O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) prevê a volta de chuvas com mais frequência na região Sudeste a partir da segunda quinzena de outubro. Mas isso não garante que o nível das represas volte a subir. Fonte: TV Canção Nova

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O maracujá "Pérola do Cerrado", desenvolvido com o melhoramento genético da Embrapa, é uma opção para produtores de mudas aumentarem os lucros. A espécie é resultado de 20 anos de pesquisa e pode ser utilizada para sucos, sorvetes, doces e para consumo in natura. Para ampliar a comercialização do fruto, a Embrapa busca parceiros para a produção e venda de mudas. Os agricultores recebem sementes e mudas gratuitamente, mas o lucro com a comercialização é dividido com a Embrapa que detém a propriedade da espécie. O prazo para pedir o licenciamento vai até 30 de outubro. Mais informações em www.embrapa.br/cultivares Fonte: TV NBR

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Quinhentos anos de seleção natural no Brasil. Este é o grande teste pelo qual passou o animal conhecido hoje como bovino Pantaneiro ou Tucura. Trazido da Europa para o País ainda na época do descobrimento por portugueses e espanhóis, a raça surgiu com a adaptação do animal às condições do Pantanal. Com o tempo, o bovino tornou-se rústico e resistente, capaz de suportar fatores pouco favoráveis em termos de clima e nutrição – mantendo altas taxas de reprodução apesar dos extremos do bioma. Ele também apresenta cascos resistentes a longos períodos de pastejo em áreas alagadas, mansidão, habilidades maternas e outras vantagens.

Porém, a raça passa por um momento delicado: encontra-se em alto risco de extinção, com cerca de 500 indivíduos considerados puros em todo o País, que são monitorados por pesquisadores. Os cruzamentos indiscriminados com animais de outras raças fizeram com que a linhagem do bovino Pantaneiro quase se perdesse. Quem dá essas informações é a pesquisadora Raquel Juliano, da Embrapa Pantanal. A veterinária assumiu há sete anos a gestão do Núcleo de Conservação in situ da instituição, que é mantido na fazenda Nhumirim, campo experimental da Embrapa Pantanal localizado no Pantanal da Nhecolândia. O núcleo foi criado em 1984 com a finalidade de conservar esse material genético e vem viabilizando diversos estudos com esses animais.

"Os projetos mais recentes têm investigado a aptidão produtiva, resistência a doenças e rusticidade através da abordagem de marcadores genéticos", afirma Raquel. Pesquisadores de cinco Unidades da Embrapa e várias outras instituições estão envolvidos nas pesquisas dos potenciais da raça, buscando também evitar que esses animais sejam extintos. Os resultados, até agora, são promissores: um exemplo são os estudos realizados entre a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília, e a Universidade Federal de Goiás (UFG), coordenados pela pesquisadora Andréa Egito, da Embrapa Gado de Corte. Eles demonstram que o Tucura possui diferenciais de suculência e maciez de carne — herança dos ancestrais taurinos europeus. Ea produção de carne é apenas uma das possíveis aptidões do animal.

Na prática

As pesquisas estão conseguindo provar o que alguns criadores já sabiam. Thomas Horton, pecuarista do Estado de Mato Grosso do Sul, optou por manter um rebanho formado inteiramente por bovinos Pantaneiros. "Eu tenho touro de uma tonelada, bezerro que desmama com 200 quilos", diz Thomas. Ele afirma que o custo de criação do Tucura é menor e que, para uma propriedade de porte médio como a dele, a raça é uma ótima escolha. "Achei os animais de fácil manejo, com uma boa resistência a carrapatos e verminoses, e verifiquei nas pesquisas que foram feitas com a Embrapa e parceiros a qualidade da carne, o marmoreio que ela tem", conta o criador.

Os materiais genéticos dos animais da raça que apresentam características interessantes para a pecuária são armazenados no Banco de Germoplasma Animal da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. De acordo com o pesquisador Alexandre Floriani, o banco possui atualmente cerca de 13.000 doses de sêmen de touros Pantaneiros. "Essas doses preservam características que podem ser importantes no futuro, como a resistência dos cascos, resistência a parasitas, a enfermidades, ao calor… as características de adaptação ao bioma", diz o pesquisador.

Repercussões do trabalho

Em 2012, com o apoio da Embrapa, foi criada a Associação Brasileira de Criadores de Bovino Pantaneiro (ABCBP), com sede em Poconé (MT), sob a presidência de Paulo Moura, criador e parceiro em pesquisas com a raça há mais de quinze anos. Segundo Raquel Juliano, que também integra a diretoria da associação, até o final deste ano deve ser feito o pedido de registro da raça bovino Pantaneiro junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). "O reconhecimento da raça vai além dos aspectos econômicos, com valores culturais e sociais agregados. Ele valoriza a região e o potencial produtivo que pode surgir do Pantanal, incentivando também o trabalho dos produtores locais", afirma a pesquisadora.

Com o aumento das ações para estudo e conservação do bovino, surgem outros pecuaristas interessados. É o caso de Marcus Ruiz, que procurou no início deste ano um touro Pantaneiro para cruzar com as vacas Tucura que já possuía na propriedade. Ele espera o nascimento de cerca de 40 bezerros em novembro e pretende investir na produção de leite da fazenda com as vantagens de uma raça adaptada. "A raça tem mansidão e aptidão leiteira que chamam a atenção, com vacas que produzem leite muito gordo e possuem boa lactação", afirma. Ele também ressalta a resistência a parasitas dos animais. "Hoje, é quase impossível produzir leite se não for usada uma quantidade maciça de carrapaticida no gado de origem europeia. Com o gado Pantaneiro, eu quase não tenho problema com carrapatos", diz.

Pesquisas recentes

Trabalhando em parceria com o criador Marcus Ruiz, o pesquisador Marcus Vinícius de Oliveira, da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul (UEMS), realiza experimentos para identificar animais com potencial genético para leite dentro da raça. "Vale lembrar que esse grupo genético não sofreu nenhum trabalho de seleção e melhoramento até hoje" diz Marcus Vinícius — como sofreu , por exemplo, a raça Girolando. Mesmo assim, o pesquisador afirma que identificou uma produção leiteira que já é superior à média do MS: cerca de 5,1 kg/dia, em comparação com os 2,2 kg/dia produzidos no estado.

Essa aptidão foi verificada ainda nos estudos realizados dentro da Rede de Caracterização, Conservação e Uso das Raças Bovinas Locais Brasileiras: Curraleiro e Pantaneiro da Rede Pró-Centro-Oeste de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação — que viabiliza parcerias entre pesquisadores de diferentes instituições do Centro-Oeste. Segundo Maria Clorinda Fioravanti, pesquisadora da Universidade Federal de Goiás e coordenadora da rede que investiga aspectos do bovino Curraleiro e Pantaneiro, "nós encontramos indícios de que o leite dessas raças têm características importantes em relação a aspectos higiênico-sanitários, além de um perfil mais adequado para a produção de derivados especiais, como o tradicional queijo pantaneiro conhecido como Nicola", afirma.

Futuro

Com evidências dos potenciais do bovino Pantaneiro sendo comprovadas por diversas pesquisas, abre-se um panorama para o aproveitamento dessas características nos sistemas produtivos. "É um nicho comercial nesse sentido, de poder apresentar um gado com história ao mercado, que tem toda uma ligação com a terra, que aguenta esse nosso calor para produzir produtos diferenciados", afirma o criador Marcus Ruiz. Clorinda Fioravanti destaca ainda possibilidades como a comercialização da carne com selos e certificações, além do turismo ecológico, mostrando o animal em seu habitat. "O bovino Pantaneiro tem um papel fundamental na manutenção do ecossistema", diz a pesquisadora.

Porém, para que tudo isso aconteça, pesquisadores e pecuaristas ressaltam a importância de resgatar a população de bovinos Pantaneiros, divulgando seus potenciais para gerar interesse e conscientização por parte de criadores e consumidores. "O preconceito de que essa não é uma raça produtiva é o principal desafio a ser vencido para reintroduzi-la nas propriedades", afirma Raquel Juliano. O criador Thomas Horton finaliza: "Mesmo cruzando com uma fêmea Nelore, por exemplo, o criador que investiu vai ter um meio-sangue rústico e produtivo. O animal tem potencial, tem um bom ganho de peso. O produtor pode comprar o Pantaneiro que vai ter uma carne de qualidade".

Fonte: Embrapa Pantanal
Nicoli Dichoff – Jornalista
Telefone: (67) 3234-5957

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O Programa Pró-Genética — Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino Brasileiro será estendido para mais 13 estados brasileiros e no Distrito Federal. O programa foi implantado em 2006 inicialmente no estado de Minas Gerais, por meio de uma parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), a Secretaria de Agricultura, Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Devido aos resultados positivos alcançados com a capacitação e motivação de técnicos aplicadores e multiplicadores ligados as instituições parceiras, o programa agora será implementado no Espírito Santo, na Bahia, em Pernambuco, no Rio Grande do Norte, em Sergipe, no Pará, na Paraíba, em Tocantins, em Mato Grosso, em Goiás, em São Paulo, no Paraná e no Distrito Federal.

O programa é uma parceria entre o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), a Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), a Embrapa, o Banco do Brasil (BB) e o Banco do Nordeste (BNB).

Esta ação se torna de grande importância, tendo em vista que o Brasil possui atualmente cerca de 211 milhões de cabeças de bovinos. O País está entre os maiores produtores mundiais de carne e de leite, segundo dados do IBGE de 2012. Mesmo assim, ainda há uma baixa produtividade de leite por vaca/ano, que corresponde apenas a 1.382 litros.

Por isso, a intenção do Pró-Genética é aumentar a produtividade, competitividade e sustentabilidade da atividade pecuária brasileira, incentivando pequenos produtores rurais a utilizar animais geneticamente superiores no cruzamento.

Estudos realizados pela Epamig mostraram, por exemplo, que as matrizes meio sangue Zebu/Holandes são as mais eficientes e de melhor custo benefício quando se trata da pecuária leiteira. Assim, os produtos machos, filhos destes touros, devem ter o destino da engorda, enquanto as fêmeas poderão produzir mais leite que as filhas das mesmas matrizes com touros de origem desconhecida e sem qualquer informação zootécnica.

Com isso, o programa pretende capacitar produtores pecuaristas dos estados selecionados, a fim de que entendam como o processo funciona, apliquem nas propriedades, aumentem a produtividade e produzam gado de corte e leite com mais qualidade e competitividade.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Rossana Gasparini – Jornalista
Telefone: (61) 3218-2461

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Mais de 40 milhões de crianças e jovens brasileiros fazem refeições nas escolas. Grande parte dos alimentos consumidos pelos alunos vem direto do campo: 30 % dos recursos para aquisição de alimentos da merenda escolar devem ser usados para compra produtos da agricultura familiar. A iniciativa garante a segurança alimentar e contribui para a criação de um cardápio saudável a ser oferecido aos estudantes. Fonte: TV NBR

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Justiça Eleitoral lança um aplicativo para que eleitores acompanhem a apuração das eleições de 2014 por dispositivos móveis. A ferramenta já está disponível. O aplicativo não apresenta resultados da votação em trânsito nem da votação no exterior para o cargo de presidente da República. Para baixar o aplicativo Apuração 2014, acesse as lojas Google Play e iOS App Store. Fonte: TV Justiça

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A <a href=”http://www.uftm.edu.br” title=”Universidade Federal do Triângulo Mineiro”>Universidade Federal do Triângulo Mineiro (<a href=”http://www.uftm.edu.br” title=”UFTM”>UFTM) está com concurso público aberto destinado ao provimento do cargo de professor do Magistério do Ensino Superior nas classes de Adjunto-A1, Auxiliar-A1 e Assistente-A1. São cinco vagas destinadas a cursos de graduação vinculados aos institutos de Ciências Biológicas e Naturais, de Ciências da Saúde e de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais. A remuneração total varia de R$ 2.119,02 a R$ 8.344,64, de acordo com a titulação exigida, a função exercida e regime de trabalho, de 20 horas ou Dedicação Exclusiva.<br /> <br /> As vagas cinco são para as disciplinas de Informática Biomédica; Biologia Celular; Cirurgia Plástica; Fisiopatologia das Doenças Nutricionais I e II, Dietoterapia I e II, Prática Orientada III, Estágio em Clínica e Disciplinas afins do Departamento de Nutrição; e Psicologia Organizacional e do Trabalho I, Psicologia Organizacional e do Trabalho II, Psicologia Organizacional e do Trabalho III(eletiva); Estágio Supervisionado em Psicologia Organizacional I, Psicologia Organizacional II, Psicologia Organizacional III e Tópicos Contemporâneos em Psicologia VII(eletiva).<br /> <br /> A inscrição será exclusivamente via internet, acessando na página da <a href=”http://www.uftm.edu.br” title=”UFTM”>UFTM, o menu "Concursos", opção "Concurso Público para Docente Grau", até o dia 19 de outubro, das 8 horas às 22 horas. O período de inscrição com isenção de taxa termina dia de outubro de 2014. O valor da taxa de inscrição pode ser de R$53, R$143, ou R$209, de acordo com as classes da carreira.<br /> <br /> O concurso constará de três etapas, prova escrita e didática, de caráter eliminatório e classificatório, e a avaliação de títulos, classificatória.<br /> <br /> No dia 22 de outubro serão divulgados os nomes dos membros das bancas examinadoras e a data, horário e local de realização das provas.<br /> <br /> Confira o Edital <a href=”http://www.uftm.edu.br/paginas/concursos/cod/53/t/CONCURSO+PUBLICO+PARA+DOCENTE+3%C2%BA+GRAU” title=”aqui”>aqui.<br /> <br /> FONTE<br /> <br /> <a href=”http://www.uftm.edu.br” title=”Universidade Federal do Triângulo Mineiro”>Universidade Federal do Triângulo Mineiro

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