Depois de anos de planejamento e acertos com parceiros internacionais, começou a ser construída uma torre de 325 metros de altura que será usada para estudar a Floresta Amazônica. A torre Atto (sigla em inglês para Torre Alta de Observação da Amazônia), que será mais alta do que a Torre Eiffel, está sendo erguida ao norte de Manaus, na Reserva Biológica do Uatumã, a leste da represa de Balbina.

O projeto está sendo realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e do Instituto Max Planck de Química, da Alemanha.

Ao longo de toda a sua altura, a torre terá uma série de sensores, sondas e bombas, que sugarão o ar em diferentes altitudes para analisá-lo e detectar sobretudo a quantidade de aerossóis presentes. Os cientistas planejam também estudar o transporte de massas de ar pela floresta.

"Nós queremos entender onde e por que os gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e outros gases-traço reativos se formam e acumulam," explicou o professor Jurgen Kesselmeier, acrescentando que tem medo de altura e que não sabe se conseguirá subir até o alto da torre.

Mas o grande destaque da Atto não será a altura, já que existem sensores dedicados à coleta de dados climáticos no alto de edifícios com mais de 800 metros em Dubai.

O que tornará a Atto única no mundo é o ecossistema onde ela está sendo instalada: na maior área de floresta contínua da Terra – embora venha diminuindo com o avanço das plantações de soja e da criação extensiva de gado.

Fonte: Inovação Tecnológica

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Araxá, Brumadinho, Diamantina, Lavras, Montes Claros, Alto Paranaíba (Patrocínio e Patos de Minas), São João Del Rei e Teófilo Otoni poderão ganhar um forte instrumento indutor de desenvolvimento social e econômico. O secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Vicente Gamarano, presidiu o encontro onde foram apresentados os resultados dos estudos de viabilidade técnica para os parques tecnológicos destas cidades, promovido em parceria com o Centro Tecnológico de Desenvolvimento Regional de Viçosa (Centev/UFV). Na oportunidade, o secretário Vicente Gamarano e a superintendente de Inovação Tecnológica, Brenda Alves, receberam o relatório dos resultados, entregue pela diretora executiva do Centev, Adriana Ferreira de Faria.

Instrumentos irradiadores de desenvolvimento econômico e social, os parques tecnológicos compreendem uma área física delimitada, urbanizada de forma a atender a empresas intensivas em tecnologia que se estabelecem próximas de uma universidade com o objetivo de aproveitar a capacidade científica e técnica dos pesquisadores e seus laboratórios. Investimentos de longo prazo, normalmente os parques são geridos por especialistas, cujo principal objetivo é aumentar o bem-estar da comunidade em que se insere, promovendo a cultura de inovação e da competitividade das empresas e instituições baseadas no conhecimento.

De acordo com Vicente Gamarano, os parques tecnológicos fazem parte de um conjunto de política de ações estratégicas da pasta da Ciência e Tecnologia que não se colhem resultados em curto prazo. "É necessário muito investimento e sei que toda a equipe da Sectes plantou as sementes necessárias que serão colhidas no futuro", afirmou Gamarano, completando que somente o investimento na educação será capaz de transformar a sociedade. "Conhecimento adquirido e guardado para si não tem o mesmo valor quando compartilhado. Eos Parques Tecnológicos proporcionam esta troca de conhecimento para uma sociedade melhor".

Presente na reunião, Narcio Rodrigues afirmou que, quando ocupava o cargo de secretário da Sectes, sempre se empenhou para o desenvolvimento dos parques tecnológicos. "O Governo de Minas fechou um compromisso com essas iniciativas e sei que firmamos um ponto de partida importante para a consolidação desses parques. Este documento apresentado hoje é um resultado de trabalho da Secretaria que gostaria de vê-lo desdobrando", disse.

Fonte: Agência Minas

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Comunidades de baixa renda recuperam a auto estima com ações do programa Brasil Sem Miséria. Conheça a história da D. Rosa, do Quilombo do Algodão, no 5º Distrito de Pelotas. Para ela e as outras seis famílias da comunidade, coisas básicas como o acesso à energia elétrica e saneamento básico são recentes. Esse documentário mostra a melhora na condição de vida na comunidade após o início do trabalho desenvolvido pelos extensionistas da Emater/RS. Fonte: TV Terra Sul

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

De acordo com o Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), várias razões foram importantes para a saída do Brasil do Mapa Mundial da Fome: índices de emprego, aumento real do salário mínimo e políticas de transferência de renda. Por esses e outros motivos, o órgão premiou o Brasil pelo progresso na luta contra o problema. Para conversar sobre o tema, o NBR Entrevista recebe o secretário de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arnoldo de Campos. Fonte: TV NBR

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Há várias formas de se construir o conhecimento, e uma delas é por meio empírico, onde os saberes tradicionais são adquiridos através da vivência. No Brasil, há várias comunidades espalhadas que apreendem dessa maneira. Para conciliar o saber acadêmico ao tradicional, as universidades vêm se aproximando dessas comunidades. Para conversar mais sobre o tema, o programa convidou José Jorge de Carvalho, coordenador do Instituto de Inclusão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) José Jorge de Carvalho. Fonte: TV NBR

Compartilhe esta postagem nas redes sociais