Especialistas dizem que o alimento além de trazer saúde pode também ser um caminho de cura para doenças. A gojiberry, fruta de nome estrangeiro, muito usada pelos orientais, por exemplo, ajuda a combater o câncer, diabetes e aterosclerose. Saiba os benefícios deste e de outros alimentos! Fonte: Canal Futura

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Muitos sonham com tempestades, com muitos raios, trovões e chuvarada. A ansiedade é cada vez maior, por qualquer chuva, nem que seja só para aliviar o calor que tem aumentado. Este é o sentimento geral da população do Sudeste. A chuva está chegando com uma grande frente fria. Mas será que veio para ficar? Confira os comentários da meteorologista Josélia Pego

Fonte: TV Climatempo

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O café Conilon BRS Ouro Preto (Coffea canephora Pierre ex Froehner) é a primeira cultivar lançada pela Embrapa e também é a primeira de café conilon do Brasil a receber o Certificado de Proteção, concedido pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares. Fonte: Dia de Campo na TV

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Meio Ambiente por Inteiro desta semana trata do ISO 14.000, uma certificação concedida a empresas que, durante o processo de produção, causam o menor impacto possível à natureza. O programa mostra quem pode ir atrás do ISO 14.000, o que o empresário deve fazer, como é a fiscalização dos órgãos ambientais e as vantagens para quem adquire produtos e serviços de quem é certificado. Fonte: Meio Ambiente por Inteiro

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A adoção de práticas mais eficientes para a conservação da biodiversidade deve ser um dos pilares do desenvolvimento econômico no Brasil. A análise é do consultor do Senado Federal Habib Jorge Fraxe Neto, apresentada no texto Serviços e bens fornecidos pelos ecossistemas: conservação da natureza como estratégia de desenvolvimento.

O texto mostra os fundamentos da economia dos ecossistemas e da biodiversidade; descreve como o marco legal brasileiro privilegia o uso racional da natureza, em vez de natureza intocada; mostra oportunidades e desafios associados à liderança brasileira em riqueza biológica e resume as principais políticas de conservação dos recursos naturais, com enfoque para os benefícios vinculados aos serviços ambientais prestados.

De acordo com o estudo, o aumento da eficiência agrícola e a institucionalização de políticas fundiárias, associadas a medidas de comando e controle, contribuiriam para a manutenção do patrimônio genético abrigado pelas matas ainda existentes. Quanto às áreas protegidas, Fraxe Neto ressalta que, mesmo sendo líder mundial em biodiversidade, o Brasil precisa superar a precariedade das unidades de conservação criadas e promover a proteção de regiões prioritárias. Já no campo do desenvolvimento biotecnológico, segundo o autor, existe um considerável potencial de geração de divisas, em especial por meio da produção de propriedade intelectual.

"Para tanto, é preciso haver fomento consistente à inovação nesse setor e atualização do marco regulatório doméstico sobre o acesso e repartição de benefícios pela utilização de recursos genéticos" enfatiza.

Água e pesca

Segundo o consultor, 2012 foi um dos anos mais difíceis para os pescadores artesanais de lagosta do Brasil — o que atesta problemas no manejo do esforço de pesca e o agravamento da captura predatória. Os problemas foram reforçados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), ao relatar que cerca de 80% dos principais recursos pesqueiros nacionais encontram-se plenamente explorados, sobrepescados, esgotados ou em processo de recuperação. Conforme o consultor, o prejuízo social de políticas deficientes de regulação é relevante, já que, no Brasil, a atividade gera aproximadamente 850 mil empregos.

Preocupado com a situação do setor, o senador Casildo Maldaner (PMDB-SC) já discursou em Plenário defendendo o incentivo às atividades pesqueiras nacionais, principalmente à exportação. Casildo diz que, em pouco mais de 15 anos, o Brasil terá condições de produzir até 20 milhões de toneladas de pescado ao ano e assim atender parte da demanda mundial. Ele registra que a demanda internacional por pescados deve aumentar, até 2030, em mais de 100 milhões de toneladas por ano. O senador lembra que o potencial hídrico do país é invejável, com mais de 8.500 quilômetros de litoral, além de 14% da água doce do planeta, a maior reserva mundial.

Para Fraxe Neto, a água é a questão mais crítica no tocante à conservação da natureza. Prevê-se que, em 2035, três bilhões de pessoas estarão sujeitas ao chamado "estresse hídrico". Outro desafio, segundo o especialista, será atender à demanda por alimentos sem comprometer a integridade dos sistemas naturais. Com relação ao desmatamento, Fraxe Neto defende políticas fundiárias robustas, associadas a medidas de comando e controle, para a manutenção do patrimônio genético abrigado pelas matas ainda existentes, em especial no caso da Amazônia.

"Nossa história econômica tem sido marcada, ao menos em parte considerável das atividades agrícolas, por práticas rudimentares perpetuadas até os dias atuais. Em pleno século 21, o país deve enfrentar as causas da utilização de técnica tão ineficiente, que acarreta na literal combustão de nossa diversidade biológica" diz Fraxe.

Para ver o estudo completo, clique aqui.

Fonte: Agência Senado

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O Brasil e os Estados Unidos (EUA) fecharam ontem (1º/10/14), em Washington, um acordo para encerrar a disputa comercial entre os dois países sobre os subsídios pagos pelo governo norte-americano a seus produtores de algodão. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a assinatura do memorando de entendimento relativo ao contencioso do algodão dá por encerrada, "de forma exitosa, uma disputa que se estendia há mais de uma década".

Os ministros das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, viajaram aos EUA para fechar o acordo e assinar o memorando. Em nota publicada no início desta tarde, o Itamaraty informa que "o entendimento bilateral inclui pagamento adicional de US$ 300 milhões, com flexibilização para a aplicação dos recursos, o que contribui para atenuar prejuízos sofridos pelos cotonicultores brasileiros".

Segundo o Itamaraty, o acordo está restrito à cotonicultura. Isso significa que o Brasil continua tendo direito de questionar na Organização Mundial do Comércio (OMC), caso julgue necessário, a legalidade da Lei Agrícola norte-americana em relação a outras culturas agrícolas.

O contencioso do algodão teve início em 2002. Os produtores de algodão, por meio do governo brasileiro, pediram uma consulta à OMC sobre subsídios concedidos pelos EUA a seus produtores de algodão e programas de garantias de crédito à exportação. Esses mecanismos, da forma que eram dados, foram considerados incompatíveis com os acordos de Agricultura e de Subsídios e Medidas Compensatórias da OMC.

Em 2009, a OMC concedeu ao Brasil o direito de retaliar comercialmente os Estados Unidos em até US$ 829 milhões. Como a retaliação poderia trazer outras consequências negativas e os algodoeiros, que levaram a causa adiante, não seriam diretamente beneficiados, foi aceito um acordo no qual os EUA pagariam, anualmente US$ 147,3 milhões ao Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), criado para gerir os recursos. Em outubro do ano passado, no entanto, o pagamento foi suspenso, com a aprovação de uma nova lei agrícola (Farm Bill) pelo Congresso dos EUA.

A nova legislação, no entanto, manteve o pagamento de subsídios, desrespeitando regras comerciais internacionais. O Itamaraty informou que, "pelo memorando assinado hoje, os EUA se comprometeram a efetuar ajustes no programa de crédito e dar garantia à exportação, que passará a operar dentro de parâmetros bilateralmente negociados, propiciando, assim, melhores condições de competitividade para os produtos brasileiros no mercado internacional".

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Acordo entre Brasil e EUA é vitória, dizem produtores de algodão

Fonte: Agência Brasil
Danilo Macedo — Repórter
Nádia Franco – Edição

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A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) considerou "uma vitória" para os cotonicultores brasileiros o acordo fechado ontem (1º/10/14) entre Brasil e Estados Unidos (EUA), que encerra o contencioso do algodão, disputa que durou mais de uma década. Em nota, a Abrapa, que custeou o processo movido contra os EUA na Organização Mundial do Comércio (OMC), disse que o entendimento alcançado "foi a melhor solução para os produtores de algodão e o agronegócio".

Segundo comunicado conjunto dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o acordo "inclui pagamento adicional de US$ 300 milhões [pelos EUA], com flexibilização para a aplicação dos recursos, o que contribui para atenuar prejuízos dos cotonicultores brasileiros".

No memorando assinado, os EUA se comprometem ainda a efetuar ajustes no programa de crédito e garantia à exportação GSM-102, "que passará a operar dentro de parâmetros bilateralmente negociados, propiciando melhores condições de competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional". De acordo com o comunicado do governo brasileiro, o acordo preserva o direito do Brasil de, caso necessário, contestar a nova Lei Agrícola norte-americana na OMC.

Para a Abrapa, o entendimento conquistado com relação ao GSM-102 está entre as mudanças mais importantes, por não abranger apenas o algodão, mas todo o agronegócio. A entidade destaca ainda que o entendimento "não implica o reconhecimento da compatibilidade com os acordos na OMC das medidas discutidas no contencioso do algodão e de outras medidas da Farm Bill [nova Lei Agrícola dos Estados Unidos]". Na nota, os cotonicultores agradecem o empenho do Itamaraty e dizem que os resultados do trabalho relativo ao contencioso do algodão servirão de parâmetro para o futuro.

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Brasil e Estados Unidos fecham acordo que dá fim ao contencioso do algodão

Fonte: Agência Brasil
Mariana Branco — Repórter
Nádia Franco – Edição

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Realizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que delimita a área de produção e preservação das terras, garante aos pequenos produtores benefícios como acesso ao crédito e programas sociais, além da oportunidade de produzir de forma sustentável. Para participar, o produtor deve se registrar até maio de 2015. O cadastro pode ser feito junto a órgãos municipais e estaduais de agricultura e meio ambiente ou pela internet, em www.car.gov.br. Fonte: TV NBR

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O Ministério da Educação (MEC) autorizou ontem (01/10/14) a abertura de 142 cursos de graduação, totalizando 18.663 vagas no ensino superior. Além disso, a Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (Seres) reconheceu dois outros cursos e autorizou mais duas graduações na modalidade a distância. Todas as portarias foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

Grande parte dos cursos são oferecidos por faculdades privadas. Para Medicina, uma das áreas prioritárias do governo federal dentro do programa Mais Médicos, foram contempladas a Faculdade Inga (PR), que ganhou 100 vagas, e a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com 112.

Veja aqui as portarias no DOU.

Os cursos reconhecidos pelo MEC foram o de Direito do Instituto de Educação Superior de Boituva (SP), com 160 vagas; Agronomia na Faculdade Montes Claros (GO), 100 vagas; Enfermagem pela Faculdade do Maranhão (MA), com 200 vagas.

Já na modalidade a distância, foram contemplados os cursos de Pedagogia da Universidade Católica de Petrópolis (RJ) e Processos Gerenciais pela Faculdades OPET. Somente esses dois últimos somam 2.540 vagas.

Fonte: O Globo

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