Flor não é só para enfeite não. É de comer também. Sim! São flores comestíveis, que podem ser misturadas com outras alimentos. É assim que os benefícios das flores são levadas para a saúde das pessoas. Confira na reportagem. Fonte: SBT Santa Catarina

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A origem da música se perde no tempo. Muitos acreditam que ela já existia na pré-história e se apresentava em rituais de agradecimento aos deuses ou como forma de pedidos pela proteção e boa caça. Muitos sons produzidos surgiam dos movimentos corporais e sons da natureza e a sonoridade passou a ser aprimorada com a criação dos instrumentos musicais. Acompanhamos uma oficina ministrada pelo músico Luciano Sallum, que ensina como fazer instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis. O resultado você acompanha no programa Ecoideias. Fonte: TV Unesp

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Uma menina com um bigode branco sorri para a câmera, segurando um copo de leite. Esse é um tema publicitário bastante popular, assim como o radiante líquido branco se misturando como mágica com cereais. Imagens como essas são vistas diariamente nos comerciais, associadas à noção de que consumir leite é sinônimo de uma alimentação saudável.

No entanto, uma pesquisa recém-publicada, realizada na Suécia, lança dúvidas sobre os benefícios do leite – também em seu estado puro, e não apenas como um complemento de cereais matinais adocicados.

Num período de vinte anos, pesquisadores da Universidade de Uppsala observaram 61 mil mulheres e 45 mil homens, durante onze anos de suas vidas, para analisar a conexão entre consumo do leite, mortalidade e fraturas ósseas.

O resultado: o índice de mortalidade observado entre os indivíduos que tomaram três copos de leite ou mais por dia ficou acima da média. Já o número de fraturas ósseas aumentou nas mulheres com alto consumo da bebida, mas não nos homens.

Eckhard Heuser, da Associação da Indústria de Laticínios da Alemanha, critica o método utilizado pelos pesquisadores suecos. Ele afirma que análises baseadas em observações não são precisas e que as conclusões dos pesquisadores de Uppsala são equivocadas.

Até mesmo Karl Michaëlsson, um dos autores do estudo, alerta contra conclusões precipitadas. "Não podemos dizer que esses contextos são exclusivamente causados pelo consumo de leite. O leite é apenas uma peça do quebra-cabeça."

Possível culpado

Entretanto, os pesquisadores já identificaram um possível culpado: a chamada D-galactose, um açúcar presente sobretudo no leite de vaca. Camundongos e ratos que receberam aplicações da substância envelheceram com mais rapidez e morreram mais cedo. A quantidade administrada nas cobaias correspondia a dois copos de leite.

Quanto aos laticínios, como queijo e iogurte, o estudo afirma que não há perigo. "Comparado ao leite de vaca regular, os produtos fermentados têm quantidades significativamente menores de D-galactose", afirma Michaëlsson.

Heuser, no entanto, duvida da aplicabilidade dos testes realizados em animais aos seres humanos. "É óbvio que um animal morre mais cedo quando recebe uma quantidade excessiva de açúcar." As pessoas que consomem três copos de leite por dia não correriam esse risco, embora essa quantidade não seja considerada normal para adultos, diz.

"Se as alegações sobre a D-galactose procedem, então, as mulheres não devem mais amamentar", aponta Heuser, uma vez que a quantidade dessa substância no leite materno é superior à encontrada no leite de vaca.

Perguntas sem resposta

Os próprios pesquisadores suecos admitem que é preciso pesquisar mais. Os estudos baseiam-se apenas nas informações fornecidas pelos participantes, e pode haver fatores de interferência, como hábitos alimentares, consumo de bebidas alcoólicas, prática de esportes e fumo. Além disso, os voluntários observados eram de diferentes faixas etárias.

"Não podemos recomendar o consumo de leite com base apenas nesse estudo, precisamos analisar cuidadosamente os resultados. Nossa pesquisa deixa claro que precisamos de estudos ainda mais extensos sobre o tema", afirma Michaëlsson.

Entretanto, para a indústria de laticínios, o estudo pode ter consequências graves, aponta Heuser. "Levará anos para conseguirmos superar essa má impressão", diz. Ao mesmo tempo, algo de positivo também deve ficar. "A sociedade se interessa bastante pela alimentação. É bom que se discuta sobre o leite", pondera.

Fonte: Deutsche Welle
Autoria: Valentin Betz

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Ao começar a comer, meu prato é igual ao que já comi inúmeras vezes em restaurantes asiáticos. Um emaranhado de massa bezuntada em óleo em meio a fatias de galinha, com aroma de alho e gengibre. Mas aos poucos vou percebendo olhos. Glóbulos escuros em uma cabeça amarelada – tudo conectado a um corpo.

Não os tinha percebido antes, mas agora vejo que estão por toda a parte – meu macarrão está cheio de insetos.

Se não tivesse sido alertada, talvez tivesse passado mal. Mas estou fazendo parte de uma experiência na Universidade de Wageningen, na Holanda. O instituto de culinária da universidade, liderado por Ben Reade e Josh Evans, tem o desafio de conseguir transformar insetos em pratos saborosos.

Eu e outros três gastrônomos estamos presentes para testar alguns dos pratos preparados. Cada um recebe um prato principal diferente. O meu é um macarrão com gafanhotos – muitos deles ainda estavam vivos pela manhã. O prato também tem uma pitada especial de larva de mosca.

No dia seguinte, Reade e Evans participam de um seminário mundial em entomofagia – a prática de comer insetos – com mais de 450 delegados.

Segundo os especialistas presentes, no ano 2050 o planeta terá nove bilhões de pessoas. O desafio maior das próximas décadas será suprir o mundo, sobretudo em países de renda baixa ou média, com proteínas animais. Para eles, o planeta não teria condições ambientais de sustentar um aumento da pecuária tradicional.

A solução ecológica seria comer insetos, que são ricos em ferro e zinco. A criação de insetos requer muito menos água do que gado. No caso dos grilos, a quantidade de proteína é 12 vezes maior do que o encontrado em um bife.

Os insetos também poderiam ser usados como substituto das rações animais baseadas em soja, outro produto cujo cultivo tem alto impacto ambiental.

Além disso os insetos se alimentam de excrementos. Os próprios insetos podem ajudar a reciclar o material orgânico do planeta – enquanto produzem proteína comestível.

Os especialistas reunidos na conferência imaginam um mundo onde os supermercados terão alas especiais com produtos a base de insetos, e lanchonetes servirão "inseto-burgueres". Será que chegaremos a tanto?

Comida antiga

Entomofagia é comum em várias partes do mundo. Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), dois bilhões de pessoas no planeta se alimentam de insetos. No Japão, as larvas de vespas são populares; na Tailândia, formigas também são alimentos comuns. Em vários países africanos, cupins são fritos, defumados ou cozidos a vapor. Atualmente, há 1,9 mil espécies de insetos comestíveis.

Então por que temos tanto nojo dos insetos? A resposta mais simples, segundo o psicólogo Paul Rozin, da Universidade da Pennsylvania, é que os insetos são animais.

Qualquer animal que come outro – seja ele humano, gorila, iguana ou barata – tem hábitos alimentares restritos, e costuma se alimentar de uma quantidade pequena de espécies na natureza. No caso dos humanos, a associação direta que se faz com insetos é lixo, decomposição e doença.

A empresária Laura DAsaro enfrenta o desafio de colocar insetos na alimentação diária dos americanos – e ainda fazê-los pagar por isso. Ex-vegetariana, ela descobriu os "prazeres" da entomofagia na Tanzânia em 2011. Hoje ela tem uma linha de produtos alimentícios baseados em insetos.

Ela conta que para reduzir o asco de muitos consumidores o segredo é vender produtos à base de insetos – e não o animal "in natura". Sua empresa, a Six Foods, vende salgadinhos à base de uma farinha feita de grilos.

Alguns produtos têm até mesmo o nome do inseto distorcido de alguma forma, para evitar rejeições com base no nojo. Um dos alimentos é feito à base de larvas que vivem em colmeias. A Six Food não menciona a palavra "larva" com destaque em seus rótulos, preferindo o termo "inseto do mel".

Nos últimos anos, diversas empresas surgiram para tentar explorar esse nicho de mercado. Na França, existe a Ynsect; nos Estados Unidos, a Enviroflight; na Holanda, a Protix. Na África do Sul, um empresário está criando uma grande "fazenda de moscas", que pretende produzir sete toneladas de "MagMeals" – refeições a base de "maggots" (larvas de mosca).

Mas a resistência do público ainda é grande. Para muitos, a ideia de comer insetos só parece vantajosa se comparada a experiências horríveis. Uma pesquisa conduzida por Rozin mostrou que 75% dos americanos preferem comer insetos do que carne de cabra crua. Para 53%, comer insetos é melhor do que aguentar 10 minutos de dor moderada.

"Não é a pior coisa do mundo, mas é simplesmente algo que todo mundo prefere evitar", diz Rozin.

Leia aqui a versão original desta reportagem em inglês no site BBC Future.

Fonte: BBC Brasil
Emily Anthes
Para a BBC Future

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Nos 12 meses encerrados em outubro de 2014, o Índice de Commodities Brasil (IC-Br), medido mensalmente pelo Banco Central (BC), aumentou 9,14%. O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários negociados no exterior. Para isso, o BC observa os produtos relevantes para a dinâmica dos preços ao consumidor no Brasil.

No mês passado, o segmento agropecuário (carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco) foi o responsável pela alta dos preços, com índice em 7,69%.

O índice das commodities do segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) teve retração de 3,94%, enquanto o de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel) foi positivo: 2,06%.

O Índice Internacional de Preços de commodities (CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 1,86%, em outubro, e de 12,54%, em 12 meses.

Fonte: Agência Brasil
Daniel Lima — Repórter
Nádia Franco – Edição

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O Sebrae lançou a Copyme, plataforma online de compartilhamento de soluções empresariais para pequenos negócios voltada aos parceiros internacionais. A Copyme reúne a expertise do Sebrae no atendimento aos empreendedores brasileiros, de forma simples e direta. O lançamento ocorreu no dia 4 de novembro de 2014 em Guayaquil, no Equador, durante o Fórum Interamericano da Pequena Empresa (Foromic).

A Copyme surgiu a partir da necessidade de promover a competitividade dos pequenos negócios na América Latina, no Caribe e na África lusófona para alavancar o desenvolvimento regional. "Na era do conhecimento, o mais importante é compartilhar informações e é isso que a plataforma faz", ressaltou a gerente da Assessoria Internacional do Sebrae, Fernanda Maciel Carneiro.

A plataforma está disponível em três idiomas (português, inglês e espanhol) e é fruto de parceria entre o Sebrae, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Organização dos Estados Iberoamericanos (OEI).

Durante o lançamento, parceiros da Copyme tiveram a oportunidade de tirar dúvidas sobre a plataforma e sugerir novas oportunidades de cooperação. "Para nós, o site é como uma caixa de ferramentas. Agora nossa maior responsabilidade é difundir essas informações e triplicar o número de parceiros", afirmou Liliana Monteiro, do Centro para a Promoção da Micro e Pequena Empresa na América Central (Cenpromype).

Juan Merino, do Ministério da Produção do Peru, lembrou que seu país está trabalhando para a construção de um marco legal que favoreça o desenvolvimento dos pequenos negócios. "Este é um bom momento para coletarmos boas práticas nessa área", disse ele, em referência à experiência do Sebrae na elaboração da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa — uma atuação descrita na Copyme.

As informações contidas na plataforma destinam-se tanto a empresários quanto a instituições de fomento aos pequenos negócios. As entidades que formalizarem a parceria com a Copyme têm acesso a conteúdos restritos. São diversos vídeos, manuais, cartilhas e documentos que detalham a atuação do Sebrae em sete áreas: atendimento ao cliente, acesso a mercados, acesso a serviços financeiros, capacitação, inovação, políticas públicas e educação corporativa.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias
Telefone: (61) 3243-7851

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Na tentativa de diminuir a obesidade e o avanço das doenças crônicas no país, o Ministério da Saúde lançou ontem (05/11/14) o Guia Alimentar para a População Brasileira. A publicação prioriza uma alimentação caseira, com consumo de alimentos frescos, como frutas, carnes e legumes, e minimamente processados, como arroz, feijão e frutas secas.

Dados da pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2013 indicam que 50,8% dos brasileiros estão acima do peso e 17,5% são obesos. Os percentuais são 19% e 48% superiores aos registrados em 2006, quando a proporção era 42,6% e 11,8%, respectivamente. A obesidade é considerada fator de risco para doenças crônicas como diabetes e hipertensão e para alguns cânceres.

O guia é uma atualização da publicação lançada em 2006 e acentua a importância da alimentação caseira, com regularidade de horários, ambientes apropriados, sem televisão, celular ou discussões de trabalho. A pasta aconselha ainda que alimentos ultraprocessados, como macarrão instantâneo, salgadinhos de pacote e refrigerantes, assim como produtos prontos, como sopas de pacote, pratos congelados e molhos industrializados sejam evitados.

"O guia se transforma cada vez mais em um instrumento de educação para a alimentação saudável", avaliou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Outras recomendações incluem o uso moderado de óleos, gorduras, sal e açúcar ao temperar e cozinhar alimentos e o consumo limitado de alimentos processados, como queijos, embutidos e conservas.

"O guia passa a ser um manual que prioriza a qualidade dos alimentos ingeridos. Não há mais, por exemplo, uma predefinição de porções", disse o ministro. "Há também a valorização dos hábitos culturais", completou.

Dirigido às famílias brasileiras e também a profissionais de saúde, educadores, agentes comunitários e outros trabalhadores cujo ofício envolve a promoção da saúde, o guia terá uma versão impressa distribuída nas unidades de saúde de todo o país.

A versão digital do documento está disponível neste link (arquivo PDF).

"Trata-se de um guia bastante completo em um momento em que a obesidade se transforma, não só no Brasil mas em todo o mundo, em um problema de saúde pública", concluiu Chioro.

Confira os dez passos citados pela publicação para uma alimentação adequada e saudável:

1- Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.

2- Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.

3- Limitar o consumo de alimentos processados.

4- Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados.

5- Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia.

6- Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados.

7- Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias.

8- Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece.

9- Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.

10- Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.

Fonte: Agência Brasil
Aline Leal e Paula Laboissière – Repórteres
Valéria Aguiar – Edição

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A Natura acaba de lançar oficialmente plataforma online de colaboração social. Batizada de Movimento Natura, a iniciativa tem como objetivo identificar causas socioambientais relevantes e contribuir para que elas cresçam e sejam levadas a diante por meio da conexão com voluntários que tenham interesse em "doar" seu tempo e, assim, propagar suas habilidades.

"Com os aprendizados conquistados em mais de oito anos do projeto Movimento Natura, que antes era voltado apenas à promoção de inciativas internas, queremos agora, com o poder de conexão do meio digital, ampliar o público de interação e formar uma rede que conecte agentes de mudança a pessoas que desejam colaborar", afirma João Paulo Ferreira, vice-presidente de Redes e Sustentabilidade da Natura. "Almejamos, com esse novo projeto, criar uma espécie de comunidade colaborativa, que visa estimular as pessoas a oferecerem suas habilidades e talentos, cocriando, dessa forma, um mundo melhor", completa o executivo.

O site já conta com 28 iniciativas, incluindo ações promovidas pela própria Natura, que, antes de subirem à plataforma, passaram por um processo interno de curadoria, que avaliou questões como: iniciativas que já estejam em desenvolvimento, que tragam impacto social e/ou ambiental coletivo e que casem com a habilidades da nossa rede.

Como fazer parte

Para os interessados em divulgar um projeto socioambiental, basta entrar na plataforma – www.movimentonatura.com.br -, clicar em "Divulgue sua Iniciativa" e preencher formulário com os detalhes sobre o projeto. Após o processo interno de curadoria, a pessoa será comunicada sobre sua aprovação ou não para angariar colaboradores por meio do Movimento Natura.

Aqueles que desejam participar como voluntários devem fazer o mesmo e clicar no campo "Participe de uma Inciativa", incluindo informações pessoais, sua disponibilidade e as habilidades que gostaria de compartilhar.

Fonte: ProXXIma

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A Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) lançou no dia 4 de novembro de 2014 edital de Concurso Público para contratação de professor da carreira de magistério superior. Há seis vagas abertas para os campi de Petrolina (PE) e de Juazeiro (BA) nas seguintes áreas de conhecimento: Elementos de Máquinas Agrícolas, Mecanização, Máquinas e Implementos Agrícolas (1); Expressão Gráfica e Informática (1); Matemática (1); Psicologia e Fenomenologia (1); Psicologia da Educação Física (1) e Topografia e Geoprocessamento (1). As inscrições podem ser feitas até 17 de novembro, pelo site de Concursos da Univasf.

O valor da inscrição varia de R$ 140,00 a R$ 200,00, de acordo com a qualificação exigida dos candidatos. Pedidos de isenção da taxa de inscrição podem ser efetuados até amanhã (07/11), por meio de requerimento disponível na Internet. As vagas abertas são para Classe Assistente A e Classe Adjunto A, nível I, com regime de trabalho de 40 horas, com Dedicação Exclusiva (DE).

O concurso será composto por prova escrita, prova de aptidão didática, prova de defesa de memorial e prova de títulos. A prova escrita está prevista para 10 de dezembro de 2014 e poderá ser realizada nos Campi Petrolina Sede (PE) e/ou Juazeiro (BA). Outras informações sobre o certame estão disponíveis no Edital N° 57/2014.

Fonte: Universidade Federal do Vale do São Francisco
Assessoria de Comunicação Univasf
Renata Freitas – Jornalista

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