O horário brasileiro de verão 2014/2015 começa no dia 19 de outubro, quando os relógios serão adiantados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, adotada para economizar energia no horário de maior consumo, vai até o dia 22 de fevereiro do ano que vem.

Pelo decreto que instituiu o horário de verão, a medida deve ser iniciada sempre no terceiro domingo de outubro e encerrada no terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente. Mas, no ano em que houver coincidência com o domingo de carnaval, o fim do horário de verão deve ser no domingo seguinte. Como em 2015 o carnaval será no dia 17 de fevereiro, o horário de verão deverá acabar no dia 22 de fevereiro. O objetivo é evitar que, em meio a um feriado, alguns esqueçam de ajustar os relógios.

O horário de verão, instituído pela primeira vez em 1931, é adotado sempre nesta época do ano para aproveitar melhor a luminosidade natural do dia e reduzir o consumo de energia, que cresce naturalmente por causa do calor e do aumento da produção industrial às vésperas do Natal. Com o horário de verão é possível reduzir a demanda por energia no período de suprimento mais crítico do dia, entre as 18 e as 21 horas, quando a coincidência da utilização de energia elétrica por toda a população provoca um pico de consumo. Com a redução, o uso de energia gerada por termelétricas pode ser evitado, reduzindo o custo da geração de eletricidade.

Segundo o Ministério de Minas e Energia (MME), nos últimos anos a redução média da demanda de energia tem sido em torno de 5% nas regiões onde foi aplicado o horário de verão. "As análises também demonstram que a redução da demanda de ponta tem evitado novos investimentos, da ordem de R$ 2 bilhões por ano, na construção de usinas geradoras de energia. A economia no consumo de energia, em megawatt-hora, em torno de 0,5%, é considerada como ganho decorrente, ou marginal, mas não pode ser desprezado", informa o ministério.

Fonte: Agência Brasil
Sabrina Craide – Repórter
Stênio Ribeiro – Edição

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O gado Jersey produz leite de alta qualidade. Ele se adaptou muito bem na metade sul do Rio Grande. O segredo de rebanho é boa genética e manejo adequado, com alimentação suficiente e higiene. Você vai agora conhecer o trabalho da família Roll, do município gaúcho de Cerrito. Fonte: Emater/RS-Ascar

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Economia solidária é um meio alternativo de produção, distribuição e consumo, que valoriza o ser humano e não o capital. Sua base é associativista e cooperativista, voltada para produção, consumo e comércio de bens e serviços de modo autogerido com foco na sustentabilidade. O sociólogo Marco Aurélio de Oliveira Filho destaca a importância de buscar alternativas de produção mais orgânicas, que respeitem o ser humano e a natureza. Na Unesp de Bauru, conversamos com os integrantes do projeto Incop (incubadora de corporativas), Bruno Sotero e Débora Freitas compartilharam suas experiências e a professora Raquel Cabral conta sobre a atuação do projeto na comunidade, sem se esquecer do meio ambiente. Fonte: TV Unesp

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A partir de janeiro de 2015, a Guia de Trânsito Animal Eletrônica (e-GTA) será obrigatória para o transporte interestadual de animais vivos, ovos férteis e outros materiais de multiplicação animal. A e-GTA passa a ser obrigatória também para o transporte inter e intraestadual de animais vivos destinados ao abate em estabelecimentos sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF).

A alteração foi feita na Instrução Normativa nº 19, que regulamenta o uso da Guia de Trânsito Animal. O prazo para adequação será de 180 dias após a publicação do novo texto no Diário Oficial da União (DOU), que foi feita no dia 3 de outubro deste ano.

O e-GTA contém informações a respeito da origem do animal, tais como o código do estabelecimento e da exploração pecuária, nome do produtor rural, nome do município e o destino para o qual o animal está sendo levado.

A atualização das informações cadastrais dos estabelecimentos de origem e de destino será de responsabilidade dos Órgãos Executores de Sanidade Agropecuária (OESAs), devendo estar inseridas na Base de Dados Única (BDU), da Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), conforme procedimentos definidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A implementação da e-GTA, que anteriormente era apenas facultativa, adotada por alguns estados, já trouxe avanços ao Sistema de Defesa Agropecuária Brasileiro, incentivando os Serviços Veterinários Estaduais a atualizarem o cadastro das propriedades rurais e propiciando agilidade na transmissão de dados entre as Unidades Federativas de origem e de destino.

Outra melhoria é o acesso imediato do Departamento de Saúde Animal (DSA) à Base de Dados da Plataforma de Gestão Agropecuária do Mapa. Essas informações eram disponibilizadas por meio de planilhas, tornando o processo de coleta e análise de dados mais demorada. A fiscalização nas estradas é realizada pelos Serviços Veterinários Estaduais, nas barreiras intra e interestaduais.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Rossana Gasparini – Jornalista
Telefone: (61) 3218-2461

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Escassez, desperdício e contaminação dos mananciais. A atual crise da água que a maior cidade do mais populoso estado do país enfrenta é reflexo da má gestão dos recursos hídricos que só vem se agravando ao longo dos anos. E, infelizmente, essa realidade não se restringe a São Paulo, mas pelo contrário, afeta grandes e pequenas cidades em todo o Brasil, acostumadas a tratar com desleixo e falta de cuidados esse insumo fundamental para a vida de todos.

Mesmo diante desse quadro, nossos candidatos à Presidência da República como também a Governadores de Estado não têm dado ao tema a merecida e urgente importância. Em documento que acaba de ser publicado – clique aqui – a Agenda demanda aos candidatos assumirem o compromisso com uma série de metas e ações que garantam a todos os brasileiros o acesso a água de boa qualidade, a preservação de nascentes, rios e mananciais e o combate ao desperdício, entre outras medidas urgentes e inadiáveis.

Segundo o trabalho divulgado pelo movimento, a questão da água ganha contornos ainda mais dramáticos no Semiárido brasileiro secularmente afetado pela seca, região na qual milhões de famílias continuam a sofrer com a falta de água potável, fome e desnutrição, muito mais em função de políticas públicas ineficientes ou mesmo ausentes promotoras do direito ao acesso e de adaptação e mitigação de mudanças climáticas.

Para Telma Rocha, da Fundación Avina, que há sete anos vem promovendo a organização de comunidades para o acesso à agua de milhões de latino-americanos, é imprescindível que os governantes de todos os âmbitos planejem a gestão da água de forma integral e com a participação da sociedade. "Está comprovado que se evitam os colapsos na oferta de bens públicos, onde as pessoas estão organizadas e conseguem colaborar com o poder público", conclui Telma.

Sobre a Agenda Brasil Sustentável

É um conjunto de princípios e compromissos, condensados em sete eixos estratégicos, que tem por objetivo o comprometimento de candidatos aos cargos executivos estaduais e federal com o desenvolvimento sustentável do país, por meio de propostas concretas.

Busca também articular as políticas públicas nacionais com aquelas que definirão os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

A plataforma não concorre e nem substitui iniciativas de organizações, inclusive as que o compõem. Ao contrário, quer fazer sinergia com elas antes, durante e após o período eleitoral, na proposição e no monitoramento dos programas apresentados pelos candidatos.

Os compromissos propostos para os candidatos se dividem em 7 eixos:

Respeito aos limites do planeta
Integridade e transparência
Reforma Política e fortalecimento da democracia
Garantia dos direitos com redução das desigualdades
Economia para a sustentabilidade
Valorização do trabalho
Gestão Pública

Fonte: Agenda Brasil Sustentável

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Zoológicos, criadores científicos, além de abatedouros e frigoríficos de animais silvestres, como jacaré e capivara, devem se recadastrar, desde o dia 6 de outubro de 2014, junto ao Ibama. O órgão fará o recadastramento dos empreendimentos utilizadores de fauna silvestre até o dia 6 de dezembro, para atualizar informações no Sistema Nacional de Gestão de Fauna Silvestre — SisFauna. Quem não fizer o procedimento, estará sujeito a sanções. Fonte: TV NBR

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A Bolsa de Valores Ambientais do Rio de Janeiro (BVRio) vai receber o título de Líder de Ação Climática da Rede de Regiões para a Ação Climática (R20), em reconhecimento ao trabalho de desenvolvimento de mercados ambientais apresentado nos últimos anos. A organização não governamental (ONG) R20 foi criada em 2010 pelo ator Arnold Schwarzenegger, quando era governador do estado norte-americano da Califórnia. Seu objetivo é ajudar governos regionais de todo o mundo na implementação de projetos que tenham como foco o desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas. O governo fluminense aderiu à R20 no ano passado.

A premiação foi recebida com "satisfação e surpresa", pelo diretor da BVRio e presidente da Plataforma de Negociação de Ativos Ambientais da Bolsa (BVTrade), Maurício Moura Costa. Ele receberá o prêmio nos dias 11 e 12 de outubro de 2014, em Paris (França), durante a Cúpula Mundial de Governos Regionais para o Clima, organizada pela R20.

Costa disse ontem (07/10/14) à Agência Brasil que a R20 atua com interlocutor de governos regionais e de comunidades de negócios dessas regiões e estados, sejam elas financeiras ou de empreendedorismo. "No final das contas, o objetivo que eles têm é fazer a ligação entre os setores financeiros, empreendedores, empresas e governos regionais para a implementação de políticas de combate às mudanças climáticas.

Foi nesse âmbito que o nome da BVRio surgiu entre as lideranças que estariam fazendo ações inovadoras no Rio de Janeiro", manifestou. A R20 trabalha com mais de 560 governos subnacionais, o setor privado relacionado a tecnologias de baixo carbono, investidores, instituições filantrópicas, ONGs e o setor acadêmico.

Durante a cúpula, em Paris, serão debatidos temas que vão pautar a próxima Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21), que ocorrerá na capital francesa em 2015. "Será um aquecimento para a COP do ano que vem", definiu Costa. "O objetivo é conseguir os posicionamentos tanto de governos regionais, como do setor privado, como uma forma de tentar pautar o que vai ser discutido na COP de Paris".

A BVRio trabalha no mercado do setor florestal, com a regularização de imóveis rurais, e também no mercado relacionado a resíduos sólidos, para dar cumprimento à Política Nacional de Resíduos Sólidos, que determina, entre outras medidas, que todos os lixões do país sejam fechados. Em outras frentes, a Bolsa de Valores Ambiental desenvolveu uma plataforma digital para que a Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo fizesse uma simulação de mercados de carbono com grandes empresas. "São iniciativas diferentes, inovadoras".

Para 2015, a BVRio pretende consolidar esses dois mercados que estão estruturados e necessitam elevar os volumes de negócios para poder impactar as políticas públicas florestal e de resíduos. Maurício Moura Costa adiantou que outro foco de interesse no próximo ano é tentar promover o mercado de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) ambientais. Há, segundo ele, um grande esforço efetuado por diversos atores para que a produção de commodities tenha um viés de sustentabilidade.

Costa disse que esses nichos de produção, que incluem commodities como soja, açúcar, cacau, madeira, entre outras, ainda são incipientes em termos de sustentabilidade. "A gente acha que pode contribuir para que esses mercados se desenvolvam e passem de mercados do tipo especificidades para mercados mais amplos que atendam a uma quantidade maior de demandas".

A Bolsa de Valores Ambientais BVRio é uma instituição de abrangência nacional, criada em 2011 em parceria entre os setores empresarial, público e terceiro setor, dentro da visão de que mecanismos de mercado são instrumentos eficientes de execução de políticas públicas ambientais e de desenvolvimento sustentável. Por meio da plataforma BVTrade, a chamada Bolsa Verde apoia o desenvolvimento de mercados ambientais em todo o Brasil. Por meio da BVRio, por exemplo, produtores e proprietários rurais podem ganhar dinheiro preservando a vegetação nativa de seus imóveis, entre outros projetos.

Fonte: Agência Brasil
Alana Gandra – Repórter
Fábio Massalli – Editor

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