O Brasil e mais 11 países sequenciaram o genoma do café, visando uma melhora no aroma e no sabor da bebida. A iniciativa pode levar os cientistas a desenvolver sementes mais fortes, com mais qualidade e mais resistentes à seca e a doenças. Dentre as vantagens, está a diminuição do tempo necessário para a criação de novos tipos de café. Segundo o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Alan Andrade, a meta é criar variedades que sobrevivam em vários tipos de clima, garantindo a produtividade do grão. Fonte: TV NBR

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