Em 2019, produtores de café vão contar com novos materiais genéticos e variedades resistentes a variações climáticas, segundo o pesquisador da Embrapa, Alan Carvalho Andrade, que integra o consórcio que concluiu o mapeamento genético do grão tipo conilon. Nesta safra, a estiagem foi responsável pela queda de mais de 8% da produção nacional. Os Estados mais prejudicados foram Minas Gerais e o Paraná, que teve problemas com as geadas.

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Fonte: Canal Rural

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O Brasil é o quarto consumidor mundial de fertilizantes com formulações NPK (nitrogênio, fósforo e potássio). Esses adubos minerais contêm os macronutrientes que as plantas mais necessitam para um crescimento saudável. Contudo, especialistas mostram a eficiência do uso de cálcio, magnésio, enxofre, silício e outros micronutrientes em lavouras, no 16º Congresso Mundial de Fertilizante, que acontece no Rio de Janeiro (RJ). Para os pesquisadores da Embrapa, o uso desses minerais naturais em fertilizantes poderia incrementar a produtividade brasileira.

Para Ismail Cakmak, professor da Universidade de Sabanci, na Turquia, o cálcio é fundamental para estabilizar paredes celulares, e assim fortalecer e nutrir as plantas. Com a deficiência desse nutriente, os patógenos podem atravessar facilmente as paredes celulares das plantas, deixando-as muito mais suscetíveis a doenças e pragas. O cálcio nas plantações também contribui para o desenvolvimento de mecanismos de adaptação a situações de estresse e altas temperaturas como as que o planeta vem enfrentando. "A suplementação de cálcio no solo é importante para deixar as plantações livres de pragas e mitigar os efeitos do estresse ambiental", afirma o especialista.

Já o magnésio é responsável por transportar carboidratos, sacaroses e outros nutrientes pelo interior das plantas. Por essa razão, a aplicação adequada de magnésio promove melhor nutrição das plantas e fortalecimento dos tecidos celulares, contribuindo para o aumento da produtividade e do número de sementes. A agressão provocada por altas temperaturas também podem ser mitigadas com a suplementação de magnésio. "O Brasil ainda negligencia o uso do magnésio, mas é um elemento fundamental para complementar a fertilização de certas culturas como o milho, pois influencia diretamente na formação dos grãos", afirma Paulo César Teixeira, pesquisador da Embrapa Solos.

"Sem enxofre, não há vida", afirmou o professor Godofredo Vitti, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP). Em sua palestra sobre a dinâmica da oxidação sulfúrica dos fertilizantes em solos tropicais, ele mostrou resultados que apontam alta produtividade com o uso de enxofre em plantações. Segundo pesquisas apresentadas, a produção de café no Cerrado pode aumentar até 82% com uso de fertilizantes a base de enxofre.

Outros fatores como solo, clima e manejo também influenciam a produção, mas a aplicação de enxofre contribui para o aumento da área foliar e resistência a fatores abióticos adversos. "Em solos de Cerrado, a aplicação de enxofre tem apresentado uma resposta significativa, mas ainda é uma prática pouco considerada no Brasil. Com a pressão internacional para remoção de enxofre em combustíveis fósseis, tende a aumentar a oferta desse componente no mercado. A agricultura representa um destino natural para esse nutriente", aponta Vinícius Benites, pesquisador da Embrapa Solos e líder da Rede FertBrasil.

O professor Lawrence Datnoff, da Universidade do Estado da Lousiana, nos Estados Unidos, apresentou os benefícios do uso do silício na fertilização. Um dos elementos mais abundantes do mundo, ainda é pouco utilizado na suplementação de nutrientes em plantações. Vários países do mundo como Japão Coréia e Estados Unidos vêm atestando a eficácia do uso do silício como nutriente benéfico. "O silício tem sido muito importante para a fertilização do arroz, pois afeta diretamente no tamanho do grão. Também minimiza a infecção da planta e o crescimento de patógenos, com um resultado melhor que os fungicidas tradicionais", ressalta.

Fonte: Embrapa Agroindústria de Alimentos
Aline Bastos – Jornalista
Telefone: (21) 3622-9739

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Luis Carlos Ribeiro, gerente técnico e de regulamentação estadual da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), fala sobre a iniciativa da companhia, que disponibiliza gratuitamente guias de bolso sobre diversas pragas agrícolas. Eem parceria com a Agropec, acaba de lançar o QR-Livro, que reúne cem espécies de pragas que atacam culturas de frutas tropicais como abacaxi, banana, caju, coco, goiaba, mamão, manga, melancia, melão e uva. Acesse www.defesavegetal.net.

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O mercado brasileiro está aberto para as mini-hortaliças. A produção de legumes em tamanho miniatura pode gerar uma boa renda ao agricultor. As pequenas hortaliças possuem alto valor agregado. O especialista em Culturas do Cinturão Verde, Ricardo Ziani, tira dúvidas dos telespectadores sobre o manejo e ao cultivo das hortaliças.

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Fonte: Canal Rural

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O programa mostra um projeto inédito em Santa Catarina, que leva inclusão digital aos jovens rurais. Chamado de Beija Flor, o programa desenvolvido pela Secretaria da Agricultura do Estado conta com o apoio das cooperativas agropecuárias associadas. Conheça as ações de responsabilidade social da Fecoagro, que tem desenvolvido programas para integrar todos os colaboradores da Federação em Santa Catarina.

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Fonte: Canal Rural

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A entrada de investimentos estrangeiros diretos na América Latina caiu 23% na primeira metade de 2014, em comparação com o mesmo período do ano passado. Eles totalizaram cerca de US$ 84 bilhões, o equivalente a cerca de R$ 208 bilhões.

No Brasil, registrou-se um aumento de 8% durante os primeiros oito meses do ano em relação ao mesmo período de 2013. Os dados são da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal).

Brasil

Segundo o órgão, estimativas oficiais do Brasil indicam que os ingressos anuais de investimento estrangeiro direto serão semelhantes aos do ano anterior.

Em comunicado à imprensa, a comissão afirmou que em nível global, calcula-se que o fluxo destes recursos vai subir 10% durante 2014, graças, principalmente, ao investimento recebido pelos países desenvolvidos.

Os dados divulgados nesta correspondem à atualização feita anualmente pela Cepal dos principais números do informe "O investimento estrangeiro direto na América Latina e Caribe". A última edição foi lançada em maio.

Mineração

Entre os fatores da diminuição destes investimentos na região estão a ausência de grandes aquisições empresariais durante o primeiro semestre de 2014. Outro elemento importante para vários países é o esfriamento dos investimentos em mineração por conta da queda do preço dos metais.

Grande parte da queda se concentra no México onde a compra em 2013 da cervejaria Modelo pela multinacional Anheuser-Busch InBev aumentou muito o fluxo de investimentos estrangeiros diretos.

Além disso, durante o primeiro semestre deste ano registrou-se uma saída nestes investimentos como resultado da retirada da AT e T da participação na América Móvil.

A Cepal afirma também que além destes casos, o México continuaria recebendo fluxos destes recursos em patamares semelhantes aos cinco anos anteriores, com nível alto de entradas na indústria exportadora e, em particular, no setor automotivo.

Saída

A Cepal afirma que, por outro lado, o investimento direto estrangeiro que sai da América Latina e do Caribe, que havia registrado queda em 2013, "aumentou significativamente" na primeira metade de 2014. Com exceção do México, onde o fluxo ao exterior caiu 18%, todos os países com empresas de grande porte que atuam na região aumentaram o investimento no exterior.

De acordo com a comissão, no Brasil, "o investimento direto no exterior durante os primeiros oito meses do ano foi positiva pela primeira vez desde 2010". A Cepal afirma também que "os fluxos negativos vistos em empréstimos entre matrizes e filiais estrangeiras continua em ritmo similar ao do ano passado, o que indica que a prática das empresas brasileiras de endividarem-se no exterior não mudou". Entre janeiro e agosto deste ano estes fluxos negativos teriam sido "compensados por um aumento de 48% nos aportes de capital".

Segundo a Cepal, entre outros países da região, os investimentos no exterior subiram 8% no Chile, 65% na Colômbia e 105% na Argentina.

Fonte: Rádio ONU
Laura Gelbert

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d1414349969.jpgUma iniciativa incluindo oito países da América do Sul está tentando aumentar a proteção da Amazônia. O Brasil participa do projeto. O objetivo da iniciativa, que será coordenada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), é aumentar a resistência do ecossistema da região para enfrentar a mudança climática.

A iniciativa busca ainda manter o fornecimento de bens e serviços por toda a área que beneficiam a biodiversidade, as comunidades e as economias locais.

O projeto chamado "Visão Amazônica" vai ser financiado pela União Europeia (UE) e contará com a participação além do Brasil, da Bolívia, Colômbia, Equador e Guiana. Como também do Peru, do Suriname e da Venezuela.

A U Evai liberar 5,2 milhões de euros, o equivalente a mais de R$ 16 milhões, que serão administrados pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), pela União Internacional para a Conservação da Natureza (Uicn), e pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

Num período de quatro anos, o projeto espera fortalecer a coordenação técnica entre os países da região amazônica, seus governos e organizações regionais.

A ideia é definir as prioridades de conservação, integrar as comunidades e autoridades locais e preparar uma estratégia de financiamento para o plano de ação.

Fonte: Rádio ONU
Edgard Júnior – Jornalista

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