Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou que entre os principais responsáveis pelas mortes estão a salmonela, o E.coli e o norovírus; número de infecções causadas pelo consumo de comida estragada chegou a 582 milhões, países africanos são os mais afetados pelo problema.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), alertou que as doenças transmitidas por alimentos mataram 351 mil pessoas no mundo em 2010. Um relatório da agência da ONU sobre o assunto, divulgado ontem (02/04/15), calcula que o número de infecções globais causadas pelo consumo de comida estragada chegou a 582 milhões.

Salmonela

Segundo os especialistas, dos 22 vírus e bactérias encontrados nos alimentos, a salmonela foi responsável pela morte de 52 mil pessoas, o E.coli de 37 mil e o norovírus de 35 mil.

A OMS afirma que “alimentos inseguros podem causar mais de 200 doenças, indo desde a diarreia ao câncer”. A organização cita como exemplos a comida de origem animal mal cozida, frutas e vegetais contaminados com fezes e mariscos que contenham biotoxinas.

O relatório diz ainda que os países africanos foram os mais afetados pelos problemas de saúde causados pelo consumo de alimentos estragados seguidos das nações do sul e leste da Ásia. As crianças com menos de cinco anos representam mais de 40% das pessoas que contraíram alguma doença ou infecção.

Risco Econômico

A OMS declarou que os alimentos inseguros representam também um risco econômico, principalmente num mundo globalizado. A agência citou a epidemia de E.coli na Alemanha em 2011, que causou US$ 1,3 bilhão, o equivalente a R$ 4,1 bilhões, de prejuízos a agricultores e indústrias.

Antecipando o Dia Mundial da Saúde, no próximo dia 7 de abril, a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que a “produção de alimentos se tornou industrializada e o comércio e a distribuição são globalizados”.

O tema da campanha deste ano é: “Do campo ao prato, tornar os alimentos seguros”. Chan explicou que essas mudanças geram múltiplas oportunidades para a contaminação da comida com bactérias, vírus, parasitas e substâncias químicas.

A ONU quer que os governos adotem medidas de proteção alimentar e diz que os consumidores também podem se proteger com simples práticas como lavar bem os alimentos e manter separados os alimentos crus e cozidos.

FONTE: Rádio ONU

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Durante reunião com a vice-presidente do Banco Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, Rachel Kyte, a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse que o Brasil cumprirá a meta definida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) de aumentar em 40% a produção de alimentos até 2050, contribuindo para o desafio de vencer a fome no mundo.

“Com tecnologia e inclusão social no campo, o país tem condições de alavancar sua produção sem aumentar a área desmatada”, afirmou Kátia Abreu durante reunião no dia 1º de abril de 2015 com a equipe do Banco Mundial.

“Temos um exército de produtores que estão excluídos do agronegócio. Sabemos que, com investimento em tecnologia, podemos tornar produtivas terras que estão sem uso adequado. Assim, ultrapassaremos a meta da FAO de aumentar em 40% a produção até 2050. Podemos chegar muito além do que isso, e sem desmatar”, declarou a ministra.

Rachel Kyte elogiou o desempenho da agricultura brasileira e destacou a “revolução de produtividade” pela qual passou o setor de grãos nas últimas décadas. “Mas entendemos que as mudanças que estão à frente são um desafio ainda maior”, acrescentou. “Temos convicção de que podemos gerenciar a terra de forma que a emissão de gases de efeito estufa reduza e a produtividade aumente”, afirmou a vice-presidente do Banco Mundial.

Agricultura de Baixo Carbono

Para alavancar a produtividade dos agricultores brasileiros sem aumentar o desmatamento e a emissão de carbono no meio ambiente, o Ministério da Agricultura pretende manter investimentos no Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), apoiar agricultores de baixa renda com capacitação técnica e conhecimento sobre agricultura sustentável, investir em irrigação e plantação de florestas.

“Há diversas técnicas eficientes para evitar a liberação de CO2, mas que ainda precisam ser democratizadas entre os nossos agricultores. Nós fazemos uma agricultura sustentável, porém temos que ajudar os pequenos a também contribuírem com o meio ambiente”, afirmou.

Kátia Abreu afirmou aos executivos que o Brasil tem 61% dos seus biomas preservados, o que representa 517 milhões de hectares de vegetação nativa. O continente africano, por exemplo, tem apenas 7,8%, a Ásia, 5,6% e a Europa, 0,3%. “É o maior território mundial de preservação. Nós só produzimos essa gigantesca agricultura em 27% do território nacional”, explicou.

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Priscilla Mendes – Jornalista
Telefone: (61) 3218-2203

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Todo tipo de transmissão sem fio — seja TV, rádio, sinal de celular e GPS, entre outras – caminha numa espécie de “estrada” chamada “espectro eletromagnético”. Nessa via, cada tipo de transmissão é como se fosse uma faixa de trânsito. Não é difícil imaginar o engarrafamento que já se formou, tamanha a popularização do uso de tecnologias de comunicação sem fio. Ocorre que as principais faixas estão congestionadas, porém há espaços vazios que podem ser aproveitados para a transmissão de dados. Para a ocupação do espectro ocioso — conhecido como “white space” – é necessário um rádio inteligente, chamado rádio cognitivo (RC), capaz de encontrar as frequências desocupadas e transmitir dados nessas vias.

A tecnologia do rádio cognitivo permite um melhor aproveitamento das frequências, o que poderá contribuir para a ampliação do acesso à banda larga sem fio, que está em constante expansão no Brasil. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD), instituição independente de pesquisa em Campinas (SP), concluiu seu projeto de RC, com financiamento do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (FUNTTEL), por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

No campus do CPqD, montou-se uma rede experimental de RCs e um laboratório, onde foram realizados experimentos, protótipos pré-industriais, artigos e patentes. Como resultado, foi desenvolvido o primeiro protótipo de roteador cognitivo do País capaz de operar provendo acesso à banda larga aos usuários e de se comunicar com outros roteadores cognitivos. O aparelho realiza medidas no espectro e procura canais desocupados de forma autônoma. Posteriormente, aplica a configuração em toda a rede, o que proporciona uma melhor experiência de transmissão para o usuário, com mais qualidade e menor interferência.

Segundo Juliano Bazzo, coordenador do projeto no CPqD, “o rádio cognitivo associado com a disponibilidade dos “white spaces” poderá ser usado como uma alternativa para fomentar a inclusão digital e a aplicação do acesso à internet banda larga no País”.

Confira a matéria completa na revista Inovação em Pauta.

FONTE: Financiadora de Estudos e Projetos

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Os preços globais dos alimentos continuaram a cair em março de 2015, anunciou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A queda foi de 1,5% em relação a fevereiro e situou-se 18,7% abaixo do nível registado há um ano. A agência da ONU destaca que os preços do açúcar atingiram o seu menor nível desde fevereiro de 2009. Foram 187,9 pontos ou cerca de 9,2% menor do que no mês anterior.

A razão principal foi o aumento das previsões para as colheitas e o enfraquecimento contínuo da moeda brasileira, o real, em relação ao dólar norte-americano “que favoreceu as exportações”. O Brasil é o maior produtor e exportador do produto.

Em março, a média do Índice de Preços dos Alimentos foi de 173,8 pontos também por causa da baixa dos custos dos óleos vegetais, das carnes e dos cereais que compensaram a subida dos preços dos laticínios durante o período.

De acordo com a FAO, o índice que mede as variações mensais de preços tem sido marcado por uma queda desde abril de 2014.

Cereais

A tendência baixa de preços observada este ano deve-se principalmente às exportações em grandes quantidades e ao aumento de estoques, especialmente do trigo e do milho. Em março, os cereais estiveram 1,1% abaixo do seu nível de fevereiro e 18,7% em relação ao ano passado.

Quanto aos óleos vegetais a queda foi de quase 3,1% em comparação com o nível de fevereiro, o valor mais baixo desde setembro de 2009.

Europa

A colheita do milho na União Europeia (UE) foi um dos fatores que fizeram aumentar as previsões de produção de cereais para 2.544 milhões de toneladas em 2014. A produção de trigo deve estar a 1% abaixo das previsões para o ano, devido as reduções de plantações no bloco.

O índice destaca previsões de uma baixa drástica de produção do milho sul-africano em cerca de 33% devido a deficiências nas chuvas em 2014.

FONTE: Rádio ONU
Eleutério Guevane

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O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) lançou um manual com dicas de captação de água de chuva para o cidadão comum. A cartilha contempla todas as etapas, da captação à utilização da água de chuva, e oferece à população orientações para melhorar a qualidade dessa água, apresentando as boas práticas para a sua captação, armazenamento e utilização doméstica.

O material, lançado em comemoração ao Dia Mundial da Água, no dia 22 de março, é direcionado às famílias que vivem situações emergenciais e dissemina uma técnica relativamente simples, mas que respeita os requisitos que garantem o funcionamento do sistema e, principalmente, assegura a qualidade da água coletada. O conteúdo está disponível gratuitamente e pode ser acessado aqui (arquivo PDF).

Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento da água de chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados. O principal alerta da cartilha é a necessidade do descarte da água da primeira chuva, responsável pela lavagem da atmosfera e dos contaminantes presentes na superfície dos telhados.

“Recomenda-se o descarte de dois litros de água para cada metro quadrado de área de telhado utilizado para captação, o que corresponde aos dois primeiros milímetros de precipitação. É também fortemente recomendada a filtragem dessa água, mesmo que de maneira simplificada, com a utilização de um filtro de malha do tipo de coador de chá”, explica o engenheiro Luciano Zanella, pesquisador do IPT e autor do manual.

FONTE: SP Notícias

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O Programa de Pós-Graduação em Segurança Alimentar e Nutricional (PPGSAN), do Departamento de Nutrição da Universidade Federal do Paraná (UFPR), está recebendo inscrições para o processo seletivo 2015 do mestrado. Além de apresentar a documentação que comprove sua formação, residência, currículo e anteprojeto de pesquisa, os candidatos também precisam submeter um comprovante de suficiência em língua inglesa. Os documentos podem ser entregues na Secretaria do PPGSAN (Av. Pref. Lothário Meissner, 632 – Jardim Botânico – CEP 80210-170 – Curitiba/PR) até às 17 horas dia 22 de maio de 2015.

Serão selecionados até 17 profissionais, atendendo critérios de disponibilidade dos docentes, linhas de pesquisa e temas. É possível optar pelas linhas de pesquisa Diagnóstico e Intervenção Nutricional em Indivíduos e Coletividade ou Qualidade dos Alimentos e Nutrição. O edital e mais informações podem ser encontrados no site do PPGSAN.

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Segurança Alimentar e Nutricional da Universidade Federal do Paraná (UFPR) compreende o curso de Mestrado Acadêmico e tem por objetivo ampliar e aprofundar os conceitos, o conhecimento de métodos e técnicas de pesquisa científica e tecnológica adquiridas na graduação, e a formação de recursos humanos para o exercício de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área da Segurança Alimentar e Nutricional.

FONTE: Universidade Federal do Paraná
Jéssica Maes – Jornalista

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Innovate in Brasil é o nome do programa lançado em Nova Iorque pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O objetivo é atrair para o país centros de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de empresas estrangeiras.

O programa Innovate in Brasil irá apoiar centros de P&D em quatro setores industriais: energias renováveis, tecnologia da informação e comunicação, petróleo e gás e saúde.

Para nortear a estratégia, a Apex-Brasil e o MDIC mapearam cerca de 150 empresas com potencial para investimento nesses setores no Brasil. Além de detectar as empresas, o documento fez um diagnóstico do cenário atual dos principais países que atuam nessas áreas, considerando informações como marcos regulatórios, ambiente de negócios e acesso a financiamento.

Por que investir no Brasil

O lançamento do programa é o primeiro passo para apresentar as oportunidades brasileiras a especialistas em inovação, executivos de empresas estrangeiras que desenvolvem P&D no Brasil, além de representantes de instituições públicas. A partir de agora, o Governo brasileiro selecionará algumas das empresas mapeadas para mostrar as vantagens de aplicar recursos no Brasil.

“Existem três razões para o investidor estrangeiro escolher o Brasil como destino para centros de Pesquisa e Desenvolvimento. O primeiro é que nosso mercado interno não está encolhendo. O segundo é que temos muitos talentos e o número de pessoas que terminam uma faculdade no Brasil cresceu 380% de 1998 a 2012. O terceiro é que o governo oferece diversos incentivos para cada um desses setores”, explicou Marcos Vinícius de Souza, do Mdic.

Innovate in Brasil

O programa Innovate in Brasil irá disponibilizar informações atualizadas sobre o Brasil para quem procura o lugar ideal para investir em P&D no site www.innovateinbrasil.com.br.

Estão disponíveis dados sobre o mercado consumidor interno, qualificação da mão de obra, infraestrutura tecnológica, centros de inovação já existentes no país e incentivos governamentais disponíveis, com as especificações de cada um dos setores prioritários.

Os interessados deverão procurar a Apex-Brasil, que será responsável por atender as empresas interessadas em oportunidades de investimentos, sejam em P&D ou em outros setores.

A Agência atua desde a primeira visita à empresa até o anúncio do investimento, fornecendo informações, fazendo a aproximação com atores públicos e privados e ainda identificando potenciais locais para a instalação da planta ou centro.

FONTE: Inovação Tecnológica

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A forte estiagem que castigou várias regiões do Brasil em 2014 trouxe grandes benefícios para a área de sensoriamento remoto. A ausência de nuvens permitiu a obtenção de imagens de alta qualidade de todo o território nacional e a geração de mosaicos cobrindo todos os estados brasileiros, constituindo um marco importante para a determinação do uso e ocupação dos solos no Brasil.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas/MG), Daniel Pereira Guimarães, coordenador do projeto, a disponibilidade de imagens do satélite Landsat8 sem a ocorrência de nuvens, com passagens a cada 16 dias, facilitou o imageamento do território nacional. “Até os estados da Região Norte puderam ser mapeados com um mínimo de nebulosidade, e são de grande importância para o monitoramento do desmatamento na Amazônia”, afirma Guimarães.

Elena Charlotte Landau, da mesma instituição, relata que, normalmente, o litoral nordestino concentra as áreas com os maiores índices de nebulosidade. “A qualidade das imagens de 2014 é similar às usadas no conhecido “Brasil Visto do Espaço”, servidor de imagens disponibilizado anteriormente pela Embrapa Monitoramento por Satélite (Campinas/SP), considerando imagens de satélite do ano 2000″, diz Landau.

A diversidade de bandas do satélite Landsat8 permite a geração de diferentes composições coloridas. “A composição RGB/Tir bandas 4-3-2/10 facilita simultaneamente a identificação dos recursos hídricos e florestais”, ressalta o especialista em recursos hídricos da Agência Nacional de Águas (ANA), Thiago Henriques Fontenelle.

Os mosaicos estaduais podem ser usados tanto por leigos, efetuando-se o download no formato kmz para sobreposição à plataforma Google Earth, como por especialistas em geoprocessamento, acessando os mosaicos georreferenciados nos formatos jpg, ecw e png. Imagens de maior resolução foram também geradas, e ainda não foram disponibilizadas para o público em função do tamanho dos arquivos. Os arquivos para download podem ser acessados no link: GeoNetwork.

Os mosaicos podem ser visualizados na página da Embrapa Monitoramento por Satélite no Mosaico Landsat Brasil.

FONTE: Embrapa Milho e Sorgo
Sandra Brito – Jornalista
Telefone: (31) 3027-1223
E-mail: milho-e-sorgo.imprensa@embrapa.br

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A campanha de vacinação contra Febre Aftosa no Paraná prevista para maio, dentro do calendário oficial, pode ser a última no estado. “A unidade da Federação tem plenas condições de atingir um novo e mais vantajoso status sanitário, através da adoção das medidas corretivas apontadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), em conformidade com o padrão sanitário internacional”, disse Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal, da Secretaria de Defesa Agropecuária, após reunião ocorrida em Curitiba (PR) com autoridades estaduais, municipais e o setor privado do estado.

Entre as ações recomendadas pelo MAPA estão o fortalecimento do serviço veterinário local e o incremento no sistema de vigilância com reforço nas barreiras primárias. O Paraná já é reconhecido como livre de febre aftosa, mas mantém a vacinação como prática obrigatória. O gado paranaense ainda é imunizado porque, em caso de vulnerabilidade, ou seja, se por ventura ocorrer algum fator de risco de introdução da doença naquele território, o vírus não se disseminará com facilidade.

Para que o estado seja considerado livre da doença sem vacinação, o sistema de barreiras sanitárias deve ser reestruturado, sobretudo nos 23 postos de fronteira existentes com São Paulo e Mato Grosso do Sul, além dos portos e aeroportos. De acordo com Guilherme Marques, o governo paranaense, através da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), se comprometeu a empossar 169 fiscais aprovados no último concurso público estadual até o início do mês de maio próximo. Este novo efetivo vai contribuir com as ações de defesa sanitária.

Critériosda OIE

“Faremos uma auditoria técnica para checar se o sistema está mais robusto a partir de maio. Em caso afirmativo, teremos elementos para suspender a campanha de vacinação contra febre aftosa de novembro em diante”, pondera Marques. Segundo ele, o Mapa seguirá os critérios exigidos pela comunidade científica internacional e o cronograma da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

De acordo com as normas do Organismo Internacional, o pleito para que uma determinada área seja decretada livre de uma doença sem vacinação, precisa ser feito 12 meses após a retirada do processo de imunização. Considerando que a data limite para envio de relatório técnico para a OIE é sempre no mês de setembro e este ano ainda não haverá tempo de completar um ano sem vacinação, a expectativa do diretor do Departamento de Saúde Animal, é que o Brasil comunique oficialmente à OIE em setembro de 2016. Se a Organização aprovar o requerimento, em maio de 2017, o Paraná pode ser o mais novo estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação.

O diretor do DSA lembrou ainda que o governo do estado deverá manifestar oficialmente o pedido. “Caso isso não ocorra em tempo hábil, a estratégia pode ser inviabilizada”, disse Marques.

FONTE: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Assessoria de Comunicação Social do MAPA
Teresa Cristina de Paula Lyra – Jornalista
Telefone: (61) 3218-2203

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O edital de oferta pública da cultivar de trigo BRS Marcante, último lançamento da Embrapa, foi publicado nesta semana. Serão ofertadas mais de 300 toneladas de sementes, divididas em 100 lotes. Produtores interessados em produzir e comercializar a cultivar têm até do dia 17 de abril de 2015 para entregar a documentação na Embrapa Produtos e Mercado de Passo Fundo (RS).

O desenvolvimento de novas cultivares de trigo com alto potencial de rendimento de grãos associado à estabilidade qualitativa para panificação é o principal desafio dos programas de melhoramento genético do cereal na Região Sul.

A nova cultivar de trigo BRS Marcante levou cerca de 12 anos para chegar ao mercado e está alinhada com os princípios de produtividade de grãos, perfil para panificação e boa resistência às doenças foliares do trigo.

De acordo com o pesquisador Eduardo Caierão, “é nessa combinação de características que reside a importância da cultivar e, proporcionalmente, nossa expectativa de sucesso”. BRS Marcante possui estatura e ciclo médio, além de alta capacidade de perfilhamento. Indicada para os três estados do Sul (Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina). A média de rendimentos varia de 78 a 91 sacas, dependendo da região.

O edital de oferta pública está disponível no site da Embrapa Produtos e Mercado.

Serviço

O processo de oferta pública da cultivar BRS Marcante será no dia 20 de abril de 2015, às 9 horas. A documentação de habilitação dos interessados será recebida até às 18 horas do dia 17 de abril de 2015.

FONTE: Embrapa Trigo
Joseani M. Antunes – Jornalista
Telefone: (54) 3316-5860
E-mail: trigo.imprensa@embrapa.br

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