Aquela caixinha preta no canto esquerdo da foto promete tornar realidade algo que muita gente sonha há muito tempo: ela é capaz de recarregar seus dispositivos pelo ar. Nada de fio e nada de sofrer procurando por tomadas disponíveis. Como se isso já não fosse bom o bastante, segundo a empresa Energous, sua tecnologia WattUp tem o poder de recarregar de forma wireless até 12 gadgets de uma só vez, a uma distância de até 5 metros do aparelho. A invenção apresentada na CES 2015 funciona basicamente como um roteador que transmite energia via Bluetooth em uma frequência de 5,7 a 5,8 GHz.

Naturalmente, quanto mais aparelhos são alimentados pelo WattUp, menor é a quantidade de energia que chega até eles, e o mesmo vale para a distância — quanto mais longe da fonte emissora, mais fraco é o “sinal”. Caso se atinja o máximo de uma dúzia a um raio de 1,5 metro, cada um recebe 0,25 watts. Com quatro eletrônicos conectados, a situação já melhora bastante: a esta mesma distância, impressionantes 4 watts são roteados, e chegando ao limite de 4,5 metros do dispositivo, o número cai para 1 watt. Para efeito de comparação, um carregador de iPhone fornece cerca de 5 watts.

A tecnologia pode não ser uma campeã em termos de agilidade (não espere que ela recarregue um celular tão rápido quanto um carregador convencional), mas de qualquer forma este não é seu objetivo. Tendo um produto destes em casa, a ideia geral é fazer com que seus gadgets nem cheguem a ficar com a bateria fraca.

O mais bacana é que o WattUp não fica emitindo energia de forma aleatória: é possível, por exemplo, configurá-lo para sempre deixar seu smartphone em 100%, mas só recarregar seu mouse sem fio quando a carga dele chegar aos 5%. Outro recurso interessante é que se houver dois sistemas na casa, um no quarto e outro na sala, os eletrônicos sempre receberão a frequência do que estiver mais próximo.

A Energous afirma que lançará a tecnologia no mercado até o final de 2015, com o custo do transmissor estimado em US$ 300. O maior entrave é que, por ora, a bateria dos dispositivos não é compatível com o WattUp, portanto seria necessário comprar um kit que a adapte à novidade. Eventualmente, se a invenção pegar, as fabricantes poderão lançar os gadgets já adaptados de fábrica — facilitando e barateando esta transição.

FONTE: Revista Galileu
André Jorge de Oliveira – Jornalista

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Sistemas orgânicos de produção de diferentes frutas estão sendo construídos de forma pioneira pela Embrapa com base em experimentos instalados na Chapada Diamantina (BA). Todos são resultados de um projeto realizado em parceria com a empresa Bioenergia Orgânicos no Município de Lençóis que experimenta soluções para a produção de orgânicos em larga escala, algo ainda difícil de se fazer.

A Embrapa está elaborando protocolos de produção usando a estratégia de geração e validação simultânea dos resultados. Os resultados do primeiro ciclo de produção mostram níveis de produtividade superiores ao convencional.

Duas culturas apresentaram resultados mais rápidos: a do abacaxi e a do maracujá. No caso do abacaxi, o trabalho desenvolve um sistema de produção para duas cultivares: a Pérola, a mais plantada no País, e a BRS Imperial, desenvolvida pela Embrapa, cuja principal característica é a resistência à fusariose, mais importante doença da cultura, que chega a causar 100% de perda da lavoura. Outra vantagem da variedade é não conter espinhos na coroa e na folha, o que facilita o manejo e reduz custos e risco de acidentes.

A qualidade dos frutos tem surpreendido a equipe. No caso do abacaxi Pérola, eles apresentaram média de peso entre 1,6 kg e 2 kg. “É difícil até no plantio convencional apresentar essa média. Entendemos também que o clima da região, tropical semiúmido, propicia um bom desenvolvimento da cultura”, sugere o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA) Tullio Raphael Pereira de Pádua.

“Como não tínhamos nenhuma informação sobre produção de abacaxi em sistema orgânico, inicialmente fizemos trabalhos para definir densidade de plantio, adubação e manejo de cobertura do solo para as duas variedades”, conta Tullio. E os primeiros resultados, segundo ele, são positivos, principalmente pelo fato de ter havido poucos problemas com a fusariose no Pérola. “O controle dessa doença é necessário e um desafio maior no sistema orgânico. Treinamos os funcionários da empresa para fazer o monitoramento constante e eliminar as plantas doentes, como forma de reduzir a disseminação da doença,” conta.

Atuação começou em 2011

O principal desafio para os cientistas é ajustar constantemente seus conhecimentos de pesquisa com as necessidades de quem está na linha de produção. “Desde o início, quando a proposta foi concebida, sabíamos que para implantar um projeto dessa magnitude teríamos de ter a pesquisa como aliada”, afirma Osvaldo Araújo, um dos sócios da Bioenergia, empresa que tem por objetivo final o processamento de polpa integral para abastecer o mercado de suco. Em meados de 2011, pesquisadores e técnicos especialistas em diversas fruteiras começaram a atuar no convênio, com duração de cinco anos e que poderá ser renovado. A previsão é que a indústria entre em funcionamento em 2016.

Para a Embrapa, a proposta significa a possibilidade de avançar na pesquisa com orgânicos. “Encontramos um parceiro que nos colocou à disposição uma área de 80 hectares para pesquisa, que se tornou a nossa grande estação experimental de fruticultura orgânica [no Município de Lençóis], com a infraestrutura disponível e mão de obra”, avalia o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura Zilton José Maciel Cordeiro, coordenador do trabalho. Segundo ele, associar as pesquisas já considerando a produção pode trazer resultados importantes em um prazo relativamente curto.

Entre os vários obstáculos, o especialista destaca os fitossanitários. A primeira grande batalha foi contra uma cochonilha que acometeu a plantação de acerola. Para o controle, foi utilizada uma estratégia de poda com aplicação de uma calda de sabão. A infestação recuou. Há áreas em que a infestação passou de 25% para 1%. “Uma série de outras questões irá surgir, e as alternativas serão pesquisadas na hora,” diz o pesquisador.

Peso acima da média

Um exemplo de que a produção orgânica se baseia em séries de testes é o trabalho realizado com o BRS Imperial. Diferentemente do que acontece com o Pérola, o BRS Imperial apresenta baixa taxa de florescimento natural, por isso é feita a indução floral. “Temos observado que o abacaxi BRS Imperial parece responder melhor em relação a peso de fruto a um ciclo vegetativo mais longo. Em vez de 12 meses, que é o padrão, fizemos a indução em 14. A média dessa variedade no sistema convencional é 1,2 kg. Obtivemos frutos acima desse peso médio,” comemora. Ele revela que serão testadas induções com diferentes idades vegetativas para observar a produção.

Inicialmente, os sócios não haviam pensado na alternativa de comercializar frutos in natura, mas, diante da qualidade do produto, hoje eles já consideram essa possibilidade. “Pensamos primeiro apenas no processamento. Mas colocamos como teste esses frutos aqui no mercado local e a aceitação tem sido muito boa. Isso nos fez pensar em trabalhar uma classificação com produtos in natura no mercado”, conta Araújo.

As necessidades de ajustes são constantes. As bases do sistema de produção para o abacaxi e para o maracujá estão sendo finalizadas. “Não temos o sistema de produção perfeito, assim como não há perfeição para o sistema convencional. Mas já temos a base”, salienta Zilton. Inicialmente a área destinada aos experimentos com abacaxi era de um hectare. As mudas produzidas estão sendo transferidas para uma área de dez hectares, já com o objetivo de saída comercial. Araújo afirma que serão plantadas agora 300 mil mudas.

Em relação ao maracujá, a primeira etapa, cuja meta era avaliar os melhores materiais genéticos para o sistema orgânico levando-se em consideração produtividade e resistência a doenças, foi concluída. Foram analisados 14 híbridos do programa de melhoramento da cultura, que envolve pesquisas da Embrapa Mandioca e Fruticultura e Embrapa Cerrados (Brasília/DF). BRS Sol do Cerrado e BRS Rubi do Cerrado foram os dois híbridos selecionados e vão compor a área comercial de dez hectares.

O principal obstáculo para o maracujá são os vírus, que afetam plantações do País inteiro. Para driblar o problema, a ideia dos pesquisadores é trabalhar com plantas que entrem em produção precocemente, o que reduz o risco da atividade. Está em teste um sistema de produção em que se clona uma planta muito produtiva no campo. Dela é retirada uma estaca que é enraizada em ambiente protegido. “Quando a gente enraíza uma estaca, ela já está na fase juvenil, assim rapidamente essa muda entra em processo de florescimento e frutificação. Fizemos os clones das estacas e levamos para campo de produção. Quanto mais precoce o material, mais produzirá na ausência do vírus,” explica o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticulra Raul Castro Carriello Rosa.

O plantio de maracujá começou a sofrer a incidência de um ácaro transmissor do chamado vírus da pinta-verde, que dá uma aparência depreciativa ao fruto. “Estamos tentando controles com caldas e um inseticida orgânico, o mais antigo que se tem registro até hoje, o enxofre. Quando falamos que, em quase dois anos do ciclo, nunca se pulverizou, ninguém acredita,” ressalta Castro. A produção da fruta chegou a 36 toneladas por hectare, equivalente a três vezes mais que a média nacional. O pesquisador lembra, no entanto, que na medida em que se amplia a área de plantio, aumenta também a pressão de pragas e doenças.

A manga vem na sequência das culturas que se destacam no projeto. Como é de ciclo mais longo, de cerca de três anos, as primeiras avaliações ainda não foram concluídas. O trabalho começou com 22 variedades. Três apresentam maior potencial para processamento: a Ubá, a Palmer e a Imperial, porém há expectativas de que outras variedades sejam recomendadas para essa utilidade. O pesquisador Nelson Fonseca indica como um dos principais desafios em termos orgânicos a parte de indução floral. “Dois fatores são indutores naturais: o frio e o período seco. Na região de Lençóis, há o período frio, de maio a agosto, e nessa época também praticamente não chove lá. A união desses dois fatores seria como uma pré-indução. Isso pode favorecer em termos de florescimento e início de frutificação.”

Um dos problemas que a cultura vem enfrentando é o controle da formiga (boca de cisco ou rapa-rapa). No sistema convencional basta um pesticida para dar conta, mas, no orgânico, esse problema exige muita criatividade. Já foram testadas várias alternativas, inclusive uma fita adesiva com dupla face para impedir a formiga de subir na planta e atacar a copa. “Testamos a manipueira [líquido que sai da mandioca durante a fabricação de farinha], no entanto temos dificuldade de obter o líquido novo, tirado na hora, para ser usado na área experimental. Também se utilizou uma cal virgem, mas também não deu muito resultado,” narra o pesquisador.

Segundo ele, o uso da calda de sabão apresentou resultados no controle, porém, o custo de sua fabricação é alto. Por isso, ainda estão sendo investigados nossos meios de controle da formiga, conforme informa Nelson. A área destinada à manga está sendo ampliada de dez para 21 hectares, também em escala comercial. “Já temos cerca de 20 mil mudas para o plantio e vamos preparar 70 mil para 2015”, informa o outro sócio, Evanilson Montenegro.

Além do trabalho voltado especificamente para cada cultura, Zilton destaca três frentes de experimentos que vão dar a base para a continuação do trabalho na Bioenergia: preparo e manejo do solo, independentemente da cultura; manejo integrado de pragas; e a parte de nutrição vegetal com o desenvolvimento de formulações fertilizantes.

Área experimental

Dentro dos estudos realizados pela empresa, a região do interior da Bahia foi escolhida em função de ter o clima, água e solo mais adequados à fruticultura orgânica, com disponibilidade de terras virgens. Foram compradas três fazendas em Lençóis que totalizam 3,5 mil hectares. Dos 80 hectares destinados aos experimentos da Embrapa, já ocupados hoje, há 22 hectares de manga, dez hectares de maracujá, dez hectares de abacaxi (essas três primeiras áreas já para escala comercial), três hectares de Spondias (nome científico da família do umbuzeiro e do umbu-cajazeiro), cinco hectares de acerola, três hectares de goiaba, 3,5 hectares de citros, além de um hectare para experimentos de solos. Esse material integra a Unidade de Pesquisa de Produção Orgânica (UPPO), na Ceral Marimbus. Há ainda uma área de viveiros de 2,5 hectares. Já foram instalados um viveiro de mudas e uma estufa com telado antiafídeo para citros.

Parceria com produtores locais

O objetivo final da empresa Bioenergia é o processamento de polpa integral. A previsão dos sócios é que a indústria esteja funcionando em 2016 com capacidade para processar 40 toneladas de frutas por dia em um turno. A produção virá das fazendas, mas a empresa pretende também envolver produtores da região, como forma de promover o desenvolvimento local.

Pelo planejamento, a Bioenergia vai produzir 50% da capacidade de processamento da indústria e os outros 50% serão produzidos por parceiros. “A ideia é desenvolver parceiros produtivos focados na agricultura familiar. Vamos fornecer a muda, o adubo a preço de custo e garantir a compra de 100% em contrato, e o produtor terá o compromisso de nos entregar, no mínimo, 50%”, explica Araújo. E acrescenta que o desenvolvimento desses parceiros — selecionados a princípio em Lençóis e nos municípios em um raio de 100 quilômetros da indústria, como Bonito, Utinga, Andaraí e Piatã — vai acontecer quando a empresa tiver as mudas em quantidade para distribuição. “Devemos iniciar com duas culturas entre um e três hectares para cada produtor: o maracujá em consórcio com a manga. Enquanto as mangueiras crescem nos dois primeiros anos, o produtor tira duas safras de maracujá. Assim, o custo será reduzido e ele vai ter uma renda no fim do primeiro ano.”

A inclusão social se dá também pelo emprego de mão de obra local. Os sócios informam que 80% dos colaboradores do projeto provêm de duas comunidades quilombolas próximas.

A indústria

A empresa Bioenergia assinou com o governo do estado da Bahia o protocolo de intenções para a instalação da unidade de processamento industrial, cujo projeto vem sendo desenvolvido sob a orientação do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) de Campinas (SP). Essa unidade estará localizada próximo às áreas de plantio, e, de acordo com os sócios, a recepção e seleção das frutas serão feitas de modo automatizado a partir da lavagem até a embalagem asséptica, ou seja, sem contato manual. “A vantagem de todo o processo é que, numa superprodução, tem-se um custo baixo de armazenamento porque não exige refrigeração”, informa Montenegro. E o grande cliente, como ressaltam, é o mercado de suco.

FONTE

Embrapa Mandioca e Fruticultura
Alessandra Vale – Jornalista
Telefone: (75) 3312-8076
E-mail: mandioca-e-fruticultura.imprensa@embrapa.br

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Para monitorar os efeitos das mudança climáticas e estudar a importância da Floresta Amazônica para o clima, pesquisadores do Brasil e da Alemanha construíram uma torre de 325 metros de altura dentro da Amazônia. A torre deve fornecer dados fundamentais para a compreensão das alterações no clima do planeta.

Com ela, pesquisadores do Instituto Max Planck de Química, da Alemanha, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e da Universidade do Estado de Amazonas (UEA) vão coletar dados que permitirão entender melhor a concentração e redução de gases do efeito estufa, como gás carbônico e metano, na atmosfera.

Além disso, a ATTO (na sigla inglês de Observatório de Torre Alta da Amazônia) também fornecerá informações para a análise do impacto dos aerossóis, que são importantes para a formação de nuvens, além de contribuir para o estudo sobre o transporte de massas de ar por centenas de quilômetros.

“Uma torre com essa altura se projeta das camadas mais inferiores da atmosfera e é por isso mais indicada para responder perguntas sobre os efeitos que uma floresta tropical tão grande tem sobre uma área ampla”, comenta um dos coordenadores do projeto, o biólogo Jürgen Kesselmeier, do Instituto Max Planck de Química.

Amazônia e o clima

Segundo Kesselmeier, a Floresta Amazônica foi escolhida para receber a torre devido à sua influência sobre o clima global. A evaporação na Floresta tem um grande impacto sobre o ciclo da água, além de estabilizar o clima.

“A Amazônia é a maior área de floresta tropical contínua do mundo. Além disso, vários processos atmosféricos físicos e químicos que ocorrem na interação entre floresta e atmosfera ainda não foram compreendidos”, reforça o biólogo.

As informações coletadas serão reunidas em modelos usados para compreender a atmosfera e o clima, principalmente as mudanças climáticas globais. Devido à sua altura, a torre consegue reunir dados numa área de aproximadamente 100 quilômetros quadrados ao redor dela.

“A Floresta Amazônica é, sem dúvida alguma, um componente importante para o clima da América do Sul e principalmente do Brasil”, reforça o meteorologista Tercio Ambrizzi, da Universidade de São Paulo (USP).

Essa importância está relacionada à capacidade das árvores de absorver água do solo. Ao liberar essa umidade para a atmosfera, a Amazônia mantém o ar em movimento e leva chuvas para o continente.

A umidade é exportada para regiões distantes pelos chamados “rios voadores” (sistemas aéreos de vapor), irrigando áreas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bolívia, do Paraguai e da Argentina.

Parceria Brasil-Alemanha

A construção da estrutura da torre ATTO, localizada a cerca de 150 quilômetros de Manaus, terminou no fim do ano passado [2014]. No decorrer deste ano serão montados os equipamentos necessários para a pesquisa, como geradores. Sua inauguração oficial está prevista para acontecer entre junho e julho.

O projeto custou cerca de 8,4 milhões de euros e está sendo financiado pelo Ministério da Educação e Pesquisa (BMBF) da Alemanha e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) do Brasil.

Apesar de ser a primeira torre de observação com essas proporções no país, ela não é a única no mundo. Uma torre parecida foi construída na Sibéria em 2006.

A ZOTTO também recolhe dados climáticos e tem 300 metros de altura. O Instituto Max Planck para Química é um dos coordenadores do projeto na Rússia.

FONTE: Deutsche Welle
Clarissa Neher

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Em 30 de junho de 2015, será acrescido um segundo ao Tempo Universal Coordenado (UTC) para fazer a correção do Tempo Atômico Internacional (TAI). A alteração se faz necessária porque a velocidade de rotação da Terra registra variações, enquanto os relógios atômicos que geram e mantêm a hora legal possuem uma precisão que chega a um segundo em milhões de anos.

A velocidade de rotação da Terra sofre variações em virtude dos efeitos gravitacionais do Sol, da Lua e dos planetas, e também resultado dos deslocamentos de massas terrestres em diferentes partes do planeta.

Segundo intercalado

No dia 30 de junho, o relógio oficial irá registrar a sequência: 23h59min59s – 23h59min60s, para só então passar a 1º de julho (0h00min00s).

Como essa correção é feita no horário de Greenwich, no Brasil a correção ocorrerá três horas antes. O Observatório Nacional, responsável pela geração, conservação e disseminação da Hora Legal Brasileira, fará o acréscimo desse segundo às 21 horas, horário de Brasília (DF).

Embora pareça pequena, a mudança impacta a sociedade principalmente no que se refere às relações comerciais. As empresas sincronizadas aos servidores do Observatório Nacional terão essa mudança automaticamente, enquanto as demais precisam providenciar suas adequações.

A correção do chamado “segundo intercalado” ou “segundo bissexto” (leap second) é determinada pelo International Earth Rotation and Reference Systems Service (IERS). O último acréscimo do segundo intercalado aconteceu em 2012.

Há várias propostas para eliminação desse acréscimo de um segundo, mas os países envolvidos nunca chegaram a um consenso.

FONTE: Inovação Tecnológica

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Os rótulos de café deverão trazer informações sobre as espécies incluídas na embalagem, a qualidade do grão e a presença de impurezas. É o que estabelece projeto de lei do senador Antônio Aureliano (PSDB-MG) que tramita na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) do Senado Federal.

Segundo o texto da proposta – PLS 328/2014 -, o texto da embalagem do café torrado em grão, torrado moído ou solúvel deverá informar o percentual de cada espécie de café; os percentuais de grãos pretos, verdes e ardidos utilizados na torra; os percentuais de casca e outros resíduos vegetais; o teor de umidade; e as impurezas existentes no produto.

Ao justificar seu projeto, Aureliano elogiou os avanços na legislação sobre rotulagem de alimentos e bebidas, em especial com a regulamentação do Código de Defesa do Consumidor, mas argumentou que o comprador de café está sendo “lesado” pela falta de informação obrigatória sobre a qualidade do produto. Ele chamou atenção para uma pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) realizada em 2013, na qual foram encontrados produtos estranhos em 95% de 12 marcas de café analisadas.

“Evidentemente, essa situação é inadmissível em um país que pretende se manter como grande fornecedor no mercado internacional de café. Mas o mais grave é que o fato agride o direito do nosso consumidor interno, que precisaria ter disponível no rótulo a composição básica dos produtos adquiridos”, afirmou.

Com o início de nova legislatura, o projeto aguarda designação de novo relator na CMA.

FONTE: Agência Senado

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Projeto que acaba com a fórmula de cálculo do valor das aposentadorias por tempo de contribuição tramita desde 2003 no Congresso Nacional; deputado vai propor criação de comissão especial para discutir o planejamento do País diante do rápido envelhecimento da população brasileira.

Os deputados que tomam posse em 1º de fevereiro de 2015 poderão decidir pelo fim ou pela manutenção do fator previdenciário. Esse mecanismo de cálculo das aposentadorias foi criado em 1999 (Lei 9.876/99) com o objetivo de criar uma relação entre o tempo de contribuição do segurado e o valor do benefício. Ele se baseia em quatro elementos: valores recolhidos, idade do trabalhador, tempo de contribuição à Previdência Social e expectativa de sobrevida da população, segundo projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na prática, o fator previdenciário surgiu como uma fórmula para desestimular aposentadorias precoces e reduzir o chamado “rombo” da Previdência Social. O movimento sindical sempre se opôs a ele.

Desde 2003, um projeto de lei do Senado Federal (PLS 296/03) tenta extingui-lo. O texto já foi aprovado pelos senadores. Na Câmara dos Decuptados, ele foi renomeado como PL 3299/08 e tramita em conjunto com outras seis propostas, mas ainda não houve consenso para sua votação no Plenário.

O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) é a favor da proposta, mas ainda tem dúvidas sobre a fórmula que deve substituir o fator previdenciário. “Esse atual fator foi feito de maneira injusta, porque prioriza aqueles que retardam a entrada no mercado de trabalho em detrimento daqueles que entram muito cedo no mundo do trabalho e, portanto, se aposentam mais cedo e têm maior prejuízo ao se aposentar. É evidente que o Brasil precisará de um novo fator previdenciário”, afirma.

Reginaldo Lopes anunciou que, logo no início da nova legislatura, vai pedir a criação de uma comissão especial para discutir o planejamento do País diante do cenário de redução da taxa de nascimentos e rápido envelhecimento da população brasileira. Ele acredita que será possível reunir mais argumentos para mostrar que o atual fator previdenciário é o que chamou de “agressão” aos que se aposentam.

Deficit

Já o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) manifesta preocupação com a sustentabilidade da Previdência Social. “O que nós temos observado é um deficit enorme, acima de tudo no âmbito dos servidores públicos. Na previdência privada, embora eles sejam em número 30 vezes maior do que o de servidores públicos, o deficit é menor, mas, ainda assim, é um deficit. O que precisamos é de uma aposentadoria digna e, para isso, precisamos de recursos. Eu sei que é dolorido, mas alguém tem que sustentar. Nós não podemos, daqui a pouco, ter mais gente encostada e os poucos que estão trabalhando terem que sustentar aqueles que estão encostados na Previdência. Uma hora a bomba vai estourar. É uma bolha”, ressalta.

Especialista em orçamento e previdência, a consultora da Câmara dos Deputados Elisângela Batista cita possíveis alternativas ao atual fator previdenciário. “Se realmente o fator previdenciário vier a cair, precisaremos de alternativas para possibilitar o equilíbrio da nossa Previdência. Uma das questões seria a revisão tanto no critério de concessão das pensões quanto no valor efetivamente pago. Tem se discutido também a fixação de uma idade mínima para a aposentadoria, que hoje não se tem no regime geral.”

Outras alternativas, presentes inclusive em pareceres de relatores das propostas em tramitação, preveem novo cálculo da aposentadoria com base nos últimos 36 meses de contribuição do trabalhador ou ainda o chamado fator 95/85, ou seja, a garantia de aposentadoria com 100% do salário-benefício quando a idade e o tempo de contribuição somem, pelo menos, 95 anos para os homens e 85 para as mulheres.

Nova tabela

O fator previdenciário teve o seu cálculo modificado no início de dezembro de 2014 pela nova expectativa de sobrevida divulgada pelo IBGE. Com os novos números, um segurado com 55 anos de idade e 35 de contribuição terá que contribuir mais 79 dias para manter o mesmo valor de benefício de antes – confira aqui a tabela.

Pelo IBGE, a expectativa de vida vem aumentando a cada ano. Em 2012, um segurado com 60 anos de idade tinha uma sobrevida estimada de 21,6 anos. Em 2013, um segurado com a mesma idade teve uma sobrevida ampliada para 21,8 anos.

A expectativa de vida ao nascer, de acordo com a última estimativa do instituto, é de 74,9 anos.

Leia a íntegra da proposta: PL-3299/2008.

FONTE: Agência Câmara
Reportagem – José Carlos Oliveira e Sílvia Mugnatto
Edição – Marcos Rossi

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O mercado de trabalho está cada dia mais competitivo. O aumento do número de pessoas capacitadas fez com que diversas vagas ficassem mais disputadas em todo o mundo, e isso significa que é preciso estar sempre atualizado para continuar se destacando. A busca por novas ferramentas de educação é vital para esse novo momento. Mas a pergunta que fica no ar é: como fazer isso?

Encontrar cursos que vão além dos conhecimentos que adquirimos no colégio ou na faculdade é muito importante. O problema é: como fazer isso em meio às correrias que já consomem quase todo o nosso tempo? A resposta pode estar na utilização de serviços online que oferecem opções bem completas para quem quer ter mais alguns pontos no currículo – ou seja, todo mundo!

E se você está em dúvidas sobre onde encontrar algo desse tipo, hoje nós trouxemos algumas sugestões bem interessantes. Separamos alguns dos principais sites que oferecem cursos para quem precisa incrementar os conhecimentos e disputar vagas bem melhores no mercado de trabalho. Está curioso? Então confira agora mesmo quais foram os serviços selecionados para este artigo.

1. FGV

Respeitada em todo o país, a Fundação Getulio Vargas (FGV) deixou de ser uma instituição de ensino puramente física e passou a oferecer uma série de cursos online já faz alguns anos. Sendo membro da OpenCourseWare Consortium, ela disponibiliza uma série de conteúdos e materiais didáticos via internet para estudantes de todo o Brasil, sendo que tudo acontece de maneira gratuita.

Há dezenas de cursos das mais diversas áreas – com opções para pessoas que querem mais conhecimentos em relação a direito, gestão empresarial, finanças, economia e muito mais. As cargas horárias também variam entre 5 e 30 horas, permitindo que qualquer pessoa consiga encontrar espaços na agenda para conferir as aulas disponíveis. Há também cursos patrocinados por empresas, que trazem vários recursos diferentes.

Vale dizer que eles ainda contam com bibliotecas virtuais para complementar os conteúdos, além de serem realizados exercícios e simulados durante as atividades. Ao final dos cursos, a Fundação Getúlio Vargas fornece certificados para que os estudantes possam anexar em seus currículos acadêmicos ou profissionais.

2. Unicamp

A Universidade Estadual de Campinas Unicamp) também disponibiliza uma série de conteúdos para que os estudantes possam ter muito mais conhecimentos, mesmo sem sair de casa. Em parceria com o Coursera, a Unicamp está trazendo dois cursos para o mercado brasileiro: Processamento Digital de Sinais e Empreendedorismo (e as Competências do Empreendedor), ambos gratuitos.

Para comprovar a participação e a efetiva realização do curso, os estudantes terão que realizar uma série de testes específicos ao longo do período letivo – havendo ainda um teste final com notas para que os certificados possam ser emitidos e anexados aos currículos. Por enquanto, são apenas esses dois cursos disponíveis, mas se espera que novas opções sejam trazidas no segundo semestre de 2015.

3. Khan Academy

O instituto internacional Khan Academy chegou recentemente ao Brasil e trouxe uma grande quantidade de cursos bem legais para as mais diversas áreas e idades. Todos que acessarem o serviço podem contar com uma enorme quantidade de materiais relacionados a Matemática, Ciências, Economia e Finanças, Artes e Humanidade ou Computação – com vários temas em cada um deles.

Há muitos vídeos e conteúdos exclusivos em cada um dos setores que existem no Khan Academy. É possível acompanhar o progresso de crianças com uma série de ferramentas voltadas para os pais e tutores. Ao contrário de outros serviços mencionados aqui, o Khan Academy não emite certificados de cursos de extensão.

Um dos destaques está no fato de que não existe qualquer custo no projeto, sendo ele organizado por um grupo que não possui qualquer fim monetário. Tudo se baseia na doação de voluntários e também de alguns mantenedores, que contribuem para o bom funcionamento de toda a estrutura do serviço.

4. Canal dos Concursos

Se você não quer mais trabalhar para a iniciativa privada, já deve ter pensado em uma série de concursos públicos que podem ser feitos para garantir a tão sonhada estabilidade. E como você bem sabe, estes concursos envolvem uma quantidade imensa de pessoas concorrendo a poucas vagas. Ou seja… é preciso estar muito bem preparado para vencer os competidores e conseguir a vaga desejada.

O Canal dos Concursos é um dos grandes portais voltados para esse público. Lá, você encontra uma série de cursos online para quem está precisando de um reforço na hora de encontrar a vaga que melhor se adequa às necessidades. Os cursos não são gratuitos, mas muitos contam com descontos bem interessantes. Todos possuem conteúdos específicos para cada tipo de concurso a ser disputado.

5. Sebrae

Um dos maiores institutos de aconselhamento empresarial de todo o Brasil é o Sebrae, e agora o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) conta também com diversos de cursos à distância, como você pode conferir na página do EAD Sebrae. Há uma grande quantidade de oficinas, dicas, jogos corporativos e minicursos exclusivos para os empreendedores de plantão.

Todos os cursos disponibilizados pelo Sebrae são gratuitos e devem ajudar — bastante — os empresários que querem ampliar a abrangência e a qualidade de seus negócios. Se você está buscando dicas nesse segmento, certamente é no EAD do Sebrae que você vai encontrar tudo o que precisa.

6. CIEE

Se o Sebrae traz dicas para empresários, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) traz uma série de cursos para estudantes de ensino médio e superior que estão em busca de estágios em muitos setores. É preciso ser cadastrado no CIEE do seu estado para poder participar, mas tanto o cadastro quanto os cursos são completamente gratuitos — há emissão de certificado para os que concluem as aulas.

Além de uma série de treinamentos voltados a softwares e disciplinas ligadas à educação básica, os cursos do CIEE também podem ajudar os jovens a terem mais confiança em entrevistas de emprego, construção de currículos, postura dentro das empresas e muito mais. Certamente os temas abordados em aula serão muito úteis para os estudantes mais jovens e que estão atrás do primeiro estágio ou emprego.

7. Veduca

Uma empresa brasileira de tecnologia se aliou a algumas das principais instituições de ensino do Brasil e levou para a internet uma grande quantidade de cursos de extensão. Essa empresa é a Veduca, que oferece cursos online gratuitos e pagos, sendo que todos eles possuem certificação comprovada e garantem uma turbinada incrível no currículo de estudantes e profissionais das mais diversas áreas.

Vale dizer que entre as instituições credenciadas no Veduca estão Univerdade de São Paulo (USP), Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de Harvard e também o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Há cursos de MBA, Extensão, abertos MOOC e aulas livres dos mais diversos assuntos. Confira as possibilidades do serviço e encontre o seu curso favorito para incrementar a carreira.

Como você viu, há muitas possibilidades para quem procura melhorar os conhecimentos e estar sempre com as informações mais atualizadas. Certamente você terá algo que se adequa exatamente ao que você procura. Agora é só começar a estudar e esperar pelo próximo aumento de salário!

FONTE: Tecmundo
Renan Hamann

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Maior recurso natural do planeta, a água é fundamental para a sobrevivência humana e o desenvolvimento socioeconômico dos países. Por essa razão, é necessário garantir sua qualidade para um abastecimento econômico e seguro de água potável nos meios urbano e rural. Nesta perspectiva, as fontes de água subterrânea se mostram com importância estratégica, pois são uma alternativa de suprimento de qualidade a relativo baixo custo.

Com esta atenção e com vistas a identificar as áreas com maior vulnerabilidade da água subterrânea à contaminação, acaba de ser publicado o trabalho intitulado Índice de Vulnerabilidade de Água Subterrânea à Contaminação – VIX. O índice VIX, busca, sobretudo, garantir o ordenamento e o planejamento de atividades humanas no espaço geográfico.

Diversas atividades humanas afetam a qualidade e a potabilidade das águas. Essas atividades, especialmente quando desenvolvidas em áreas onde as águas subterrâneas estão em condições de maior vulnerabilidade à contaminação, representam uma grande ameaça à qualidade da água, podendo, por consequência, colocar em risco a conservação da biodiversidade, o equilíbrio dos ecossistemas e a sobrevivência da espécie humana, escreve o autor e Gerente-Geral da Embrapa Gestão Territorial, Claudio Aparecido Spadotto. Por essa razão, é preciso adotar medidas para mitigar possíveis impactos negativos a esse importante recurso, completa ele.

No Comunicado Técnico é apresentada a descrição do índice VIX, com um exemplo da sua aplicação.

A publicação está disponível para download através do endereço: http://goo.gl/ReQYkQ.

FONTE: Embrapa Gestão Territorial
Daniela Maciel – Jornalista
Telefone: (19) 3211-6200 | Ramal: 6440

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Professor de História em escolas das redes estaduais de educação de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, Rodolfo Alves Pereira, criou um blogue e um aplicativo para incentivar a leitura de textos históricos pelos alunos. Ele garante que os estudantes ganharam habilidade na leitura, capacidade de articular ideias e argumentos de forma escrita e se tornaram mais reflexivos.

As inovações fazem parte do projeto “O Celular como Ferramenta de Leitura e de Aprendizagem”, iniciado há quatro anos com alunos do nono ano do ensino fundamental da Escola Estadual Luiz Salgado Lima, no município mineiro de Leopoldina (MG).

Em agosto do ano passado – até então, era usado apenas o telefone celular -, o professor criou o aplicativo Acrópole APP para facilitar o acesso dos alunos aos textos e conteúdos por ele postados no blogue.

Funcionamento

O Acrópole APP permite a postagem de textos de diversos gêneros, com notícias, mapas e pinturas. “Todo tipo de documento que sirva como fonte histórica de leitura e pesquisa em nossas aulas”, ressalta o professor. As novidades tornaram as aulas mais atrativas.

Os estudantes passaram a ler mais e a registrar reflexões sobre os textos. “Muitas dessas reflexões são postadas no blogue e tornam os alunos produtores do conhecimento, na medida em que se posicionam e têm seus trabalhos publicados”, explica Rodolfo.

Segundo ele, o projeto atende diretamente cerca de 90 estudantes, mas todos os alunos podem baixar o aplicativo e usá-lo em sala de aula.

Resultados

De acordo com o professor, o blogue tem apresentado resultados expressivos, quantitativa e qualitativamente. O trabalho deve ser intensificado este ano, a partir das propostas de manter o blogue atualizado com postagens de qualidade e de aumentar a participação dos alunos nas atividades de manutenção.

“Vamos dar continuidade à metodologia aplicada, mesclando aulas tradicionais com o uso das tecnologias da informação no ensino-aprendizagem”, ressalta.

Premiação

O projeto foi um dos finalistas da sétima edição do Prêmio Vivaleitura, na categoria 2, destinada a escolas públicas e particulares, o que deixou o professor orgulhoso. “Ficar entre os finalistas significa um reconhecimento, a coroação de um ano de trabalho muito feliz e produtivo”, afirma.

Ele revela que pretende dar prioridade ao desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para formar alunos leitores, reflexivos e capazes de exercer a cidadania em uma sociedade democrática e plural. “Terei de fortalecer os planos de aula para que os alunos tenham objetivos e metas claras e exequíveis”, diz.

Graduado em história, com pós-graduado em ciências humanas, Rodolfo cursa especialização em cultura e história indígena na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Prêmio

O Prêmio Vivaleitura é uma iniciativa dos ministérios da Cultura (MC) e da Educação (MEC), coordenada pela Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI). Pretende estimular, fomentar e reconhecer as melhores experiências que promovam a leitura.

São premiados trabalhos nas seguintes categorias: “Bibliotecas Públicas, Privadas e Comunitárias”; “Escolas Públicas e Privadas”; “Promotor de leitura (pessoa física) e “ONGs, universidades/faculdades e instituições sociais”.

FONTE: Portal Brasil

Com informações do Portal do Professor.

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