Na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, alunos do Grupo de Estudos e Práticas em Olericultura (Gepol), orientados pela professora Simone da Cosra Mello, estudam a eficiência da tecnologia de cultivo protegido com suplementação luminosa no interior do dossel das plantas com lâmpadas de LED em condições tropicais e subtropicais. A pesquisa envolve Gustavo Quesada e Renes Rossi Pinheiro, alunos de doutorado do Programa de Pós Graduação em Fitotecnia, Guilherme Shinji Harano e Vinicius Abuno, estudantes de graduação do curso de Engenharia Agronômica da Esalq. Resultados preliminares da pesquisa indicam acréscimo em torno de 15% na produtividade do mini tomate cultivar Sweet Grape com o uso das barras de LED.

As mudanças climáticas apresentam-se como uma preocupação a mais para atividade agrícola. Para os produtores de hortaliças, o cultivo protegido tem sido uma alternativa viável para diminuir os riscos por excesso de chuvas, geadas, estiagem e elevadas temperaturas. "Essa tecnologia de cultivo vem aumentando significativamente, principalmente nas regiões sul e sudeste, com destaque para o estado de São Paulo", comenta Simone, professora do Departamento de Produção Vegetal (LPV) da Esalq. Segundo a docente, nesse sistema o produtor dispõe de tecnologias como controle dos fatores ambientais no interior das estufas, injeção de CO2, uso de iluminação artificial, manejo da nutrição das plantas com base no controle dos fatores ambientais e maior eficiência no controle fitossanitário.

A professora Simone relata que essa técnica, conhecida como inter-lighting, é novidade no Brasil, utilizada até então apenas em países que se encontram em altas latitudes como é o caso, por exemplo, de grande parte da Europa, Canada e Japão, com a finalidade de aumentar a incidência de radiação fotossinteticamente ativa nos terços médio e inferior das plantas que são conduzidas na vertical. O aumento na produção de frutos por essa técnica tem sido explicado principalmente pelo aumento da eficiência fotossintética da cultura pela distribuição vertical mais homogênea da luz no dossel.

Suplementação luminosa

O estudo conduzido na estufa da Esalq irá avaliar a eficácia e viabilidade da suplementação luminosa por meio da utilização de barras de LED posicionadas no interior do dossel das plantas de tomate, conduzidas com duas, três e quatro hastes. "O primeiro experimento está sendo realizado em ambiente protegido climatizado, composto por sistema de resfriamento evaporativo pad e fan. O cultivo das plantas leva substrato inerte e a nutrição é feita por meio de solução nutritiva aplicada via sistema de irrigação por gotejamento.

As barras de LED, fornecidas em parceria com a empresa Philips, são compostas por 20% de LEDs azuis e 80% de LEDs vermelhos, que emitem 220 µmol de fótons por metro quadro e por segundo; têm 2,47 m de comprimento, 0,76 m de altura e 0,48 m de profundidade e durabilidade de 25.000 horas". A explicação para essa combinação de cores é que os LEDs vermelhos e azuis emitem comprimentos de onda do espectro luminoso que são empregados no processo fotossintético, processo bioquímico essencial para o crescimento e desenvolvimento das plantas.

Outra vantagem do emprego de LEDs no cultivo protegido é sua baixa temperatura de operação (aproximadamente 25-35ºC), baixa tensão de operação e robustez física. "Uma das principais vantagens dessa tecnologia é poder complementar a radiação solar em regiões com menor incidência de luz ou poder iluminar partes da planta que recebem menor luz proveniente do sol pelo sombreamento, como é o caso do tomate. A medida que a planta vai se desenvolvendo as partes mais baixas da planta recebem menos luz pelo sombreamento do topo da planta. Portanto, o uso de barras de LED colocadas na altura das partes da planta que recebem menos radiação podem aumentar a produtividade porque a planta irá realizar mais fotossíntese e produzir energia para a produção de frutos", explica a docente.

A primeira parte da pesquisa termina em dezembro e o estudo será conduzido por mais um ano. Até o momento, foi possível quantificar acréscimo em torno de 15% na produtividade do mini tomate cultivar Sweet Grape com o uso das barras de LED. Entretanto, o percentual total de aumento da produção de frutos será determinado no final do período de condução do experimento.

Fonte: Agência USP de Notícias
Caio Albuquerque – Jornalista

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O mapa digital de carbono orgânico dos solos brasileiros recém-lançado pela Embrapa une modelagem matemática e conhecimentos levantados em campo para ajudar em diversos programas de conservação de recursos naturais. Um dos beneficiários imediatos será o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que poderá utilizá-lo para direcionar práticas de redução de emissão de gases de Efeito Estufa.

Executado pelas técnicas tradicionais, um levantamento similar custaria milhões de reais e anos de trabalho. O novo sistema tem a vantagem de utilizar informações ambientais disponíveis como dados a respeito de solo, relevo, material de origem, clima, associando-os a métodos matemáticos estatísticos para inferir informações em locais não medidos.

"No Mapeamento Digital de Solos (MDS) usamos modelos matemáticos e estatísticos para, com base nas informações de solos existentes, predizer outras que não foram medidas, mas que estão correlacionadas através das variáveis ambientais que determinam a formação dos solos", diz a pesquisadora Maria de Lourdes Mendonça Santos, da Embrapa Solos, pioneira nos trabalhos sobre mapeamento de solos no Brasil. "O mapeamento digital surge como ferramenta base para a tomada de decisão sobre este recurso natural", explica. "Não há dúvida que o MDS oferece um vasto campo para a pesquisa e uma oportunidade para a pedologia brasileira que tem, pela frente, um enorme território a ser mapeado", avalia o professor Alexandre ten Caten, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O mapeamento digital

Desde os anos 60 do século passado a pedologia (estudo do solo no campo) tem a pedometria, palavra derivada das gregas "pedos" (solo) e "metron" (medida) como importante aliada. Desde aquela época, a união entre a observação do solo na natureza e a aplicação de modelos matemáticos evoluiu muito ao unir unindo o conhecimento prático do pedológo com os dados estatísticos e numéricos da pedologia quantitativa desenvolvidos nos laboratórios. Atualmente, a pedologia é uma ciência que depende das abordagens quantitativas e qualitativas o que exige a participação de profissionais de diferentes áreas do conhecimento.

A partir da década de 80, com o advento da geoestatística, as informações sobre o solo foram se tornando mais precisas, passando a ajudar de maneira mais incisiva na tomada de decisão. Naquela época, surgiu o mapeamento digital de solos (MDS) unindo geologia, geomorfologia e os fatores que influenciam na formação do solo: clima, organismos, relevo, material de origem e tempo. Graças a ele existe a possibilidade de integrar o conhecimento tácito dos pedólogos sobre as relações solo-paisagem, e a automatização de processos via mapeamento digital de propriedades e classes de solos.

O MDS tem grande importância para responder à demanda de informações no desenvolvimento das atividades humanas. Entre elas, o manejo de solos na agricultura, a execução de zoneamentos ambientais, manejo da água na paisagem e o planejamento de uso da terra.

Em países com menor extensão territorial, como a Dinamarca, o solo já está totalmente mapeado em ótima escala de detalhamento (1:5.000 ou maior). Mas não só os países de menor extensão investem no tema. Os Estados Unidos, por exemplo, com extensão territorial semelhante a do Brasil, possuem um detalhamento de seus solos da ordem de 1:10.000.

"É urgente que nosso País invista no conhecimento maior de seus solos sob pena de ficar para trás em alguns desafios globais, como a segurança alimentar, a produção de bionergia, as mudanças climáticas e a própria sustentabilidade da agricultura brasileira. Não se pode planejar o uso da terra, realizar zoneamentos e definir políticas públicas para a agricultura, sem o conhecimento atualizado do recurso solo, que juntamente com a água, devem fazer parte da agenda brasileira de prioridades para o setor produtivo e ambiental", completa.

Essa afirmativa é confirmada pelo professor Alexandre ten Caten. "A informação espacial sobre classes e propriedades de solos não está disponível para a maioria das localidades do Brasil. O mapeamento digital, por meio das tecnologias ligadas à geoinformação, pode potencializar nossa capacidade em conhecer a distribuição espacial dos solos por possibilitar que um volume maior de informações sobre os fatores de formação do solo seja processado de forma rápida e automatizada", diz ele.

Éder Martins, pesquisador da Embrapa Cerrados, no Distrito Federal, aponta que para o futuro do MDS no Brasil, "é necessário desenvolver pesquisas com abrangência nacional. É fundamental o estudo de ferramentas metodológicas e a contínua formação de recursos humanos capazes de aplicar o MDS nas questões nacionais. Um dos desafios, por exemplo, é o desenvolvimento de manejos do solo que permitam a captura de gases de Efeito Estufa, e para isso é imprescindível o conhecimento do comportamento do carbono em solos, o que o MDS pode responder".

Mapeamento global

No País, o principal fórum de debates sobre o assunto está na Rede Brasileira de Pesquisa em Mapeamento Digital de Solos (Rede MDS), coordenada pela Embrapa, no âmbito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O objetivo dessa Rede é juntar os interessados no tema, a fim de avançar a pesquisa no assunto e elaborar projetos em parceria, com ampla abrangência para o mapeamento dos solos. Atualmente, a Rede MDS conta com 70 membros de 20 instituições de ensino, pesquisa e extensão rural nas cinco regiões do Brasil.

No exterior, o consórcio GlobalSoilMap.net é o ponto de encontro dos estudiosos do assunto. Formada em 2009, a rede tem Lourdes Mendonça no grupo coordenando as ações na América Latina e Caribe. Participam também do consórcio instituições como a Universidade de Columbia (EUA), o Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica (INRA) da França, e a Universidade de Sydney (Austrália).

O consórcio alavancou as iniciativas no tema de forma global, propondo avanços metodológicos, especificações técnicas e a harmonização de métodos, buscando produzir um novo mapa mundial de propriedades de solos, usando novas tecnologias e a uma boa resolução. Esses mapas serão completados com opções de interpretação e funcionalidade para ajudar na tomada de decisões em vários assuntos, tais como produção de alimentos e erradicação da fome, mudança climática e degradação do meio ambiente.

"Infelizmente, Dinamarca e Estados Unidos são exceções", diz Lourdes Mendonça. "De forma geral, há uma escassez de dados de solos no mundo e, quando existem, são limitados, dispersos, desatualizados e difíceis de comparar. Essa necessidade e a crescente demanda por informação sobre os solos têm alavancado o desenvolvimento do MDS". Agora, para os estudiosos, o desafio maior vai ser o de sistematizar e entender os dados existentes e a eles adicionar os produzidos por novos sensores.

Ano Internacional do Solo

Para aumentar a conscientização sobre o recurso solo e sua importância na agenda de desenvolvimento global, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) lançou em 2011, a Aliança Global para o Solo (GSP). Essa Aliança possibilitou colocar o solo no centro dos diálogos globais, observando as necessidades nacionais e regionais, envolvendo instituições e comunidades locais para melhor se apropriarem do tema e catalisar a coordenação de políticas públicas e investimentos em solos.

Para dar mais visibilidade ao assunto, a Organização das Nações Unidas (ONU) declararam 2015, o Ano Internacional do Solo. FAO e GSP se encarregarão das atividades ao redor do mundo em colaboração com os países membros. O objetivo é aumentar a conscientização sobre a importância do solo para a segurança alimentar e sobre suas funções essenciais para o funcionamento dos ecossistemas.

Fonte: Embrapa Solos
Carlos Dias – Jornalista

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Eles são jovens, com menos de 30 anos, possuem bagagem profissional e diversas oportunidades para investir seus conhecimentos e aplicar novas ideias e escolheram o campo para desenvolver suas habilidades.

Tendo como exemplo três jovens pecuaristas de Mato Grosso do Sul é possível traçar um perfil rural que se renova, com propriedades administradas por produtores com pouca idade e muita iniciativa. Romeu, Adriane e Duarte vêm de famílias tradicionais na pecuária sul-mato-grossense, mas tiveram a liberdade de seguir outros caminhos. Entretanto, optaram por seguir os mesmos rumos de seus pais e avós e hoje carregam a responsabilidade de administrar sozinhos as propriedades familiares.

Exemplo de quem havia traçado um destino diferente para si, Romeu Barbosa de Souza (28) imaginava ser advogado, mas a morte prematura do pai fez com que assumisse, ao lado da mãe, a propriedade rural da família aos 21 anos. "Concluí a faculdade de Direito e utilizo alguns conhecimentos na gestão rural. Hoje, minha mãe gerencia o escritório e eu fico na fazenda. Percebo que, atualmente, muitas propriedades são administradas por jovens e que a sucessão familiar está cada dia mais forte, com pais e filhos atuando juntos, unindo a experiência com as novas ideias", avalia Souza.

O pecuarista tem sua propriedade localizada na região de Porto Murtinho (MS) e avalia como promissor o atual cenário administrativo rural. "Talvez por falta de mais conhecimento, nossos antecessores simplesmente tocavam a propriedade. Hoje, gerenciamos a propriedade como um negócio", destaca o produtor, que tem duas irmãs com profissões as quais não tem relação como o meio rural.

O também pecuarista em Porto Murtinho (MS), Duarte de Castro Cunha Neto (29), se auto define produtor rural no sangue. De família tradicional de produtores rurais, desde criança seu sonho foi suceder seus pais na gestão da propriedade familiar. Aos 23 anos assumiu a administração da fazenda. "Vejo o campo como um meio de oportunidades e muitos jovens estão retornando para trabalhar com os pais, se profissionalizando, buscando consultorias", avalia o produtor, formado em Engenharia Agrônoma.

O produtor ressalta que seus antecessores foram desbravadores no desenvolvimento da agropecuária da região e que hoje, os atuais gestores investem na gestão com tecnologia. "Nossos pais e avós foram pioneiros, trabalharam com raça, agora temos conhecimento em gestão e eficácia para desenvolver com novas ideias aquilo que eles criaram com muita dedicação", avalia. Quando questionado se espera que futuramente seus filhos sigam seu caminho, Duarte Neto é certo na resposta. "Ainda não tenho filhos, mas com certeza gostaria que continuassem com o trabalho rural".

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Riedel, é um representante desse novo perfil que, aos poucos, caracteriza o campo. Filho e neto de produtores rurais, é biólogo de formação. No entanto, desde 1994 assumiu a administração da Sapé Agropecuária, propriedade da família em Maracaju (MS) e que está em constante processo de profissionalização. Entre os compromissos como dirigente da entidade, Riedel dá palestras sobre sucessão familiar, abordando aspectos que vivencia na prática. "Da administração da fazenda passamos para a administração de um negócio rural. Essa mudança de perfil dos empreendimentos do campo demanda a atualização do produtor, de seus métodos tradicionais, e, ao mesmo tempo, atrai e traz de volta as novas gerações para o campo, que hoje representa atividades tão ou mais desafiadoras do que as oferecidas no meio urbano", avalia o dirigente.

O campo também é delas – Quem vê uma jovem loira, tipo físico delicado e jeito tímido não imagina que se trata de uma veterinária que pega no batente pesado nas propriedades da família. Dividida entre Sidrolândia (MS) e o estado do Tocantins, Adriane Lermen Zart (27) trabalha com pecuária de corte e integração lavoura-pecuária floresta junto do irmão, que é engenheiro agrônomo.

A produtora acredita que o conhecimento adquirido em qualificações e investimentos em novas tecnologias traça o perfil do novo gestor rural. "Percebo que os mais jovens têm muita disposição e conhecimento tecnológico. O campo está exigindo maior qualificação e para isso o produtor precisa buscar a profissionalização", relata a produtora que assumiu a administração da propriedade da família há três anos.

Quem é o produtor

Segundo o censo realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) traçando o panorama do campo no Brasil, 2,9 milhões de propriedades rurais no País têm como responsáveis homens na faixa etária 25 a 29 anos. Destes, cerca de 43 mil residem em Mato Grosso do Sul. Já as mulheres com a mesma faixa etária são responsáveis por 1,6 milhão de empreendimentos no campo no Brasil, dos quais 21,6 mil são no MS.

Sobre o Sistema Famasul

O Sistema Famasul é um conjunto de entidades que dão suporte para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e representam os interesses dos produtores rurais de Mato Grosso do Sul. É formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (Funar), Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e pelos sindicatos rurais do Estado.

O Sistema Famasul é uma das 27 entidades sindicais que integram a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Como representante do homem do campo, põe seu corpo técnico a serviço da competitividade da agropecuária, da segurança jurídica e da valorização do homem do campo. O produtor rural sustenta a cadeia do agronegócio, respondendo diretamente por 17% do PIB sul-mato-grossense.

Fonte: Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso do Sul
Assessoria de Comunicação do Sistema Famasul
Telefone: (67) 3320-9700

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Os prédios da Assembleia Geral e do Secretariado das Nações Unidas foram iluminados na noite do dia 20 de de setembro de 2014, em uma chamada revolucionária para a ação climática, pouco antes da Cúpula do Clima da ONU ( climate2014) convocada pelo secretário-geral. “illUmiNations: protegendo o nosso planeta” foi concebido e produzido de forma colaborativa para o Departamento de Informação Pública das Nações Unidas (UNDPI) pela Oceanic Preservation Society, Obscura Digital e Insurgent Media. Saiba como foi a Cúpula do Clima: www.un.org/climatechange/summit. Saiba quais são os próximos passos: www.onu.org.br/?p=69193;

Fonte: ONU Brasil

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A Justiça Eleitoral começou a contar os votos das Eleições 2014 a partir das 17 horas de ontem (05/10/14). Mas você não precisa ficar de olho na TV para acompanhar a apuração: faça isto usando a internet em qualquer dispositivo.

O Tribunal Superior Eleitoral oferece um site especial para divulgar os resultados: basta acessar http://divulga.tse.jus.br. Para os resultados da presidência, clique no mapa do Brasil (em amarelo). Para governador, senador e deputado, clique no seu Estado. O site não é muito amigável com smartphones, no entanto.

Felizmente, grandes portais também informam os resultados de todos os estados: você pode conferi-los no UOL, no G1, no Terra ou no iG. Todos esses sites funcionam bem no celular.

Você também pode usar o Google: na página especial de eleições, eles têm uma ferramenta muito boa que mostra um mapa com os partidos e candidatos na liderança em cada Estado.

Eos apps? No iOS e Android, você pode usar o Apuração Eleições 2014 – baixe-o na App Store ou no Google Play. Para Windows Phone, use o Eleições 2014. Todos os apps são gratuitos.

O TS Etambém oferece o Divulga2014 para Windows, Mac e Linux. Nas eleições passadas, o software deu problema, talvez devido ao grande número de acessos. Ecomo requer instalação e é um pouco desajeitado, melhor deixá-lo como última opção.

Fonte: Gizmodo

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Os interessados em fazer o Mestrado ou o Doutorado em Ciências Ambientais do PPGCA (Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais) da Unesc já podem se inscrever. Os processos seletivos ficam aberto até 7 de novembro de 2014 (Doutorado) e 21 de novembro (Mestrado). As inscrições podem ser feitas na secretaria do PPGCA, na sala 6 do Bloco P, das 14 às 21 horas, ou pelo correio (Avenida Universitária, 1105, Bairro Universitário, em Criciúma, SC).

Para se inscrever é necessário apresentar alguns documentos, além do formulário de inscrição, que podem ser encontrados no site do Programa. No site também se encontra a lista de professores-orientadores e suas áreas de atuação.

Mestrado

São 27 vagas para a turma de 2015 do Mestrado, em duas linhas de pesquisas: "Ambientes naturais" e "Sociedade, ambiente e desenvolvimento". Clique aqui para acessar mais informações.

Doutorado

Já o Doutorado conta com oito vagas, também nas linhas de pesquisas "Ambientes naturais" e "Sociedade, ambiente e desenvolvimento". Clique aqui para mais informações.

Fonte: Universidade do Extremo Sul Catarinense
Davi Carrer – Jornalista
Telefone: (48) 8824-8908

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Um dos pilares da atuação da Zoetis é investir em ações de educação continuada, com o objetivo de levar conhecimento para o campo. Seguindo essa premissa, a médica veterinária e gerente de produtos, Marcela Tocchet foi responsável por produzir os artigos "Castração de Leitões" e "Imunocastração em suínos: fundamentos e aplicação prática", que integram o livro "Produção de Suínos: Teoria e Prática".

A castração de suínos como prática de manejo necessária para o controle do odor sexual ou de macho inteiro, os impactos da castração tradicional e os benefícios da imunocastração por meio de tecnologias inovadoras, como é o caso da vacina Vivax, foram os temas abordados nos artigos, que contaram também com a contribuição do médico veterinário Fábio Teixeira.

Sem fins lucrativos, o livro tem acesso gratuito e é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (Abcs), com o apoio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e a parceria com o Sebrae Nacional. O projeto foi desenvolvido durante dois anos, com a coordenação da Abcs e edição da Integrall Soluções em Produção Animal, que realizou a supervisão técnica. O resultado é mais de 900 páginas com 109 artigos de 105 autores de referência em 21 capítulos. Para fazer o download gratuito basta acessar o link da Associação.

"O projeto é de extrema importância para o setor, pois permite a divulgação das tendências de mercado e a base teórica e prática dos principais temas que envolvem a suinocultura. Além do mais, a versão digital gratuita permite a ampliação do acesso ao conhecimento e, consequentemente, o fortalecimento do setor", afirma Evandro Poleze, diretor da Unidade de Negócios Suínos da Zoetis.

Entre os temas abordados no livro, o leitor terá acesso às informações sobre manejo, gestão, biosseguridade, estratégias de manejo e melhoramento genético. "Incentivamos nossos profissionais a contribuir com esses projetos, pois um dos principais objetivos da Zoetis é sempre levar conhecimento para o campo. Muitos produtores que estão em fazendas distantes, por exemplo, não tem como viajar para centros de atualização. Por meio desse livro, é possível disseminar o conhecimento dos principais especialistas do setor para a zona rural", afirma Poleze.

Sobre Vivax

Vacina para imunocastração que atua no sistema imunológico do suíno controlando as substâncias envolvidas no odor de macho inteiro, Vivax dispensa a castração cirúrgica em suínos, o que traz uma série de benefícios ao rebanho, reduz o impacto ambiental e melhora substancialmente a produtividade.

Outro benefício do uso da vacina é o consumo reduzido de alimentos por permitir que os animais expressem seu potencial natural de crescimento. Com o uso do produto, também há substancial diminuição da produção de dejetos, reduzindo em 60 litros a menos para cada 500 suínos, o que equivale a uma lagoa a menos de dejetos. Vivax é o primeiro produto veterinário voltado para saúde animal a obter a certificação mundial Environmental Product Declaration – EPD (ISO 14025 — Tipo III), expedida pelo Bureau Veritas Certification da Bélgica — líder em serviços de certificação com mais de 80 mil empresas acreditadas em 140 países.

Zoetis

Zoetis é uma companhia global líder em saúde animal, focada em apoiar os clientes e seus respectivos negócios. Com um legado de 60 anos de história, a Zoetis descobre, desenvolve, fabrica e comercializa medicamentos e vacinas de qualidade, além de oferecer uma linha de produtos para diagnósticos e testes genéticos, somados a uma série de serviços. Com o faturamento de US$ 4,6 bilhões em 2013, a empresa trabalha continuamente para compreender os desafios reais de quem cria e se importa verdadeiramente com os animais em 120 países. Com cerca de 9,8 mil funcionários em todo o mundo, a Zoetis tem uma presença local em cerca de 70 países, sendo que em 11 destes possui 27 fábricas.

Fonte: CDN Comunicação Corporativa
Juliana Ferreira — Jornalista
Telefone: (11) 3643-2845
E´mail: juliana.ferreira@cdn.com.br

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Uma plataforma online, no qual o público são alunos que estão se preparando para entrar nas melhores universidades do país e podem fazer simulados de acordo com a sua área de interesse, saber seus pontos fracos e fortes e ainda terem a chance de ganhar bolsa de estudos em uma escola particular, caso sejam bem classificados. É essa a ideia geral do Software Zeus, criado por três empreendedores da Web Scientia e classificado para o Salão Nacional da Inovação — Rio Info 2014, realizado em setembro.

Os empreendedores são os criadores de três sites específicos para quem está tentando uma vaga em uma universidade: Rumo ao ITA, Futuro Militar e Projeto Medicina. A ideia era atender os alunos que não têm condições de pagar um cursinho preparatório, mas os projetos cresceram e, hoje, atendem também a outros alunos. Os sites contêm material didático, dicas de estudo, artigos relacionados às áreas específicas de interesse, depoimentos de quem foi aprovado, entre outros tópicos.

A plataforma Zeus é nova, foi criada em julho de 2014, mas já é sucesso de acessos e conta com o apoio de vários colégios, que elaboram as provas e premiam os melhores alunos. O público-alvo são os próprios alunos que já acessam os outros sites da empresa – cerca de 250 mil por mês. "É um produto pro-público que a gente já tem", explica Julio Alfredo Moreira Sousa Junior, de 26 anos, um dos sócios da Web Scientia e também um dos criadores da plataforma. Os demais sócios são Rafael Prudente Mamare, 26, e José Adenaldo, 25.

Segundo Julio, a ideia surgiu de pesquisas que eles fizeram com os próprios usuários dos sites da Web Scientia. "Percebemos que o aluno não sabe o que estudar. A plataforma Zeus surgiu para ajudar nesse aspecto. No caminho, vimos também que tínhamos como cliente também, o colégio, que tem interesse em encontrar bons alunos", detalha.

O projeto faz parte do Programa de Incubação de Empresas (Proine) da Universidade Federal de Goias (UFG), que tem parceria com o Sebrae Goiás. Julio destaca o apoio do Sebrae para a viabilização do projeto. Ele e os sócios fizeram o Empretec – seminário que desenvolve as habilidades empreendedoras. "Na época, estávamos criando a nossa empresa e, por sermos três inovadores da área de computação, não entendíamos muito de gestão. Por isso, o curso foi de extrema importância para nós", conta Julio.

Salão

O empreendedor acredita que o projeto tenha sido selecionado para a apresentação no Salão Nacional de Inovação pelo grande número de acessos ao site e também pela tecnologia de ponta utilizada. "É um sistema que, no futuro, poderá até gerar um horário de estudos automaticamente para o aluno que acessa. Como se ele tivesse um professor particular ao lado."

Por enquanto, a plataforma ainda não está disponível o tempo todo, só durante o período dos simulados agendados. Mas o projeto para 2015 é deixar simulados sempre disponíveis e poder disponibilizar uma ferramenta para comparar o desempenho de quem faz os testes com todos os alunos do Brasil que realizarem o mesmo simulado e que estiverem interessados na mesma área que ele. "Queremos que o Zeus tenha um gráfico de desempenho de cada aluno, separado por área e por assunto."

Serviço

Sista Zeus: www.sistemazeus.com.br

Central de Relacionamento Sebrae
Telefone: 0800 570 0800

Fonte: Agência Sebrae de Notícias de Goiás
Telefone: (62) 3280-2268

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O Caron é um site e aplicativo criado para organizar caronas entre cidades, compartilhando os assentos vazios de carros que normalmente trafegam com apenas um passageiro. A ferramenta, disponível para Apple e Android, tem com o objetivo facilitar a organização das caronas. É possível oferecer assentos vazios no carro e também procurar caronas disponíveis, verificando de maneira muito fácil origem, destino e gastos totais da viagem. A ideia surgiu após os criadores identificarem diversos grupos que oferecem este tipo de serviço no Facebook e identificarem a necessidade de algo mais prático.

"Acreditamos que a nova tendência on-line é o grande debate da economia compartilhada, a sharing economy" discutida mundialmente. Ela valoriza o compartilhamento e a racionalização de recursos. É a forma de colocar em prática a sustentabilidade.", diz Helder Santos, fundador do Caron.

Para comemorar o lançamento, o site premiará o mais ativo na mobilidade sustentável, ou seja, quem conseguir convencer mais gente a pelo menos dar uma chance às caronas terá seu esforço recompensado. O usuário do Caron que mais trouxer amigos para a plataforma, via site ou app, ganha um Iphone 5c no dia 14 de novembro de 2014.

Para entender melhor como o aplicativo funciona e quais são as regras da disputa, clique aqui.

Fonte: Ciclo Vivo

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A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) continua com inscrições abertas para o concurso de professor do magistério superior e do ensino básico, técnico e tecnológico para atuação no Instituto Metrópole Digital (IMD). Estão sendo ofertadas seis vagas, uma para cada uma das seguintes disciplinas: Gestão de Tecnologia da Informação, Informática Educacional, Programação de Jogos Digitais, Design de Interação e Interfaces, Práticas de Leituras e Escrita em Língua Portuguesa e Redes de Computadores.

As vagas para Gestão da Tecnologia da Informação e Práticas de Leituras e Escrita em Língua Portuguesa são da categoria Assistente-A e têm carga horária de 20h; as vagas para Informática Educacional, Programação de Jogos Digitais e Design de Interação e Interfaces são da categoria Adjunto-A, em regime de Dedicação Exclusiva, assim como a vaga para Redes de Computadores (magistério do ensino básico, técnico e tecnológico) também é em regime de Dedicação Exclusiva.

As inscrições deverão ser feitas exclusivamente via internet, até às 23h59 do dia 15 de outubro de 2014, por meio do Formulário de Inscrição disposto no site www.sigrg.ufrn.br, menu Concursos. No ato da inscrição o candidato deve escolher o cargo pretendido.

Os interessados devem preencher integralmente o Formulário de Inscrição e, em seguida, imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU), para efetuar o pagamento (R$220,00 para Adjunto-A, R$60,00 para Assistente-A e R$100,00 para Redes de Computadores), no período de 15 de setembro a 16 de outubro. Para efeito de inscrição serão aceitos quaisquer documentos oficiais de identificação com foto.

O candidato devidamente inscrito poderá acessar o Menu Concurso do SIGRH ou da PROGESP (Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas) da UFRN para consultar a validação de sua inscrição, a partir do dia 22 de outubro.

As provas poderão ser aplicadas entre 10 de novembro e 6 de dezembro de 2014. A composição das bancas e os respectivos calendários serão divulgados nos sites do SIGRH ou da PROGESP a partir do dia 4 de novembro. O concurso constará de quatro fases: prova escrita; prova didática; defesa de Memorial e Projeto de Atuação Profissional; e prova de títulos, sendo as três primeiras eliminatórias e a última classificatória.

O edital para o Concurso Público de Provas e Títulos para o cargo de professor do magistério superior na classe "A" está disponível em: progesp.ufrn.br/concurso.php?id=136215390, e o edital para o cargo de professor do magistério do ensino básico, técnico e tecnológico está disponível em: progesp.ufrn.br/concurso.php?id=136215394.

Fonte: Instituto Metrópole Digital

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