Uma empresa criada dentro da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), no interior de São Paulo, fabrica fornos que funcionam à base de energia solar. Hoje, a Pleno Sol anda com as próprias pernas e já produziu 150 unidades para clientes de todo o Brasil.

“O forno solar permite a economia de recursos naturais. Mais importante: funciona para o preparo de alimentos em locais onde não há recursos naturais, como o semiárido brasileiro ou a África”, explicou Nicolau Bussolati, fundador da Pleno Sol, ao PME Estadão.

Segundo a empresa, o forno “permite o máximo aproveitamento da energia solar independentemente do horário, época do ano ou região”, além de ser potente, versátil e durável.

Antes restrita aos laboratórios de universidades, a biotecnologia ganha cada vez mais espaço fora do ambiente acadêmico, graças a sua capacidade de solucionar uma gama de problemas sociais.

“Questões ambientais têm chamado a atenção de empreendedores para o desenvolvimento de produtos e serviços que resolvam desafios enfrentados pelas cidades”, destacou André Viola Ferreira, líder de mercados estratégicos da Ernst e Young.

Assista ao vídeo sobre o projeto:

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FONTE: Eco D

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Preservar espécies de raças para exposições é o objetivo do Sítio Bergmann, localizado em Monte Bonito, 9º Distrito de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Em um hectare, produtor João Bergmann possui um espaço reservado à criação de coelhos, frangos e patos que trazem uma alternativa de renda para a família.

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FONTE: TV Terra Sul

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A Associação Canguçuense de Agropecuaristas Familiares (ACAF) promoveu um Dia de Campo para 32 agropecuaristas de Canguçu. Eles estiveram reunidos para discutirem o futuro da pecuária familiar, em através de iniciativas, como associativismo e a extensão rural, na busca pelo fortalecimento da atividade na região sul do estado. Além das aulas teóricas, o grupo visitou duas propriedades, onde puderam descobrir um pouco mais sobre a ovinocultura.

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FONTE: TV Terra Sul

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O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) identifica, oficialmente, através da Portaria 1.453, de dezembro de 2014, a região de Alagoa, composta pelos municípios de Alagoa, Aiuruoca, Baependi, Bocaina de Minas, Itamonte e Pouso Alto, todos situados na região do Sul de Minas, como produtores de Queijo tipo Parmesão no modo Artesanal.

O objetivo deste reconhecimento é padronizar os processos, incentivar e legalizar, medidas fundamentais para agregar valor e renda aos produtores. Este tipo de queijo, de acordo com o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, possui uma importância econômica, cultural e social e é produzido na região sul mineira há décadas.

Origem

Originário da região de Parma, na Itália, o parmesão é um dos queijos mais consumidos mundialmente. Feito de leite de vaca pasteurizado, para sua fermentação agrega-se soro-fermento (guardado da produção anterior), coalho natural e fermentos termo resistentes. É um queijo de maturação longa, em torno de um ano, período durante o qual sua massa pode apresentar a formação de grãos de lactose cristalizada, característicos deste tipo de queijo e que atestam a boa qualidade do produto.

A longa maturação lhe confere o sabor picante, tão apreciado. É um queijo de massa cozida e salga longa (11 dias), que favorece a formação da casca espessa, não precisando de refrigeração. Seu consumo no Brasil é muito difundido como queijo ralado, acompanhando massas e outros pratos. Também é consumido puro, em pedaços ou lascas, como aperitivo.

Condições para produção

Sua produção no Estado de Minas Gerais obedecerá às normas e condições mencionadas na Lei 20.549, de 18 de dezembro de 2012, visando a assegurar a qualidade e a inocuidade dos produtos. A sua produção deverá ser com leite proveniente de rebanho sadio, que não apresenta sinais clínicos de doenças infectocontagiosas e cujos testes oficiais de zoonoses, tais como brucelose e tuberculose, apresentem resultados negativos.

Para sua comercialização, o produtor deverá obter o registro ou título de relacionamento junto ao Serviço de Inspeção Municipal (SIM) auditado ou na unidade do Instituto Mineiro de Agropecuária mais próxima de sua propriedade, individualmente ou por meio de associação ou cooperativa, mediante preenchimento de formulário específico em que o requerente assume a responsabilidade pela qualidade do queijo produzido ou do produto comercializado.

Os queijos artesanais ostentarão na peça ou em sua embalagem o nome do seu tipo ou da sua variedade, o número do cadastro, do registro ou do título de relacionamento e o nome do município de origem.

FONTE: Agência Minas

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2014, o qual mostra que os brasileiros estão cada vez mais frequentando as universidades. Entre os anos de 2004 e 2013 a proporção de pessoas da faixa etária 25 a 34 anos com ensino superior aumentou de 8,1% para 15,2%. Os dados revelam ainda que os mais pobre estão tendo maior acesso ao ensino superior, nas universidades públicas.

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FONTE: TV NBR

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