Na Zona Sul do Rio Grande do Sul, um agricultor cuida das abelhas sem ferrão. Além do instinto de preservar a espécie de abelhas mirim, seu Lübke, no município de Turuçu é referência na meliponicultura e sua propriedade recebe visitas de estudantes, produtores, técnicos e pesquisadores que querem aprender mais sobre o assunto.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: TV Terra Sul

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Cada vez mais a homeopatia se firma como um tratamento eficiente para manter a saúde das pessoas e dos animais. Tanto que a Emater-Ascar está proporcionando cursos para os extensionistas, para que eles levem este conhecimento até os agricultores. Este tratamento é mais barato e também não deixa resíduos no animal, o que propicia uma carne com mais qualidade. A matéria a seguir mostra a eficiência da homeopatia na criação de cabras.

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FONTE: Emater/RS-Ascar

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O acesso à internet é uma prática para a quase totalidade dos donos de micro e pequenas empresas brasileiras, aquelas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano. De acordo com pesquisa inédita do Sebrae, 92% desses empresários usam a internet. Quando comparado ao acesso feito pelo conjunto da população brasileira, os empreendedores se mostram bem mais conectados. Dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br) indicam que 59% da população utilizam a rede global de computadores.

O uso da internet no celular pelos donos de pequenos negócios também supera a média da população brasileira. Enquanto metade dos empresários usa seu telefone móvel para se conectar, apenas 31% da população do país fazem o mesmo. “A internet hoje é uma importante ferramenta que os donos de pequenos negócios têm para se capacitar e divulgar seus produtos e serviços. Ter acesso a esse meio de comunicação já é um grande passo para melhorar a qualidade do empreendedorismo no país”, destaca o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

O estudo apontou que para 65% dos empresários que usam internet é alta a importância desse canal para o bom desempenho do negócio. Os principais motivos que levam os donos de micro e pequenas empresas a utilizarem a rede mundial de computadores são o uso do e-mail, a pesquisa de preços e de fornecedores, serviços financeiros e compras de insumos. Os empresários que acessam a internet gastam, em média, 20 horas semanais para assuntos ligados ao negócio e 12 horas para outras finalidades.

O uso da internet também é considerado um importante canal de capacitação. De acordo com a pesquisa, do total de empresários entrevistados, quase metade deles têm interesse em fazer cursos pela internet. Em média, eles dispõem de cinco horas por semana para essa finalidade. Só os cursos a distância oferecidos gratuitamente pelo Sebrae tiveram a procura recorde de quase um milhão de pessoas até o início de dezembro de 2014.

“Sabemos que o grande desafio para os donos de pequenos negócios é se qualificar. Para se ter uma boa gestão é preciso estar capacitado e essa disponibilidade do empreendedor favorece a criação de novas empresas, aumentando também a taxa de sobrevivência delas”, destaca Barretto.

A instituição disponibiliza 43 cursos para empresários de pequenos negócios das mais diversas atividades, gratuitos e sem limite de vagas. Os cursos estão disponíveis no Portal EaD Sebrae.

FONTE: Agência Sebrae de Notícias
Alessandra Pires – Jornalista
Telefone: (61) 3243-7851

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Uma planta que atinge até seis metros em apenas 180 dias é uma alternativa interessante para uma das grandes demandas da atualidade, a geração de energia. Trata-se de um tipo de sorgo que apresenta rápido crescimento e alto potencial produtivo. O chamado sorgo biomassa tem sido pesquisado pela Embrapa e apresenta qualidade para gerar energia com poder calorífico similar ao da cana, do eucalipto e do capim-elefante.

O material pode ser utilizado em usinas termelétricas, como também em indústrias que utilizam caldeiras e geram energia para consumo próprio. O pesquisador André May, da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG), explica que esse material se mostra mais econômico por fornecer muita massa num curto intervalo de tempo. Chega a produzir 150 toneladas de matéria fresca por hectare. Além disso, o sorgo biomassa é vigoroso, resistente a pragas e a doenças.

Rafael Augusto da Costa Parrella, também pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, destaca que a cultura é totalmente mecanizável. “Plantio, manejo cultural e colheita são feitos com uso de máquinas. Diferentemente da cana e do capim-elefante, que têm plantio com estacas, o sorgo biomassa é propagado por sementes, o que facilita a implantação das áreas.”

Rafael é melhorista e tem avaliado cultivares de sorgo biomassa. “Avaliamos híbridos experimentais em vários locais, onde há demanda por matéria-prima para cogeração de energia. Analisamos produtividade e adaptação a diferentes ambientes no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do País”, explica.

Nova cultivar

A partir das pesquisas realizadas, foi gerado o primeiro híbrido de sorgo biomassa desenvolvido pela Embrapa: o BRS 716. O material já está registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para comercialização. “Desenvolvido para cogeração de energia por meio da queima de biomassa, o híbrido apresenta alta produtividade, em média, de 120 a 150 toneladas de matéria fresca por hectare. Tem ciclo curto, de seis meses, e porte entre cinco e seis metros de altura”, conta Rafael, ressaltando que o material possui boa sanidade, resistência ao acamamento e adaptação ampla a diferentes regiões do Brasil.

O pesquisador explica que o BRS 716 tem biomassa com alto teor de fibra (de 22 a 28%) e baixo teor de umidade (em torno de 50%). “É essa a média de umidade que interessa a muitas usinas termelétricas, pois as caldeiras foram projetadas para fazer a queima com esse percentual, que é similar ao de outras fontes de biomassa, como o bagaço de cana”, comenta Rafael.

A Embrapa Produtos e Mercado dispõe de sementes do novo híbrido para comercialização. O analista Marcelo Dressler explica que o público-alvo do negócio são empresas interessadas em realizar testes de produção e análises de desempenho do material na geração de energia elétrica.

Sistema de produção

Uma das principais vantagens do sorgo biomassa em relação a outras plantas usadas na geração de energia é seu rápido crescimento. “Com esse sorgo pode-se ter produção anual, enquanto outras plantas, como o eucalipto, demoram cerca de cinco anos”, explica Rafael. Segundo o pesquisador, o eucalipto produz cerca de 100 toneladas de matéria seca por hectare em cinco anos. Já o sorgo biomassa produz cerca de 40 toneladas por hectare, porém, em apenas seis meses.

Temperaturas mais elevadas e dias mais longos são mais favoráveis para o crescimento do sorgo biomassa. Por isso, a recomendação é de que o plantio seja feito de outubro a novembro. A colheita ocorre de março a abril. Dessa forma, a planta complementa a oferta de matéria-prima no período de entressafra da cana-de-açúcar, quando não há mais bagaço de cana para queima e geração de energia nas usinas.

Pesquisas conduzidas pela Embrapa atualmente avaliam alguns ajustes no sistema de produção do sorgo biomassa. “Estamos analisando ajustes de espaçamento, densidade e fertilidade de solo para potencializar a produtividade da cultura”, explica Rafael Parrella. Também estão sendo avaliadas melhorias na colheita e no processamento do material. Além disso, têm sido realizados estudos para reduzir a umidade do sorgo biomassa, a fim de permitir colheitas mais precoces.

Saiba mais

A demanda crescente por energia tem levado à busca por fontes alternativas. Dados da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) mostram o aumento do total de energia demandada no país, que atingiu 296,2 milhões de toneladas equivalentes de petróleo (MTep) em 2013, acréscimo de 4,5% em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, por causa da escassez de chuvas, houve redução da oferta de energia proveniente das hidrelétricas.

Nesse cenário, a biomassa vem sendo bastante utilizada na geração de eletricidade, principalmente em sistemas de cogeração (produção combinada de calor e eletricidade).

Segundo o Ministério do Meio Ambiente, “pode ser considerado biomassa todo recurso renovável que provém de matéria orgânica e tem por objetivo principal a produção de energia”.

Serviço

Interessados em adquirir sementes do híbrido de sorgo biomassa BRS 716 devem entrar em contato com o Escritório de Negócios de Sete Lagoas da Embrapa Produtos e Mercado. Telefones: (31) 3027-1310. E-mail: spm.eset.vendas@embrapa.br.

FONTE: Embrapa Milho e Sorgo
Marina Torres – Jornalista
Telefone: (31) 3027-1272

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A estimativa para a safra de café deste ano está entre 44,11 milhões e 46,61 milhões de sacas de 60 quilos do produto beneficiado. Os dados foram apresentados ontem (13/01/15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) durante a divulgação do primeiro levantamento da safra.

Em 2014, a produção fechou com 45,34 milhões de sacas, número considerado abaixo do esperado, já que as questões climáticas, como estiagem e frio intenso em regiões de produção, afetaram as plantações. O presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, disse que, ainda assim, o país está mantendo a estabilidade. “Estamos com tendência de estabilidade da produção em 45 milhões de toneladas de café. Tanto é que no ano de bienalidade positiva foi isso e neste ano também.”

A Conab tem acompanhado as temperaturas registradas no país a cada 15 dias. “Isso ajuda o setor privado e o público a perceberem se o clima estará, ou não, afetando as nossas previsões de safra daqui para a frente”, ressaltou o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, João Marcelo Intini.

Para o diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Rodolfo Osório de Oliveira, ainda é cedo para saber como o clima deste mês vai afetar a produção do ano. Segundo ele, a expectativa para 2015 quanto à estabilidade das chuvas é uma boa notícia. “O fato de ter um volume de produção muito similar ou quase igual ao do último ano alenta um pouco. Mostra que pode ser que este ano tenhamos um volume de produção pelo menos igual ao do ano anterior.”

De acordo com as leituras feitas até agora, o prognóstico climático é de normalidade até março. O próximo levantamento sobre a safra será feito em abril e divulgado em maio deste ano. “Sem dúvida, o próximo levantamento é mais próximo da realidade, a colheita já foi iniciada. Teremos uma leitura de campo muito mais próxima da realidade”, disse Intini.

Com relação às variedades, o café arábica — que representa 75% da produção nacional – tem estimativa, para 2015, entre 32,50 milhões e 34,40 milhões de sacas, o que representa previsão de crescimento de 0,6% a 6,5% em comparação com 2014. A produção do conilon, que representa 24,9% do total, está prevista entre 11,61 milhões e 12,21 milhões de sacas, o que, na comparação com o ano passado, indica queda entre 8,8% e 6,3%.

Outra expectativa divulgada pela Conab é de redução da área de plantio por volta de 0,6% em relação à safra passada. Entre as causas estão as condições climáticas e a substituição por culturas mais rentáveis em alguns estados.

Apesar dos problemas enfrentados no ano passado, as exportações de café não sofreram redução. “O padrão de exportação não deve ser reduzido. Os contratos e compromissos estão mantidos e as exportações continuam observando naturalmente a cotação do dólar e os preços praticados”, afirmou Intini.

FONTE: Agência Brasil
Michelle Canes – Repórter
Graça Adjuto – Edição

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Com a estimativa de safra recorde de grãos em 2015, com produção superior a 202 milhões de toneladas, o governo anunciou ontem (13/01/15) série de medidas para facilitar o escoamento da produção, que incluem incentivo do uso de portos localizados nas regiões Norte e Nordeste, automatização do sistema de agendamento da chegada de caminhões ao Porto de Santos, colocação de cascalho e disponibilização de tratores para socorro de veículos atolados na BR 163.

Sem citar os custos com ações consideradas estratégicas para viabilizar o escoamento da safra deste ano, os ministros da Agricultura, Kátia Abreu, dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, e da Secretaria de Portos, Edinho Araújo, disseram que o país não enfrentará problemas em transportes de produtos agrícolas da fazenda ao porto.

“Tivemos aumento de 5% na produção geral, aumento de 11% na produção especificamente de soja e, claro, a maioria dessa quantidade de soja vai para exportação. Mas com a experiência do ano passado, que foi exitosa, a Secretaria de Portos e o Ministério dos Transportes estão muito mais preparados para melhorar a performance [do escoamento], independentemente do crescimento,” disse Kátia Abreu.

Com a maior parte da produção agrícola do país concentrada nas regiões Centro-Oeste (42%), Nordeste (9%) e Norte (4%), ante 36% das regiões Sul e Sudeste (9%), as ações de escoamento também estarão voltadas para facilitar o transporte dos grãos para os portos de Belém (PA) e de Itaqui (MA). Atualmente, há uma concentração das remessas para os portos de Santos e Paranaguá, responsáveis por 50% das exportações na safra 2013/2014.

Para isso, o Ministério dos Transportes prevê melhoria na infraestrutura de corredores multimodais na região conhecida como Arco Norte, que compreende os estados de Mato Grosso, de Rondônia, do Amazonas, do Pará, de Tocantins e do Maranhão. Na rodovia 163, principal canal de escoamento de grãos da Região Norte — no trecho de 945 quilômetros entre as cidades de Sorriso (MT) e Miritituba (PA) — haverá aumento das ações de manutenção e colocação de cascalho e disponibilização de tratores ao longo dos 136 quilômetros ainda não foram pavimentados.

“Se saíssemos com a soja de Sorriso ou Lucas do Rio Verde, pelo eixo Arco Norte, reduziríamos o custo que fica entre R$ 260 e R$ 270 [do Porto de Paranaguá] a tonelada para [algo entre] R$ 204 e R$ 205 a tonelada. Isso vai direto na veia do produtor, diminuindo o custo de produção. Não podemos esquecer que a produção não é 100% exportada e quanto menos custo, mais barato ficarão os produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros”, disse Kátia Abreu.

Entre as medidas também foi destacado o financiamento de 426 embarcações para transporte de grãos com uso do Fundo de Marinha Mercante em operações nas hidrovias dos rios Madeira e Tapajós.

Em relação ao maior porto do país, o de Santos (SP), o ministro Edinho Araújo prometeu automatizar o sistema de agendamento da chegada de caminhões e entregar novo pátio de estacionamento até o início da colheita. “Esse sistema entrará em operação tão logo se inicie a safra 2015, prevista para fevereiro. A central [de agendamento], que no ano passado funcionou em Brasília, será instalada no Porto de Santos, com toda a tecnologia, [de modo a evitar] congestionamento”, disse Edinho Araújo.

Também está prevista a melhoria da fiscalização dos caminhões, a ser feita pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com instalação de quatro pontos fixos e um móvel de checagem, além de suporte tecnológico em tempo real, melhoria e duplicação de rodovias, além do incentivo do modal ferroviário. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a expectativa é de que haja um crescimento de 6,2% (64,5 milhões de toneladas) nas remessas internacionais de grãos em 2015, na comparação com a safra passada, quando foram exportadas 61,5 milhões de toneladas do complexo soja e farelo.

FONTE: Agência Brasil
Ivan Richard – Repórter
José Romildo – Edição

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O Secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Rodrigo Figueiredo, e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Voney Zanardi Junior, publicaram no dia 9 de janeiro de 2015 a Instrução Normativa Conjunta (INC) nº 1, no Diário Oficial da União (DOU), que proíbe, até o encerramento do processo de reavaliação ambiental do Ibama, a aplicação de produtos agrotóxicos e afins à base de Fipronil, Imidacloprido, Tiametoxam ou de Clotianidina na cultura do algodão e em culturas de inverno instaladas a menos de 300 metros das áreas de cultivo do algodoeiro em fase de florescimento.

De acordo com Carlos Venâncio, fiscal federal agropecuário do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas (DFIA), a INC foi resultado de uma flexibilização das medidas adotadas no início da reavaliação dos quatro ingredientes ativos: “Esta reavaliação tem como objetivo revisar o impacto destes produtos nas abelhas nativas, assim como a grande mortalidade destes insetos detectada nos últimos anos”.

Segundo Venâncio, “estas medidas foram sugeridas por renomados pesquisadores de universidades brasileiras após o desenvolvimento de estudos específicos que foram apresentados ao Ibama e a partir dos resultados desta mesma reavaliação em outros países”.

Outra decisão descrita no texto se refere à INC nº 1 de 2012, que estabelece medidas para o estudo dos defensivos agrícolas à base dos ingredientes ativos em questão. Nesse sentido, os prazos para a reavaliação desses componentes foi prorrogado para dezembro deste ano.

A Instrução ainda menciona que a prescrição de uso de produtos à base das substâncias em questão, que está na embalagem, deverá constar expressamente, no receituário agronômico, a orientação para que o usuário atenda às condições indicadas na INC.

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Maycon Fidalgo – Jornalista
Telefone: (61) 3218-3085

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Produtores rurais do interior de São Paulo não esconderam a indigestão com o discurso de posse do ministro Patrus Ananias (PT) que, ao assumir o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), no início do mês de janeiro de 2015, falou em “função social da propriedade” e numa ampla discussão sobre reforma agrária com participação de conselhos, movimentos sociais e outras instituições.

Em nome dos produtores rurais, o presidente do Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran), Marco Antonio Viol, classificou a fala de Ananias como “terrorista” e disse que a instituição não pensará duas vezes em recorrer à Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), à Frente Parlamentar Agropecuária (FPA) e ao ministério de Kátia Abreu (PMDB).

“O sentimento generalizado dos produtores rurais é de insegurança, afinal de contas há direitos adquiridos que podem simplesmente desconsiderados, em prejuízo de quem trabalha há décadas produzindo alimentos e divisas para o país”, afirmou Antonio Viol, segundo informe publicado no site da Siran.

“Em um momento de incerteza em relação à economia, em que o produtor rural precisa do mínimo de tranquilidade para trabalhar, produzir, criar e proporcionar bem estar a sua família e desenvolvimento ao seu país, tudo o que não precisamos é de terrorismo, como o do novo ministro”, completou.

Patrus Ananias foi de encontro ao discurso da nova ministra da Agricultura, que sustentou que no Brasil não existe “latifúndios” e que a reforma agrária deve ser feita de maneira pontual, sem ignorar direitos adquiridos. Ele falou que “o direito de propriedade não pode ser em nosso tempo um direito inquestionável, que prevalece sobre todos os demais direitos e sobre o próprio direito de realização das possibilidades nacionais”.

Para o Sindicato, Kátia foi mais “sensata”. “A intenção do ministro Ananias simplesmente ignora a história, as conquistas e as contribuições dos produtores rurais”, afirmou Viol, que ainda questiona outros conceitos utilizados pelo ministro, como direitos sociais e interesse público. “Por acaso, os direitos do produtor rural também não são sociais?”, indagou.

O dirigente também criticou a ideia de Patrus de dar espaço a “conselhos populares, conferências regionais, movimentos sociais, associações e representantes religiosos” nas discussões do Ministério. “Observa-se aí, segundo os diretores (do Siren), o desprezo pela opinião e pela defesa do produtor rural e suas entidades representativas”, escreveram.

O Siran está sediado em Araçatuba. Na região residem figuras ligadas à União Democrática Ruralista (UDR), entidade que tem pressionado no Congresso Nacional o engavetamento de projetos em defesa da reforma agrária.

FONTE: CGN
Luis Nassif Online

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A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) elegeu 2015 o Ano Internacional dos Solos. Para apoiar a iniciativa, a Pós-Graduação em Agricultura Tropical e Subtropical do Instituto Agronômico (IAC), de Campinas (SP), oferece o Curso de Verão em Solos e Gestão Ambiental, que será realizado de 23 a 27 de fevereiro de 2015, em Campinas. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de janeiro de 2015, pela internet. O valor do investimento é de R$ 50.

O curso é voltado para alunos de graduação de Biologia, Agronomia, Engenharia Ambiental, Engenharia Agrícola, Gestão Ambiental, Geografia e áreas afins, do terceiro ao quinto ano. No total, serão disponibilizadas 30 vagas.

De acordo com o IAC, o programa do curso foi estruturado de modo a apresentar o solo como parte integrante da paisagem e do ecossistema, explorando suas relações com as plantas e com o homem. Durante as aulas, também serão expostas recentes pesquisas em andamento no IAC. As aulas teóricas e práticas serão ministradas no prédio da Pós-Graduação, em laboratórios do Centro de Solos do IAC e na Fazenda Santa Elisa.

Os alunos receberão informações básicas sobre os seguintes assuntos: pedologia, transformações microbianas dos elementos e interação planta-microrganismo, manejo, atributos físicos do solo, metais pesados no solo e fitorremediação, geoprocessamento e planejamento ambiental, utilização agrícola de resíduos orgânicos, emissão de gases de efeito estufa e manejo agrícola.

Os docentes fazem parte do quadro da Pós-Graduação IAC na área de Gestão de Recursos Agroambientais, sendo os seus organizadores os pesquisadores Márcio Koiti Chiba, Aline Reneé Coscione, Adriana Parada Dias da Silveira.

Também como parte das ações relacionadas ao Ano Internacional dos Solos, o IAC lançou o site “Solos do Estado de São Paulo”, para transferir informações ao público sobre os diversos tipos de solos existentes em território paulista, sua forma de manejo e preservação. O site pode ser acessado em www.iac.sp.gov.br/solossp.

Mais informações e inscrições para o Curso de Verão em Solos e Gestão Ambiental podem ser encontradas no site www.iac.sp.gov.br/eventos/eventos/eventos_view.php?id=01040.

FONTE: Agência Fapesp

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O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), órgão da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), está divulgando o calendário de eventos de 2015. Neste ano, o ITAL irá oferecer ao público o total de 56 eventos, entre workshops, cursos, seminários etc.

Os eventos do ITAL têm como objetivo contribuir para a capacitação e aperfeiçoamento de profissionais que atuam nas áreas de alimentos e embalagens e à complementação da formação de estudantes.

O calendário de eventos é elaborado a partir da identificação de demandas das áreas de alimentos e de embalagens e inclui temas de interesse das áreas de cereais, chocolates, balas e confeitos carnes e derivados; frutas e hortaliças; produtos de laticínios, embalagem e engenharia, bem como aspectos relevantes sobre segurança de alimentos,sustentabilidade e inovação.

Em 2014, foram realizados 46 eventos — que incluíram cursos,seminários, simpósios e jornadas. Além dos eventos do calendário anual,as Unidades de Pesquisa do ITAL também oferecem treinamento “incompany”, para empresas interessadas em treinamentos específicos, que,inclusive, podem ser ministrados no próprio local de trabalho.

A programação anual dos eventos do ITAL está sujeita a alteração e poderá ser conferida no site do Instituto, no campo “Calendário de Eventos”: www.ital.sp.gov.br.

FONTE: Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo

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Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

No Meio Ambiente por Inteiro desta semana, você vai conhecer a cidade de Cristalina, em Goiás. Vamos mostrar a história da localidade e relatos curiosos de moradores. Você vai ver, também, como é feita a extração das pedras e o comércio dos cristais, e conhecer as leis que tratam do tema. Os produtos atraem, principalmente, turistas estrangeiros. Leia a íntegra da sinopse http://is.gd/pIk7bR.

FONTE: Meio Ambiente por Inteiro

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