A partir deste mês, as prestadoras de serviços de banda larga devem garantir, em média, 80% da velocidade contratada para a internet. Os novos limites mínimos de velocidade valem tanto para a banda larga fixa quanto para a móvel. As operadoras que não respeitarem os limites mínimos podem ser multadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em até R$ 50 milhões. Para medir a velocidade da internet, a agência instala medidores nas casas de voluntários. Qualquer pessoa pode se inscrever, basta acessar o endereço: www.brasilbandalarga.com.br. Fonte: TV NBR

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O colapso em que podem entrar os centros urbanos com a falta de água ficou evidente neste ano, com o baixíssimo nível a que chegaram vários reservatórios, inclusive um dos que abastece a maior cidade brasileira. O longo e severo período de estiagem pelo qual passou a região Centro-Sul do Brasil também afetou, e muito, a área rural. Houve quebra de safra em várias culturas, entre elas a cana-de-açúcar, matéria-prima para o principal biocombustível produzido e consumido no Brasil – o etanol. Não era para menos – a necessidade de água nas lavouras é tanta que a agricultura é responsável por cerca de 70% do consumo de recurso natural.

Para minimizar o impacto da menor disponibilidade hídrica na produção de cana-de-açúcar, a Embrapa Agroenergia está utilizando estratégias de engenharia genética para obter uma variedade geneticamente modificada tolerante à seca. A pesquisa já passou por testes em laboratório e casa de vegetação. Para os experimentos em campo, a Embrapa Agroenergia conta com o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). Em janeiro deste ano, os dez materiais mais promissores foram plantados em Piracicaba/SP, em área do CTC, para multiplicação. Agora, estão sendo solicitadas autorizações da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para realizar testes em dois campos experimentais: um na região Centro-Oeste e outro na região Sul.

A pesquisa começou em 2008 e tem como parceiro o Centro Internacional de Pesquisas para Ciências Agrárias do Japão (Japan Internacional Research Center for Agricultural Sciences – JIRCAS), instituição que detém a patente do gene utilizado na transformação genética de cana. O pesquisador que coordena o trabalho, Hugo Bruno Correa Molinari, explica que a tolerância à seca é, se não a primeira, a segunda característica de maior importância para cana. "O setor sucroenergético precisa de variedades mais tolerantes à seca, até porque as novas áreas de expansão da cultura têm problemas de estiagem prolongada ou chuvas irregulares", comenta.

Complexidade

O problema é que tolerância à seca é uma característica complexa de ser trabalhada em plantas, uma vez que envolve grande número de genes e mecanismos fisiológicos. Tanto é que, atualmente, no mundo todo, só estão disponíveis para os agricultores duas variedades transgênicas de culturas agrícolas tolerantes à seca: uma de milho, desenvolvida pela Monsanto, e outra de cana, disponível na Indonésia, por meio de uma parceria entre a PT Perkebunan Nusantara XI, a Universidade de Jember e a Ajinomoto. A revista Nature Biotechnology listou recentemente outros oito projetos de pesquisa em fase avançada de desenvolvimento com esse objetivo, entre eles o da Embrapa em parceria com o Jircas, que inclui a transformação genética de outras culturas além da cana.

Justamente por causa da complexidade da tolerância à seca, os pesquisadores da Embrapa utilizam um gene que codifica proteínas reguladoras de diversos outros genes. "Como é muito complexo, eu tenho que ativar vários mecanismos que façam a plantar utilizar mais eficientemente o recurso água", detalha Molinari. Por isso, a equipe utiliza a estratégia de engenharia genética de trabalhar com um "gene que controla outros genes".

As avaliações em casa de vegetação indicam que os materiais transformados não só ganharam tolerância à seca, mas também apresentaram aumento no teor de sacarose e da taxa de brotação, além de resistência a herbicida. No entanto, ainda são necessários os testes em condições reais de campo, previstos para começar em 2016, para que os pesquisadores possam comprovar os resultados.

Na Embrapa Agroenergia, há ainda duas outras linhas de pesquisa de engenharia genética com cana-de-açúcar: uma para aumento de conteúdo de biomassa e outra para modificação da parede celular. Esta última visa a facilitar o acesso aos açúcares do bagaço e palha, o que favoreceria a produção de etanol celulósico (2G) e outros produtos de alto valor agregado.

Fonte: Embrapa Agroenergia
Vivian Chies – Jornalista
Telefone: (61) 3448-1581
E-mail: agroenergia.imprensa@embrapa.br

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Pesquisadores da Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros (Facit) desenvolveram um novo produto a base de casca do coco triturada que poderá ser uma alternativa ao MDF (fibra de madeira de baixa densidade). Apoiado pelo Programa de Incentivo à Inovação (PII) do Sebrae Minas e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), o produto será uma opção mais barata e sustentável para ser aplicada na indústria moveleira e na construção civil.

Além da casca do coco, o produto é feito por glicerina, resíduo da indústria do biodiesel e fécula de mandioca, um tipo de aglutinante natural. Em fase final de testes, a intenção do grupo de pesquisadores é transferir a tecnologia para uma empresa interessada em produzir painéis de fibra de coco. O projeto é desenvolvido desde 2009.

"O descarte e refino da glicerina é uma dificuldade para as usinas de biodiesel, que estudam um destino correto para esse material, já que ainda não conseguem níveis de purificação suficientes para que o mesmo seja destinado a outros processos produtivos, como as indústrias farmacêutica e de cosmético", conta a pesquisadora Christina Thâmera Soares Oliveira.

Entre as vantagens do uso do material estão o baixo custo e a disponibilidade de matéria-prima. Durante o processo de produção não são liberadas substâncias tóxicas, como o uso de resina sintética, o que ocorre com o MDF. "Em substituição a resinas sintéticas, utilizamos um polímero natural à base de fécula de mandioca e glicerina bruta, obtendo ótimos níveis de plasticidade e polimerização após a incorporação da liga à fibra de coco. Nosso objetivo era desenvolver um novo produto, à base de componentes disponíveis e baratos, obtido por meio de um processo totalmente biodegradável", afirma Christina.

Além disso, sua fabricação é mais simples e rápida, otimizando o processo em várias etapas. Já a fibra é obtida por meio da moagem da casca do coco maduro e posteriormente modelada junto ao aglutinante. Para produção do MDF são várias operações de tratamento das fibras como descascamento, produção de cavacos e lavagem para, só então, começar o processo de aglutinação das fibras.

Nos testes feitos em laboratórios foi possível obter painéis feito com a fibra do coco em diversas espessuras, densidade e tamanho, o que amplia as possibilidades das mesmas aplicações que o MDF em situações que não exijam rigidez e onde o material seja facilmente moldável.

No caso da indústria moveleira poderia ser usado, por exemplo, em componentes frontais, internos e laterais de móveis, fundos de gaveta e tampos de mesa, e ainda, caixas de som. Já na construção civil a aplicação seria na produção de pisos finos, rodapés, almofadas de portas, divisórias, portas usinadas, batentes, balaústres e outro tipos de peças torneadas. "Um bom exemplo de uso seria o de revestimento acústico, construção de painéis resistentes e em vários formatos, já que se trata de um material moldável, versátil e leve", afirma Christina Oliveira.

A tecnologia agrega alto grau de inovação e ainda não há tecnologias similares no mercado. O produto também vem de encontro aos anseios do consumidor que cada vez mais se preocupa com os impactos ambientais e valoriza o aproveitamento de resíduos.

O Programa

Programa de Incentivo à Inovação estimula a criação de novas tecnologias, produtos e processos inovadores para o mercado, a partir do conhecimento gerado nas instituições de ensino. O programa, criado em 2006, já foi realizado em universidades, faculdades e centros tecnológicos de Lavras, Itajubá, Juiz de Fora, Viçosa, Uberlândia e Belo Horizonte.

"O objetivo é proporcionar uma mudança cultural nas universidades e nos pesquisadores, com a disseminação da cultura empreendedora, a obtenção de novos recursos para pesquisa e a possibilidade de geração de empregos para estudantes graduados e pós-graduados", explica a analista da Unidade de Acesso à Inovação e Sustentabilidade do Sebrae em Minas, Andrea Furtado.

Fonte: Sebrae em Minas
Assessoria de Imprensa do Sebrae Minas
Telefone: (31) 3379-9275

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O aumento de áreas degradadas ou com baixa produtividade faz com que muitos agricultores empreguem a técnica da adubação verde ou cobertura vegetal. E, para facilitar a vida dos adeptos e também iniciantes à prática de adubação verde, a Piraí Sementes inaugura a loja virtual Eco Seeds.

A Eco Seeds é a primeira loja virtual exclusivamente destinada para a comercialização de sementes para adubação verde do Brasil. Uma marca registrada da Sementes Piraí, empresa que há mais de 40 anos produz, fornece e fomenta a prática da adubação verde no país. O endereço eletrônico da loja é www.ecoseeds.com.br.

Segundo Luís de Sousa, diretor da Join Agro agência responsável pelo marketing da Piraí, a ideia da criação da loja virtual veio para facilitar o acesso às sementes. O principal motivo foi o aumento da demanda de pequenos produtores, agricultura familiar e principalmente para os segmentos de mercados ascendentes como o orgânico, hortaliças e recuperação de pastagens. "Na loja os clientes encontrarão facilidades como a conveniência de comprar em casa, as diversas possibilidades de pagamento e a garantia da Sementes Piraí que além da excelência e qualidade preza pela seleção criteriosa dos produtos", afirma Sousa.

Dados revelam que menos de 1% do setor agrícola investe em marketing digital. "É algo novo, que ainda por questões de infraestrutura da Internet brasileira não está na velocidade que deveria estar. O conteúdo que temos hoje na web sobre agronegócio na sua maioria é relativo a informações, produtos, aulas e cursos, porém e-commerce como é o caso da Eco Seeds, ainda é algo novo", conta Sousa.

Mercados e culturas

A Adubação verde é indicada para um leque de culturas como: algodão, café, cana-de-açúcar, citros, recuperação de pastagens e culturas irrigadas. Um ramo que vem crescendo cada vez mais no Brasil e no mundo, o dos orgânicos, também tem a adubação verde como parceiro primordial e sustentável. Estimativas indicam que o mercado de produtos orgânicos deve crescer em torno de 35% só em 2014 – contra os 22% de 2013 – e chegar a R$ 2 bilhões.

Mais informações no www.ecoseeds.com.br ou pelo telefone (19) 2106-0266.

Fonte: Join Agro
Camila Maria Gusmão da Silva Pinto – Jornalista

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Oito estados brasileiros concentram 70% da produção agropecuária, enquanto a indústria tem a mesma fatia em apenas seis, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na pesquisa Contas Regionais do Brasil – 2012. Minas Gerais é o estado brasileiro com maior participação no valor adicionado ao Produto Interno Bruto pela agropecuária, com 15,2%, contra 11% de São Paulo, segundo colocado. Em 2002, os dois estados ocupavam posições diferentes: São Paulo respondia por 13,5%, e Minas, por 13,3%.

Na terceira colocação em 2012, Mato Grosso elevou sua participação de 6,6% em 2002 para 10,4%. Com esse aumento, ultrapassou Rio Grande do Sul (10,1%), Paraná (10,1%) e Goiás (7,2%). A participação gaúcha no PIB do setor caiu 0,8 ponto percentual; a goiana, 0,2 ponto. Já o Paraná teve crescimento de 0,3 ponto percentual.

Bahia e Maranhão completam a lista dos oito estados que concentram 73,4% da agropecuária, com participações de 5,4% e 4,9%. O Rio de Janeiro é o único dos estados mais ricos a ter uma participação pequena na agropecuária, com 0,9% do valor adicionado pelo setor ao PIB, a 18ª contribuição em ordem decrescente. O estado mais bem colocado da região Norte é o Pará, que está em 11º, com 3%.

Os seis estados que concentram a indústria são os mesmos seis que detêm maior participação no PIB, e figuram na lista na mesma colocação. A maior participação é de São Paulo, de 29,8% do valor adicionado pela indústria ao PIB, seguido pelo Rio de Janeiro, com 14,3%; e por Minas Gerais, com 10,7%. Os três estados da Região Sul vêm em seguida: Rio Grande do Sul (6,2%), Paraná (5,5%) e Santa Catarina (5,2%).

São Paulo perdeu 7,9 pontos percentuais de participação no setor em relação a 2002, e o Rio de Janeiro ganhou 3,9 pontos. Minas Gerais também teve aumento, de 1,5 ponto, assim como Santa Catarina, de 0,5 ponto. Já Rio Grande do Sul e Paraná perderam espaço, com -1,3 ponto e -1 ponto.

Bahia foi o estado nordestino mais bem colocado, em sétimo, com participação de 3,8%, após uma redução de 0,6 ponto percentual em relação a 2002. O primeiro da Região Centro-Oeste na lista é Goiás (2,9%), em 10º, enquanto o mais bem posicionado do Norte é o Pará (3,2%), em nono.

A indústria de transformação é ainda mais concentrada que a indústria geral, com 72,7% da produção em cinco estados: São Paulo (40,8%), Minas Gerais (9,9%), Rio Grande do Sul (8,6%), Santa Catarina (6,7%) e Paraná (6,7%). No setor da indústria, o Rio de Janeiro cai para a sexta posição, com 6,3%, já que grande parte da sua produção industrial vem da extração de petróleo.

Na outra ponta, os 16 estados com menor participação na indústria de transformação concentram apenas 8,6% do valor adicionado ao PIB por esse setor.

Estados mais pobres aumentam participação no PIB em dez anos

Os 22 estados com menor participação na produção de bens e riquezas do país tiveram crescimento global de 3,1 pontos percentuais entre 2002 e 2012, atingindo 35,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

São Paulo, que responde por 32,1% da economia, perdeu 2,5 pontos percentuais na participação do PIB. Os restantes 32,8%, que correspondem ao PIB somado do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná, reduziram sua participação relativa na economia em 0,5 ponto percentual.

Dez anos antes, os 22 estados mais pobres respondiam pela menor fatia, de 32%, contra 33,4% do grupo intermediário e 34,6% de São Paulo. O PIB paulista foi superado pelo grupo em 2008, quando sua participação era 33,1%, e a dos 22 somados, 33,8%. Segundo o gerente da Coordenação de Contas Nacionais, Frederico Cunha, pesa para a inversão o fato de a indústria ter tido em 2012 o menor peso relativo na economia da série histórica, caindo de 27,1% em 2002 para 26% em 2012.

"São Paulo concentra 40% da indústria, e ainda perde um ponto percentual na participação. Com a queda da indústria e a queda da participação de São Paulo na indústria, isso acaba afetando a economia", disse.

Nos 10 anos estudados, Minas Gerais foi o único dos cinco estados mais ricos a aumentar sua participação no PIB: cresceu 0,5 ponto percentual. O estado continua na terceira posição, com 9,2% do PIB brasileiro, contra 11,5% do Rio de Janeiro. Rio Grande do Sul e Paraná continuam na quarta e quinta posição, com 6,3% e 5,8%.

Entre os 22 com menor PIB, somente a Bahia perdeu participação. O estado caiu da quinta para a oitava posição depois de perder 0,3 ponto percentual e chegar a 3,8% do Produto Interno Bruto. Frederico explica que o estado concentra grande parte da indústria química e de refino, que sofreu com a alta nos preços das commodities. Estas beneficiaram Rio de Janeiro e Minas Gerais. Santa Catarina passou a ser a sexta economia brasileira, com ganho de 0,3 ponto percentual que lhe garantiu uma fatia de 4%. O Distrito Federal se manteve na sétima posição, com aumento de 0,1 ponto percentual para 3,9%.

O estado que mais ampliou sua participação foi o Espírito Santo, aumentando seu peso na economia nacional em 0,6 ponto percentual. O PIB capixaba passou a representar 2,4% do total, o que o fez subir da 12ª posição para a 11ª.

Os cinco estados com menor participação mantiveram a mesma ordem na passagem de 2002 para 2012: Piauí (0,6%) e Tocantins (0,4%) – com alta de 0,1 ponto percentual – e Amapá (0,2%), Acre (0,2%) e Roraima (0,2%), sem variação em relação ao PIB brasileiro.

Fonte: Agência Brasil
Vinícius Lisboa – Repórter
José Romildo – Edição

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O Brasil ganhou o seu primeiro Centro de Referência em Educação Empreendedora. A unidade, que vai funcionar em Belo Horizonte (MG), é o terceiro centro de referência instalado pelo Sebrae Nacional no país. O primeiro foi o centro de referência em sustentabilidade, implantado em Cuiabá (MT), e o segundo, em construção no Rio de Janeiro, será referência do artesanato brasileiro. O lançamento ocorreu na capital mineira na tarde do dia 13 de novembro de 2014 e contou com a presença do presidente do Sebrae, Luiz Barretto, e do Conselho Deliberativo Nacional da instituição, Roberto Simões.

"Tenho certeza que o Sebrae Nacional e o Sebrae Minas saberão dar continuidade para que esta unidade se interrelacione com outros centros e entidades correlatas da área. Este centro será um elemento catalizador do conhecimento em educação empreendedora, como também atuará com novas pesquisas e inovação no setor, sempre se renovando", ressaltou Simões.

Com a missão de fomento do empreendedorismo, o Sebrae vai concentrar na nova unidade a realização de estudos e mapeamentos dos comportamentos empreendedores do brasileiro, com análises comparativas, pesquisas e desenvolvimento de ferramentas e tecnologias voltadas para a excelência do empreendedorismo.

A Educação Empreendedora é um dos principais programas do Sebrae, que está presente nos ensinos Fundamental, Médio e Superior e em iniciativas como o Pronatec Empreendedor – que já chegou a 121.048 estudantes e capacitou 3.750 professores em 1.934 escolas técnicas brasileiras – e o Empretec .

O Centro de Referência em Educação Empreendedora foi lançado durante a Conferência Regional Atitude Empreendedora. O evento foi aberto com palestra de Gary Schoening, fundador e CEO da The Entrepreneurial Learning Initiative (ELI), organização que promove a formação empreendedora no mundo. Encerrando a conferência, o rapper Emicida contou sua história de empreendedorismo. O artista foi destacado pela revista Forbes com uma das 30 personalidades brasileiras de maior destaque em seu ramo de atuação.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias
Telefone: (61) 3243-7851
E-mail: imprensa@sebrae.com.br

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Desde o dia 10 de novembro de 2014, a Agência Nacional de Águas (ANA) abriu inscrições para 3,5 mil vagas em cursos a distância gratuitos. Devido à grande procura, restam vagas somente para a capacitação Água na Medida Certa, que abordará os recursos hídricos a partir de reflexões sobre conceitos e informações a respeito da disponibilidade, distribuição e quantidade de água no planeta. O curso terá turmas de 18 a 30 de novembro e de 1º a 14 de dezembro. As inscrições podem ser realizadas através da página de cursos a distância da ANA até o dia 16 ou até todas as vagas serem preenchidas (1000, no caso do Água na Medida Certa).

Os demais cursos que estão com todas as vagas preenchidas são: Água e Floresta: Uso Sustentável da Caatinga (500 vagas); Gestão Integrada dos Recursos Hídricos no Nordeste (500); Cuidando das Águas (500); e Lei das Águas (1000).

Os alunos que atingirem a partir de 60% de aproveitamento nas avaliações receberão certificado digital. O tempo de duração pode ser menor que o previsto, conforme o desempenho de cada participante. Para facilitar a aprendizagem, as atividades estão estruturadas através de uma navegação sequencial entre módulos e o material está disponível em formato PDF.

Capacitação

A Agência Nacional de Águas realiza capacitações para as entidades que compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e para toda a sociedade brasileira. O objetivo é estimular a conservação e o uso sustentável da água, além da participação cidadã na implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos. Em 2013, a ANA capacitou 12.534 pessoas. Para 2014, a expectativa é bater este recorde, com 14,5 mil alunos.

Saiba mais no Portal da Capacitação da ANA: http://capacitacao.ana.gov.br/Paginas/default.aspx.

Fonte: Agência Nacional de Águas
Raylton Alves – Jornalista

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Os resultados alcançados pela Rede de Agricultura de Precisão da Embrapa e parceiros, em diferentes biomas brasileiros, depois de quatro anos de ações, foram reunidos no livro Agricultura de precisão: resultados de um novo olhar, que será lançado dia 19 de novembro de 2014, durante o Simpósio Nacional de Instrumentação Agropecuária (SIAGRO), em São Carlos (SP).

A obra reúne mais de 60 artigos, de 162 autores, em quase 600 páginas e aborda desde o histórico da técnica, conceito, ferramentas, análise e possibilidades do uso da tecnologia da informação, orientações para uso da técnica até à aplicação em sistemas de produção de culturas perenes e anuais.

Editado pela Embrapa, dedica mais 50 páginas ao tema inovação em agricultura de precisão, levantando as aplicações de ferramentas de avaliação de impacto socioeconômica e ambiental; o processo de transferência de tecnologia, as ações da Comissão Brasileira para o fomento e a difusão da técnica; avaliação do padrão tecnológico e tendências, além de estratégias de comunicação em agricultura de precisão.

Os editores são os pesquisadores Alberto Carlos de Campos Bernardi (Embrapa Pecuária Sudeste), Álvaro Vilela de Resende (Embrapa Milho e Sorgo), Luis Henrique Bassoi (Embrapa Semiárido), João de Mendonça Naime e Ricardo Yassushi Inamasu (Embrapa Instrumentação).

O livro poderá ser acessado gratuitamente, a partir do lançamento, pelo site www.embrapa.br/instrumentacao.

"É gratificante poder reunir, nesse livro, os resultados de uma rede de pesquisa que envolveu 200 pesquisadores, 20 unidades da Embrapa, 30 empresas privadas, nove universidades, três fundações e quatro instituições de pesquisa, com 15 campos experimentais de culturas perenes e anuais, distribuídos em todo o território nacional, desde 2009", avalia o coordenador da Rede de Agricultura de Precisão, Ricardo Inamasu.

Para o pesquisador Alberto Bernardi, "a expectativa é que o novo livro supere os mais de 60 mil downloads que tivemos nos três anos após o lançamento do livro Agricultura de Precisão, um novo olhar. O interesse que temos observado pelo tema, tanto por parte de produtores rurais interessados em adotar a agricultura de precisão, de técnicos como os do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), das empresas, além da própria academia, justifica nosso otimismo de que a publicação será um sucesso, principalmente, com a facilidade de acesso pelos meios digitais".

Fonte: Embrapa Instrumentação
Edilson Pepino Fragalle e Joana Silva – Jornalista
Telefones: (16) 2107-2901 e (16) 2107-2843
E-mail: instrumentacao.imprensa@embrapa.br

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A Embrapa Solos (Rio de Janeiro/RJ) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) lançam hoje (17/11/14), às 11 horas, na sede da Embrapa Solos, no Jardim Botânico, o livro "Biocombustíveis Sólidos – Fonte energética alternativa visando à recuperação de áreas degradadas e à conservação do Bioma Caatinga". A obra, que tem como Editor Técnico o pesquisador da Embrapa Solos Silvio Roberto de Lucena Tavares, parte do estudo da realidade da região do Baixo-Açu potiguar, uma das áreas com os piores índices de desenvolvimento humano do país, a qual se encontra em franco processo de desertificação.

Com base nessa realidade, o livro propõe a produção de biocombustíveis sólidos (briquetes e pellets) a partir de matérias-primas na maioria das vezes desperdiçadas e que possam ajudar a amenizar o impacto causado no meio ambiente por atividades humanas. Ainda desconhecidos pela maior parte da população brasileira, esses biocombustíveis já começaram a ser produzidos em larga escala em alguns estados do país, em especial nas regiões Sul e Sudeste.

De acordo com o Sílvio Tavares, o briquete é uma opção à lenha utilizada em fornos de padarias, pizzarias e na indústria cerâmica, que possui uma grande participação na economia do Rio Grande do Norte. Atualmente, a maior parte da lenha usada como fonte de energia é extraída da mata nativa, agravando o quadro de desertificação em vários pontos do Estado.

No caso do Baixo-Açu potiguar, o consumo de lenha e carvão vegetal nas residências, padarias, queijarias, churrascarias e, sobretudo, nas fábricas de cerâmica vermelha nos nove municípios do Baixo-Açu beneficiados pelo Projeto, foi estimado em 570.000 mil m³ ou 119.684,50 toneladas em 2012, o que equivale à devastação de uma área de 3.799,5 hectares ou 5.427,86 campos de futebol oficiais, gerando desertificação e degradação da caatinga potiguar.

"Biocombustíveis Sólidos — Fonte energética alternativa visando à recuperação de áreas degradadas e à conservação do Bioma Caatinga", tem edição de 1.000 exemplares com distribuição dirigida. O PDF da publicação estará disponível para download no site da Embrapa Soloswww.embrapa.br/solos – a partir do dia 18 de novembro de 2014.

Livro sobre Física do Solo também terá Festa de Lançamento

"Aplicação da Física do Solo em Análises Ambientais – Medição, Modelagem e Integração de Dados" é o nome do livro lançado em junho, em parceria pela Embrapa, Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). A obra, em inglês, editada pela Springer, junta, em 20 capítulos, grandes cientistas da área.

No evento do dia 11 também acontecerá a festa de lançamento desta obra, que tem entre os editores os pesquisadores da Embrapa Solos Wenceslau Teixeira e Guilherme Donnagema.

"Aplicação da Física do Solo em Análises Ambientais – Medição, Modelagem e Integração de Dados" tem 507 páginas, e pode ser adquirido em www.springer.com/life sciences/agriculture/book/978-3-319-06012-5 com preço de 155 euros.

Anote na agenda

Lançamento do livro "Biocombustíveis Sólidos – Fonte energética alternativa visando à recuperação de áreas degradadas e à conservação do Bioma Caatinga"
Dia: 17 de novembro de 2014
Hora: 11 horas
Local: Embrapa Solos
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1024 – Jardim Botânico – Rio de Janeiro/RJ

Mais informações:

Embrapa Solos
Telefone: (21) 2179-4507
SAC: www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Fonte: Embrapa Solos
Carlos Dias – Jornalista
Telefone: (21) 2179-4578

Marilia Estevão (IFRN) e Carlos Dias (Embrapa)

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A gigante americana da internet, Google, se somou à luta contra a pesca ilegal, ao lançar um novo instrumento de vigilância que permite identificar e seguir milhares de embarcações em tempo real. Este aplicativo, o Global Fishing Watch, desenvolvido com as ONGs SkyTruth e Oceana, foi apresentado no dia 14 de novembro de 2014, em Sydney, Austrália, por ocasião do Congresso Mundial de Parques, celebrado a cada dez anos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

"A combinação da nuvem informática [armazenamento de dados em servidores remoto] e de megadados (n.r: big data) permite conceber novos instrumentos para visualizar, compreender e, se for o caso, inverter os fenômenos" observados, explicou Brian Sullivan, do programa Google Earth Outreach.

O aplicativo, que só torna aparentes os navios pesqueiros, usa o SIA (Sistema de Identificação Automática), que indica a posição dos barcos que navegam em todo o mundo. Seu protótipo pode integrar dados de 3.000 embarcações, de uma frota mundial de mais de 1,3 milhão de navios comerciais.

Segundo a Comissão Oceano Mundial, organismo independente, criado em fevereiro de 2013, a pesca ilegal representa cerca de um quinto da tonelagem mundial e custa US$ 23,5 bilhões ao ano.

Para saber mais

Assista ao vídeo (em inglês) Global Fishing Watch | Technology Illuminating the Global Fishing Fleet: Fonte: Portal Terra

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