O Click and Grow Smart Herb Garden é um aparelho portátil para o cultivo de ervas, plantas e temperos no interior de casas. A tecnologia opera em todo o processo de crescimento da planta, sendo necessário apenas ligar o produto à tomada e adicionar a quantidade de água solicitada pelo próprio equipamento.

O aparelho contém espaço para três mudas de plantas crescerem simultaneamente. Ao comprá-lo, o consumidor adquire três cartuchos com três mudas: manjericão, erva-cidreira e tomilho. É possível, posteriormente, adquirir refis das mesmas ou das outras plantas disponíveis: mini-tomate, rúcula e pimenta-vermelha.

Confira o vídeo abaixo que explica mais sobre o produto:

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

Funcionamento da tecnologia

Inspirados na nanotecnologia utilizada pela NASA, os criadores da inovação desenvolveram o chamado Smart Soil – através do qual a planta recebe as quantidades exatas de nutrientes, água e oxigênio.

O vegetal é plantado dentro de um cartucho, contendo o Smart Soil, constituído por nanopartículas em um meio de cultura, que libera os nutrientes necessários para cada fase do ciclo de crescimento da planta, dispensando a adição de fertilizantes. O sistema de rega fornece água uniformemente, evitando que alguns pontos fiquem encharcados ou secos. Além disso, a textura do solo permite que as raízes tenham acesso ao oxigênio o tempo todo e o pH é mantido em condições ideais.

O aparelho conta com um software que controla o crescimento da planta. Cada cartucho contém um microchip único. O sistema ajusta as condições de crescimento de acordo com cada caso, para que cada espécime atinja o máximo desenvolvimento.

O produto também conta com iluminação de LED, que atua de forma semelhante à luminosidade natural e dispensa a necessidade de substituir as lâmpadas a cada seis meses, como ocorre com outros sistemas de jardim de interiores. A quantidade de energia necessária para o funcionamento, equivale a 6 Watts, tornando o custo anual algo entre US$ 4 e US$ 5.

Outro diferencial, segundo os criadores em relação a equipamentos disponíveis no mercado, é que o Click and Grow não produz muito ruído, sendo o aparelho mais silencioso dentre todos os semelhantes para se manter dentro de casa.

O produto pode ser adquirido através do site oficial.

FONTE: EcoD

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De acordo com o estudo do Ministério de Minas e Energia (MME), avanços tecnológicos em materiais e porte das instalações vêm permitindo o aumento do fator de capacidade, com melhor aproveitamento dos ventos.

Entre os países de maior geração eólica, o Brasil é o que tem o maior fator de capacidade, que aponta o aproveitamento do vento para gerar energia (é a relação entre o GWh gerado e a potência instalada, ao longo de um ano). A informação consta no boletim “Energia Eólica no Brasil e no Mundo”, produzido pela Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE) do Ministério de Minas e Energia.

O fator de capacidade (FC) dos empreendimentos geradores de energia eólica no Brasil atinge 36% e supera em 53% o dado médio mundial. Turquia, Estados Unidos e a Austrália aparecem com FC entre 33% e 32%. De acordo com o estudo, avanços tecnológicos em materiais e porte das instalações vêm permitindo o aumento do fator de capacidade, com melhor aproveitamento dos ventos.

Em todo o mundo, a participação da geração eólica na matriz elétrica mundial já atinge 2,7%, em 2013. Na geração eólica mundial, os Estados Unidos apresentam a maior proporção, de 27%, seguidos pela China, com 21%. O Brasil é o 15º país em geração de energia eólica, e responde por 1% da eólica mundial.

A Dinamarca apresenta a maior proporção de geração eólica em relação à geração total do país, de 32,5%. Em Portugal a proporção é de 23,3%; na Alemanha de 19% e Irlanda, de 17,7%. Nos demais países, a proporção fica abaixo de 9%.

No Brasil, por estado, o Ceará apresenta a maior proporção na geração eólica brasileira, com 34%, seguido pelo Rio Grande do Norte e o Rio Grande do Sul, com quase 20% de participação cada um. Em termos de fator de capacidade, considerando o porte do parque por UF, a Bahia apresenta o mais significativo indicador, de 40,1%.

FONTE: Portal Brasil

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram a cifra de US$ 6,77 bilhões em dezembro de 2014, o que representou um aumento de 5,9%, em relação ao mesmo mês de 2013, quando foram registradas exportações de US$ 6,39 bilhões. De acordo com nota da Secretaria de Relações Internacionais (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), os produtos de origem vegetal foram os que mais contribuíram para o crescimento do resultado do mês, além de terem representado 71,2% da pauta exportadora.

Em dezembro do ano passado, as vendas externas foram lideradas pelo setor de carnes, que atingiram o montante de US$ 1,46 bilhão, aumento de 3,8% no valor exportado. A carne de frango foi o item mais exportado, com US$ 653 milhões, crescimento de 5,9%. Em segundo lugar está a carne bovina, com exportações que somaram US$ 636 milhões, aumento de 2,9%. Já a carne suína foi o terceiro item do setor e teve crescimento de 5,3%, com receita de US$ 105 milhões.

O complexo sucroalcooleiro ficou em segundo no ranking das exportações do agronegócio de dezembro, sendo que o açúcar fechou o mês com US$ 821 milhões. Já para o álcool, a cotação média da tonelada ficou em US$ 710, valor 6,4% menor do que de dezembro de 2013. Apesar disso, a quantidade exportada do produto avançou 38%, fechando em 106 mil toneladas, o que resultou em uma receita de US$ 76 milhões, aumento de 29,2%.

Em terceiro lugar no ranking estão os produtos florestais. O aumento de 12,3% na quantidade exportada pelo setor impediu a queda da receita, que foi de US$ 873 milhões, aumento de 0,3% em comparação ao mesmo período de 2013. No setor, papel e celulose fecharam o mês com US$ 610 milhões e madeiras com US$ 263 milhões.

Cereais, farinhas e preparações ficaram na quarta posição do ranking de exportações de dezembro, somando US$ 768 milhões, o que representou crescimento de 12,2% em relação ao mesmo período de 2013. No setor, o produto mais representativo foi o milho, com vendas externas de US$ 621 milhões e incremento de 2,2%.

O café complementou o rol dos cinco setores mais relevantes para as exportações de dezembro. Com crescimento de 67,9%, as exportações do setor somaram US$ 681 milhões. O café em grãos foi o destaque, com um aumento de 79,8% em relação a dezembro de 2013, com montante que alcançou US$623 milhões.

Janeiro a dezembro de 2014

Entre janeiro e dezembro de 2014, as exportações dos produtos do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 96,75 bilhões e as importações somaram US$ 16,61 bilhões. Dessa forma, o saldo da balança comercial do agronegócio brasileiro foi superavitário em US$ 80,13 bilhões.

No período, o setor que mais exportou foi o complexo soja, com US$ 31,40 bilhões, incremento de 1,4%. Em segundo, está o setor de carnes, com US$ 17,43 bilhões em vendas externas, aumento de 3,7%. Já o complexo sucroalcooleiro ficou em terceiro, com US$ 10,37 bilhões; os produtos florestais em quarto, com US$ 9,95 bilhões e em seguida o setor cafeeiro, com US$ 6,66 bilhões.

Clique aqui para acessar a nota da balança comercial (arquivo World – .doc).

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Rayane Fernandes – Jornalista
Telefone: (61) 3218-2205

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A expectativa de que as chuvas de verão amenizariam a queda dos reservatórios no Centro-Sul do país não se concretizou. Um sistema de alta pressão vindo do Oceano Atlântico, que atua em boa parte do país desde o fim de dezembro, reduziu a média de chuvas no Sudeste, no Centro-Oeste e no Nordeste em janeiro, único mês em que os índices poderiam ficar acima do normal. Para fevereiro e março, as previsões também não são animadoras, indicando que o país terá o quarto ano seguido com verão menos chuvoso que a média.

Chamado de Alta Subtropical do Atlântico Sul (Asas), o sistema responsável pela falta de chuvas no Nordeste, no Centro-Oeste e em parte do Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo e norte do estado do Rio de Janeiro) se intensificará neste fim de semana. Nos próximos dez dias, as chuvas também ficarão escassas no estado de São Paulo e no sul do estado do Rio, piorando a situação dos reservatórios de usinas hidrelétricas e dos sistemas de abastecimento de água da Grande São Paulo.

Normalmente com ocorrência no meio da porção sul do Oceano Atlântico, a Alta Subtropical do Atlântico Sul teve o centro deslocado para a costa brasileira desde a semana do Natal. Nesta semana, o centro da área de alta pressão aproximou-se ainda mais do litoral fluminense. A Asas funciona como um tampão que bloqueia frentes frias e impede a formação de nuvens pelo calor. Uma corrente de vento que sopra do alto da atmosfera impede que a evaporação gere nuvens pesadas do tipo cumulus nimbus, que são associadas às chuvas.

Segundo a meteorologista Bianca Lobo, da Climatempo, a expectativa é que o sistema só comece a voltar para o oceano na última semana de janeiro. A partir de então, a umidade da Amazônia voltará a chegar ao Sudeste e trazer novamente chuvas para a região. No entanto, as frentes frias continuarão fracas e as pancadas ocorrerão apenas de forma localizada, provocadas pelo tempo abafado.

“A Alta Subtropical do Atlântico Sul vai impactar o regime de chuvas no verão porque fará janeiro fechar com precipitação abaixo da média. Prevemos chuvas pouco abaixo do normal em fevereiro e muito abaixo do normal em março”, ressalta a meteorologista.

A Asas é o mesmo sistema de alta pressão que provocou o bloqueio atmosférico do início de 2014, levando à queda dos reservatórios em todo o Centro-Sul e gerando a crise hídrica em São Paulo. “O fenômeno está menos intenso neste ano, até porque as condições dos oceanos estão diferentes, mas assistimos ao mesmo processo que ocorreu no verão do ano passado”, diz Bianca.

Com a perspectiva de mais um verão com chuvas abaixo do normal, a situação dos reservatórios não é otimista. “A preocupação com o abastecimento de água e a geração de energia só aumenta. Desde 2012, o Brasil tem tido verões pouco chuvosos, o que afeta os reservatórios do Centro-Oeste e do Sudeste”, explica Bianca. Ao tomar posse no dia 9 de janeiro de 2015, o novo presidente da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Jerson Kelman, admitiu a possibilidade de a crise hídrica agravar-se nos próximos meses no estado.

A formação da área de alta pressão traz outra consequência: a água que falta no Centro-Oeste e no Sudeste sobra na Região Sul. Desde o fim de dezembro, quando a Asas se aproximou do país, o Rio Grande do Sul enfrenta uma série de temporais, que provocaram a cheia do Rio Uruguai. “Na verdade, o sistema de alta pressão deslocou o canal de umidade para o Paraguai, o norte da Argentina e o Sul do Brasil”, explica o diretor-geral da Metsul Meteorologia, Eugenio Hackbart.

FONTE: Agência Brasil
Wellton Máximo – Repórter
Denise Griesinger – Edição

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Diante dos resultados da balança comercial brasileira em 2014, que colocaram em evidência o déficit de US$ 3,93 bilhões, o pior resultado desde 1998, reforça-se o argumento de que o governo federal precisa priorizar políticas de aumento de valor agregado dos embarques, sobretudo os do agronegócio e, em seu âmbito, os do complexo soja, que representou, no ano passado, 14% das vendas externas totais do País. Pela primeira vez, desde 2009, a soja superou o minério de ferro e liderou as exportações.

A palavra de ordem é ampliar a competitividade da economia brasileira em um mercado global em que os concorrentes do Brasil praticam políticas de aumento de produtividade, de redução de encargos fiscais e de entraves burocráticos, além de cuidarem da modernização da logística de transportes e do consequente barateamento de fretes.

No caso da soja, por exemplo, a Argentina, terceiro maior exportador, favorece a agregação de valor via embarques de farelo, óleo e biodiesel, produtos nobres da oleaginosa. A China, maior importador mundial de soja em grão, tem um conjunto robusto de políticas públicas específicas para adicionar valor a essa commodity, transformando-a em alimentação animal e humana.

As vendas do Brasil ao exterior de soja em grão, farelo e óleo, em 2014, somaram nada menos do que US$ 31,4 bilhões. Essa cifra poderia ganhar maior expressão se o Brasil, em vez de exportar o grão, o transformasse, internamente, em frango e suíno para exportação.

A diferença que faz o valor agregado

É possível — e urgente – melhorar a balança comercial mediante políticas de agregação de valor. Atente-se para esse cálculo feito pela Abiove: em 2013, um hectare de soja produziu 3.010 kg na safra de verão a um valor FOB porto de US$ 533 a tonelada, o que resultou em exportações de US$ 1.604. Após a colheita da soja, também foram produzidos, nesse mesmo hectare, 5.780 kg de milho a um valor médio de US$ 237 por tonelada, propiciando exportações adicionais à soja em grão de US$ 1.370. O embarque ao exterior de ambos os grãos levou ao ingresso anual de US$ 2.974 por hectare.

Utilizando o mesmo volume de grãos que foram exportados in natura, o Brasil conseguiu produzir e exportar 4.515 kg de carne de frango a US$ 2.049 a tonelada, o que gerou uma receita de US$ 9.251. A agregação de valor também fica evidente no exemplo alternativo da carne suína: o mesmo hectare de soja e milho, transformado em farelo proteico, que adicionado ao milho gerou ração, resultou em 3.251 kg dessa proteína, cuja cotação no mercado externo, em 2013, foi de US$ 2.627 a tonelada. A receita com a exportação de carne suína foi de US$ 8.540. A industrialização da soja para produção de ração proteica também gerou 587 kg de óleo vegetal exportado a US$ 1.003 a tonelada, totalizando US$ 588.

Note-se a diferença expressiva entre exportar soja em grão e milho (US$ 2.974, conforme o exemplo) e exportar produtos de valor agregado — óleo e carnes de frango ou suína (US$ 9.839 ou US$ 9.128).

Conjuntura favorável

O Brasil encontra-se em uma conjuntura favorável para o estabelecimento de políticas de exportação que gerem agregação de valor e maior competitividade frente aos concorrentes internacionais. O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff acaba de ser inaugurado e seus ministros ressaltaram a necessidade de “trabalhar intensamente” para aumentar as exportações, não esperando apenas os efeitos positivos da desvalorização do real e do crescimento dos Estados Unidos.

Trabalhar para superar entraves

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que representa a indústria processadora de soja — farelo, óleo e biodiesel –, em 2015, continuará trabalhando para a superação das dificuldades que afetam a cadeia produtiva da soja e a agregação de valor no País.

Entre os entraves, mencionam-se os problemas tributários, que reduzem a competitividade internacional do setor frente a seus principais concorrentes, especialmente China, Estados Unidos, Argentina e União Europeia. São distorções ligadas a tributos federais e ICMS que, em conjunto, tornam mais dispendiosa a exportação de farelo e óleo em relação à soja in natura.

FONTE: Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais

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A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab) começa a receber a partir dehoje (12/01/15) as primeiras propostas das seguradoras credenciadas para operarem com o Programa Estadual de Subvenção ao Prêmio de Seguro Rural. De um orçamento total previsto de R$ 10 milhões para o programa de subvenção estadual ao prêmio do seguro rural para 2015, o governo do Paraná já disponibilizou R$ 2,3 milhões em recursos do Tesouro do Estado administrados pela Fomento Paraná.

As propostas de seguro de lavouras podem ser feitas pelos produtores rurais nas seguradoras de sua preferência e confiança. Inicialmente a Secretaria da Agricultura vai acatar os pedidos de subvenção ao prêmio de seguro rural para as apólices emitidas para cobertura das lavouras de feijão e milho da segunda safra e frutas. A partir de março, começa a incluir as propostas para cobertura da safra de trigo 2015. Pecuária e florestas plantadas também fazem parte do rol de atividades agropecuárias amparadas pelo programa.

Segundo o secretário da Agricultura, Norberto Ortigara, além da ampliação de três para vinte nove culturas amparadas pelo seguro rural, outra inovação foi o credenciamento das seguradoras por 60 meses, o que está possibilitando o início das operações de subvenção já em janeiro, em conformidade com o calendário agrícola e a necessidade dos produtores rurais. “Como as empresas de seguro já foram cadastradas e credenciadas no ano passado, o programa não sofrerá com descontinuidade decorrente de problemas burocráticos”, explicou.

O credenciamento feito com as seguradoras é válido por cinco anos, e o contrato com a Fomento Paraná, por 12 meses. “Com essas medidas adotadas em 2014, a burocracia será reduzida à metade, favorecendo o produtor que terá mais agilidade para encaminhamento de suas propostas e liberação das apólices”, afirmou Ortigara.

O restante do orçamento será liberado à medida que for aumentando a demanda e de acordo com o calendário agrícola no decorrer do ano, explicou Francisco Carlos Simioni, diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) e coordenador do programa.

Seguradoras

São sete as seguradoras credenciadas pelo governo do Paraná a operar com a subvenção estadual ao prêmio do seguro rural no Estado: Aliança, Essor, Mapfre, Nobre, Porto Seguro, Sancor e Swiss-Re.

Os produtores que quiserem acessar o programa devem procurar os corretores de seguro de sua preferência para efetuar o seguro de suas lavouras sendo que o limite de subvenção estadual é de R$ 4.800,00 por produtor, por cultura segurada e por ano/safra.

2014

No ano passado, o programa de subvenção estadual ao prêmio do Seguro Rural no Paraná aplicou R$ 7 milhões, com recursos do Tesouro do Estado, para proteção de lavouras de milho da segunda safra, feijão, cevada, café e abacaxi, algodão, alho, batata, café, cebola, cevada, feijão, tomate, ameixa, caqui, figo, goiaba, kiwi, laranja, maçã, melancia, morango, nectarina, pêra, pêssego, tangerina, uva, floresta cultivada, trigo sequeiro, trigo irrigado e para a pecuária sujeitas aos eventos climáticos como geada, granizo, excesso de chuva, estiagem e outros.

No total foram beneficiados cerca de 4.500 produtores paranaenses, que correspondeu aproximadamente ao número de apólices efetivadas.

Conforme as regras da subvenção ao prêmio do seguro rural, o governo federal paga até 70% do valor do prêmio e o governo do Estado arca com 15% do valor, ou seja, metade do que compete ao produtor pagar. Isso quer dizer que de cada R$ 1.000,00 de seguro, o agricultor arca com prêmio de R$ 150,00. Com o dinheiro que sobra o agricultor pode aplicar em mais investimentos e modernização na propriedade.

FONTE: Agência de Notícias do Paraná

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A taxa de desemprego nas regiões metropolitanas vem caindo desde que começou a ser medida. De 12,3% em 2003, caiu para 5,4% em 2013 e estava em 4,7% em outubro de 2014. A taxa nacional foi de 6,8% no terceiro trimestre de 2014 e mostrou ligeira queda em relação ao terceiro trimestre de 2013 (6,9%), conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o emprego no Brasil está crescendo de forma quantitativa e qualitativa, com aumento de empregos com carteira assinada e do rendimento real.

Mas o Ipea constata que os brasileiros estão longe de alcançar a situação de pleno emprego. “Mercado informal grande, pessoas com subocupação e rendimentos médios baixos que não condizem com uma situação de pleno emprego”, disse a técnica de Planejamento e Pesquisa Maria Andreia Lameira. O salário médio foi de R$ 2.129 em outubro último, contra R$ 1.980 em outubro de 2013.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 80% das vagas criadas na economia são remuneradas em até dois salários mínimos. A quantidade de empregados domésticos representa cerca de 7% das ocupações nas regiões metropolitanas.

Em comparação com outros países, a taxa de desemprego no Brasil está entre as mais baixas. Levantamento do site Trading Economics mostra poucos países em situação melhor, como a Suíça (3,2%), o Japão (3,5%) e a China (4,1%). Alguns estão em situação semelhante ou pouco pior, como México (4,7%), Alemanha (4,9%), Rússia (5,1%) e Estados Unidos (5,8%). Os países da Zona do Euro, por outro lado, estão com a taxa de desemprego média de 11,5%.

Pauta trabalhista

Divergências entre representantes de empresários e de trabalhadores impediram a votação da chamada pauta trabalhista na legislatura encerrada em 2014.

Entre as propostas que tramitam na Câmara dos Deputados estão a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, o fim do fator previdenciário, a regulamentação da terceirização de mão de obra e a política de valorização do salário mínimo.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) é contrária à redução da jornada de trabalho. Além de reduzir as horas trabalhadas, a proposta prevê a elevação da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora normal.

A gerente-executiva de relações de trabalho da CNI, Sylvia Lorena, afirmou que não vê necessidade de alteração na legislação, pois a Constituição já permite a redução da jornada por meio da negociação coletiva. “O argumento de que isso geraria empregos não se sustenta. O que gera emprego é o desenvolvimento econômico, o crescimento e a qualificação profissional”, avaliou Lorena.

Para o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), da Força Sindical, a redução da jornada é ganho na qualidade de vida. “As pessoas trabalham mais nas primeiras horas, e na medida em que vão cansando, têm menos produtividade”, disse.

Outro destaque da “pauta trabalhista” é a regulamentação dos direitos dos empregados domésticos, que vai assegurar a eles o pagamento do FGTS — previsto em emenda constitucional.

FONTE: Agência Câmara
Reportagem – Thyago Marcel
Edição – Wilson Silveira

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A desapropriação de terras pelo governo federal gerou repercussões a favor e contra entre os deputados. No fim de dezembro de 2014, foram publicados decretos presidenciais que tornam de interesse social 22 propriedades rurais em dez estados, para fins de reforma agrária.

No total, serão 57.680 hectares que, segundo o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), podem beneficiar 1.504 famílias de trabalhadores rurais. Foram cinco propriedades em Goiás, quatro no Maranhão, três em Pernambuco e duas em Minas Gerais. Santa Catarina, Pará, Rondônia, Paraíba, Sergipe e Rio Grande Norte também tiveram terras desapropriadas para a reforma agrária.

Para o deputado Alex Canziani (PTB-PR), vice-líder do governo na Câmara dos Deputados, o decreto é um indicativo de que a reforma agrária vai ser priorizada no próximo mandato. “Através da reforma agrária, se permite alocar famílias para produzir”, declarou.

Canziani ressaltou que há “todo um preparo” para definir as áreas que são desapropriadas. “Não podemos simplesmente colocar uma emenda para desapropriar uma determinada fazenda. Existem casos, inclusive, em que os próprios donos da área querem se desfazer dela para atender um projeto de reforma agrária”, disse.

Violação de direito

Já o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) afirmou que a reforma não pode ser apenas uma divisão das terras. “Não temos nenhuma preocupação com a reforma agrária se a partição de terras acontecer com compra, pagamento legítimo e por preço correto das propriedades. O que não se pode fazer é a expropriação, a título da reforma agrária, e tomar terra de quem não quer vender, com um decreto absurdo de uso social e aniquilar o princípio de propriedade.”

Segundo Alceu Moreira, muitos projetos de assentamentos são partidários, e as fazendas acabam abandonadas ao fim dos subsídios do governo. Para o deputado, a reforma deve se estender ao acompanhamento das políticas agrícolas, como capacitação, armazenamento, manejo e financiamento.

Áreas improdutivas

O Incra esclareceu que as desapropriações começaram após as fazendas serem classificadas como improdutivas, ou seja, após a constatação de que não alcançam os graus de exploração exigidos por lei ou não são exploradas adequadamente.

Após a publicação do decreto presidencial, o órgão dá início a uma ação, cujos laudos de vistoria podem ser contestados administrativa e judicialmente pelo expropriado. Concluída essa fase, o Incra deve pagar uma indenização ao proprietário pela terra nua, em títulos da dívida agrária. As benfeitorias, como cercas e pastos, são ressarcidas em dinheiro.

FONTE: Agência Câmara
Reportagem — Emily Almeida
Edição — Pierre Triboli

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No início de 2013, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avaliou 25 amostras de queijo Minas e constatou irregularidades como diferenças na quantidade de nutrientes informados, como a gordura ou a proteína, por exemplo, e presença de coliformes fecais. Nos produtos versão light, foi constatado ainda que muitos não poderiam ser vendidos como light pois não possuíam a redução mínima de 25% de algum nutriente.

O Idec enviou notificações às empresas, órgãos de defesa do consumidor, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Ao final de 2013, o Idec repetiu o teste com 18 amostras disponíveis no mercado e constatou irregularidades novas e reincidentes – apenas uma estava regular.

Nesse período, o Idec recebeu cartas da Anvisa e do MAPA informando que foram abertos os processos administrativos para investigar e punir as irregularidades identificadas pelo Instituto, incluindo a notificação das empresas, fiscalização, apreensão e interdição dos locais de produção de queijos quando necessário. Até o final de 2014, o Idec foi informado do encerramento dos processos dado o atendimento das exigências para correção das irregularidades, incluindo a verificação da mudança dos rótulos para correção das informações nutricionais apresentadas. Uma das marcas parou de ser fabricada (Dia %).

Além disso, em 2013, a Anvisa publicou uma correção da RDC 360 (Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa sobre rotulagem nutricional de alimentos), alterando a variação permitida entre o valor real do nutriente e a informação na tabela nutricional, que antes era de mais 20% para mais ou menos 20%. Na época, O Idec divulgou nota a respeito.

Para o consumidor a vitória é tripla: além de ter acesso a um produto mais seguro, agora ele pode ter mais confiança ao ler informações verdadeiras nos rótulos dos queijos, além de ter subsídios para comparar preços entre versões de produtos tradicionais e light.

Considerado muitas vezes um produto de valor calórico reduzido em comparação ao queijo curado, os queijos “frescos” ou crus tipo Minas muitas vezes não o são – neste caso o papel da rotulagem é fundamental para que não haja desinformação e propaganda enganosa destes produtos.

FONTE: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

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Estão abertas as inscrições para 46 cursos de especialização da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Os interessados devem se inscrever em uel.br/proppg, da Pró-Reitoria de Pós-Graduação. No site também é possível acessar os editais completos de cada curso, com valor do investimento, documentos necessários, prazos das inscrições e critérios de seleção dos candidatos.

As aulas começam em março de 2015. O período de aulas e carga horária variam de acordo com cada curso. O valor da inscrição é de R$ 50.

Confira a lista das especializações e os respectivos prazos de inscrições:

Centro de Ciências Biológicas (CCB) – Inscrições até 23/01

Biologia Aplicada à Saúde, Biologia Tecidual, Ensino de Ciências Biológicas, Fisiologia: Teoria e Prática e Genética Aplicada.

Centro de Ciências da Saúde (CCS)

Análises Clínicas (até 15/01); Controle de Infecção relacionada à Assistência à Saúde (até 20/02); Endodontia (até 6/02); Nutrição Clínica e Alimentos Funcionais e Saúde Mental (até 17/01).

Centro de Ciências Exatas (CCE) – Inscrições até 28/01

Análise e Educação Ambiental em Ciências da Terra, Biotecnologia, Bioquímica Aplicada, Educação Matemática para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Educação Matemática, Ensino de Física, Ensino de Geografia, Estatística com Ênfase em Pesquisa Quantitativa, Estatística com Ênfase em Educação, Química do Cotidiano na Escola, Análise, Projetos e Gerenciamento de Sistemas com ênfase em Inteligência em Negócios (até 20/02), Engenharia de Software e Banco de Dados (até 20/02), MBA em Gestão de Projetos de Software e de Redes, Redes de Computadores e Comunicações de Dados (até 20/02).

Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) – Inscrições até 30/01

Comunicação com o Mercado, Comunicação Popular e Comunitária, Fotografia: práxis e discurso fotográfico, Moda: produto e comunicação, Design Digital, Gestão Estratégica de Design e Inovação, Ergonomia, Psicopedagogia.

Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA) – Inscrições até 20/01

Economia Empresarial

Centro de Letras e Ciências Humanas (CCH)

Ensino de Sociologia (até 30/01), Espanhol: língua, literatura e metodologia (até 30/01), Filosofia Moderna e Contemporânea, Língua Portuguesa (até 28/01), Literatura Brasileira (28/01), Patrimônio e História (até 28/01), História e Filosofia da Ciência (até 29/01).

Centro de Tecnologia e urbanismo (CTU)

Projeto Arquitetônico: composição e tecnologia do ambiente construído (até 06/02), Engenharia de Estruturas (30/01), Engenharia de Segurança do Trabalho (16/01), Sistemas Eletrônicos Embarcados (até 13/02).

Informações nos Centros de Estudos e Departamentos da Universidade ou no site uel.br/proppg.

FONTE: Agência de Notícias do Paraná

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