Os LEDs que valeram o Prêmio Nobel de Física e que já ocupam lugar de destaque na gravação de mídias digitais e em iluminação estão agora avançando rumo à agricultura. Um grupo de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba (SP), está melhorando o rendimento das culturas usando o que eles chamam de "suplementação luminosa".

"Uma das principais vantagens dessa tecnologia é poder complementar a radiação solar em regiões com menor incidência de luz ou poder iluminar partes da planta que recebem menor luz proveniente do sol pelo sombreamento," explica a pesquisadora Simone da Costa Mello, coordenadora do do Grupo de Estudos e Práticas em Olericultura.

Os primeiros testes, feitos em hortaliças, mostraram um acréscimo de 15% na produtividade de minitomates com o uso de barras de LED para fornecer a iluminação adicional. Os ganhos são obtidos sobretudo pelo aumento da eficiência fotossintética da cultura, devido à distribuição vertical mais homogênea da luz.

"O primeiro experimento está sendo realizado em ambiente protegido climatizado, composto por sistema de resfriamento evaporativo. O cultivo das plantas leva substrato inerte e a nutrição é feita por meio de solução nutritiva aplicada via sistema de irrigação por gotejamento," explica Simone.

Azul e vermelho

As barras de LED são compostas por 20% de LEDs azuis e 80% de LEDs vermelhos, que emitem 220 µmol de fótons por metro quadro por segundo. Cada barra tem 2,47 metros (m) de comprimento, 0,76 m de altura e 0,48 m de profundidade, e a vida útil das lâmpadas é estimada em 25.000 horas.

A explicação para essa combinação de cores é que os LEDs vermelhos e azuis emitem comprimentos de onda do espectro luminoso que são empregados no processo fotossintético, processo bioquímico essencial para o crescimento e desenvolvimento das plantas.

"O uso de barras de LED colocadas na altura das partes da planta que recebem menos radiação pode aumentar a produtividade porque a planta irá realizar mais fotossíntese e produzir energia para a produção de frutos", explica a pesquisadora.

A primeira parte da pesquisa termina em dezembro de 2014 e o estudo será conduzido por mais um ano. Até o momento, foi possível quantificar acréscimo em torno de 15% na produtividade do minitomate. Contudo, o percentual total de aumento da produção só será determinado no final do período de condução do experimento, quando forem feitas todas as colheitas.

Fonte: Inovação Tecvnológica

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Apenas no Distrito Federal, cerca de 800 árvores precisam ser arrancadas todos os anos pelo poder público. Na maioria dos casos, a providência é necessária porque as espécies ameaçam cair sobre carros e casas ou foram plantadas em locais incorretos. Nesta edição, o programa Momento Ambiental explica porque tanta gente ainda resiste à ideia do corte de árvores e apresenta as alternativas para reduzir as substituições. O programa também mostra novos aparelhos que prometem deixar mais precisos, os diagnósticos que antecedem o corte. Fonte: TV Justiça

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Quando sua franquia de dados acaba, a operadora geralmente mantém seu plano funcionando a uma velocidade reduzida, como 32 Kbps ou 64 Kbps, sem cobrar nada a mais. É pífio, mas ainda permite receber mensagens e manter você conectado. Infelizmente, isso está prestes a mudar.

A Vivo confirmou que, a partir de novembro, vai cortar o acesso à internet quando sua franquia de dados acabar. Para restabelecer a conexão, você terá que pagar por um pacote adicional. Fontes dizem ao jornal O Globo que Oi, TIM e Claro vão fazer o mesmo. Isso valerá para clientes pré e pós.

Vivo

Na Vivo, a mudança começa entre os clientes pré-pagos: se você consumir toda a franquia de dados, terá que pagar mais para continuar conectado.

Por exemplo, o plano Vivo Tudo oferece 75 MB por semana. Se você consumir tudo e quiser mais, precisa pagar R$ 2,99 para ter mais 50 MB, com validade de até sete dias — é possível ativar o pacote via SMS.

O mesmo vale para quem compra o plano Internet Pré de 200 MB. Segundo o Tecnoblog, a Vivo explicava nesta página (misteriosamente removida):

A partir do dia 06 de novembro, ao atingir a franquia do pacote, o acesso à internet será interrompido. Para voltar a navegar você pode esperar a renovação do pacote, ou contratar o Vivo Internet Adicional 50 MB por R$ 2,99 com validade de até 7 dias.

A Vivo diz que vai avisar todos os seus clientes desta mudança "com a antecedência necessária". Por lei, isso deve ser notificado com 30 dias de antecedência.

Ela também diz ao Globo que "o mesmo ajuste deverá ser implementado futuramente para os clientes de planos pós-pagos". Na verdade, já existe um pacote adicional da Vivo para clientes pós: você pode pagar R$ 9,90 para obter 300 MB adicionais quando a franquia acabar. No entanto, ainda é possível navegar com velocidade reduzida sem pagar nada a mais… por enquanto.

Fonte: Gizmodo

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O Ministério do Meio Ambiente (MMA) informou ontem (20/10/14) que as informações do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do instituto Imazon não são oficiais e, portanto, não reconhecidas pelo governo federal. Em nota, o MMA esclarece que os dados oficiais do desmatamento na Amazônia Legal são do Projeto de Monitoramento da Floresta Amazônica por Satélites (Prodes), sistema do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que é divulgado uma vez por ano em novembro, mês escolhido por anteceder a Conferência das Partes de Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (ONU), que este ano será em Lima, no Peru, de 1º a 12 de dezembro.

O Imazon divulgou em outubro os dados do SAD que detectaram 838 quilômetros quadrados (km²) de desmatamento na Amazônia Legal em agosto e setembro deste ano. Isso representou um aumento de 191% em relação ao mesmo período do ano passado, quando os alertas indicaram 288 km² de desmatamento. O instituto, fundado em 1990, promove o desenvolvimento sustentável na Amazônia por meio de estudos, apoio à formulação de políticas públicas, disseminação ampla de informações e formação profissional.

Devido à cobertura de nuvens, o sistema do Imazon monitorou 93% da área florestal, enquanto, em setembro de 2013, o monitoramento cobriu uma área menor do território, 79%. Segundo a organização, o SAD é similar ao Sistema de Detecção de Mapeamento em Tempo Real (Deter), feito mensalmente pelo Inpe, com o uso de imagens que permitam detectar desmatamento com área maior que 25 hectares e que serve apenas para orientar a fiscalização em terra.

Desde o início do ano, a pedido da fiscalização, a divulgação do Deter ocorre de acordo com o planejamento das operações contra o desmatamento, sem periodicidade definida, explica a nota do MMA. Neste ano, os dados foram divulgados três vezes. Na última vez, em julho, havia um acumulado de 3.035 km² de alertas de desmatamento entre agosto de 2013 e julho de 2014, o período de referência para cálculo do desmatamento na Amazônia Legal. De agosto de 2012 a julho de 2013, foram emitidos 2.765 km² de alertas, aumento de 9,76% em um ano.

O ministério diz ainda que, com a divulgação dos dados do Prodes, no final deste ano, está previsto o anúncio do Novo Deter, um aprimoramento do sistema que usará imagens de satélite com resolução mais precisa, que capta área de 6,25 hectares.

Em 2013, após quatro anos em queda, a taxa de desmatamento medida pelo Prodes cresceu 29% em relação ao período anterior — agosto de 2011 a julho de 2012. O Prodes, o Projeto de Mapeamento da Degradação Florestal na Amazônia Brasileira (Degrad) e o Deter formam o conjunto de sistemas para o monitoramento e acompanhamento do estado da Amazônia Legal.

Fonte: Agência Brasil
Andreia Verdélio – Repórter
Nádia Franco – Edição

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Estão abertas as inscrições para o Programa de Pós-Graduação em Agronomia — Produção Vegetal da Universidade Federal do Paraná (UFPR). São ofertadas vagas para mestrado e doutorado, sendo 14 para a linha de pesquisa Manejo de Culturas, 16 para Manejo em Fitossanidade e Impacto Ambiental, 10 em Morfogênese e Biotecnologia de Plantas e 10 em Produção Vegetal em Sistemas Integrados. O programa não define previamente quantas vagas são para mestrado ou doutorado.

As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de outubro de 2014, diretamente na Secretaria do programa, no Setor de Ciências Agrárias, das 8 às 11h30 e das 13 às 16 horas, ou pelo correio (via Sedex), valendo para validação da inscrição a data de postagem.

A seleção será composta de duas etapas eliminatórias: um exame escrito e uma entrevista com apresentação do pré-projeto de pesquisa. Para subsidiar a elaboração desse pré-projeto os candidatos, antes da inscrição, deverão manter contato com o possível orientador que atue na linha de pesquisa de seu interesse.

Para mais informações basta conferir o edital, disponível no site www.pgapv.ufpr.br.

Pós-graduação em Ciência do Solo abre inscrições

Estão abertas as inscrições para o programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da Universidade Federal do Paraná. São ofertadas 22 vagas para mestrado e 13 para doutorado. Os candidatos serão selecionados através de prova escrita, pré-projeto de pesquisa, defesa do pré-projeto, curriculum vitae e histórico. O prazo para habilitações vai até o dia 31 de outubro de 2014.

A área de concentração dos cursos é Solo e Ambiente, com duas linhas de pesquisa: Propriedades e processos biogeoquímicos nos ecossistemas e Qualidade, manejo e conservação do solo e da água. Recomenda-se um contato prévio com o eventual orientador, visando conhecer melhor sua linha de pesquisa no Programa.

A prova escrita está agendada para o dia 6 de novembro.

Mais informações estão disponíveis no site www.pgcisolo.agrarias.ufpr.br.

Fonte: Universidade Federal do Paraná

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Dezesseis vagas são ofertadas no doutorado — turma de 2015 — Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Alimentos da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Interessados têm prazo até 14 de novembro de 2014 para se inscreverem no site www.posalim.ufpr.br. Duas linhas de pesquisa são ofertadas a estudantes e profissionais: Engenharia de Processos na Indústria de Alimentos; e Ciência e Tecnologia de Processos e Produtos Alimentícios.

Mais informações podem ser obtidas em www.posalim.ufpr.br/Selecao/Doutorado/selecaoDO.htm.

Segundo a coordenadora deste Programa do Setor de Tecnologia, professora Rosemary Hoffmann Ribani, o processo seletivo é composto por três etapas, sendo a 1ª (documentação e análise do currículo) e a 2ª (prova escrita), de caráter eliminatório. A 3ª fase, quando o candidato deverá fazer a defesa da produção científica, será classificatória.

Os candidatos poderão optar, explica a docente, na primeira linha de pesquisa, pelas seguintes áreas de atuação: Processos de separação e transformação na indústria de alimentos; Propriedades termodinâmicas de alimentos; Modelagem e otimização de processos alimentícios; e Tratamento de Efluentes na Indústria de Alimentos.

Também são ofertadas, na segunda linha de pesquisa, as seguintes áreas de atuação: Desenvolvimento de produtos de origem animal; Desenvolvimento de produtos de origem vegetal; e Qualidade e segurança alimentar.

Mais informações podem ser obtidas em www.posalim.ufpr.br/Selecao/Doutorado/selecaoDO.htm.

Fonte: Universidade Federal do Paraná

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Este inverno, aqui no sul, não foi tão rigoroso. As temperaturas foram mais amenas e choveu bastante, aumentado a umidade. Isto favoreceu a proliferação da mosca das frutas, que ataca os pessegueiros, no sul do Estado. Pesquisadores, técnicos e agricultores estão fazendo o monitoramento, para evitar os estragos. Com um bom monitoramento e o uso de armadilhas, muitas vezes nem é preciso usar agrotóxico. Fonte: Emater/RS-Ascar

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A Proteste Associação de Consumidores criou um aplicativo para facilitar o registro de queixas de consumo. O app PROTEST EAgora, que é totalmente gratuito, tem versões para Android e iPhone.

Com a ferramenta, será possível postar uma reclamação selecionando o motivo da queixa, quando e onde ocorreu o problema. Além disso, o consumidor poderá compartilhar a experiência se outros tiverem enfrentado a mesma situação de desrespeito às relações de consumo.

Com a iniciativa, a Proteste espera que mais consumidores possam ir atrás de seus direitos para que o Código de Defesa do Consumidor seja efetivamente respeitado. Caso as respostas encaminhadas aos questionamentos não sejam suficientes, o consumidor poderá consultar gratuitamente um dos especialistas em Direito do Consumidor da Proteste.

Fonte: Convergência Digital

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