja tem a possibilidade de identificar os produtos de maior giro, a sazonalidade da demanda e, por conseqüência, a preferência da clientela.

O gerenciamento estratégico viabilizado por essas informações é imprescindível para entender os hábitos de consumo, perceber rapidamente suas mudanças, ter sempre o mix mais adequado de mercadorias e, portanto, manter resultados positivos no volume de vendas. Assim, estes dados, além do próprio varejo, são importantes também para os demais parceiros da cadeia de suprimentos. A automação, que agiliza a venda, reduz o tempo gasto nas compras e nas filas dos caixas, contribui, dessa maneira, para que o lojista obtenha lucros adicionais e fidelize seus clientes em conseqüência direta da melhoria da qualidade dos serviços prestados e do bom atendimento.

Isto tudo só é possível porque existe uma ferramenta com alto grau de eficiência. Seus elementos básicos são o código de barras padrão GS1 (que identifica as mercadorias e garante a segurança no recebimento, controle de estoque e registro do cliente), leitores ópticos e equipamentos de automação para o ponto-de-venda. Com a identificação, o varejista também não precisa abrir as caixas de mercadorias recebidas, agilizando ainda mais o processo, pois, com a simples leitura do código, o sistema é capaz de entender com precisão que está contido nas embalagens. Os benefícios não param por aí, e o grande número de casos de sucesso é a prova de que investir em automação significa vantagem competitiva, eficiência e alta performance. Afinal, para manter o consumidor satisfeito, não só o varejista, mas também a indústria, os atacadistas e distribuidores precisam gerenciar os produtos eficientemente na cadeia de suprimentos.

A GS1 Brasil ? entidade multissetorial, sem fins lucrativos ? assessora os empresários nesse processo, oferecendo palestras com orientações importantes sobre automação, ministradas em sua sede ou em parceria com instituições de várias regiões brasileiras. Outra alternativa é o Guia Como Automatizar sua Loja, que pode ser acessado no Centro de Serviços www.gs1brasil.org.br.

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DESTILARIA ARAGUAIAUma das destilarias mais modernas do país cria um novo futuro para a produção de álcool

Uma nova fronteira estratégica se abre para a produção de álcool: o Norte de Mato Grosso, já perto da fronteira do Pará. Ali, a Destilaria Araguaia, braço do Grupo EQM, maior produtor de açúcar de Pernambuco, inicia agora sua produção, destinada a abastecer o Norte do Brasil. O início da produção dos 35 milhões de litros de álcool previstos para a safra ocorreu no final da semana passada, e a solenidade contou com a presença do governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, do governador de Tocantins, Marcelo Miranda, e do ex-governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos. Vários secretários de Estado também marcaram presença. A butada – nome do evento do início da moagem – é característica simbólica do setor e marca importante no agronegócio.

O evento na Destilaria Araguaia foi no sábado, 27. Na sexta, 26, foi a vez da butada ser realizada em outra usina do Grupo EQM, a Tocantins, em Arraias, sudeste do Estado de Tocantins.

Uma das mais modernas destilarias do país: responsabilidade social e ambiental, com alta tecnologia

A Araguaia, no município de Confresa, já está entre as mais modernas destilarias brasileiras: altamente mecanizada (o que reduz drasticamente as queimadas), auto-sustentável, totalmente ferti-irrigada, auto-suficiente em energia (os resíduos da cana geram toda a eletricidade necessária), e com a mais sofisticada tecnologia do setor.

Na Destilaria Araguaia, o processo de irrigação é totalmente natural: a água, misturada à vinhaça (um resíduo da produção de álcool), carregada de nutrientes e isenta de produtos químicos, corre por gravidade em 130 km de canais, garantindo uma cana limpa e orgânica. O caldo é extraído por um processo único no mundo: o LPE, Low Pressure Extraction (extração por baixa pressão), mais econômico e higiênico que as moendas tradicionais, gastando menos energia e com a mesma produtividade.

Um novo tempo para a cana-de-açucar e seu trabalhador

A área plantada é de seis mil hectares. O restante dos 22 mil hectares da propriedade é destinado a canais, estradas e à preservação ambiental. A Destilaria Araguaia funciona totalmente em conformidade com a NR-31, do Ministério do Trabalho, conjunto de rigorosas normas que regulamentam as condições e relações do trabalho no campo.

Toda a sua mão-de-obra temporária, 750 trabalhadores, é legalmente registrada (e o mesmo acontece, é claro, com os trabalhadores fixos). A Destilaria, que emprega no total 990 pessoas, dispõe de escola, centro de saúde com equipamentos de primeiros socorros, transporte interno; os alojamentos, recém-reformados, são mais espaçosos e dispõem de áreas de lazer. Em cada alojamento há uma área específica para a tevê com DVD, onde são exibidos, além de filmes comerciais, outros de caráter educativo.

Todos os funcionários recebem instruções, especialmente elaboradas para fácil leitura e compreensão numa cartilha informativa colorida e de simples manuseio, sobre o uso correto dos EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), higiene e normas importantes para a convivência e o bom relacionamento entre eles.

Alimentação balanceada

A boa alimentação ? já que o trabalho no campo requer um esforço considerável e exige a abundante reposição de energia ? é uma das maiores preocupações da Destilaria Araguaia para garantir a saúde e o bem-estar dos seus colaboradores. É fornecida por uma das maiores e mais conceituadas empresas nacionais do setor, a Gran Sapore ? que tem entre seus clientes organizações como a Rede Globo, Carrefour e Wal-Mart.

Já nessa safra, a Gran Sapore está fornecendo 60 mil refeições balanceadas, sob a supervisão de nutricionistas e preparadas por cozinheiras de mão-cheia, que atendem os trabalhadores tanto no campo, em refeitórios móveis especialmente projetados, quanto no amplo refeitório da Destilaria.

Grupo EQM: a força do trabalho

O Grupo pernambucano EQM, de Eduardo de Queiróz Monteiro, é um dos grupos mais consolidados do Nordeste, com sede em Recife. O Grupo EQM possui 4 usinas de açúcar e álcool: Cucaú, em Pernambuco; Tuntum, no Maranhão, Tocantins, em Tocantins, e Araguaia, no Mato Grosso. O Grupo é também proprietário da Folha de Pernambuco, Rádio Folha FM ? 96,7 e Agência Nordeste de Notícias. Produz, em parceria com a Mills Alimentos, o açúcar Diamante. Também faz parte do Grupo a EMK, empresa de energia.

Fonte

Brickmann e amp;Associados Comunicação
Assessoria de Imprensa do Grupo EQM
Carlos Brickmann ? Marli Gonçalves
E-mail: brickmann@brickmann.com.br
Internet: www.brickmann.com.br

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A programação da Semana do Meio Ambiente, de 1 a 9 de junho, será intensa em todo o Estado do Acre com diversas instituições puxando atividades com foco nos quatro elementos da natureza: Água, Terra, Fogo e Ar. O objetivo é sensibilizar a comunidade sobre os prejuízos das queimadas ao meio ambiente e às pessoas, além de refletir sobre questões relativas à biodiversidade, cidades sustentáveis e preservação ambiental.

Na Embrapa Acre (Rio Branco/AC), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a programação envolverá estudantes e funcionários e contará com apoio da Secretaria da Juventude, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Fundação Elias Mansour e Escola São Camilo.

O despertar começa nessa quarta-feira (1/06), às 13h30, quando os alunos da São Camilo participarão de uma palestra sobre como construir uma agenda ambiental na escola a partir de dados trazidos por Otoniel Almeida, da Secretaria de Juventude. Às 15h30, será a vez dos funcionários pensarem sobre segurança alimentar. ?A saúde está relacionada com o consumo. Por isso é importante incentivar a busca por alimentos saudáveis, frescos e se possível regionais?, explicou Mauricília Pereira da Silva, uma das organizadoras do evento na Embrapa.

A pesquisadora Luciana Cavalcante fala aos estudantes sobre os impactos da água contaminada no ambiente e na vida dos seres humanos na segunda-feira (5/06) às 13h30. Dia 6, às 15h, os funcionários estarão ligados na Parada Ambiental desencadeada pela TV Aldeia para todo o Estado. Nesse momento, será exibido um vídeo em rede estadual sobre questões ambientais e desenvolvimento. A reflexão será enriquecida com a palestra do geólogo Claudemir Mesquita sobre água e desenvolvimento econômico.

Para dar suporte à III Gincana Ambiental na São Camilo (dia 8, a partir das 13h), o pesquisador Paulo Wadt conversará com os alunos no dia anterior sobre os efeitos das queimadas na conservação dos solos. A última atividade da Semana será dia 9, às 15h30, quando o professor Bento Albuquerque ministrará uma aula de auto-massagem e alongamento para os funcionários da Embrapa.

Programação
Semana do Meio Ambiente na Embrapa Acre

Dia 1º de junho

13h15 – Palestra: Como construir uma agenda ambiental na escola

15h15 – Otoniel Almeida (Secretaria da Juventude)

15h30 – Vídeo sobre Segurança Alimentar
Lanche Saudável para os colaboradores

Dia 5 de junho

13h15 – Palestra: Águas contaminadas e seus impactos
Pesquisadora Luciana Cavalcante (Embrapa Acre)

Dia 6 de junho

15h00 – Parada Ambiental

15h30 – Palestra: Água e Desenvolvimento Econômico
Geólogo Claudemir Mesquita (Secretaria Municipal do Meio Ambiente)

Dia 7 de junho

13h15 – Palestra: Conseqüência das queimadas sobre o solo
Pesquisador Paulo Wadt (Embrapa Acre)

Dia 8 de junho

13h00 – III Gincana Ambiental na Escola São Camilo

Dia 9 de junho

15h30 – Sessão de auto-massagem e alongamento
Professor Bento Albuquerque (Fundação Elias Mansour)

Fonte

Embrapa Acre
Soraya Pereira – Jornalista
E-mail: soraya@cpafac.embrapa.br
Internet: www.cpafac.embrapa.br

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Em cerimônia realizada na quinta feira (25/5), no auditório da Biblioteca Central da UFV, contou com a participação de mais de 200 convidados, entre autores e seus familiares, autoridades universitárias e municipais, estudantes e imprensa.

O evento foi aberto pelo Coral Nossa Voz, da UFV, regido pelo maestro Rogério Moreira Campos, e emocionou o público com suas canções. Quem também encantou os presentes foi a pequena Emanuelle Duarte, de apenas nove anos, ao declamar o conto ?O Aniversário da Menina?, de autoria de Ângela Salgado, com uma desenvoltura invejável.

As personalidades que contribuíram para o sucesso que é hoje a Editora UFV foram homenageadas e premidas com troféus entregues pela diretora da Editora, Rizele Maria de Castro Reis, e pelo Presidente do Conselho Editorial, professor Afonso Augusto Teixeira de Freitas de Carvalho Lima.

Autoridades universitárias demosntraram sua satisfação em participar daquele momento, assim como o fez o ex-reitor da UFV, Professor Antônio Lima Bandeira, no pronunciamento em nome dos homenageados: ?Estou muito honrado em participar desta cerimônia que comemora os 10 anos de uma instituição tão importante quanto a Editora UFV?. Quem também não poupou elogios foi o Reitor em exercício da UFV, professor Cláudio Furtado Soares: ?a Editora é a menina dos olhos da UFV…é um sucesso!?. Também os autores das obras lançadas apresentaram suas publicações e parabenizaram a Editora pelo excelente trabalho.

Não bastassem todas as atrações, a noite foi também de surpresas. Uma delas foi a homenagem feita pelos funcionários da Instituição e pelo Conselho Editorial à diretora da Editora, Rizele. Ela também recebeu um quadro comemorativo das mãos do reitor em exercício: ? foi uma surpresa muito agradável receber estas homenagens e a estendo a todos os funcionários, ao Conselho Editorial e àqueles que contribuíram para o processo de estruturação, consolidação e desenvolvimento da Editora? disse a diretora. A noite foi encerrada com a sessão de autógrafos e coquetel.

Veja todos os 14 lançamentos

20440.jpgHidros: dimensionamento de sistemas hidráulicos
Edição:1ª
Autores: Fernando Falco Pruski, Alessandro de Freitas Teixeira, Demetrius David da Silva, Roberto Avelino Cecílio, José Márcio Alves da Silva, Nori Paulo Griebeler
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 259
Acabamento: Brochura
Preço:R$ 54,00

Os prejuízos econômicos, sociais e ambientais provenientes da erosão hídrica e do dimensionamento incorreto de obras hidráulicas são bastante elevados. A erosão reduz a capacidade produtiva das terras, aumenta o custo da produção, diminui o lucro dos produtores, assorea os cursos de água e aumenta o risco de enchentes e de secas.

Tendo em vista esse panorama, bem como a dificuldade que se observa em avaliar os riscos e benefícios advindos de diferentes tipos de uso do solo e sistemas agrícolas, a Editora UFV lança o livro ?Hidros: dimensionamento de sistemas hidráulicos?. Esta obra visa atender às constantes solicitações de usuários de softwares que ajudam no dimensionamento e manejo de projetos hidroagrícolas.

É leitura obrigatória para profissionais e estudantes envolvidos em projetos hidráulicos, sobre tudo destinados ao controle da erosão hídrica. Os softwares presentes em neste livro foram desenvolvidos por uma competente equipe de mestres e doutores integrantes do Grupo de Pesquisa em Recursos Hídricos do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa (GPRH).

Acompanha a obra um CD-ROM formado por seis softwares voltados para o desenvolvimento de obras hidráulicas.

20441.jpgAnatomia vegetal
Edição:2ª
Editor: Beatriz Appezzato da Gloria e Sandra Maria Carmello Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 438
Acabamento: Brochura
Preço:R$ 95,00

A anatomia vegetal é um ramo da Botânica que se dedica a estudar a forma como as células,os tecidos e os órgãos das plantas se organizam, podendo-se verificar a complexidade destes seres tão importantes. O estudo da estrutura interna dos vegetais pode auxiliar a compreensão de vários fenômenos relacionados ao seu corpo, e à sua identificação taxonômica.

A obra ?Anatomia vegetal?, lançada pela Editora UFV, oferece a estudantes, pesquisadores, professores e demais interessados no assunto a base para o conhecimento da estrutura interna do vegetal, abordando a organização geral do corpo da planta, os diferentes tipos de células e tecidos e a anatomia de órgãos vegetativos e reprodutivos.

Ricamente ilustrada, especialmente com espécies da flora brasileira, a segunda edição deste livro contribui para o conhecimento anatômico de espécies da nossa flora, tornando-se assim indispensável à formação dos novos botânicos.

20442.jpgAs múltiplas faces de Os Servos da Morte de Adonias Filho: Uma leitura Interdisciplinar
Edição: 1ª
Autora: Thereza da Conceição Aparecida Domingues
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 155
Acabamento: Brochura
Preço:R$ 17,00

?As múltiplas faces de Os Servos da Morte de Adonias Filho: Uma leitura Interdisciplinar? de Thereza Domingues , mostra de forma crítica e minuciosa a evolução social emental do homem, dentro da obra ?Os servos da morte?, de Adonias Filho.

A autora analisa o referido romance relacionando com a trilogia de Oréstia de Ésquilo, composta pelas tragédias Agamêmnon, Coéforas e Eumênides, e com a trilogia de Sófocles sobre os Labdácidas: Édipo ?Rei, Antígona e Édipo em Colono, a partir da interpretação de Bachofen, que ressalta nessas tragédias a representação da luta ancestral travada entre o ciclo matriarcal e patriarcal.

O não-dito e o interdito são extraídos da obra de Adonias e projetados numa leitura crítica, realizada pela experiente Thereza Domingues, doutora em Ciência da Literatura pela UFRJ, atualmente professora do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora e membro da Academia Juiz-forana de Letras. Este livro é, portanto, fundamental a estudantes, professores e pesquisadores da área de Letras, Antropologia e Psicologia.

20443.jpgInfiltração da Água no Solo
Edição: 3ª
Autores: Demetrius David da Silva, Fernando FalcoPruski, Viviane dos Santos Brandão
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nºde páginas: 120
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 15,00

Num país cuja economia é impulsionada pelas atividades agrárias, o conhecimento das técnicas de sistemas de irrigação e conservação da água e do solo é essencial.

A infiltração da água no solo é uma das etapas mais importante no ciclo hidrológico, pois ela é a responsável pela recarga de aqüíferos, influenciando diretamente o escoamento superficial e a erosão hídrica. A modelagem deste processo evita as indesejáveis inundações e erosão do solo.

A editora UFV lança a 3ª edição do livro ?Infiltração da Água no Solo?, trazendo, além dos conhecimentos já consolidados no meio científico, informações adquiridas nos últimos anos de estudos do Grupo de Pesquisa em Recursos Hídricos do Departamento de Engenharia Agrícola da UFV (GPRH/DEA- UFV).

A obra, escrita de forma concisa por profissionais de vasta experiência, contempla os interesses de estudantes de graduação e pós-graduação em Engenharia das Ciências Agrárias, bem como de profissionais e pesquisadores envolvidos em projetos de sistemas de irrigação e conservação de água e solo, planejamento e manejo integrados de recursos hídricos.

20444.jpgA Universidade Federal de Viçosa no Século XX
Edição: 2ª
Editores: José Marcondes Borges, Gilson Faria Potsch Magalhães, Gustavo Soares Sabioni
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas:671
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 50,00

As comemorações, em 2006, dos 80 anos da UFV e o sucesso de vendas levaram a Editora UFV a lançar a segunda edição de ?A Universidade Federal de Viçosa no Século XX?.

Dividida em cinco partes, a obra trata da história da Instituição, desde a sua criação até os dias atuais, dando detalhes de cada órgão, departamentos, centros de ciências e cursos. Ela traz ainda a relação de todos os alunos que se formaram até dezembro de 2000 e dos professores que deixaram e deixam suas marcas e exemplos. Novos depoimentos, fatos históricos e fotos, frutos de profundas e complexas pesquisas, foram incorporados a esta segunda edição, enriquecendo e ampliando-a.

?A Universidade Federal de Viçosa no Século XX? é o registro da história de uma Instituição, que traça um brilhante caminho de ensino, pesquisa e extensão destinado à sociedade brasileira.

20445.jpgManual de Irrigação
Edição: 8ª
Editores: Salassier Bernardo, Antônio Alves Soares e Everardo Chartuni Mantovani
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 625
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 99,00

Esta obra se propõe a transmitir conhecimentos relativos à irrigação, descrevendo os diversos métodos de irrigação e as informações fundamentais para o dimensionamento de projetos de irrigação.

Os autores, com amplo conhecimento teórico e prático, nacional e internacionalmente sobre o assunto, procuraram, nesta edição, ampliar conceitos relacionados a água no solo, interações sol-água-clima-planta, qualidade da água para sua irrigação, medição e condução, caracterização e dimensionamento dos diversos sistemas de irrigação, manejo de irrigação e drenagem.

Além de fotos coloridas, foram incorporados à nova edição os avanços nos conceitos e nos sistemas de irrigação utilizados nas agriculturas brasileira e mundial.

Dessa forma, ?Manual de Irrigação? continua sendo uma das principais referências para técnicos, pesquisadores, professores e estudantes interessados em desenvolver uma agricultura com base em critérios técnico-científicos, os quais proporcionam aumento na produção, produtividade e rentabilidade, além de garantir a preservação do meio ambiente.

20446.jpgComunicação nas Organizações
Edição:1ª
Autor:José Benedito Pinho
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 372
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 40,00

As diferentes abordagens e perspectivas desenvolvidas mais recentemente têm procurado demonstrar a importância que a comunicação organizacional vem assumindo em face do novo cenário globalizado. A preocupação em definir e caracterizá-la, assim como seu campo de abrangência, é comum entre os profissionais de diversas áreas, evidenciando a necessidade de atribuir-lhe lugar de destaque nas organizações.

A comunicação organizacional abrange todas as formas de comunicação utilizadas pela organização para se relacionar e interagir com seu público, sendo vital para a compreensão da realidade atual.

O livro ?Comunicação nas Organizações?, lançamento da Editora UFV, permite ao leitor contactar as principais teorias e práticas empregadas no estudo da comunicação organizacional.

Entre os aspectos abordados com maestria por José Benedito Pinho ?professor da Universidade Federal de Viçosa e doutor em Ciências da Comunicação, com vários trabalhos publicados em periódicos de renome nacional ? há os destaques para a utilização da comunicação como instrumento para o alcance de objetivos organizacionais, como administrar crises e o uso adequado da tecnologia da informação. A obra trata ainda de questões como persuasão, regras, cultura, mudança e redes dentro das empresas.

?Comunicação nas Organizações? é, portanto, leitura imprescindível a estudantes, professores e pesquisadores da área.

20447.jpgDendrometria e Inventário Florestal
Edição:1ª
Autores: Carlos Pedro Boechat Soares, Francisco de Paula Neto e Agostinho de Souza
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 276
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 35,00

Dendrometria é um ramo da ciência florestal com objetivos de determinar os recursos florestais quer seja da própria árvore ou do povoamento, elaborar planos de ordenamento florestal, a fim de se chegar a um rendimento sustentável e determinar com exatidão o desenvolvimento de uma floresta com pesquisas científicas.

Tendo em vista a importância do tema, a Editora UFV lança ?Dendrometria e Inventário Florestal?, de autoria dos professores da Universidade Federal de Viçosa Carlos Pedro Boechat Soares, Francisco de Paula Neto e Agostinho de Souza.

A obra é material de consulta de procedimentos e métodos de cálculos mais usuais em mensuração e biometria florestal. Além dos tópicos normalmente abordados nos trabalhos da área, o livro inclui temas referentes à quantificação de biomassa e carbono de árvores individuais e ao inventário florestal, que é a base para o planejamento do uso dos recursos florestais para planos de manejo.

?Dendrometria e Inventário Florestal? visa atender às necessidades dos estudantes de Engenharia Florestal e profissionais do setor florestal, bem como os cursos de reciclagem e aperfeiçoamento técnico.

20448.jpgIntrodução ao Cultivo Hidropônico de Plantas
Edição: 3ª
Autores: Hermínia Emília P. Martinez e Jaime Barros da Silva Filho
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 111
Acabamento: Brochura
Preço: R$ 18,00

No Brasil, a introdução de técnicas de cultivo comercial de hortaliças e plantas ornamentais é recente e vem se expandindo rapidamente nas proximidades dos grandes centros urbanos, onde as terras agricultáveis são escassas e caras e há grande demanda por produtos hortícolas.

Ao comprar produtos orgânicos, os consumidores estão adquirindo um conjunto de produtos: os alimentos em si e um produto ambiental (a proteção e/ou regeneração do meio ambiente). Em longo prazo, os métodos orgânicos de produção equilibram o meio ambiente, pois eles trabalham de modo harmônico e convergente em relação a tempo, ritmo, ciclos e limites da natureza.

Esses métodos tendem a reduzir substancialmente os custos e até mesmo competir com o agroquímico, em termos de produtividade e resultados econômicos, sem,entretanto, apresentarem os aspectos negativos já conhecidos desse sistema de produção.

A Editora UFV lança a terceira edição de ?Introdução ao Cultivo Hidropônico de Plantas?. Dentre os assuntos tratados pelos autores, Hermínia Emília P.Martinez e Jaime Barros da Silva Filho, há os destaques para os principais sistemas usados em hidroponia, os seus componentes, as suas vantagens e desvantagens, a produção de mudas, o preparo de soluções para o cultivo e as informações sobre estufas, pragas e doenças.

A existência de figuras e quadros ajudam a compreensão da obra, que se destina a estudantes, engenheiros-agrônomos, técnicos e demais interessados.

Agenda Verde: sistemática de licenciamento do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais
Edição: 1ª
Editores: Elias Silva, Ednaldo Cândido da Rocha, Juliana Lorensi do Canto, Felipe Augusto Finger e Creunice de Lourdes Fais
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 40
Preço: R$ 5,00

A agenda verde é a sistemática governamental que cuida da gestão dos recursos naturais, da biodiversidade, das florestas, das unidades de conservação, da desertificação e do uso do solo rural.

?Agenda Verde: sistemática de licenciamento do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais?, caderno didático lançado pela Editora UFV, explica, com detalhes, as etapas a serem seguidas para obtenção da licença ambiental no Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, assim como os documentos e os trâmites exigidos aos empreendedores e seus representantes técnicos.

Diagnóstico das Helmintoses
Edição:1ª
Autor: Jackson Victor Araújo
Editora UFV ? Universidade Federal de Viçosa
Nº de páginas: 47
Preço: R$ 5,00

A carência de material que retrate a realidade das infecções helmínticas levou a Editora UFV lançar o caderno didático ?Diagnóstico das Helmintoses?, de Jackson Victor Araújo. A obra foi elaborada como resposta às necessidades de médicos-veterinários, biólogos, bioquímicos, estudantes e técnicos da área.

Esta publicação alcança o desafio de servir como fonte de informações à rotina no diagnóstico das helmintoses em laboratório de análises clínicas.

20449.jpgOrchids – Botany and Growing
Edition:1ª
Authors: Cláudio Coelho de Paula and Helena Maria Peregrino da Silva
Number of pages: 106
Price: R$15,00
How tooder: www.livraria.ufv.br

20450.jpgBromeliads – Botany and Growing
Edition:1ª
Authors: Cláudio Coelho de Paula and Helena Maria Peregrino da Silva
Number of pages:106
Price: R$15,00
How toorder: www.livraria.ufv.br

20451.jpgCactus – Botany and Growing
Edition:1ª
Authors: Cláudio Coelho de Paula and Otávio Batista de Castro Ribeiro
Number of pages: 94
Price: R$15,00
How toorder: www.livraria.ufv.br

Orchids, Bromeliads and Cactus have fascinated the humanity since most remote civilizations, because of beauty and exotic properties attributed to them. Thus, the Brazillian publishing company – Editora UFV – publishes: ?Orchids – Botany and Growing?, ?Bromeliads – Botany and Growing? and ?Cactus – Botany and Growing?, with basic informations of the culture of plants.The books are illustrated showing the pratics of culture, including morphology and classification. This publications there fore are basic tools for whom to intend to be come involved it self with the fascinating world of Orchids, Bromeliads and Cactus, incresead their knowledge about growing these plants.

Informações e como comprar

Editora da Universidade Federal de Viçosa
Telefone: (31) 3899-2234
E-mail: editoravendas@ufv.br
Livraria virtual: www.livraria.ufv.br

Fonte

Editora da UFV
Assessoria de Imprensa
Graziele Oliveira
E-mail: marketingedt@ufv.br

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Aos 110 anos de Brasil, empresa apresentará produtos para consumidores

Após os resultados da primeira edição, quando recebeu 150 mil pessoas e gerou 60 milhões de reais em negócios, a SuperAgro Minas 2006 conta, mais uma vez, com a participação da Bayer Gado de Leite. O evento será sediado na cidade de Belo Horizonte, em Minas Gerais, estado líder na produção nacional de leite.

Promovida pelo Governo de Minas, reunirá empresas fornecedoras de equipamentos, insumos, novas tecnologias, produtos e serviços de suporte às diferentes cadeias do mercado agronômico.

Ocupando a 8ª posição no ranking geral em Saúde Animal, a Bayer apresentará um de seus produtos revolucionários no mercado de endectocidas, o Baymec Prolong, uma nova categoria de endectocida, que controla parasitas internos e externos em bovinos. Resultado da tecnologia exclusiva Bayer, este foi o produto com o melhor resultado neste segmento: R$ 5,5 milhões em um total de 52 mil litros comercializados.

?Em 2006 queremos fortalecer ainda mais nossa posição como empresa inovadora e líder em tecnologia. Esse é o caminho que nos levará à nossa principal meta de nos tornar o parceiro preferido de nossos clientes e colaboradores?, declarou Ismael Lara, gerente da Bayer Gado de Leite.

O evento vem com formato aprimorado e reforça sua sintonia com o mercado, adequando-se às aspirações das empresas expositoras.

Anote na agenda

SuperAgro Minas 2006
De 1 a 4 de junho
Complexo Parque da Gameleira/ Expominas
Belo Horizonte – MG
www.superagro.ima.mg.gov.br

Fonte

i9 Comunicações
Renata Giovanelli
E-mail: inovecomunica1@terra.com.br

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A Embrapa Milho e Sorgo participará do principal evento ligado ao agronegócio que acontece em Minas Gerais. Na segunda edição do SuperAgro Minas 2006, que vai de 1º a 4 de junho, serão mostrados resultados do trabalho da empresa em três áreas: irrigação, armazenamento de grãos e integração lavoura-pecuária.

O software Irriga Fácil permite aos usuários saber com precisão o momento que se deve irrigar a plantação ou lavoura. Além disso, a quantidade necessária de água é indicada, diminuindo, dessa forma, a possibilidade de desperdício. Ele foi desenvolvido em conjunto pela Embrapa Milho e Sorgo, pela Emater-MG, pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelo Banco do Nordeste.

Já o paiol Balaio de Milho é resultado da parceria da Embrapa Milho e Sorgo com o escritório da Emater-MG de Sete Lagoas. Ele possibilita ao produtor rural um armazenamento mais adequado de sua produção de milho. Uma chapa de zinco em volta do paiol impede a entrada de roedores, ajudando a manter a qualidade dos grãos de milho. Outra vantagem é o baixo custo de instalação do paiol.

Várias unidades da Embrapa desenvolvem pesquisas com a integração lavoura-pecuária. Entre os benefícios desse sistema, estão o aumento da produtividade da área e o conseqüente aumento no lucro do produtor devido à diversificação de atividades. A recuperação de áreas degradadas é outro resultado trazido pela integração, que melhora a fertilidade do solo.

Além da Embrapa Milho e Sorgo, participam do SuperAgro 2006 as unidades Embrapa Gado de Leite (Juiz de Fora-MG) e Embrapa Café (Brasília-DF). Os trabalhos da empresa serão mostrados no estande do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

O evento englobará a 46ª Exposição Estadual Agropecuária e a 9ª Expocachaça e acontecerá no Expominas. Mais informações, inclusive a programação, podem ser conseguidas no endereço www.superagro.ima.mg.gov.br.

Fonte

Embrapa Milho e Sorgo
Clenio Araujo – Jornalista
E-mail: clenio@cnpms.embrapa.br
Internet: www.cnpms.embrapa.br

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Curso tem 12 vagas e as inscrições se estendem até o dia 20 de agosto

A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 40 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária ? Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, promove no período de 25 a 30 de setembro, o XI Curso de Exame Andrológico e Processamento de Sêmen.

O curso tem como objetivo capacitar e atualizar médicos veterinários no conhecimento da anatomia e fisiologia do sistema genital masculino bovino, além de proporcionar o domínio de técnicas de manejo, como: espermograma completo, congelamento de sêmen, seleção genética de reprodutores e comportamento sexual em bovinos.

O curso visa ainda treinar os participantes no conhecimento e aplicação de novas técnicas de avaliação reprodutiva, como ultra-sonografia e aplicadores de marcadores moleculares na seleção de características reprodutivas.

O exame andrológico ? estudo do aparelho genital em sua morfologia, funcionamento e doenças ? é a avaliação clínica do animal, onde se observa o histórico da vida reprodutiva e a avaliação do estado geral, do sistema locomotor, dos órgãos genitais internos e externos, e dos aspectos físicos e morfológicos do sêmen, bem como do comportamento sexual.

O curso será coordenado pelo pesquisador Roberto Sartori, que compõe a equipe de biotecnologia animal da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, liderada pelo pesquisador Rodolfo Rumpf. Essa equipe foi a responsável pelo desenvolvimento do primeiro animal clonado na América Latina: a bezerra ?Vitória da Embrapa?; de outro clone bovino, ?Lenda da Embrapa?, desenvolvida a partir de um animal morto; e, mais recentemente, de dois clones bovinos oriundos da raça Junqueira, altamente ameaçada de extinção no Brasil, com menos de cem animais em todo o país.

Estão sendo oferecidas 12 vagas e os interessados devem enviar os seus currículos junto com a ficha de inscrição até o dia 20 de agosto à Coordenação Administrativa de Treinamento, no endereço:

Parque Estação Biológica ? PqEB
Final da Av. W5 Norte
CEP: 70770-900, Brasília, DF

Os currículos serão analisados pelos coordenadores e os candidatos selecionados serão oficialmente informados por fax, telefone ou correio, imediatamente após o período de inscrição.

Mais informações

Coordenação Administrativa de Treinamento
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Telefone: (61) 3448-4660
Fax: (61) 3340-3624
E-mail: catcurso@cenargen.embrapa.br
Internet: www.cenargen.embrapa.br/cursos/2006/andrologia.pdf

Para ler arquivos PDF é necessário ter o software gratuito Adobe Reader. Clique aqui para fazer o download.

Fonte

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Fernanda Diniz – Jornalista
E-mail: fernanda@cenargen.embrapa.br
Elaine Carneiro – Estagiária
E-mail: elainec@cenargen.embrapa.br
Internet: www.cenargen.embrapa.br

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Cerca de 2,5 mil produtores familiares são esperados no ?Dia da Agricultura Familiar? que será realizado em 31 de maio, no município sergipano de Simão Dias. O evento é realizado pelo Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) e diversas instituições, entre elas a Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju ? SE). Está confirmada a presença do secretário Nacional de Agricultura Familiar do MDA, Valter Bianchini, e do secretário de Desenvolvimento Territorial do MDA, Humberto Oliveira.

A partir das 8h30, no Banco do Nordeste, os participantes poderão participar de palestras sobre tecnologias voltadas para o Semi-Árido e terem acesso a diversos serviços como documentação para os agricultores familiares, assinaturas de contratos do Pronaf e Agroamigo, corte de cabelo, exposição e venda de produtos da Agricultura Familiar. O pesquisador Hélio Wilson de Carvalho apresentará a palestra sobre o ?Cultivo do Milho?.

Os temas Agricultura Familiar e Defesa Animal serão apresentados por representantes do Banco do Nordeste, Secretaria de Agricultura,Secretaria de Desenvolvimento Territorial e Departamento Agropecuário do Estado de Sergipe.

Atividades culturais também estão incluídas na programação do ?Dia da Agricultura Familiar?. A abertura será feita pelo grupo Imburana de Cheiro. O almoço terá a apresentação das bandas de Pífano de Frei Paulo, Poço Verde e Carira, além de aboios e toadas de Carira e Simão Dias. O grupo folclórico São Gonçalo de Pinhão se apresenta no encerramento.

Fonte

Embrapa Tabuleiros Costeiros
Gislene Alencar – Jornalista
E-mail: gislenealencar@cpatc.embrapa.br
Internet: www.cpatc.embrapa.br

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