A Rede de Pesquisa e Inovação em Leite (Repileite) – www.repileite.com.br – está se programando para transmitir pelo menos 12 palestras técnicas ao vivo em 2015. E a primeira será nas próximas semanas. A data e o tema da palestra inaugural estão em fase de definição e serão divulgados pela própria Repileite em breve.

A estrutura das apresentações será adaptada especialmente para a iniciativa. Serão de 30 a 40 minutos de explanação, seguidos de 20 minutos de perguntas por meio do chat, totalizando uma hora de transmissão. “Trata-se de um formato objetivo e eficiente, que em ocasiões anteriores proporcionou resultado bastante positivo, sendo muito bem avaliado pelos participantes”, apontou o gestor da Repileite, Leonardo Gravina.

O ambiente das transmissões também atende a um padrão que facilita a compreensão do tema e a interação entre os envolvidos. No alto da tela do computador uma janela mostra o palestrante em ação. Logo abaixo, no meio da tela, aparece o conteúdo dos slides da apresentação acompanhando em tempo real o desenvolvimento da palestra. Na parte baixa da tela o espaço é reservado para o chat, com perguntas, respostas e comentários.

Gravina ressalta que sempre ao final das palestras será disponibilizado aos participantes material de aprofundamento referente ao tema apresentado, como publicações, vídeos e outros materiais informativos.

O Chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Gado de Leite, William Bernardo, destaca que as transmissões de eventos técnicos ao vivo em rede utilizando as ferramentas proporcionadas pela internet é uma tendência atual. “Trata-se de uma forma bastante dinâmico de transferir tecnologia e uma forma de a Embrapa estar mais perto de seu público e da sociedade como um todo”.

Criada em 2011 pela Embrapa Gado de Leite, a rede social temática tem como finalidade o compartilhamento de conhecimentos e a discussão de assuntos relacionados ao setor leiteiro. A Repileite possui atualmente mais de 4.200 membros, distribuídos por todos os estados brasileiros e até em outros países. Apresenta uma média de 8.000 acessos mensais vindos de cerca de 600 cidades.

A Rede tem aproximado diversos representantes da cadeia produtiva do leite, proporcionando debates técnicos, formação de parcerias, prospecção de demandas, e difusão de conhecimentos e tecnologias, entre outras oportunidades. Para atingir seus objetivos, utiliza ferramentas interativas da web, como fóruns, blogs, vídeos, chats e transmissões ao vivo.

FONTE: Embrapa Gado de Leite
Marcos La Falce – Jornalista
Telefone: (32) 3311-7495

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Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveram dispositivo que, em contato com a água e a radiação solar, impede a eclosão dos ovos do mosquito Aedes aegypti e mata as larvas recém-nascidas. Trata-se de um tijolo de concreto autoclavado tratado quimicamente, cuja densidade é menor que a da água, o que o faz flutuar.

A novidade é que a tecnologia contribui também para a eliminação dos vetores de outras doenças que se originam em fase aquática. Assim, além da dengue, o tijolo combate a malária e as febres amarela, chikungunya e do Nilo Ocidental.

A febre chikungunya chegou ao Brasil recentemente e já registrou grande número de casos. Quanto à febre do Nilo, o primeiro caso foi confirmado no Brasil em dezembro de 2014, em um agricultor do interior do Piauí.

Ambientalmente correto

O grupo de pesquisadores da UFMG estudou o processo de proliferação do Aedes aegypti e verificou que, após a ovulação, os ovos eclodem e formam larvas, que se desenvolvem em pupas. As pupas se transformam rapidamente em um mosquito — de seis a 12 horas.

“Nossa intenção era trabalhar um processo ambientalmente correto e que contribuísse com os métodos e tecnologias já disponíveis para evitar a proliferação da dengue”, conta o professor Jadson Cláudio Belchior, do Departamento de Química do Instituto de Ciências Exatas da UFMG, coordenador da pesquisa, iniciada em maio de 2013, também conduzida pelo professor Luiz Carlos Alves de Oliveira, dois doutorandos, um pós-doutorando e uma aluna de graduação.

Belchior explica que a larva irrompe quando o ovo encontra um local propício para se desenvolver. Além de água limpa, ela precisa de material orgânico e oxigênio. A proposta foi criar um mecanismo que não deixasse a larva eclodir ou não permitisse o desenvolvimento das já formadas, matando-as por asfixia ou por falta de alimentação, uma vez que exterminar o mosquito é mais difícil.

Segundo o professor Luiz Carlos, depois de receber tratamento químico, geralmente cortado em cubos ou tabletes, o tijolo reage na superfície da água por meio de um processo fotocatalítico — que necessita de radiação solar. No momento em que ocorre a combinação de água, luz e tablete, o produto — uma solução de óxido de ferro impregnado no tijolo na forma de hematita — é liberado, evitando a proliferação.

A tecnologia pode ser utilizada em qualquer lugar onde houver a possibilidade de acúmulo de água, como vasos de plantas, calhas e caixas dágua. Sem água ou luz, o dispositivo não entra em atividade, pois é preciso ocorrer a combinação das duas condições para desencadear a ação.

Manta flexível

Em um segundo momento do processo de desenvolvimento da tecnologia, os pesquisadores se voltaram para outra questão: em alguns locais, como calhas, o material poderia não ser o formato mais adequado para utilização. Foi desenvolvida uma manta flexível de tecido sintético com as mesmas propriedades químicas dos tabletes, mas que facilita a adaptação a determinadas estruturas, já que assume o formato e adere à superfície em que for colocado.

Jadson Belchior afirma que o dispositivo, em princípio, tem vida útil média de quatro a cinco meses. Quando está inerte por falta de água ou luz, o material não perde as características. “Havendo água e luz continuamente, a durabilidade é de cerca de quatro meses. Se, por exemplo, houver um intervalo de dois meses na atividade, a durabilidade sobe para seis meses”, salienta. Com relação à concentração, o professor diz que, em uma caixa dágua de 200 ou 500 litros, o ideal é que a superfície seja coberta pelo material.

O princípio ativo utilizado não é nocivo à saúde humana nem afeta a potabilidade da água. A aprovação da tecnologia está em tramitação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os dois depósitos de patentes — relativos ao tratamento químico do tijolo e da manta — foram protocolados em março e em maio de 2014, respectivamente. Agora, a pesquisa está direcionada à otimização da potência da tecnologia, visando à utilização de quantidades menores do produto e com maior eficiência.

O processo é barato. Para se produzir, em laboratório, em torno de mil tijolinhos cúbicos (2 cm³), gastam-se aproximadamente R$ 2, incluindo matéria-prima, reagentes e energia. “As matérias-primas são encontradas em abundância na natureza, e o suporte também é de baixo custo. Acreditamos que a tecnologia chegará ao mercado também a um preço acessível”, prevê o professor Luiz Carlos. A fabricação é simples, acrescenta Jadson. “Todo o processo gasta dois dias, mas vislumbramos a possibilidade de que esse tempo possa ser reduzido ainda mais”.

A pesquisa desenvolvida pela UFMG é financiada pela empresa Vértica Serviços e Tecnologia Eireli. O financiamento — cerca de R$ 420 mil, nessa fase de pesquisa de bancada, com aportes semestrais — termina em fevereiro de 2016.

As amostras de ovos do mosquito Aedes aegypti empregadas nos testes são fornecidas pela Secretaria de Saúde de Belo Horizonte.

FONTE: Universidade Federal de Minas Gerais

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O presidente da China, Xi Jinping, afirmou ontem (08/01/15), em Pequim, na China, que o país vai elevar os investimentos na América Latina para 250 bilhões de dólares na próxima década. O anúncio é visto por analistas como parte da campanha para aumentar a influência chinesa numa região tradicionalmente dominada pelos EUA.

Num discurso aos presidentes e chanceleres dos países-membros da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e do Caribe (Celac), o chinês definiu o aumento dos investimentos como um dos grandes objetivos para as relações entre as duas partes, ao lado do comércio bilateral, que o país quer dobrar em dez anos, para atingir 500 bilhões de dólares por ano.

O comércio bilateral entre China e a Celac passou de 10 bilhões de dólares em 2000 para 257 bilhões de dólares em 2013, principalmente por causa da grande demanda do país asiático por petróleo e soja.

“A China está disposta a trabalhar com a América Latina e o Caribe para criar uma nova plataforma de cooperação conjunta”, afirmou Xi Jinping durante a abertura do I Fórum China-Celac. “A reunião vai enviar um sinal positivo ao mundo sobre a profundidade da cooperação entre China e América Latina e ter um importante e extenso impacto em promover a cooperação Sul-Sul e a prosperidade no mundo.”

Ele disse que “a América Latina é uma das regiões emergentes com maior potencial para se desenvolver” e que será elaborado um plano para o período entre 2015 e 2019, com o objetivo de aumentar a cooperação em áreas como segurança pública, comércio, investimento, finanças, infraestrutura, energia, recursos, indústria, agricultura e ciência.

FONTE: Deutsche Welle

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Ao entrar na propriedade de Clodoaldo Brandão, logo se avista dezenas de pés de macaxeira, um dos produtos desenvolvidos em agricultura familiar que sustentam sua família. Há pouco mais de dois anos o produtor ganhou uma nova paixão e fonte de renda, a produção de mel. Com muita satisfação ele apresenta as 28 colmeias que possui e, com muito zelo, realiza o trabalho diário de manejar as abelhas.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: Agência Acre

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O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) assinou dois novos convênios para a construção de cisternas em 56 municípios dos estados da Bahia e Minas Gerais. Ao todo, serão investidos mais de R$ 143 milhões na ação. A Iniciativa faz parte do programa Água para Todos, que entre 2011 e 2014, superou a meta de instalação de cisternas no país passando a ofertar mais de 770 mil tecnologias de abastecimento a 1,2 mil cidades, beneficiando mais de 5 milhões de pessoas na região semiárida que sofrem com a seca.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: TV NBR

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Em 2014, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) beneficiou 48 mil produtores rurais no Brasil. Grande parte dos alimentos que abastecem restaurantes populares e cozinhas comunitárias vem da agricultura familiar, por meio do PAA. O governo compra dos agricultores e repassa os produtos a organizações que garantem a refeição de milhares de brasileiros.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: TV NBR

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São mais de três mil quilômetros que separam o estado de São Paulo da Floresta Amazônica. A longa distância sugere que acontecimentos acima da linha do Equador não interferem na vida do Cone Sul. Entretanto, a lógica falsa esconde uma verdade inegável: a Amazônia não só se relaciona com o restante do país, como é responsável pelo clima que incide nas demais regiões. Dessa forma, o desmatamento das árvores no bioma resulta na falta de chuva que assola as represas do Sudeste e Centro-Oeste. Essa interligação ocorre através do fenômeno conhecido como rios voadores.

Estas correntes de umidade lançadas na atmosfera pelas árvores da Floresta percorrem com o vento um longo caminho até o sul do Brasil. A camada de ar ajuda na constituição de chuvas no verão, responsáveis pelo abastecimento da maioria dos estados. Estimativas mostram que cada planta consegue “bombear” 500 litros de água por dia. Assim, a região amazônica consegue jogar 20 bilhões de toneladas de água no ar diariamente — três bilhões a mais do que a vazão do rio Amazonas, o maior do mundo.

O processo é natural e impede a desertificação do Sudeste. Se compararmos a faixa de terra entre as latitudes 20º e 30º no hemisfério Sul, notamos que apenas no Brasil não há territórios áridos. O paralelo é conhecido pelos desertos africanos na Angola, Namíbia, Botswana e no centro e norte da Austrália, que não possuem a ação dos rios voadores com suas nuvens úmidas.

O problema é que o desmatamento contínuo da Amazônia faz com que o rio voador fique cada vez mais “seco” e sem força para chegar aos outros estados brasileiros — o que favorece a estiagem vivida atualmente. A conta é simples: quanto mais árvores forem derrubadas, menos umidade é lançada na atmosfera. Além disso, o caminho das nuvens é favorecido por outros biomas, como o Cerrado e a Mata Atlântica. Entretanto, como também sofrem com a devastação, surge uma massa de ar quente que bloqueia esse processo, fazendo com a chuva caia em outras regiões.

Só há uma alternativa para fazer com o que o rio voador retome seu caminho natural: promover o reflorestamento das áreas desmatadas. Ainda que a extração de árvores tenha caído nos últimos anos, é preciso preencher o vazio dentro da floresta. É um ato simples diante da magnitude do tema, mas que garante uma sobrevivência sadia para todos.

Apenas com ações coletivas e políticas eficientes é possível reverter o cenário e reconstituir este ciclo vital para a sociedade. O importante é termos em mente que não existem atitudes isoladas quando o assunto é sustentabilidade. Com a união de todos é possível reverter a situação e garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

AUTORIA

Vagner Luis
Diretor Executivo da GreenClick

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A Secretaria da Educação do Paraná (SEED) lançou uma nova animação em vídeo sobre uma situação que muitos professores precisam lidar em sala de aula: o envio de mensagens através de celulares. “Chatiqueta – Dicas de comportamento no WhatsApp” traz sugestões para o bom uso desse aplicativo, evitando constrangimentos. O tema foi trabalhado pela Coordenação de Multimídia da secretaria e está disponível para visualização e download neste link.

De acordo com Cristiana Gonzaga, chefe do Departamento de Formação dos Profissionais da Educação, o objetivo é conscientizar principalmente alunos e professores sobre o tema. “Temos professores e alunos da rede estadual utilizando o WhatsApp, e recebemos pedidos de informações sobre o seu uso. Resolvemos então criar essa animação para atingir o maior número de pessoas possível, com um tom bem-humorado e ao mesmo tempo esclarecedor”, diz.

Eziquiel Menta, diretor de Políticas e Tecnologias Educacionais, afirma que o vídeo pode servir como ponto de partida para uma discussão maior. “As dicas da animação podem ser utilizadas em várias situações na internet. Os professores podem aproveitar para introduzir o conceito de boas práticas e uso da internet com os alunos, abordando inclusive temas como privacidade e segurança”, explica.

FONTE: Agência de Notícias do Paraná

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Estarão abertas, de 2 a 23 de março de 2015, as inscrições para o Concurso Público da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com 120 vagas para os municípios de Belo Horizonte, Montes Claros e Tiradentes.

Entre os 35 cargos técnico-administrativos em educação contemplados no edital, estão os de assistente em administração, administrador, bibliotecário-documentalista, contador, enfermeiro, médico/psiquiatra, psicólogo, produtor cultural e secretário executivo.

A aplicação das provas objetivas de língua portuguesa, legislação e questões específicas de cada cargo está prevista para 26 de abril, em Belo Horizonte e em Montes Claros. Para alguns cargos, também será exigida prova prática, em data a ser definida pela organização do concurso.

Outras informações podem ser consultados na página do concurso.

FONTE: Universidade Federal de Minas Gerais

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O Vale do Taquari abrange 36 municípios da região central do Rio Grande do Sul onde vivem cerca de 330 mil habitantes. Cerca de 80% da sua atividade econômica giram em torno da produção agrícola, em que se destacam 43 mil propriedades de médio e pequeno portes. Setores como o da produção de leite tem crescido bastante. A reportagem que vamos ver agora integra a série sobre produtos da economia do Rio Grande do Sul e é produzida pela Rede Prosa, rede de tvs universitárias gaúchas, parceiras do Canal Futura.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: Canal Futura

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