O município de Cerro Largo, no noroeste gaúcho, é uma colônia alemã em plena região das Missões. Ali predomina a agricultura familiar. Eo seu Roque Webler é uma agricultor interessado em novas tecnologias. Ele tem uma produção agrícola diversificada na propriedade. Etambém testa variedades de batata-doce, adaptadas ao clima da região, um trabalho integrado com a Embrapa e a Emater/RS-Ascar. Fonte: Emater/RS-Ascar

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O nível do mar aumentou 20 centímetros nos últimos 100 anos, um fenômeno sem precedentes em milênios, mostra estudo divulgado ontem (14/10/14) na Austrália. A pesquisa, publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences, analisa as flutuações do nível do mar nos últimos 35 mil anos com base nas mudanças no volume de gelo na terra.

"Nos últimos seis mil anos, antes de começar a aumentar o nível da água, o nível do mar foi bastante estável", disse um dos coautores do estudo, Kurt Lambeck, pesquisador da Universidade Nacional Australiana.

Lambeck explicou que, durante esses milênios, não foram encontradas provas de oscilações de 25 a 30 centímetros em períodos de 100 anos, mas que essa tendência mudou a partir do processo de industrialização, com um aumento que classificou como incomum.

"Nos últimos 150 anos, assistimos a um aumento do nível da água à velocidade de vários milímetros por ano e nos nossos registos mais antigos não verificamos um comportamento similar", disse o cientista, vinculando esse fenômeno ao aumento da temperatura do planeta.

A investigação concluiu ainda que, mesmo assim, as flutuações naturais do nível do mar nos últimos seis mil anos foram menores do que sugeriam estudos anteriores.

"Esse ponto foi bastante polêmico porque muita gente assegurava que o nível do mar tinha oscilado em grandes quantidades, vários metros em centenas de anos, e não encontramos provas que o demonstrem", acrescentou Lambeck.

O estudo aborda também a complexa relação entre o degelo e o aumento do nível dos oceanos, no qual intervêm fatores como a gravidade, que provoca aumento no nível do mar em algumas áreas e queda em outras.

Fonte: Agência Lusa

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No Paraná, a diferença entre o ganho mensal médio do trabalhador urbano em comparação com o rendimento do rural teve diminuição significativa em pouco mais de uma década: em 2001, os valores pagos eram de R$ 432 e R$ 216, respectivamente. A diferença de 100% caiu para 62% em 2013, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números do IBGE apontam uma evolução de 26,55% na renda do trabalhador do campo entre 2011 e 2013. Com a variação positiva, o ganho médio da mão de obra no meio rural passou de R$ 659 para R$ 834 no período. A renda média urbana está em R$ 1.351.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, afirma que as políticas públicas para melhorar a qualidade de vida de quem trabalha na terra e os avanços tecnológicos do setor agropecuário foram fundamentais para a redução da diferença de renda.

"Os programas institucionais têm importante papel para a melhoria da qualidade de vida e da renda do pequeno e do agricultor familiar. Com a tecnologia houve aumento de produtividade. O pequeno agricultor passou a produzir resultados, o que reflete em sua renda e estimula a permanência ou o retorno das pessoas ao campo", avalia Ortigara.

Entre os vários programas do governo voltados à agricultura familiar, Ortigara também cita a retomada do programa de calcário, a melhoria de manejo e boas práticas com economia no uso de agroquímicos e a readequação das estradas rurais, que gera economia no frete. "A produção para a merenda escolar criou um mercado cativo para eles. Também há os programas sociais, como a construção de casas rurais e sistema de abastecimento de água", completa o secretário.

Entre os exemplos de economia na produção agrícola está o Manejo Integrado de Pragas, houve redução de 5 para 1,3 aplicação de agrotóxicos, com economia de R$ 280 por hectare. A adoção do Manejo Integrado de Doenças reduziu de duas para 0,7 aplicação de agroquímicos. Com isso, o gasto cai em R$ 215 por hectare.

Para Julio Takeshi Suzuki Júnior, diretor do Centro de Pesquisas do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), a adoção de políticas públicas viabiliza economicamente os micros e pequenos produtores rurais.

"Esses programas buscam principalmente elevar a renda no campo. Por isso, a queda substancial da diferença entre o rendimento médio dos residentes no meio urbano e o da população rural paranaense, apontada pelo IBGE, sinaliza a redução das desigualdades sociais e regionais no Estado", explica Suzuki.

Programas

Hoje, o Governo do Estado desenvolve diversos programas em benefício dos agricultores, especialmente para a agricultura familiar. A volta da distribuição de calcário exigiu um investimento de R$ 45 milhões desde 2011. Neste ano a previsão é atingir 35 mil pequenos produtores nos 399 municípios paranaenses.

O programa Estradas da Integração prevê o calçamento de 1,28 mil quilômetros de estradas rurais com pedras irregulares, além de 35 quilômetros com blocos sextavados. A melhoria atingirá 248 municípios com investimento de R$ 238,3 milhões a serem repassados às prefeituras.

O objetivo é manter a trafegabilidade em trechos críticos, contribuir para que produtores rurais tenham transporte seguro de insumos e safras agrícolas e também para que as comunidades tenham suas necessidades básicas atendidas, especialmente no que se refere à saúde, transporte escolar, lazer e abastecimento.

Dentro do programa há o trabalho de adequação e melhorias de estradas rurais com a Patrulha do Campo, que envolve o Governo do Estado em parceria com consórcios municipais. Até o momento, as primeiras 30 patrulhas foram destinadas a 20 consórcios, integrados por 200 municípios.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar), que coordena o projeto, já foram adequados 2,8 mil quilômetros de estradas, beneficiando mais de 350 mil pessoas, entre agricultores, alunos e moradores da área rural. Também foram capacitados 1.140 técnicos e operadores de máquinas para a execução do serviço.

Outro exemplo de política pública voltada para a agricultura familiar é o incentivo que o governo estadual dá à pecuária leiteira, importante atividade de diversificação de produção que ocupa a mão-de-obra da propriedade e é fonte de renda mensal para as famílias. Em busca da produção sustentável e aumento da competitividade, o investimento é direcionado para as áreas de melhoramento da alimentação e da genética dos animais, além de sistemas comunitários de resfriamento de leite em várias regiões. Até o momento foram investidos aproximadamente R$ 15,5 milhões.

Há ainda o Pró-Rural, que estabeleceu investimentos para estimular a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida no meio rural, especialmente nos municípios do Centro do Estado e do Vale da Ribeira. Como parte do projeto, foram liberados R$ 28,9 milhões, em recursos do Banco Mundial (Bird), para a melhoria da infraestrutura rural.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná
Arnaldo Alvex – Jornalista

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O Credit Suisse Research, o grupo de pesquisa do banco suíço, divulgou ontem (14/10/14) seu relatório global sobre renda, o Global Wealth Report 2014, confirmando o que o grupo Oxfam, em outros estudo, havia apontado no início do ano: a parcela 1% mais rica do mundo possui praticamente metade da riqueza global. O relatório também mostra que a desigualdade continua crescendo, ecoando a acusação de ONGs de que a recuperação econômica da crise de 2008 "beneficiou os mais ricos".

Segundo o estudo, o grupo 1% mais rico da população global possui mais de 48% da riqueza mundial. Os pesquisadores alertam que a crescente desigualdade poderá gerar recessão. Uma pessoa precisa de apenas US$ 3.650 — incluído neste cálculo o valor patrimonial de moradia — para estar na metade dos mais ricos do mundo. No entanto, é necessário mais de US$ 77 mil para pertencer aos 10% mais ricos; e US$ 798 mil, para estar no topo dos 1%.

"Considerado em conjunto, a metade mais pobre da população global tem menos de 1% da riqueza total. Num contraste agudo, os 10% mais ricos detêm 87% da riqueza do mundo, e o 1% do topo mais rico possui 48,2% dos ativos globais", ressalta o Global Wealth Report 2014.

O relatório mostra que a riqueza global cresceu para um novo recorde: US$ 263 trilhões — mais de o dobro dos US$ 117 trilhões calculados em 2000. O aumento da riqueza global de US$ 20 trilhões em relação ao ano passado é o maior já registrado desde 2007. Esse volume vem crescendo desde 2008 e está hoje 20% acima do pico alcançado antes da crise, mostrou o estudo.

Brasil adormecido

O relatório faz uma apresentação geral, explica sua metodologia de pesquisa e analisa os processos de concentração de riqueza e desigualdade de renda. Depois analisa o caso específico de 16 países economicamente importantes, entre eles, os Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha, assim como o Brics.

Com respeito ao Brasil — cujo título do capítulo foi "O gigante adormecido" — os pesquisadores afirmaram que a renda familiar triplicou entre 2000 e 2014, avançando de US$ 7.900 por adulto para US$ 23.400. Mas os extremos da pirâmide continuam muito desiguais, com os muito ricos cada vez mais ricos e a parcela da extrema pobreza cada vez mais miserável.

"Igual a outros países latino-americanos, o Brasil possui mais gente na faixa entre US$ 10 mil e US$ 100 mil na comparação com o resto do mundo, mas um número menor nos dois extremos. Isso pode dar uma impressão enganosa de que a desigualdade está abaixo da média", aponta o relatório.

"Na verdade, a desigualdade está relativamente alta, conforme mostra o coeficiente de Gini de 82% e pelo fato de o Brasil ter 225 mil milionários e 296 mil adultos no topo dos 1% mais ricos. O nível relativamente alto de desigualdade de renda, que por sua vez se deve em parte ao padrão desigual de educação da população e a persistente divisão entre os setores formais e informais da economia."

Desigualdade crescente

No início do ano, o grupo ativista contra a pobreza Oxfam publicou um estudo, no qual mostrava que as 85 pessoas mais ricas do mundo possuíam, juntas, uma riqueza acumulada equivalente aos 3,5 bilhões mais pobres da população global.

"Esses dados (o estudo do Credit Suisse) reforçam as provas de que a desigualdade é extrema e crescente, e de que a recuperação econômica após a crise financeira foi direcionada a favor dos mais ricos" disse Emma Seery, diretora de Desigualdade da Oxfam. "Nos países pobres, o aumento da desigualdade significa a diferença entre crianças que têm a chance de ir à escola e doentes que têm acesso a tratamento que lhes salva a vida."

Nos Estados Unidos, a riqueza cresceu até US$ 12,3 trilhões em relação ao ano passado, volume equivalente ao que o país perdeu durante a crise financeira.

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Os analistas do Credit Suisse fizeram referência ao debate que emergiu na mídia global com a publicação do livro "O capital no século XXI", do economista francês Thomas Piketty, sobre as tendências a longo prazo à desigualdade. Segundo ele, enquanto a desigualdade havia crescido em muitos países fora do G-7 (o grupo dos sete países mais ricos do mundo), no grupo das economias mais desenvolvidas, apenas no Reino Unido a desigualdade crescera desde a virada do século.

"Apenas um deles, o Reino Unido, registrou aumento da desigualdade no período 2000-2014 e apenas três mostraram um aumento após 2007: França, Itália e Reino Unido", aponta o relatório.

A China, por sua vez, tem mais pessoas no grupo dos 10% mais ricos do mundo do qualquer outro país, à exceção de Estados Unidos e Japão, ocupando agora a terceira posição no ranking, superando França, Alemanha e o Reino Unido.

Fonte: O Globo

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Uma pesquisa do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), revela que 84% dos jovens rurais não querem trocar o campo pela cidade. Para garantir isso, o Ministério desenvolve programas de acesso à terra e de apoio à produção, com linhas voltadas à juventude rural. Um deles é o Programa Nossa Primeira Terra, que disponibiliza crédito para pessoas entre 18 e 29 anos, com juros de 1% ao ano para obtenção de terras. Os jovens ainda contam com serviços de assistência técnica e extensão rural. Fonte: TV NBR

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Para intensificar o processo de inovação tecnológica na agricultura familiar, o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Laudemir Müller, assinou no dia 13 de outubro de 2014, em Brasília (DF), termo de cooperação técnica com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

O acordo vai garantir maior integração entre agentes de instituições de pesquisas agropecuárias, ensino, assistência técnica e extensão rural (Ater) e organizações de agricultores familiares. Além disso, a parceria pretende potencializar os processos produtivos e gerenciais de agricultores familiares e a qualificação de agentes de extensão rural.

Segundo o secretário Caio Rocha da SDC, o conhecimento e a tecnologia são os principais insumos para melhorar a rentabilidade do produtor. "Este é um processo de motivação do conhecimento, por meio do qual os produtores podem otimizar sua produção".

Inicialmente, o termo de cooperação pretende capacitar cerca de 4 mil técnicos e beneficiar diretamente mais de 400 mil produtores rurais por meio do compartilhamento de informações, conhecimento e assistência técnica.

Participaram do evento, além do Ministro do MDA, o presidente da Embrapa, Maurício Antonio Lopes e o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Caio Rocha.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Gustavo Chaves Lopes – Jornalista
Telefone: (61) 3218-3086

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Com a proposta de fornecer subsídios para o desenvolvimento de pesquisas, a editora Best Writing publicou o livro Elabore projetos científicos competitivos: Biológicas, Exatas e Humanas, de Gilson Volpato e Rodrigo Barreto, professores do Instituto de Biociências de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

A obra traz orientações para o processo de criação científica desde a idealização da pesquisa à sua submissão para publicação, tratando da cultura da área. De acordo com Gilson Volpato, o objetivo é auxiliar os pesquisadores brasileiros a adequar seus objetivos de pesquisa e a forma como eles são apresentados à realidade internacional.

"Fornecemos orientações para que seja construído um projeto científico de bom nível, competitivo entre os melhores da sua área, por meio de uma profunda reflexão sobre a boa ciência", disse o autor à Agência Fapesp.

Os autores oferecem um passo a passo da elaboração de projetos, passando pela estruturação lógica dos seus objetivos, redação do texto e a submissão para publicação, considerando ainda assuntos de ordem financeira e relacionados à cultura da comunidade científica.

Os capítulos iniciais do livro abordam o universo do fomento à pesquisa e dos editais. Em seguida, é explicado como se faz um projeto científico competitivo, por meio do "método lógico para redação científica", desenvolvido por Volpato.

De acordo com o método, a redação científica deve se pautar pela lógica da pesquisa e não por costumes acadêmicos. "É preciso iniciar com uma busca por projetos interessantes, superando-se alguns mitos da comunidade científica, como o que diz que pesquisa de qualidade deve ser cara."

Na sequência, o livro foca na redação científica, orientando sobre como transformar o projeto em um texto bem estruturado. Ao final, discute questões financeiras relacionadas ao desenvolvimento de projetos científicos.

"O desenvolvimento de um projeto envolve custos e esse assunto vai além de questões técnicas, relacionadas à contabilidade monetária e à documentação que comprova os gastos. É preciso, além disso, discutir a relação entre custos e qualidade científica", disse o autor.

Os autores

Gilson Volpato e Rodrigo Barreto são professores do Departamento de Fisiologia do IBB-Unesp e, além da docência e da pesquisa na área do comportamento animal, dedicam-se ao ensino da ciência e da redação científica.

Volpato é autor de uma série de livros na área, entre eles o Dicionário crítico para redação científica, Método lógico para a redação científica, Bases teóricas da redação científica, Publicação científica, Administração da vida científica, Pérolas da redação científica, Dicas para redação científica, Ciência: da filosofia à publicação e Estatística sem dor!, em coautoria com Barreto, que também ministra palestras e cursos sobre o tema.

Elabore projetos científicos competitivos: Biológicas, Exatas e Humanas
Autores: Gilson Volpato e Rodrigo Barreto
Lançamento: 2014
Preço: R$ 49,90
Páginas: 177

Mais informações: Editora Best Writing

Fonte: Agência Fapesp
Diego Freire – Jornalista

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A Universidade Estadual de Londrina (UEL) abre no dia 20 de outubro de 2014 as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado (PSS) que prevê a contratação temporária de 31 professores de várias áreas, bem como para formação de cadastro de reserva.

As inscrições serão realizadas entre 20 e 24 de outubro, diretamente nas secretarias dos respectivos Departamentos, nos Centros de Estudos. As inscrições variam de R$ 61,00 a R$ 142,00, de acordo com a área e a carga horária. O edital completo pode ser acessado no endereço www.uel.br/prorh.

Os candidatos serão avaliados por meio de prova didática e de avaliação de título, que serão aplicadas entre os dias 17 e 21 de novembro. Os interessados precisarão comprovar formação específica na área, considerando especialização, mestrado e doutorado . O PSS terá validade de dois anos, com possibilidade de prorrogação.

Estão sendo oferecidas oportunidades nas áreas de Sociologia; Ciência Política; Língua Francesa/Tradução; Língua Inglesa/Língua Inglesa para Fins Específicos; Psicologia Social e Institucional/Psicologia Escolar; Matemática/Álgebra; Física Nuclear Aplicada/Metodologias Nucleares Analíticas ou de Imageamento com Raios X ou Gama; Física da Matéria Condensada/Propriedades Ópticas de Materiais Semicondutores; Geografia/Ensino de Geografia.

O PSS também oferece vagas nas seguintes áreas: Administração/Recursos Humanos; Medicina/Ortopedia e Traumatologia; Medicina/Cirurgia do Aparelho Digestivo; Fisioterapia/Fisioterapia em Saúde Coletiva; Pediatria/Enfermaria de Pediatria; Didática/Didática Geral; Psicologia da Educação/Aprendizagem e Desenvolvimento Humano; Psicologia da Educação/Educação Especial/LIBRAS; Jornalismo/Fotojornalismo; Jornalismo/Radiojornalismo e Jornalismo/Telejornalismo.

Ciências Sociais Aplicadas/Ciência da Informação/Biblioteconomia/ Organização da Informação e do Conhecimento; Ciências Sociais Aplicadas/Ciência da Informação/Biblioteconomia. Arte Visual/Expressão Bidimensional/História; Teoria e Crítica Arte Visual/Expressão Bidimensional/Desenho e Pintura; Urbanismo/Planejamento Urbano; Estruturas/Concreto; Estruturas/Resistência dos Materiais/Mecânica das Estruturas; Conforto Ambiental e Eficiência Energética em Edificações; Educação Física/Atividade Física Relacionada à Saúde/Atenção Básica à Saúde.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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