A madeira tratada está relacionada aquela obtida de florestas cultivadas cujas árvores passam por processo de tratamento, onde são impregnada de produtos químicos visando estender ao máximo a vida útil do material em uso. O tratamento pode ser realizado de maneira artesanal ou industrial. Fonte: Coordenadoria de Assistência Técnica Integral

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Em Anápolis (GO), um residencial do Minha Casa, Minha Vida utiliza o sol como fonte de energia. A tecnologia foi entregue junto com as unidades habitacionais sem nenhum custo adicional e aquece a água utilizada no banho. A economia na conta de luz beneficia moradores de dois residenciais na cidade e mais de 180 mil famílias contempladas pela iniciativa. Toda casa contratada pelo programa deve ser entregue com a placa solar em funcionamento. Fonte: TV NBR

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O PISA é uma ferramenta desenvolvida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para difusão de tecnologias para a adequação do processo produtivo em propriedades rurais, visando a produção sustentável de alimentos seguros e de alta qualidade. No Rio Grande do Sul, tornou-se um programa de capacitação continuada a produtores rurais, através de um arranjo institucional composto pela coordenação técnica exercida pelas universidades federais (UFPR/UFRGS), o Programa Juntos para Competir (Sebrae/Senar/Farsul) e os parceiros locais (Emater, prefeituras, associações, sindicatos, indústria), além do MAPA. Fonte: Sebrae no Rio Grande do Sul

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A fruticultura, a pecuária e a armazenagem são as três áreas contempladas nos protocolos de intenção assinados no dia 20 de novembro de 2014, em Fortaleza (CE), pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Neri Geller, e pelo presidente do Banco do Nordeste Nelson Antônio de Souza. Os protocolos envolvem também a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Instituto CNA e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e o Governo do Estado do Ceará.

O termo prevê ações conjuntas nas áreas de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) para a promoção da agropecuária e a capacitação de produtores rurais em gestão e tecnologias modernas de produção. Prevê também a ampliação da capacidade estática e dinâmica de armazenagem, e a melhoria na eficiência de utilização dos sistemas de armazenagem, bem como, o fortalecimento das cadeias produtivas da fruticultura e da pecuária.

"Estes acordos visam alavancar as atividades agropecuárias na região Nordeste e na porção norte dos estados de Minas Gerais e do Espírito Santo. Eo Ministério da Agricultura vai auxiliar no desenvolvimento destas áreas, colaborando para a competitividade do setor", disse o ministro.

Os recursos para o desenvolvimento das ações serão repassados pelo Ministério da Agricultura ao Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e já estavam previstos no Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015 (PAP). A ideia é conferir características regionais ao PAP, sem perda da unicidade na visão estratégica nacional, conforme explicou o secretário-executivo do Mapa, Gerardo Fontelles. A vigência dos protocolos é de 24 meses, podendo ser prorrogados, mediante acordo entre as partes, para até 60 meses.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Telefone: (61) 3218-2203

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O açaí está prestes a se tornar fruta nacional, a exemplo do que já acontece com o cupuaçu. A intenção é protegê-las contra a biopirataria na Amazônia. A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei do Senado – PL 2787/11 – que declara o açaí como "fruta nacional".

O texto altera uma lei de 2008 (Lei 11.675/08) que já fazia o mesmo com o cupuaçu. As duas frutas são típicas da Amazônia e usadas nas indústrias de alimentos e de cosméticos. São também alvo de empresas estrangeiras interessadas na exploração econômica das marcas "açaí" e "cupuaçu" no exterior.

A relatora do projeto de lei, deputada Marinha Raupp (PMDB-RO), disse que o título de "frutas nacionais" fortalece a economia sustentável da Amazônia: "Acreditamos que a aprovação desse projeto pode fortalecer as atividades econômicas sustentáveis, com rentabilidade especialmente para os povos da Amazônia."

Ela ressalta que "a nossa riqueza amazônica ainda não foi despertada na sua potencialidade econômica. Pirataria na Amazônia é o que não queremos. Queremos preservar a nossa biodiversidade e que a riqueza possa fortalecer o desenvolvimento das comunidades regionais".

Pirataria

Em seu parecer, a deputada Marinha Raupp lembra que, em 2003, uma empresa japonesa – Asahi Foods- chegou a registrar a patente do cupuaçu e a criar uma subsidiária, a cupuaçu International, para produzir o "cupulate", uma espécie de chocolate obtido a partir da semente da fruta amazônica. Essa patente só foi anulada após a mobilização de ONGs socioambientais com o slogan "o cupuaçu é nosso".

Posteriormente, veio a lei de 2008, que, agora, poderá ser alterada para a inclusão do açaí no rol de proteção contra a biopirataria. Em relação ao açaí, o governo brasileiro já teve de recorrer a órgãos internacionais para questionar registros de marca feitos por empresas japonesas, norte-americanas, alemãs e inglesas.

Incentivo às pesquisas

A Federação de Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa) apoia o título de "frutas nacionais" para o açaí e o cupuaçu. O estado é o maior produtor de ambas. O diretor da Faepa, Guilherme Minssen, sugere que, juntamente com a proteção legal, venha também o incentivo às pesquisas sobre as variedades das espécies.

"Não se produz cupuaçu nem açaí onde o ambiente não seja equilibrado. Pode-se até ter a vegetação da palmeira do açaí ou da árvore do cupuaçu, mas não a floração se não tivermos esse equilíbrio", afirma Minssen. "Portanto, o que se fizer para defender uma fruticultura como essa é bastante interessante, até porque a Embrapa tem um trabalho importante em cima desses frutos típicos da nossa região com meios de produção mais rápidos e econômicos."

Tramitação

Já aprovado no Senado, o projeto que protege o açaí e o cupuaçu da biopirataria só depende, agora, da aprovação final da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara para seguir à sanção presidencial, já que sua tramitação é conclusiva nas comissões.

Íntegra da proposta: PL-2787/2011.

Fonte: Agência Câmara
Reportagem — José Carlos Oliveira
Edição — Newton Araújo

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O México quer criar um imposto sobre alimentos gordurosos. Os Estados Unidos pretendem taxar bebidas que contêm muito açúcar para tentar resolver o problema da obesidade, que atinge milhões de pessoas. Mas a associação das onze principais empresas alimentícias do mundo rejeita tais impostos com veemência.

Esse foi apenas um dos tópicos de discussão durante a Conferência Internacional sobre Nutrição da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), que terminou no dia 21 de novembro de 2014, em Roma, na Itália.

Mesmo após o encontro entre representantes de 170 países e de organizações, importantes questões permanecem sem resposta, como o que precisa ser feito para reduzir a obesidade ou para combater a subnutrição na África e na Ásia.

Muitos representantes de países atingidos pela fome e subnutrição reconheceram que tais problemas são inaceitáveis, mas destacaram que houve avanços. Quase ninguém, no entanto, falou em compromissos para o futuro.

"Muitos tentaram colocar a alimentação no topo da lista de prioridades políticas. Isso é encorajador, mas não suficiente. Em países onde uma em cada duas crianças em idade de crescimento é desnutrida, a nutrição precisa ser o tema central da política", disse Neven Mimica, comissário para Cooperação Internacional e Desenvolvimento da União Europeia (UE).

Segundo Mimica, a U Eirá doar 3,5 bilhões de euros para o combate à fome em países em desenvolvimento nos próximos anos. A doação não é novidade, pois já estava prevista no orçamento do bloco. O comissário anunciou que a U Ese concentrará nas crianças atingidas pela fome e por uma dieta pobre.

"A desnutrição afeta 161 milhões de crianças, o que corresponde a 25% de todas as crianças no mundo. Não podemos aceitar isso. Nem sequer uma criança com fome seria aceitável. Num mundo cheio de conhecimento e prosperidade, simplesmente não podemos tolerar essa situação", afirmou Mimica.

Ao final da conferência em Roma, coordenada não apenas pela FAO, mas também pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ficou a promessa de formulação de um programa de ação abrangente, com 60 pontos, nos próximos anos. Porém, não foi decidido um calendário concreto ou ferramentas de controle.

Qualidade também é importante

O ebola também foi tema na conferência. Ao abordar o assunto, a diretora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, destacou que a alimentação não está somente relacionada à quantidade, mas também à qualidade e à segurança dos alimentos.

O vírus do ebola teve origem em morcegos e macacos e, provavelmente, foi transmitido a seres humanos através do consumo de animais contaminados. Para Charles McClain — vice- ministro da Saúde da Libéria, um dos países mais atingidos pela epidemia atual –, é necessário uma mudança no comportamento alimentar.

"Devido à situação da carne de caça, investimos na criação de aves, peixes e suínos. Assim, esperamos contribuir para a segurança alimentar", disse o político em Roma.

Na Libéria e nos outros dois países gravemente atingidos pelo surto do ebola, Serra Leoa e Guiné, a epidemia também abalou a agricultura. Muitas culturas não foram plantadas ou colhidas, afetando diretamente a economia do país, afirmou McClain.

Além disso, as crianças também estão sofrendo consequências da epidemia. Muitas escolas tiveram que ser fechadas. "Os programas de alimentação escolar conduzidos pelo Programa Alimentar Mundial da ONU foram suspensos. Por isso, cerca de 127 mil crianças em idade escolar não recebem mais nenhuma refeição equilibrada", relatou McClain.

Ele afirmou que a Libéria ainda precisará de ajuda internacional por muitos anos para minimizar os efeitos da epidemia para a alimentação dos cidadãos do país.

Uma alimentação inadequada na infância pode ter consequências para a vida adulta. A FAO estima que o desempenho econômico de muitos países africanos e asiáticos poderia crescer 20% se as crianças tivessem uma nutrição correta.

Alimentação consciente

Muitos participantes da conferência em Roma defenderam uma alimentação equilibrada, assim como o consumo de alimentos locais. Em discurso feito no evento, no dia 20/11, o papa Francisco afirmou que produtos agrícolas não são produtos industriais comuns, negociados no mercado financeiro, mas têm um valor próprio.

O papa também censurou o desperdício de alimentos em países industrializados. Em resposta às críticas, representantes dos países membros da União Europeia se comprometeram a enfrentar o problema de maneira mais resoluta.

Mais atenção também deve ser dada ao 1,5 bilhão de pessoas que estão acima do peso. Um problema que atinge o mundo inteiro, e não apenas países ricos.

Apesar da falta de medidas concretas definidas na conferência, para Bernhard Walter, especialista para Segurança Alimentar da organização humanitária Brot für die Welt (Pão para o Mundo), da Igreja Evangélica da Alemanha, o evento teve saldo positivo. Muitos problemas foram abordados e geraram discussões relevantes, considera.

"Foi muito importante trazer o tema da desnutrição para a agenda internacional. Mas esse foi apenas um primeiro passo. Agora, precisamos ver como seguir adiante. É crucial que os países desenvolvam políticas e as apliquem", avalia.

Fonte: Deutsche Welle
Bernd Riegert (cn), de Roma

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Dois novos Guias Técnicos Ambientais já estão disponíveis no site da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) de Minas Gerais. O Guia Técnico Ambiental da Indústria Têxtil e o Guia Técnico Ambiental da Indústria de Laticínio foram elaborados com o objetivo de fornecer aos empreendedores informações e orientações relacionadas ao setor. Os guias visam, ainda, dar subsídios às empresas para que a produção seja mais eficiente, econômica e com menor impacto ambiental. Clique aqui para acessar os guias.

De acordo com o gerente de Produção Sustentável da Feam, Antônio Malard, em 2011 e 2013, a Fundação elaborou um Plano de Ação para adequação dos setores de laticínios e da indústria têxtil, respectivamente. "Os guias elaborados fazem parte desse Plano de Ação, que contempla diversas outras ações para potencializar o desempenho ambiental desses empreendimentos", afirma. O gerente ressalta, ainda, que a meta da Feam é auxiliar as empresas na adoção de boas práticas ambientais. "Com a adoção dessas medidas os empreendimentos poderão obter benefícios ambientais, sociais e econômicos na gestão de seus projetos", destaca o gerente.

Os documentos são fruto de uma parceria firmada entre a Feam e a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). "As possibilidades apontadas constituem um ponto de partida para cada empresa iniciar a busca pela melhoria de seu desempenho ambiental", conclui o gerente.

Fonte: Agência Minas

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Neste primeiro vídeo da websérie Cinco em 1, aprenda a montar um terrário para a sua casa. 2º Episódio – Troca de vaso

Neste segundo vídeo da websérie Cinco em 1, aprenda a trocar plantas de vasos.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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