Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustados para aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo. No Diário Oficial da União (DOU) de ontem (12/01/15) – clique aqui para acessar, os ministérios da Previdência Social e da Fazenda anunciaram que os valores serão corrigidos em 6,23%, percentual referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Com a Portaria nº 13, o teto desses benefícios, ou seja, o valor máximo a ser pago, passa a ser R$ 4.663,00. Segundo o Ministério da Previdência, 177.270 benefícios que antes estavam na faixa de R$ 724,00 a R$ 741,79 serão equivalentes ao salário mínimo.

No caso do salário-família, o valor pago por filho ou equiparado, com idade até 14 anos, será R$ 37,18 para os segurados que tenham remuneração mensal que não ultrapasse R$ 725,02. Para quem tem renda superior a esse valor ou recebe até ou menos que R$ 1.089,72, o valor reajustado será R$ 26,20.

Outro benefício que está na portaria é o auxílio-reclusão, pago aos dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto. Poderão receber o auxílio os dependentes daquele segurado que tem salário de contribuição igual ou inferior a R$ 1.089,72. Com a publicação, os novos valores já estão em vigor.

FONTE: Agência Brasil
Michelle Canes – Repórter
Graça Adjuto – Edição

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O ano de 2014 foi muito positivo para o Brasil em relação as fontes renováveis de energia. Os últimos leilões fizeram com que o país integrasse, pela primeira vez, o ranking das dez nações mais atraentes do mundo para investimentos nesse setor, de acordo com levantamento da consultoria EY.

Fonte que mais cresce no Brasil, a energia eólica atingiu, na primeira semana de janeiro, a marca de 6 gigawatts (GW) de potência instalada e uma participação de 4,5% na matriz elétrica brasileira.

Com a entrada em funcionamento de quatro novos parques na Bahia, essa fonte renovável começa o ano com 241 parques eólicos distribuídos por 11 estados, segundo dados do último boletim do setor, divulgado no dia 9 de janeiro de 2015 pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

No final de 2012, o Brasil dispunha de uma capacidade instalada de 2,5 GW. Em apenas dois anos, a potência instalada do país mais que duplicou com a instalação de 3,5 GW.

Até 2018, a expectativa é que a participação da energia eólica na matriz energética brasileira salte para 8%, com a contratação e instalação de pelo menos 2 GW de potência a cada ano.

Bons ventos

“Pelas perspectivas do Governo, a eólica deve atingir 22,4 GW de potência instalada em 2023, e as previsões do setor indicam um crescimento ainda maior, que alcança 25,6 GW”, avalia a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum.

Os 6 GW representam para o país mais de 90 mil empregos gerados, 10 milhões de residências abastecidas mensalmente e 5 milhões de toneladas de emissões de CO2 evitadas.

FONTE: EcoD

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O que a crise hídrica em São Paulo e a seca na Califórnia, que enfrenta a pior estiagem em 1,2 mil anos, têm em comum? O resfriamento da porção norte do Oceano Pacífico. A cada 50 ou 60 anos, a queda da temperatura do Pacífico — que afeta o padrão climático em praticamente todo o mundo, com consequências diferentes em cada região — tem tornado a distribuição de chuva no Brasil irregular.

Chamado de Oscilação Decadal do Pacífico (PDO, na sigla em inglês), o fenômeno caracteriza-se pela alternância entre fases quentes e frias na área tropical e subtropical do Oceano Pacífico, principalmente no Hemisfério Norte. Cada ciclo dura de 25 a 30 anos e afeta cada parte do planeta de forma distinta.

Atualmente, o oceano está no auge da fase fria. Na última fase fria, entre o fim dos anos 50 e início dos anos 60, o Brasil enfrentou quatro anos seguidos de verões secos. Caso o padrão se repita, as chuvas só voltarão ao normal em 2016, como informou a Agência Brasil em março do ano passado [2014].

“No ano passado [2014], a PDO originou um bloqueio no Oceano Pacífico que reforçou a Alta Subtropical do Atlântico Sul, tornando o verão seco. Neste ano, as condições no Pacífico estão neutras, mas ainda com um pouco de resfriamento. Ainda são necessários estudos, mas é bem provável que o Oceano Pacífico esteja mais uma vez influenciando o verão brasileiro em 2015”, diz a meteorologista da Climatempo Bianca Lobo.

Desde 2012, quando começou o auge da fase fria do Pacífico, o Brasil enfrenta verões com chuvas abaixo da média. No Centro-Oeste, a PDO leva a verões com chuvas mal distribuídas. No entanto, o que deixa de chover em um mês é compensado nos meses seguintes. No Sudeste, principalmente em Minas Gerais, o fenômeno origina verões secos. Atualmente, Tocantins, Piauí e Maranhão também atravessam período de seca, mas a estiagem deve-se ao resfriamento do Oceano Atlântico na costa do Nordeste, sem relação direta com a PDO.

As fases frias da Oscilação Decadal do Pacífico estão associadas a manifestações fracas do El Niño, aquecimento do Oceano Pacífico na porção equatorial (próximo à Linha do Equador). Para este ano, estava previsto um El Niño que levaria a chuvas um pouco acima do normal nas regiões Sul e Sudeste no início de 2015. No entanto, a temperatura do oceano na região equatorial ainda está em condições neutras. Até agora, o El Niño não se formou.

“O aquecimento provocado pelo El Niño, que começaria em julho do ano passado, só ocorreu na primavera. Mesmo assim em intensidade baixa demais para que seja decretado o El Niño. Por enquanto, o Pacífico está em condições de neutralidade”, explica o diretor-geral da Metsul Meteorologia Eugenio Hackbart.

FONTE: Agência Brasil
Wellton Máximo — Repórter
José Romildo – Edição

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Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolveram um filme plástico comestível que pode ser produzido a partir de alimentos como espinafre, mamão, goiaba e tomate. As características do produto (resistência, textura e capacidade de proteção), no entanto, são muito similares às de um papel-filme convencional.

A pesquisa foi desenvolvida pela Rede de Nanotecnologia Aplicada ao Agronegócio (AgroNano) da Embrapa e recebeu investimentos de R$ 200 mil. Os trabalhos foram coordenados pelos pesquisadores Luiz Henrique Capparelli Mattoso e José Manoel Marconcini.

“É uma forma de processamento de alimento na forma de filme, mas eles têm características similares aos filmes convencionais, seja a diminuição da passagem de gases ou do contato com outros organismos. É algo que não deixa você ter contato direto com o alimento”, destaca o líder da Rede de Pequisa de Nanotecnologia para Agronegócio da Embrapa, Cauê Ribeiro.

Aves envoltas em sacos que contêm o tempero em sua composição, sachês de sopas que podem se dissolver com seu conteúdo em água fervente, goiabadas vendidas em plásticos feitos de goiaba, sushis envolvidos com filmes comestíveis no lugar das tradicionais algas, são algumas possibilidades imaginadas pela equipe da Embrapa para aplicar a nova tecnologia.

Os alimentos, usados como matéria-prima do filme, passam pelo processo de liofilização — tipo de desidratação em que, após o congelamento do alimento, toda a água contida é transformada do estado sólido diretamente ao gasoso, sem passar pela fase líquida. O resultado é um alimento completamente desidratado, mas com propriedades nutritivas.

O processo pode ser aplicado aos mais diferentes alimentos como frutas, verduras, legumes e até alguns tipos de temperos. Os pesquisadores adicionaram quitosana, um polissacarídeo formador da carapaça de caranguejos, com propriedades bactericidas — o que pode aumentar o tempo de prateleira dos alimentos.

“O tempo para chegar ao mercado depende muito do tipo de alimento o do tipo de parceria que a gente vai desenvolver com empresas. Temos de dar ênfase é no processo para fabricar esses itens”, destaca Ribeiro.

FONTE: Agência Brasil
Bruno Bocchini – Repórter
Talita Cavalcante – Edição

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A taxa de emissões de carbono que aqueceu o clima da Terra quase 56 milhões de anos atrás foi muito mais parecida com o aquecimento global verificado agora do que os cientistas calculavam. Segundo Gabe Bowen e seus colegas da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, o aquecimento global do período Paleoceno-Eoceno envolveu dois “pulsos de carbono” lançados na atmosfera.

E os dois pulsos parecem ter acontecido por eventos “endógenos”, ou seja, de processos do próprio planeta, não envolvendo a queda de asteroides ou cometas. As causas mais prováveis incluem o derretimento do gelo de metano aprisionado no fundo oceânico – os chamados clatratos – ou a liberação também de metano por um vulcanismo intenso.

Segundo a equipe, isto traz notícias boas e ruins. A boa notícia é que a Terra e a maioria das espécies vivas na época sobreviveu. A má notícia é que levou milênios para que a Terra voltasse ao nível climático anterior.

“Há uma observação positiva na medida que o mundo persistiu, ele não acabou em chamas, ele tem um mecanismo de autocorreção e voltou ao normal sozinho,” disse Bowen. “No entanto, neste caso levou quase 200 mil anos antes que as coisas voltassem ao normal.”

Clima diferente

Porém, Bowen ressalta que, naquela época, o clima global já era muito mais quente do que o atual – não havia, por exemplo, coberturas de gelo nos polos. “Assim, isso aconteceu em um campo de jogo diferente do que temos hoje,” afirmou.

Foi nesta época, por exemplo, que surgiu a maior parte dos mamíferos e que os oceanos adquiriram a acidez que apresentam hoje.

E as coisas parecem ter sido muito mais dramáticas: no chamado Máximo Termal do Paleoceno-Eoceno as temperaturas subiram entre 5 e 8 graus Celsius – atualmente os ambientalistas lutam para limitar o aquecimento global a 2º C.

Aquele aquecimento parece ter sido gerado por duas liberações de carbono, com durações de até 1.500 anos, o que, segundo a equipe, descarta explicações anteriores do impacto de um asteroide ou cometa para justificar o evento.

Regulação natural e intromissão não natural

A equipe chegou a estas conclusões monitorando o registro geológico deixado em nódulos sedimentares de calcário e rochas carbonáticas no estado de Wyoming, nos EUA. Agora os dados precisarão ser confirmados mediante a análise de amostras de mesma idade recolhidas em outras partes do mundo.

Mas a capacidade de recuperação natural do planeta em uma época de mudanças muito mais dramáticas acentua o risco das manipulações climáticas defendidas pela geoengenharia – estudos apontam que essas manipulações podem transformar o aquecimento global em seca global e que, no final das contas, a geoengenharia pode amplificar os efeitos do aquecimento global.

FONTE: Inovação Tecnológica

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Em geral os consumidores olham o preço, data de validade, mas nem imaginam de onde vem, por onde passou e quem produziu os produtos que consumirão. Para conscientizar os clientes a respeito do tema, uma campanha está sendo feita pelo instituto de defesa do consumidor. Reportagem de Sidinei Fernandes e Reginaldo Fernandes.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: TV Canção Nova

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O ano mal começou e a Agência Nacional de Águas (ANA) já oferece 2.750 vagas em cursos na modalidade de ensino a distância (EaD). As inscrições podem ser realizadas gratuitamente através da página http://eadana.hospedagemdesites.ws até o o dia 18 de janeiro. Para abrir a temporada de cursos de 2015, são oferecidos temas diversos do setor de recursos hídricos, como: comitês de bacias, monitoramento da qualidade da água e gestão de bacias hidrográficas. Até 20 de janeiro, os alunos receberão um e-mail de confirmação da inscrição.

Os alunos que conseguirem 60% de aproveitamento nas avaliações terão direito a um certificado digital. O tempo de duração das atividades pode ser menor que o previsto, conforme o desempenho de cada aluno. Para facilitar a aprendizagem, as atividades estão estruturadas através de uma navegação sequencial entre módulos e o material está disponível em formato PDF.

Para o curso Planejamento, Manejo e Gestão de Bacias a ANA oferece 650 vagas e as atividades vão de 20 de janeiro a 15 de fevereiro de 2015, totalizando uma carga de 40 horas. O objetivo da capacitação é discutir sobre o planejamento de recursos hídricos e a gestão de bacias.

Outro curso com 40 horas e que vai de 20 de janeiro a 15 de fevereiro é sobre Monitoramento da Qualidade da Água de Rios e Reservatórios. O objetivo é trabalhar junto aos alunos os conceitos e ferramentas de monitoramento de qualidade de água em rios e reservatórios em atendimento à Política Nacional de Recursos Hídricos e demais normas relativas ao tema. Há 600 vagas abertas.

Dois cursos têm 20 horas de carga e acontecerão de 20 de janeiro a 1º de fevereiro: Água na Medida Certa e Comitê de Bacia: o que É e o que Faz? O Água na Medida Certa (500 vagas) é aberto a todos os interessados em aprender sobre os recursos hídricos a partir de reflexões a a respeito dos conceitos e informações sobre a disponibilidade, distribuição e quantidade de água no planeta.

Já o curso sobre as atribuições dos comitês de bacias (250 vagas) é principalmente para agentes gestores de recursos hídricos e membros de comitês. O objetivo da capacitação é ensinar as atribuições e responsabilidades deste tipo de colegiado e incentivar a participação da sociedade na gestão dos recursos hídricos.

O curso Medindo as Águas do Brasil: Noções de Plu e Fluviometria tem 10 horas e busca difundir informações sobre as medições e o monitoramento das águas dos rios e das chuvas. Nas duas turmas – de 2 a 8 de fevereiro e de 9 a 15 de fevereiro – os alunos aprenderão sobre outros assuntos, como a coleta automática de dados e a Rede Hidrometeorológica Nacional. São previstas 250 vagas para cada turma.

Para a capacitação Comitês de Bacias: Práticas e Procedimentos, são oferecidas 250 oportunidades principalmente para membros de comitês e agentes gestores de recursos hídricos. As atividades vão de 2 a 15 de fevereiro com uma carga de 20 horas. O objetivo é ensinar aos alunos a dinâmica de funcionamento da estrutura organizacional dos comitês e seus elementos constitucionais para melhorar o processo de gestão.

Capacitação

A ANA realiza capacitações para as entidades que compõem o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e para toda a sociedade brasileira. O objetivo dos cursos é estimular a conservação e o uso sustentável da água, além da participação cidadã na implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos. Em 2014, a Agência capacitou 17.185 pessoas. Para 2015, a expectativa é bater este recorde.

Saiba mais no Portal da Capacitação da ANA.

FONTE: Agência Nacional de Águas
Raylton Alves – Jornalista

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Estão abertas, até 26 de janeiro de 2015, as inscrições para a especialização em Georreferenciamento de imóveis rurais. O curso foi criado a pedido do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que constatou a escassez de mão de obra qualificada no país para cumprir as diretrizes da Lei do Cadastramento Nacional de Imóveis Rurais (CNIR).

Segundo o professor Plínio Temba, do Instituto de Geociências (IGC) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), um dos responsáveis pelo curso, a estrutura foi organizada para atender às especificações do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) para o exercício da atividade. “A intenção é capacitar profissionais para os serviços de determinação das coordenadas dos vértices definidores dos limites dos imóveis rurais, conforme previsto pela CNIR”, explica.

Interessados devem preencher formulário disponível no site da Fundep e entregar a documentação especificada no edital no posto de atendimento da Fundação, localizado no campus Pampulha (Praça de Serviços, loja 7).

A documentação também pode ser entregue pelos Correios, desde que postadas via Sedex até 2 de fevereiro. O endereço para envio é Avenida Antônio Carlos, 6.627 – Unidade Administrativa II, sala 5030, Caixa Postal 856, CEP 30.161-970 – Belo Horizonte/MG.

A seleção será feita por meio de análise de currículo e da carta de intenções. O resultado será divulgado no dia 30 de janeiro, no mural do Departamento de Cartografia do IGC e no site da Fundep.

Mais informações sobre o processo seletivo podem ser conferidas no edital.

FONTE: Universidade Federal de Minas Gerais

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Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustados para aposentados e pensionistas que recebem acima de um salário mínimo. No Diário Oficial da União (DOU) de ontem (12/01/15) – clique aqui para acessar, os ministérios da Previdência Social e da Fazenda anunciaram que os valores serão corrigidos em 6,23%, percentual referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Com a Portaria nº 13, o teto desses benefícios, ou seja, o valor máximo a ser pago, passa a ser R$ 4.663,00. Segundo o Ministério da Previdência, 177.270 benefícios que antes estavam na faixa de R$ 724,00 a R$ 741,79 serão equivalentes ao salário mínimo.

No caso do salário-família, o valor pago por filho ou equiparado, com idade até 14 anos, será R$ 37,18 para os segurados que tenham remuneração mensal que não ultrapasse R$ 725,02. Para quem tem renda superior a esse valor ou recebe até ou menos que R$ 1.089,72, o valor reajustado será R$ 26,20.

Outro benefício que está na portaria é o auxílio-reclusão, pago aos dependentes de segurados presos em regime fechado ou semiaberto. Poderão receber o auxílio os dependentes daquele segurado que tem salário de contribuição igual ou inferior a R$ 1.089,72. Com a publicação, os novos valores já estão em vigor.

Fonte: Agência Brasil
Michelle Canes – Repórter
Graça Adjuto – Edição

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O ano de 2014 foi muito positivo para o Brasil em relação as fontes renováveis de energia. Os últimos leilões fizeram com que o país integrasse, pela primeira vez, o ranking das dez nações mais atraentes do mundo para investimentos nesse setor, de acordo com levantamento da consultoria EY.

Fonte que mais cresce no Brasil, a energia eólica atingiu, na primeira semana de janeiro, a marca de 6 gigawatts (GW) de potência instalada e uma participação de 4,5% na matriz elétrica brasileira.

Com a entrada em funcionamento de quatro novos parques na Bahia, essa fonte renovável começa o ano com 241 parques eólicos distribuídos por 11 estados, segundo dados do último boletim do setor, divulgado no dia 9 de janeiro de 2015 pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

No final de 2012, o Brasil dispunha de uma capacidade instalada de 2,5 GW. Em apenas dois anos, a potência instalada do país mais que duplicou com a instalação de 3,5 GW.

Até 2018, a expectativa é que a participação da energia eólica na matriz energética brasileira salte para 8%, com a contratação e instalação de pelo menos 2 GW de potência a cada ano.

Bons ventos

"Pelas perspectivas do Governo, a eólica deve atingir 22,4 GW de potência instalada em 2023, e as previsões do setor indicam um crescimento ainda maior, que alcança 25,6 GW", avalia a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Silva Gannoum.

Os 6 GW representam para o país mais de 90 mil empregos gerados, 10 milhões de residências abastecidas mensalmente e 5 milhões de toneladas de emissões de CO2 evitadas.

Fonte: EcoD

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