Minas Gerais possui 1.487 propriedades de café certificadas pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) quanto às boas praticas de produção. Esta atividade faz parte do Programa Certifica Minas Café, do Governo de Minas Gerais, que é executado pelo IMA e Emater-MG – ambos vinculados à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O Certifica Minas Café tem como principal objetivo implantar boas práticas de produção nas propriedades cafeeiras mineiras, de modo a aumentar a visibilidade e a competitividade do café mineiro nos mercados nacional e internacional.

O coordenador do Certifica Minas Café na Gerência de Certificação do IMA, Rogério Fernandes, explica que o programa de certificação é um grande exemplo de como uma iniciativa governamental tem potencial para mudar a realidade de um sistema produtivo, melhorando a vida do produtor. “Mais importante do que as possibilidades de ágio e ganho de mercado, a grande marca do Certifica Minas Café é a melhoria na gestão das propriedades e na relação socioambiental do sistema de produção, alcançadas quando os produtores cumprem as normas da certificação” afirma.

Uma grande conquista alcançada pelo Certifica Minas Café, em 2014, foi a conclusão de uma parceria com a UTZ Certified – certificadora de reconhecimento internacional. Por meio desta parceria, as 1.487 propriedades certificadas podem formar grupos de certificação e solicitar a equivalência com a UTZ Certified – ANO 1, sem necessidade de uma nova auditoria. Desta forma, os produtores terão acesso ao mercado externo, com possibilidade de ágio na venda de seus cafés.

Além da assistência técnica da Emater-MG e das auditorias internas do IMA – ambas realizadas sem ônus aos produtores – o programa contou, em 2014, também com a atuação das certificadoras externas IMO Control, Savassi e a World Quality Services (WQS).

Fonte: Agência Minas

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Minas Gerais possui 1.487 propriedades de café certificadas pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) quanto às boas praticas de produção. Esta atividade faz parte do Programa Certifica Minas Café, do Governo de Minas Gerais, que é executado pelo IMA e Emater-MG – ambos vinculados à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O Certifica Minas Café tem como principal objetivo implantar boas práticas de produção nas propriedades cafeeiras mineiras, de modo a aumentar a visibilidade e a competitividade do café mineiro nos mercados nacional e internacional.

O coordenador do Certifica Minas Café na Gerência de Certificação do IMA, Rogério Fernandes, explica que o programa de certificação é um grande exemplo de como uma iniciativa governamental tem potencial para mudar a realidade de um sistema produtivo, melhorando a vida do produtor. “Mais importante do que as possibilidades de ágio e ganho de mercado, a grande marca do Certifica Minas Café é a melhoria na gestão das propriedades e na relação socioambiental do sistema de produção, alcançadas quando os produtores cumprem as normas da certificação” afirma.

Uma grande conquista alcançada pelo Certifica Minas Café, em 2014, foi a conclusão de uma parceria com a UTZ Certified – certificadora de reconhecimento internacional. Por meio desta parceria, as 1.487 propriedades certificadas podem formar grupos de certificação e solicitar a equivalência com a UTZ Certified – ANO 1, sem necessidade de uma nova auditoria. Desta forma, os produtores terão acesso ao mercado externo, com possibilidade de ágio na venda de seus cafés.

Além da assistência técnica da Emater-MG e das auditorias internas do IMA – ambas realizadas sem ônus aos produtores – o programa contou, em 2014, também com a atuação das certificadoras externas IMO Control, Savassi e a World Quality Services (WQS).

FONTE: Agência Minas

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O Observatório ABC iniciou ontem (26/01/14), em Belém (PA), consulta pública para receber sugestões para o aperfeiçoamento do plano de agricultura de baixo carbono do governo federal, conhecido como Plano ABC. A iniciativa foi lançada em 2013 para envolver a sociedade brasileira no debate sobre a agricultura de baixo carbono,

O Decreto 7.390/2010, que operacionalizou a Lei de Mudanças Climáticas, estabeleceu uma revisão dos planos setoriais a cada dois anos, no máximo. Um deles, o Plano ABC – Plano Setorial de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura — tem por objetivo organizar e planejar ações a serem realizadas para adoção das tecnologias de produção sustentáveis, que ajudem a responder aos compromissos de redução de emissão de gases de efeito estufa (GEE) no setor agropecuário, assumidos pelo Brasil.

O Observatório ABC é coordenado pelo Centro de Estudo de Agronegócios (GV Agro) da Fundação Getulio Vargas (FGV), que acompanha a implementação do Plano ABC. O processo de consulta pública presencial inclui reuniões, em fevereiro 2015, em Cuiabá (MT) e em Brasília (DF), além de consulta eletrônica, que poderá ser feita no endereço do observatório na internet. As sugestões serão recebidas até o dia 9 de março e serão reunidas em uma proposta que o Observatório ABC encaminhará ao governo para ser incorporada ao processo de revisão do plano.

O economista Célio Porto, consultor do Observatório ABC, disse, em entrevista à Agência Brasil, que a ideia é entregar a proposta conclusiva ao Ministério da Agricultura, durante um grande evento internacional que está sendo organizado para abril, para discutir políticas de agricultura de baixo carbono. O documento estará disponível para a sociedade a partir de maio.

Na avaliação de Porto, o principal gargalo para a implementação do Plano ABC foi a ênfase dada à parte de financiamento ao agricultor. “Até a safra 2013/2014, foram emprestados R$ 7,4 bilhões, mas deu-se pouca ênfase à parte complementar, que envolve treinamento, capacitação, divulgação e, efetivamente, há poucos profissionais que conhecem com profundidade essas tecnologias recomendadas para dar assistência ao produtor”.

Segundo Porto, não basta o produtor tomar um financiamento para recompor pastagens degradadas, por exemplo, porque elas podem voltar a se degradar. É preciso usar técnica adequada e implementá-la da forma recomendada. De 2011 a 2013, foram capacitados menos de 20 mil produtores e técnicos rurais, enquanto o Plano ABC prevê a capacitação de 19.940 técnicos e 935 mil produtores.

O consultor do observatório disse que a recomendação tem sido complementar a parte de financiamento ao produtor com a assistência técnica e, antes dela, com a capacitação dos agentes formadores técnicos e extensionistas que vão dar esse suporte ao produtor. Para ele, outro entrave à implementação do Plano ABC é o excesso de concentração de crédito na recuperação de pastagens degradadas. O lado bom disso é que se liberam áreas para outras atividades, inibindo o desmatamento para ampliar áreas cultivadas. Porto lembrou, porém, que o plano prevê outras políticas previstas, que também são importantes e precisam ser adotadas. Uma delas é a integração lavoura/pecuária/floresta e o plantio direto.

Ele enfatizou que há mais concentração nas regiões de agricultura mais desenvolvida, como o Sul e o Sudeste e a área sul do Centro-Oeste. “Na região amazônica, por exemplo, há dificuldade até de cadastro pela falta de regularização fundiária, e isso atrapalha a tomada de crédito. Ações complementares precisam ser buscadas. Acreditamos que, neste momento em que a sociedade nacional está preocupada com o risco de falta dágua e de energia elétrica, com os reservatórios baixos, isso pode contribuir para despertar um pouco mais a consciência da população e dos gestores públicos quanto à necessidade de se dar mais ênfase a programas desse tipo.”

FONTE: Agência Brasil
Alana Gandra – Repórter
Denise Griesinger – Edição

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Portarias publicadas ontem (26/01/15) no Diário Oficial da União (DOU) – clique aqui para acessar – pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) declaram estado de emergência fitossanitária nos estados de São Paulo e do Espírito Santo, para o combate da praga chamada Broca do Café (Hypothenemus hampei).

O inseto ataca os grãos de café em qualquer um de seus estágios, destruindo o interior do fruto e colocando em risco a produção. As portarias também estendem o manejo dessa praga e as medidas emergenciais de defesa sanitária vegetal.

De acordo com o ministério, essas medidas se devem à gravidade da situação, pelo ciclo curto e a grande capacidade de proliferação. Além disso, é baixa a capacidade de resposta disponível, pela ausência de alternativas eficientes para o manejo. As medidas buscam ainda reduzir os efeitos sobre a economia agropecuária — grandes perdas na produtividade e qualidade do café.

FONTE: Agência Brasil
Pedro Peduzzi — Repórter
Graça Adjuto – Edição

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmou no dia 25 de janeiro de 2015 a presença de gripe aviária em uma granja de perus em Stanislaus County, na Califórnia. O caso é o primeiro encontrado em um estabelecimento comercial após o vírus H5N8 ter se manifestado em patos selvagens em dezembro de 2014.

Até agora, nenhum caso em humanos foi diagnosticado nos Estados Unidos e Canadá, mas continua a ser uma preocupação. Segundo o Departamento, é preocupante mas não há necessidade de pânico.

Testes foram feitos no rebanho quando houve crescimento da mortalidade dos animais na granja. Logo após a confirmação no laboratório da California Animal Helth e Food Service, os animais foram colocados em quarentena.

“O vírus H5N8 não mostrou ser um risco à saúde pública. Como um lembrete, o cozimento de ovos a uma temperatura interna de 165 ºF (74ºC) mata as bactérias e vírus”, informa o USDA. No comunicado, também aconselharam as pessoas a não ter contato com animais selvagens.

Os órgãos federais e estaduais já estão trabalhando em um plano de ação para fazer novos testes do vírus na região. “Os EUA têm o maior programa de vigilância de gripe aviária do mundo, e o USDA está trabalhando com seus parceiros para procurar a doença em comércios, mercados de aves vivas e população de aves selvagens migratórias”, disse o órgão em comunicado.

A Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) vai ser notificada para tentar minimizar os prejuízos do setor.

FONTE: Revista Globo Rural

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A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgou edital do Concurso Público 2015, que vai preencher 120 vagas nas cidades de Belo Horizonte, Montes Claros e Tiradentes. As inscrições estarão abertas de 2 a 23 de março de 2015.

Entre os 35 cargos técnico-administrativos em educação, estão os de assistente em administração, administrador, bibliotecário-documentalista, contador, enfermeiro, médico/psiquiatra, psicólogo, produtor cultural e secretário executivo.

A aplicação das provas objetivas está prevista para 26 de abril, em Belo Horizonte e em Montes Claros. Para alguns cargos, também será exigida prova prática, em data a ser definida pela organização do concurso.

Outras informações podem ser consultados na página do concurso.

FONTE: Universidade Federal de Minas Gerais

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A Pró-Reitoria de Recursos Humanos (PRORH) da Universidade Estadual de Londrina (UEL)abre no dia 2 de fevereiro de 2015 as inscrições do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação temporária de professores. Os interessados podem fazer a inscrição até 13 de fevereiro no endereço uel.br/prorh/selecao. Ao todo são ofertadas 16 vagas e outras seis para cadastro reserva.

As vagas são ofertadas nas áreas de Antropologia, Farmacologia, Parasitologia, Física, Química, Administração, Serviço Social, Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Odontologia, Engenharia Civil, Psicologia da Educação, Telecomunicações e Zootecnia. Os regimes de trabalho são de 20 ou 40 horas semanais.

O processo Seletivo Simplificado é composto por prova didática, quando necessário prova prática e prova de títulos. O período de realização das provas para os candidatos que tiverem as inscrições deferidas será de 9 a 18 de março.

Os editais de cada área estão disponíveis no endereço uel.br/prorh/selecao.

FONTE: Agência de Notícias do Paraná

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A Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) está com edital aberto para o preenchimento de 519 vagas para as carreiras de Professor de Educação Superior, para os três níveis de ingresso previstos na carreira: 119 para o nível I, 248 para o nível IV e 152 para o nível VI. As inscrições serão realizadas pela internet no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC).

Os concursos serão realizados para todas as unidades do campus de Belo Horizonte e também para os municípios de Barbacena, João Monlevade, Frutal, Leopoldina, Poços de Caldas e Ubá. As vagas abertas contemplam diversas áreas do conhecimento e níveis de titulação: especialização, mestrado e doutorado. A jornada de trabalho é de 20 ou 40 horas semanais, de acordo com a área ou disciplina em concurso. Os aprovados serão submetidos ao regime Estatutário.

Esse é o primeiro grande concurso realizado para a UEMG. Além de atender a determinação contida no julgamento da ADI 4876, de que se colocassem em concurso as vagas anteriormente ocupadas pelos professores atingidos pela Lei Complementar 100/2007, o certame proverá cerca de 60% dos cargos docentes necessários para as unidades e cursos criados na universidade entre 2006 e 2012. Novos concursos para completar o corpo docente dessas unidades serão realizados em um segundo momento.

FONTE: Agência Minas

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Um modelo matemático desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Biociências (IBB) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu (SP), com base no comportamento da praga agrícola Diabrotica speciosa, popularmente conhecida como vaquinha verde-amarela, pode levar a estratégias para frear a dispersão dos insetos e minimizar os danos às plantações.

O modelo é resultado da pesquisa Modelos matemáticos aplicados ao controle de insetos, realizada com o apoio da Fapesp, que simulou padrões de comportamento da praga em quatro dos principais cultivos utilizados como hospedeiros: feijão, soja, batata e milho. Além das características nessas plantações, os pesquisadores consideraram variáveis como o tempo de desenvolvimento das larvas, a mortalidade dos insetos adultos nas diferentes paisagens e suas taxas de oviposição, a quantidade de ovos colocados.

O objetivo era investigar, por meio do modelo matemático desenvolvido, meios de manipulação do habitat do inseto para regular sua densidade populacional naturalmente. “Trata-se de uma estratégia de manejo integrado de pragas, que busca manipular o ambiente por meio das próprias plantas como elementos de controle da dispersão dos insetos, mantendo-os em níveis populacionais que não afetem o crescimento e o rendimento dos cultivos”, explicou à Agência Fapesp Cláudia Pio Ferreira, do IBB, coordenadora da pesquisa.

De acordo com a pesquisadora, entre os benefícios do manejo integrado está a diminuição do impacto do uso ostensivo de produtos químicos no combate às pragas. “Os malefícios dos agrotóxicos à saúde humana e o aumento da resistência dos insetos a pesticidas são evitados quando se adotam medidas de controle que levem em consideração os padrões de comportamento das pragas nas paisagens modeladas.”

Entre as soluções de manejo apontadas pelo modelo está o uso do milho como barreira para a dispersão da praga. “A Diabrotica speciosa se reproduz menos quando o hospedeiro é o milho, pois tem mais dificuldade em persistir e colonizar nesses cultivos. O modelo constatou, por meio das simulações matemáticas, que a expansão da praga é, de fato, freada quando a variável do milho é inserida entre as dos cultivos de outras plantas”, disse Ferreira.

A interação das características fisiológicas e comportamentais do inseto com as diferentes configurações espaciais e temporais das paisagens modeladas pelos pesquisadores mostrou, ainda, que a colocação de plantios de milho na periferia dos cultivos diminui ainda mais a probabilidade de invasão. “Essa é a chave para o controle dessa população de insetos e para proteger os cultivos de interesse”, afirmou.

Interdisciplinaridade

A modelagem teve colaboração de pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP), por meio da pesquisa Modelagem ecológica aplicada à dinâmica populacional e de interações tróficas em insetos de importância econômica, também realizada com o apoio da Fapesp.

“A Diabrotica speciosa é uma praga que afeta interesses econômicos, atinge drasticamente os pequenos produtores e o método de controle mais usado ainda é o emprego de inseticidas químicos. Pesquisas de campo com o inseto são dispendiosas por causa da dificuldade prática do controle do inseto, mas o modelo matemático foi capaz de prever esse comportamento virtualmente utilizando os parâmetros fornecidos pela Esalq“, explicou Ferreira.

Os pesquisadores do IBB utilizaram a metodologia matemática de análise de agrupamento, que envolve vários algoritmos relacionados aos padrões de comportamento dos insetos e das plantas, para determinar as probabilidades de interação entre a praga e seus hospedeiros.

A partir de dados de laboratório fornecidos pela Esalq sobre o ciclo de vida da praga, os pesquisadores do IBB produziram desenhos teóricos das paisagens a fim de modelar essa interação com as plantas nas fases de larva e adulta do inseto.

Além da probabilidade de o milho frear a expansão da praga, o modelo demonstrou que a taxa de oviposição e o tempo em que o inseto permanece na fase imatura são as variáveis mais sensíveis a fatores externos, como a temperatura. “O entendimento sobre essa sensibilidade pode auxiliar na previsão de surtos”, disse Ferreira.

Os pesquisadores do IBB trabalham agora na modelagem matemática de padrões em paisagens dinâmicas, considerando múltiplos fatores e outros elementos de cultivos diversos, como a transgenia. “Essas paisagens são naturalmente dinâmicas, sofrendo influências de diversos fatores além do ciclo de vida dos insetos e das características das plantas. Por isso, os próximos modelos deverão contemplar essa complexidade.”

Os modelos também poderão ser adaptados ao comportamento de outras pragas, avalia Ferreira. “Há outros insetos de grande importância agrícola que têm comportamento semelhante ao da Diabrotica speciosa. Estão sendo obtidos dados dessas pragas para ampliarmos as possibilidades de aplicação do modelo.”

Um artigo sobre o modelo matemático sobre a praga vaquinha verde-amarela em cultivos de feijão, soja, batata e milho foi publicado na revista Landscape Ecology, disponível em link.springer.com/article/10.1007/s10980-014-0073-4.

FONTE: Agência Fapesp
Diego Freire – Jornalista

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O Ministério da Educação (MEC) reconheceu mais 63 cursos superiores, a serem ofertados em diversas unidades federativas do país. A lista completa dos cursos e das instituições de ensino superior está disponível em duas portarias publicadas ontem (26/01/15) pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior no Diário Oficial da União (DOU) clique aqui para acessar.

De acordo com as portarias, o reconhecimento dos cursos vale até o próximo ciclo avaliativo. Na lista, constam cursos de bacharelado, licenciatura, tecnológicos e sequenciais em diversas áreas. Entre elas, engenharia, física, química, direito, nutrição, pedagogia, geografia, matemática, farmácia, biomedicina, música, relações internacionais, química, administração, cinema e audiovisual, educação física, logística, biotecnologia, serviço social, automação industrial, gastronomia, letras, biologia, serviço social.

FONTE: Agência Brasil
Pedro Peduzzi — Repórter
Valéria Aguiar – Edição

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