A Universidade de São Paulo (USP) é a 77ª melhor universidade do mundo e a primeira da América Latina, segundo o recém-lançado ranking Melhores Universidades Globais, que avaliou e classificou as 500 melhores instituições de ensino superior de 49 países.

Outras sete universidades brasileiras aparecem na lista:

247ª – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
254ª – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
316ª – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
365ª – Universidade Estadual Paulista (Unesp)
373ª – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
443ª – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
448ª – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

O resultado foi divulgado pela editora norte-americana US News e World Report, responsável pela análise e classificação.

O ranking avaliou dez critérios: reputação global da pesquisa, reputação regional da pesquisa, publicações, impacto das citações, total de citações, número de artigos mais citados, porcentagem de artigos mais citados, colaboração internacional, número de docentes premiados e porcentagem de docentes premiados em relação ao total do quadro acadêmico.

A lista também apresenta as 100 melhores universidades do mundo em 21 áreas.

Nessa classificação, a USP teve posições de destaque em nove áreas:

5ª posição em Agronomia;
19ª em Ciência Animal;
36ª em Farmacologia e Toxicologia;
46ª em Matemática;
60ª em Microbiologia;
65ª em Biologia e Bioquímica;
78ª em Química;
87ª em Física;
94ª em Medicina.

Fonte: Inovação Tecnológica

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A Editora UFPR lançou o primeiro livro versão digital e garantiu a entrada no crescente mercado editorial de e-books. O livro Conservação da Biodiversidade foi inicialmente planejado e editado para impressão, mas ganhou uma versão digital e gratuita – clique aqui para baixar – a pedido de um dos organizadores, que vive no exterior.

O diretor da Editora UFPR, Gilberto de Castro, explica que esse livro se tornou um e-book por acaso, mas que fazer a transição do catálogo para as novas mídias já estava nos planos da editora universitária. "Há um apelo grande para que o livro de papel seja feito também no eletrônico. A Editora não está fora dessa perspectiva. Ela tem pensado e juntado esforços no sentido de viabilizar isso", diz.

A pesquisa Produção e Venda do Setor Editorial, feita pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2013, mostra que vale a pena investir nesse mercado. A venda de e-books aumentou 225,13% de 2012 para 2013 e continua em pleno crescimento.

A especialista em educação e novas tecnologias e professora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Núria Pons, também defende a entrada da Editora no mercado digital. "A empresa editorial não pode mais achar que ela só tem o leitor de livro impresso. Ela tem os dois leitores e, muitas vezes, um único leitor dos dois meios", aponta.

O próximo e-book gratuito produzido pela Editora UFPR será uma edição atualizada das Normas para apresentação de documentos científicos – uma série de livros que apresenta regras para a apresentação de trabalhos científicos na Federal. Contudo, o fato de esses dois primeiros e-books serem gratuitos é uma exceção. Castro conta que futuros livros digitais serão vendidos, já que a Editora precisa pagar direitos autorais aos escritores.

Boa opção

Ana Paula Araújo, estudante de biologia da UFPR, aderiu aos e-books e mostra interesse em ler o lançamento da Editora UFPR. Apesar de preferir os livros impressos, defende que a plataforma digital facilita na hora dos estudos. "Os livros didáticos são uma ótima opção na forma de e-books, pois a maioria deles são grandes e pesados e ainda podem ser obtidos na internet gratuitamente para download", argumenta. A estudante só não faz mais uso de livros digitais porque tem problemas de visão e acha inseguro utilizar computador e tablets em alguns locais.

Nas salas de aula

Os livros digitais já são rotina para a professora Núria Pons. Só no seu tablet, tem cinco aplicativos para a leitura de livros digitais. Grande entusiasta da tecnologia, a professora defende que a transição dos livros para o mundo digital é inevitável. "A prensa de Gutemberg é de 1459. Se em 2014 não existissem mudanças significativas nesse mundo, seria loucura nossa. É possível dizer eu não gosto disso, mas não é possível impedir a mudança", explica. No dia-a-dia da sala de aula ela percebe que o xerox de textos ainda é o hábito predominante, mas observa que os alunos que experimentam o e-book gostam e não param mais de usar.

A visão de Ana Paula sobre seus professores é semelhante. A aluna afirma que poucos estão familiarizados com o formato digital, mas que os que conhecem costumam indicar links para acesso. "Na maior parte das vezes são os próprios alunos que acabam encontrando os livros na internet e disponibilizando o endereço nas redes sociais ou nos e-mails da turma", comenta.

Formatos e particularidades

O livro Conservação da Biodiversidade foi lançado como um ePUB, formato de e-book criado pelo IDPF (International Digital Publishing Forum), associação que engloba diversas empresas de publicação digital. O ePUB é baseado em um código livre e aberto, ou seja, qualquer um pode contribuir para o seu desenvolvimento. O resultado é uma leitura mais versátil e personalizável: o texto se ajusta à tela do dispositivo, seja ele qual for. Além disso, o leitor pode escolher a fonte e o tamanho da letra. Mas uma grande parte dos trabalhos científicos brasileiros publicados na internet estão em outro formato, o PDF. Os hábitos da aluna Ana Paula Araújo, por exemplo, refletem essa realidade. Ela afirma que, apesar de conhecer o ePUB, usa apenas o PDF.

Gilberto de Castro explica que a Editora escolheu o ePUB porque ele pode ser lido em qualquer dispositivo, dependendo apenas de um aplicativo que o suporte. "O PDF é truncado, mesmo que você tenha um dispositivo versátil", considera. O professor ainda argumenta que essa fase de uso do PDF é passageira. Segundo ele, há alguns anos, existia uma questão de conhecimento técnico: as pessoas não sabiam manipular o ePUB. Mas esse quadro está mudando devido ao aumento da presença de tablets e smartphones no mercado. "Daqui a alguns anos, todos vão ter dispositivos em que o ePUB funcione de maneira muito mais plástica do que o PDF", finaliza.

Fonte: Universidade Federal do Paraná
Giulia Halabi – Jornalista
Eleonora Mendonça – Edição

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A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) tem concursos abertos para professores em diversas modalidades de contratação e áreas do conhecimento, distribuídos entre os campi da instituição em São Gonçalo, Ilha Grande, Duque de Caxias, Teresópolis, Nova Friburgo, Resende e Rio de Janeiro.

No Centro Biomédico, há vagas na Faculdade de Ciências Médicas, nos departamentos de Cirurgia Geral, Especialidades Cirúrgicas, Especialidades Médicas, Patologia e Laboratórios e Tecnologia da Informação e Educação em Saúde.

No Centro de Ciências Sociais, as vagas são no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, no Departamento de Arqueologia, área de Arqueologia Brasileira, e no Departamento de História, área de História da América.

No Centro de Educação e Humanidades há vagas na Faculdade de Educação, na Faculdade de Formação de Professores, no Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira, no Instituto de Educação Física e Desportos e no Instituto de Educação Física e Humanidades.

No Centro de Tecnologia e Ciências há concursos abertos na Escola Superior de Desenho Industrial, nas faculdades de Engenharia e Oceanografia, nos institutos de Física, Geografia, Química e Politécnico, em diversas áreas.

Interessados podem consultar as áreas com vagas e as datas dos concursos nos editais de cada unidade, disponíveis em srh.uerj.br/docente/saida.asp.

Fonte: Agência Fapesp

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As inscrições para seleção de 24 professores substitutos da Universidade Federal de Lavras (UFLA), ficam abertas das 9 horas do dia 17/11 até as 18 horas do dia 24 de novembro de 2014. Os interessados deverão se inscrever no site: www.prgdp.ufla.br/selecao. A taxa é de R$ 100,00 e o pagamento deve ser feito até o último dia de inscrição, por meio de boleto bancário (emitido no ato da inscrição).

As vagas são disponíveis em 12 departamentos: Biologia (DBI), Medicina Veterinária (DMV), Direito (DIR), Ciência do Solo (DCS), Ciências Florestais (DCF), Fitopatologia (DFP), Ciências Exatas (DEX), Ciências Humanas (DCH), Agricultura (DAG), Administração e Economia (DAE), Engenharia (DEG) e Entomologia (DEN), conforme o item 1.1 do Edital.

A seleção dos professores será feita por prova didática e de títulos. A Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PRGDP) divulgará oficialmente os dias, horários e locais das provas a partir de 21/11/2014, no site www.prgdp.ufla.br/selecao. As provas serão realizadas no câmpus da UFLA, a partir de 3/12/2014, de acordo com o Edital.

Mais informações podem ser obtidas na Coordenadoria de Seleção da PRGDP, pelo telefone (35) 3829-1146, ou no site www.prgdp.ufla.br/selecao.

Acesse o Edital do concurso: Edital PRGDP 103/2014.

Fonte: Universidade Federal de Lavras
Assessoria de Comunicação da UFLA
Mateus Lima – Jornalista

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As novas regras do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que tornam obrigatório informar os percentuais de ingredientes nos rótulos de bebidas não alcoólicas entram em vigor a partir de 12 de dezembro de 2014. Segundo o chefe da Divisão de Bebidas da pasta, Marlos Vicenzi, embora não haja um levantamento sobre quantas empresas se adequaram, a percepção a partir da fiscalização estadual, é que muitas já trazem os rótulos modificados. Vencido o prazo final, a obediência à norma passará a ser cobrada e quem não cumprir pode ser punido. O objetivo é tornar clara a quantidade de suco de fruta, suco vegetal ou polpa de fruta presentes nas bebidas.

"Essa exigência vai ser enquadrada na nossa rotina de fiscalização. Além disso, a gente está estudando a possibilidade de criar uma força-tarefa para fiscalizar os rótulos de bebidas. Quando a gente verifica irregularidade, lavra auto de infração. A depender da irregularidade, além de multa pode haver fechamento do estabelecimento, destruição do rótulo", informa Vicenzi.

Outra adequação a que os fabricantes de bebidas estarão obrigados é aumentar a quantidade mínima de suco nos néctares de uva e laranja. A partir de 31 de janeiro de 2015, o percentual de suco nas bebidas do tipo néctar passará de 30% para 40%. Em 31 de janeiro de 2016, a quantidade sobe para 50%. O Ministério da Agricultura informou que a medida atende a um pedido dos produtores de frutas. De acordo com Marlos Vicenzi, tanto as alterações no rótulo quanto as relativas ao percentual de suco foram discutidas com fabricantes de bebidas e fruticultores, com o acompanhamento de organizações de defesa do consumidor.

A nutricionista Ana Paula Bortoletto, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), explica que a entidade não esteve entre as que participaram do debate, mas tem acompanhado a questão. De acordo com ela, a informação das quantidades de ingredientes nos rótulos é importante para que o consumidor faça uma compra esclarecida.

"Existem, no mercado, diversas bebidas não alcoólicas que levam frutas e cada uma tem regra diferente. Todas são bonitas, com frutas nas embalagens. Se o consumidor não souber [as quantidades de ingredientes], fica difícil comparar. Lembrando que essas bebidas, em geral, têm açúcar adicionado. Às vezes, é tanto [açúcar] que pode ser comparado a um refrigerante. Não são bebidas que devem ser consumidas à vontade, principalmente pelas crianças", defende a nutricionista.

Ana Paula considera positivo o aumento do percentual de fruta nos néctares de uva e laranja. Mas critica o fato de a medida abranger só duas frutas. Ela pondera que o percentual poderia ser maior e considera longo o prazo de janeiro de 2016 para o patamar chegar a 50%. "O ideal [para a saúde] é que a maior parte [do néctar] fosse apenas suco, com o mínimo de água necessário, sem açúcar". Ela acrescentou que o consumo de bebidas com muito açúcar "contribui para o aumento de peso e da taxa de obesidade da população".

Fonte: Agência Brasil
Mariana Branco – Repórter
Marcos Chagas – Edição

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A presidente Dilma Rousseff disse que as investigações sobre o escândalo envolvendo a Petrobras mudará, de forma definitiva, as relações entre sociedade, Estado e empresas no Brasil. Segundo ela, este não é o primeiro escândalo do tipo no país, mas o primeiro a ser investigado, o que mudará "para sempre" o país no que se refere ao combate à impunidade, até porque, ressaltou, há possibilidades de que a origem do atual escândalo seja justamente os escândalos anteriores que não foram investigados.

As declarações foram feitas no dia 16 de novembro de 2014, na Austrália, após a presidente ter participado da Sessão Plenária da Cúpula do G20. "A grande diferença dessa questão é o fato dela estar colocada à luz do sol, porque esse não é, de fato, e eu tenho certeza disso, o primeiro escândalo. Agora, ele é o primeiro escândalo investigado, o que é diferente. Isso eu acho que mudará para sempre as relações entre a sociedade brasileira, o Estado brasileiro e as empresas privadas", disse.

Dilma Rousseff destacou o fato de, pela primeira vez em sua história, o Brasil trata de forma "absolutamente aberta" um caso dessa dimensão. "Há aí uma diferença substantiva, e eu acho que isso pode de fato mudar o país para sempre, no sentido que vai se acabar com a impunidade. Esta é, para mim, a característica principal dessa investigação. É mostrar que ela não é algo engavetável", ressaltou.

Perguntada sobre se o caso não pode prejudicar internacionalmente a Petrobras, uma vez que a empresa atua em diversas bolsas de valores, ela disse que, também no âmbito internacional, não é a primeira vez que uma empresa petrolífera se vê envolvida em denúncias de corrupção, e que, portanto, não acredita que ela venha a ser condenada pelo fato de, dentro do quadro, haver uma absoluta minoria de funcionários corruptos.

"Não é monopólio da Petrobras ter processos de corrupção. Quero lembrar que um dos grandes escândalos de corrupção investigados no mundo foi o da Enron, que é uma empresa privada. Então, não é monopólio da Petrobras ser investigada por processos internos de corrupção. A maioria absoluta, quase, dos membros da Petrobras, dos funcionários, não é corrupta. Agora, tem pessoas que praticaram atos de corrupção dentro da Petrobras. Então não se pode pegar a Petrobras e condenar a empresa. O que nós temos de condenar são pessoas. Pessoas dos dois lados: os corruptos e os corruptores", disse.

Para a presidente, o caso representa uma "questão simbólica" para o Brasil. "Acho que é a primeira investigação efetiva sobre corrupção no Brasil que envolve segmentos privados e públicos. A primeira que vai a fundo. Agora, nós podemos listar uma quantidade imensa de escândalos no Brasil que não foram levados a efeito. E, talvez, sejam esses escândalos que não foram investigados, que são responsáveis pelo que aconteceu na Petrobras".

Fonte: Agência Brasil
Pedro Peduzzi – Repórter
Aécio Amado – Edição

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O I Simpósio Nacional sobre o Cadastro Ambiental Rural (Sincar), que seria realizado nos dias 26 a 28 de novembro de 2014, foi adiado para o primeiro semestre de 2015. A realização do evento posteriormente permitirá maior projeção na divulgação dos resultados dos projetos relacionados ao Código Florestal, feitos pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA).

A Universidade está envolvida na elaboração da plataforma Sicar e realização do curso de capacitação CapCar, entre outros. O Núcleo de Estudos em Pesquisa e Planejamento Ambiental (NEPPA) irá ressarcir as inscrições já realizadas. Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail: sincar.ufla@gmail.com.

Sobre o CAR

O Cadastro Ambiental Rural (CAR), registro eletrônico obrigatório para os imóveis rurais, foi implementado no primeiro semestre deste ano pelo Ministério do Meio Ambiente. Trata-se de importante ferramenta para a consolidação do novo Código Florestal Brasileiro, pois objetiva integrar as informações ambientais referentes à situação das Áreas de Preservação Permanente — APP, das áreas de Reserva Legal, das florestas e dos remanescentes de vegetação nativa, das Áreas de Uso Restrito e das áreas consolidadas das propriedades e posses rurais do País. O sistema do CAR foi desenvolvido na UFLA, pela equipe do Laboratório de Estudos e Projetos em Manejo Florestal (Lemaf), a convite do Ministério do Meio Ambiente.

Fonte: Universidade Federal de Lavras
Assessoria de Comunicação da UFLA
Mateus Lima – Jornalista

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No Ano Internacional da Agricultura familiar, a Embrapa Instrumentação traz mais uma contribuição, numa literatura dedicada às tecnologias sociais, em linguagem simples e objetiva, rica tanto em conteúdo quanto em ilustrações. O livro Saneamento Básico Rural integra a coleção ABC da Agricultura Familiar, editado pela Embrapa Informação Tecnológica (Brasília/DF), e é o primeiro do centro de pesquisa de São Carlos em uma coleção corporativa.

Em 65 páginas, o leitor encontrará um panorama sobre a situação do saneamento básico no Brasil, dados estatísticos, instruções de uso das tecnologias, as perguntas mais frequentes dos interessados, esquemas e fotos das três tecnologias que compõem o sistema – o Clorador Embrapa, a Fossa Séptica Biodigestora e o Jardim Filtrante.

Para o pesquisador Wilson Tadeu Lopes da Silva, editor do livro, "ele vem coroar o esforço de mais de uma década em tornar as informações sobre o tema acessíveis a diferentes públicos. Ao integrar uma coleção da Embrapa, cuja proposta é trazer conteúdo de forma didática, com tamanho reduzido, a obra poderá ter visibilidade nacional e ajudará a suprir a carência de muitos produtores para um bem tão precioso, a água".

O livro poderá ser adquirido por R$ 4,00 na livraria virtual da Embrapa, no endereço: www.embrapa.br ou pelo e-mail: livraria@embrapa.br.

Ações pelo Brasil

Durante 2014, declarado pela ONU (Organização das Nações Unidas) o Ano Internacional da Agricultura Familiar, a Embrapa Instrumentação realizou diversas ações para divulgação das tecnologias sociais ligadas ao Saneamento Básico Rural.

Foram realizados dias de campo em Ribeirão Bonito (SP), em parceria com o Rotay Club e em Tabatinga (SP), em parceria com o Sebrae e o sindicato rural local. Para facilitar o acesso ao Jardim Filtrante, foi assinado um contrato para transferência de know-how com a empresa Ecosys, de Bauru (SP). O público metropolitano foi contemplado em Paralheiros, na capital paulista, com uma palestra sobre o tema, organizada em parceria com a Iniciativa Verde.

A realização de minicursos sobre Saneamento Básico Rural também marcou as atividades nesse ano especial: em Santa Leopoldina (ES), em parceria com a Companhia Espírito Santense de Saneamento (CESAN); em Nova Olímpia, Arenápolis e Cáceres (MT), em parceria com a WWF Brasil e o Consórcio Cabeceiras do Pantanal; em Macapá, em parceria com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e Embrapa Amapá; em Cruzeiro do Sul (AC), em parceria com a SOS Amazônia e Embrapa Acre; Em São Luís, Mata Roma e Caxias (MA), em parceria com a Embrapa Cocais e Embrapa Acre; em Palmeira das Missões (RS), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e em São Carlos (SP).

"Tivemos contato com centenas de pessoas ao longo do ano, em várias partes do Brasil, interessadas em desenvolver ações efetivas para melhoria das condições de Saneamento Básico Rural. A partir do lançamento do livro da Coleção ABC da Agricultura Familiar, contamos com mais um importante instrumento para esse trabalho junto com nossos parceiros", explicou Wilson Tadeu Lopes da Silva.

Fonte: Embrapa Instrumentação
Edilson Pepino Fragalle e Joana Silva – Jornalistas
Telefones: (16) 2107-2901 e (16) 2107-2843
E-mail: instrumentacao.imprensa@embrapa.br

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