O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse que o governo pretende enviar medida provisória ao Congresso Nacional propondo correção na tabela do Imposto de Renda de 4,5%. Ontem (20/01/15), a presidente Dilma Rousseff vetou a correção de 6,5%, aprovada em outra medida provisória no ano passado.

Durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, o ministro informou que discutiu o assunto ontem com a presidente. Ficou decidido, no encontro, segundo ele, que nos próximos dias será encaminhada nova MP ao Congresso Nacional prevendo o reajuste. “O governo anunciou a sua disposição — que é o que cabe, é o espaço fiscal que nós temos hoje — de reajustamento da tabela do Imposto de Renda de 4,5%”, disse.

Na justificativa publicada no Diário Oficial da União (DOU), Dilma defendeu que, caso a medida fosse aprovada do modo como estava, haveria renúncia fiscal de R$ 7 bilhões. O sindicato dos auditores, porém, diz que a defasagem na tabela passa dos 60% e prejudica contribuintes que — de outra forma — não declarariam. Segundo Pepe Vargas, após apresentada a proposta, que entra em vigor assim que editada, será avaliado concretamente se há possibilidade de um avanço na proposta. “Sempre tem alguém que diz que pode ser melhor. É da vida.”

Na mesma medida provisória, a presidente vetou o artigo que previa o refinanciamento das dívidas de entidades desportivas. Pepe Vargas disse que Dilma decidiu não sancionar o Refis para clubes esportivos, neste momento, em razão do impacto fiscal que a medida geraria, mas pediu celeridade na discussão do assunto em busca de alternativas. O Refis é um programa de renegociação de dívidas de contribuintes com a União. “A presidente vai constituir uma comissão interministerial para discutir uma proposta que trate das finanças dos clubes, dificuldades eventuais que estão vivenciando, mas também que trate sobre a governança clubes de futebol”, declarou.

Pepe Vargas lembrou que, no ano passado, foi votado um novo Refis em que os clubes poderiam aderir. “Algo em torno de 30, 40 clubes aderiram a esse Refis”, disse. Segundo ele, esse colegiado funcionará internamente em um primeiro momento mas, depois, vai contar com a participação dos representantes do setor.

FONTE: Agência Brasil
Paulo Victor Chagas — Repórter
José Romildo – Edição

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O calor intenso observado no Brasil neste mês de janeiro de 2015 aliado a chuva até agora insuficiente para encher os reservatórios e as Bacias Hidrelétricas, colocaram à prova a capacidade de geração de energia elétrica no país no dia 19 de janeiro. Um blecaute atingiu 11 estados, além do Distrito Federal. Acompanhe o que diz o meteorologista Alexandre Nascimento da Climatempo sobre a previsão climática e os riscos que ainda teremos pela frente nos próximos dois anos.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: TV Climatempo

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Meio Ambiente por Inteiro desta semana trata do cultivo do algodão. Saiba como está a atividade no Brasil e os estados que se destacam na produção. Vamos mostrar, também, os tipos de algodão obtidos no país a partir de pesquisas e a preocupação para que a produção seja sustentável. Leia a íntegra da sinopse http://is.gd/lhXD20.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: Meio Ambiente por Inteiro

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A economia da China registrou seu pior crescimento em quase um quarto de século em 2014, segundo dados oficiais divulgados ontem (20/01/15). Autoridades chinesas descreveram a expansão mais lenta como o “novo normal”, e analistas preveem que a desaceleração continue em 2015. A segunda maior economia do mundo cresceu 7,4%, anunciou a Agência Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), abaixo da meta de crescimento anual de 7,5%, estabelecida pelo governo, e dos 7,7% alcançados em 2013.

“Devemos estar cientes de que a situação nacional e internacional segue complicada e de que o desenvolvimento econômico enfrenta dificuldades e desafios”, disse Ma Jiantang, chefe da NBS.

O resultado acumulado do ano foi o pior desde os 3,8% registrados em 1990. Também foi a primeira vez desde 1998, ano seguinte à crise asiática, em que a China não cumpriu a meta anual de crescimento econômico.

Apesar disso e da perspectivam de uma nova desaceleração em 2015, analistas se mostram em grande parte otimistas. “O resultado do PIB de 2014 é melhor do que o esperado pelo mercado e por pouco não atingiu a meta”, diz o economista Liu Li-Gang.

Os especialistas do grupo Nomura, por sua vez, acreditam que a tendência é o PIB chinês sofrer uma baixa após um “curto descanso” no fim do ano passado, “dados os desafios domésticos, como controles mais rígidos sobre a dívida do governo e a correção do mercado imobiliário”.

Para 2015, economistas consultados pela agência de notícias AFP preveem um crescimento de 7%.

Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta um crescimento de apenas 6,8% em seu mais recente relatório, divulgado ontem.

Apesar da desaceleração verificada no ano passado, as autoridades chinesas dizem que pretendem continuar se atendo à trajetória de transformar a economia numa em que o crescimento seja cada vez mais impulsionado pelo consumo em vez de por investimentos. Também pretendem enfatizar a qualidade da expansão em detrimento da quantidade.

A China ultrapassou o Japão como a segunda maior economia mundial em 2010, ficando atras apenas dos Estados Unidos. Segundo a NBS, o PIB chinês atingiu 63.650 trilhões de iuanes (cerca de 31,2 trilhões de reais) no ano passado.

FMI reduz previsão de crescimento global

Em relatório divulgado também ontem (20/01/15), o Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para baixo, em 0,3 ponto percentual, a previsão feita em outubro 2014. A organização projeta agora um crescimento global médio de 3,5% em 2015 e 3,7% em 2016.

“Novos fatores de apoio ao crescimento, os preços mais baixos do petróleo e também a depreciação do euro e do iene são mais do que compensados por forças negativas persistentes, incluindo os legados remanescentes da crise e o potencial menor de crescimento em muitos países”, explicou o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard, em comunicado.

As novas previsões foram divulgadas poucos dias depois de a chefe do FMI, Christine Lagarde (foto acima), ter dito que a queda acentuada dos preços do petróleo e uma economia mais forte dos Estados Unidos provavelmente não seriam o suficiente para uma perspectiva positiva de crescimento global no decorrer de 2015.

Apesar da baixa do petróleo, o que está beneficiando a maioria dos países, o FMI estima que estes efeitos positivos sejam contrabalançados por fatores negativos, incluindo investimentos mais fracos e riscos geopolíticos, como a instabilidade no Oriente Médio e o conflito no leste ucraniano.

Em resposta ao rebaixamento, o FMI apelou para que governos e bancos centrais pratiquem políticas monetárias acomodatícias “através de outros meios” e de reformas estruturais para apoiar o crescimento nos próximos dois anos.

Em um relatório predominantemente sombrio, as projeções para as economias emergentes também foram amplamente reduzidas. As perspectivas para os exportadores de petróleo Rússia, Nigéria e Arábia Saudita são as piores.

Brasil deve crescer apenas 0,3%

Para o Brasil, o FMI prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) deva crescer apenas 0,3% em 2015, principalmente devido à desaceleração na China. Está é a terceira vez que as projeções sobre o desempenho da economia brasileira são revistas. Em abril do ano passado, o fundo havia previsto alta de 2,7% para 2015. No relatório de outubro, a expectativa de crescimento caiu para 1,4%. A nova previsão reduz drasticamente o avanço da economia brasileira, que teve um crescimento estimado de 0,1% em 2014.

Os números divulgados também mostraram que a economia da China teve o seu crescimento mais lento em duas décadas, de apenas 7,4% – não alcançando assim a meta anual de 7,5%.

Blanchard afirmou que o crescimento mais lento da China prejudicará nações que importam produtos do mercado chinês, especialmente na Ásia. “Os riscos mais óbvios envolvem a estagnação na zona do euro, ou no Japão, ou em ambos”, disse.

Para os EUA, o ano de 2015 tende a ser um pouco mais animador, com projeção de crescimento elevada de 3,1% para 3,6%, apesar da valorização do dólar.

FONTE: Deutsche Welle

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulgou simulação que mostra os efeitos da elevação do Imposto sobre Operação Financeiras (IOF) de 1,5% para 3% no bolso do consumidor. A elevação do imposto foi anunciada no dia 19 de janeiro de 2015, entre outras medidas, com o objetivo de melhorar a receita do governo e sinalizar também aos agentes econômicos a disposição da equipe econômica em adotar medidas austeras, mas capazes de promover o crescimento do país.

Na simulação da Anefac para a elevação do IOF, houve dois cenários. O primeiro, antes da elevação do IOF, o financiamento de automóvel em 12 meses – no valor de R$ 25 mil e com taxa de juros de 1,84% ao mês (média) – o consumidor pagaria parcelas mensais de R$ 2.384,83, totalizando um valor de R$ 28.617,96. Com a elevação para 3%, o consumidor passará a pagar parcelas de R$ 2.419,94, totalizando um valor de R$ 29.039,28. Ou seja, uma diferença de R$ 35,11 na prestação e de R$ 421,32 no total do financiamento.

A Anefac não fez uma simulação para prazos acima de 12 meses porque a elevação do IOF se limitou a prazo de até 365 dias. Com isso, informou, o financiamento de prazo superior a um ano será mantida a alíquota anterior do IOF (1,5%).

Em outra simulação, a Anefac mostra a elevação do IOF para casos de empréstimo pessoal em financeira em também 12 meses. No primeiro cenário, empréstimo de R$ 2 mil ficaria com taxa de juros de 7,34% ao mês (média), parcelas mensais de R$ 261,20 e pagamento final equivalente a R$ 3.134,52. Com a elevação do IOF, o consumidor passará a pagar pelo mesmo empréstimo parcelas de R$ 265,05 com valor total de pagamento (do empréstimo) equivalente a R$ 3.180,60. Isso representa R$ 46,08 a menos no bolso do trabalhador já que a prestação subirá mensalmente R$ 3,84.

A mesma simulação foi feita para o crédito rotativo do cartão de crédito. Para as pessoas que gostam de parcelar o pagamento da fatura, uma compra de R$ 3 mil, com taxa de juros de 11,22% ao mês (média) antes custava de R$ 351,69 (juros mais IOF). Agora, o consumidor passará a pagar um valor de R$ 355,38 (juros mais IOF).

FONTE: Agência Brasil
Edição: José Romildo

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O conhecimento de recursos genéticos agrícolas precisa crescer mais rápido devido ao seu papel fundamental em alimentar o mundo com o avanço das mudanças climáticas. A afirmação é da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

A Comissão sobre Recursos Genéticos para Alimentos e Agricultura da agência deu início à sua reunião bienal no dia 19 de janeiro de 2015. O órgão alerta que muito mais deve ser feito para estudar, preservar e usar a diversidade biológica que sustenta a produção mundial de alimentos.

Segundo a vice-diretora-geral da FAO, Maria Helena Semedo, num clima muito mais quente, “duro e variável plantas e animais produzidos para alimentação deverão ter a capacidade biológica de adaptar-se mais rápido do que nunca”.

Mudança climática

Durante o encontro, a Comissão vai considerar adotar diretrizes para integrar recursos genéticos aos planos de adaptação à mudança climática que a FAO desenvolveu com base em orientações da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas (Unfccc).

A proposta das diretrizes defende o uso maior e explícito de recursos genéticos como parte de medidas gerais de adaptação para garantir segurança alimentar. As orientações contêm também uma série de recomendações para ajudar os países a implementarem políticas e estratégias para estudar, preservar e utilizar recursos genéticos para adaptação à mudança climática.

Segundo a Secretária da Comissão, Linda Collette, é preciso “fortalecer o papel de recursos genéticos para ajudar agricultores, pescadores e silvicultores a lidarem com mudança climática”. A representante também liderou a edição de um livro publicado pela FAO sobre recursos genéticos.

FONTE: Rádio ONU
Laura Gelbert

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

A população da zona rural já pode fazer a pré-matrícula para os cursos ofertados pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec Campo). Aproximadamente 35 mil vagas estão abertas para 116 cursos em todo o país.

Os interessados devem procurar as delegacias do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), os sindicatos dos Trabalhadores Rurais, as secretarias de Agricultura ou órgão similar que presta assistência técnica e extensão rural para saber os cursos ofertados na região, verificar a disponibilidade de vaga e fazer a pré-matrícula. A confirmação da inscrição ocorrerá nas unidades de ensino, a partir de março.

Segundo o MDA, os cursos mais procurados são o de agricultor familiar, horticultor orgânico, agricultor orgânico, agente de desenvolvimento cooperativista, bovinocultor de leite, avicultor, fruticultor, auxiliar de agropecuária, piscicultor e preparador de doces e conservas.

Cada pessoa pode fazer até três cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC) por ano e um curso técnico. Os cursos FIC servem para a qualificação profissional, dão certificado de formação e têm carga horária mínima de 160 horas. Os cursos técnicos também dão diploma e têm duração mínima de um ano, além da carga horária prevista para o estágio profissional supervisionado.

Se sobrar vagas, as turmas serão abertas para inscrição online e qualquer pessoa poderá se inscrever nas vagas remanescentes pelo portal do Pronatec, dez dias antes do início do curso.

De acordo com informações do MDA, entre 2012 e 2014 mais de 27 mil matrículas foram feitas para 175 cursos do Pronatec Campo, formando cerca de 1,5 mil turmas. A metodologia do programa intercala um período de convivência na sala de aula com outro no campo.

FONTE: Agência Brasil
Graça Adjuto – Edição

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Os Multiplicadores Solares são jovens com mais de 18 anos que serão responsáveis por apoiar a divulgação da campanha de Energias Renováveis do Greenpeace participando da instalação de placas solares em duas escolas públicas – uma em São Paulo e outra em Uberlândia, em Minas Gerais. Eles também serão responsáveis pela capacitação de jovens, adultos e crianças em todo o país, e terão apoio para desenvolver suas próprias ideias e iniciativas para fazer a Revolução Solar acontecer. As inscrições ficam abertas até dia 26 de janeiro de 2015, e podem ser feitas nste link.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: Greenpeace

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) com o Instituto Pró-Carnívoros e outros parceiros elaboram e executam ações para a preservação do lobo-guará, símbolo do Cerrado, ameaçado de extinção.

Veja este vídeo na TV AGROSOFT:

FONTE: ICMBio

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse que o governo pretende enviar medida provisória ao Congresso Nacional propondo correção na tabela do Imposto de Renda de 4,5%. Ontem (20/01/15), a presidente Dilma Rousseff vetou a correção de 6,5%, aprovada em outra medida provisória no ano passado.

Durante café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, o ministro informou que discutiu o assunto ontem com a presidente. Ficou decidido, no encontro, segundo ele, que nos próximos dias será encaminhada nova MP ao Congresso Nacional prevendo o reajuste. "O governo anunciou a sua disposição — que é o que cabe, é o espaço fiscal que nós temos hoje — de reajustamento da tabela do Imposto de Renda de 4,5%", disse.

Na justificativa publicada no Diário Oficial da União (DOU), Dilma defendeu que, caso a medida fosse aprovada do modo como estava, haveria renúncia fiscal de R$ 7 bilhões. O sindicato dos auditores, porém, diz que a defasagem na tabela passa dos 60% e prejudica contribuintes que — de outra forma — não declarariam. Segundo Pepe Vargas, após apresentada a proposta, que entra em vigor assim que editada, será avaliado concretamente se há possibilidade de um avanço na proposta. "Sempre tem alguém que diz que pode ser melhor. É da vida."

Na mesma medida provisória, a presidente vetou o artigo que previa o refinanciamento das dívidas de entidades desportivas. Pepe Vargas disse que Dilma decidiu não sancionar o Refis para clubes esportivos, neste momento, em razão do impacto fiscal que a medida geraria, mas pediu celeridade na discussão do assunto em busca de alternativas. O Refis é um programa de renegociação de dívidas de contribuintes com a União. "A presidente vai constituir uma comissão interministerial para discutir uma proposta que trate das finanças dos clubes, dificuldades eventuais que estão vivenciando, mas também que trate sobre a governança clubes de futebol", declarou.

Pepe Vargas lembrou que, no ano passado, foi votado um novo Refis em que os clubes poderiam aderir. "Algo em torno de 30, 40 clubes aderiram a esse Refis", disse. Segundo ele, esse colegiado funcionará internamente em um primeiro momento mas, depois, vai contar com a participação dos representantes do setor.

Fonte: Agência Brasil
Paulo Victor Chagas — Repórter
José Romildo – Edição

Compartilhe esta postagem nas redes sociais