A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) solicitou ao governo federal que prorrogue o prazo final para que os proprietários rurais inscrevam seus imóveis no Cadastro Ambiental Rural (CAR), de acordo com a Instrução Normativa Nº 2, de 5 de maio de 2014, conforme prevê o Código Florestal Brasileiro (Lei 12.651/12).

A entidade firma sua posição em ofícios remetidos, no dia 9 de abril de 2015, às ministras da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Kátia Abreu e do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, por entender que o prazo de um ano, que vence em 5 de maio de 2015, não será suficiente para que os proprietários possam declarar sua situação e garantir que este instrumento do novo Código Florestal Brasileiro cumpra sua função.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é o registro público eletrônico das informações ambientais dos imóveis rurais. A inscrição no CAR é obrigatória para todos os imóveis rurais (propriedades ou posses), sejam eles públicos ou privados, e áreas de povos e comunidades tradicionais que façam uso coletivo do seu território. Além de obrigatório, o CAR será exigência para a concessão do crédito agrícola a partir de 28 de maio de 2017.

A inscrição poderá ser feita pelo site www.car.gov.br, ou nos sites dos órgãos competentes que disponibilizarem sistema próprio. Com a inscrição do imóvel no CAR, o proprietário ou possuidor rural fica desobrigado de fazer a averbação da Reserva Legal em cartório, uma vez que, após aprovação da localização da Reserva Legal pelo órgão competente, a inscrição é automaticamente registrada no sistema, e não mais poderá ser alterada.

O Poder Público deverá oferecer suporte técnico para a inscrição dos imóveis que desenvolvam atividades agrossilvopastoris (florestas, agricultura e pecuária simultânea ou sequencial) com área de até 4 módulos fiscais (medida que varia de acordo com o município), além dos assentamentos da reforma agrária e dos territórios de povos e comunidades tradicionais.
Para os assentados, esse suporte deve ser fornecido pelo Órgão Fundiário.

O Brasil contabiliza mais de 5,4 milhões de imóveis rurais e, de acordo com informações do Ministério do Meio Ambiente, apenas 700 mil foram cadastradas no CAR ao longo de quase um ano, o que corresponde a, aproximadamente, 150 milhões de hectares.

Ao se posicionar favorável a prorrogação do CAR, a CNA atende às preocupações das Federações de Agricultura dos estados e produtores rurais que se mostram preocupados com a proximidade do encerramento do período. Apesar de declaratório, o sistema mostrou moderada complexidade de preenchimento, ocasionando dificuldade na exata prestação de informações e consequente atraso nas entregas. Se o CAR ainda não cumpre o seu papel, faz-se necessária a prorrogação do prazo de cadastramento dos imóveis rurais conforme permitido por Lei.

FONTE: Agência CNA
Telefone: (61) 2109-1411

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Uma parceria entre a Embrapa Monitoramento por Satélite e a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), órgão ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), está ajudando no planejamento da gestão das fazendas experimentais da agência. No final de 2014, a unidade da Embrapa, localizada em Campinas (SP), transferiu dados, mapas impressos e digitais para gestores de cinco fazendas da APTA. Os mapas contêm informações sobre delimitações externas e divisões internas, solos, hidrografia, relevo e uso e cobertura. As bases irão apoiar o planejamento das pesquisas desenvolvidas e a tomada de decisão na gestão das propriedades.

Em Andradina (SP), a fazenda da APTA de Extremo Oeste está utilizando as bases para a atualização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e para a tomada de decisões. “Os mapas contribuíram com uma melhor visualização da unidade experimental, o que permite a tomada de decisão com maior respaldo técnico”, ressaltou Gustavo Pavan Mateus, gestor da APTA de Extremo Oeste.

O gestor informou ainda que, no Polo de Andradina, as informações levantadas pelas análises de solo – que estão ocorrendo no momento – serão inseridas no banco de dados cartográficos da propriedade. Esse é outro recurso disponibilizado pela parceria com a Embrapa. Já Karla Conceição Pereira, pesquisadora da APTA do Polo Regional Vale do Paraíba, acredita que as bases promoveram uma gestão integrada dos diferentes setores da fazenda e facilitaram a definição de áreas para implantação de experimentos.

As bases de dados foram entregues em novembro de 2014, durante uma capacitação dos gestores realizada na Embrapa Monitoramento por Satélite. Elas foram depositadas no GeoNode, uma plataforma de código aberto que permite ao usuário catalogar, visualizar e compartilhar dados geoespaciais. Os mapas digitais podem ser acessados e editados pelos próprios usuários através do software livre QuantumGIS.

Parceria

As fazendas selecionadas estabeleceram parceria com Embrapa Monitoramento por Satélite no âmbito do projeto GeoDegrade. O estudo da Embrapa visou mapear e qualificar as pastagens nos biomas Cerrado, Amazônia e Mata Atlântica. Foram selecionadas áreas representativas das principais dinâmicas de degradação nesses biomas e que fossem de fácil acesso para coleta de dados. A APTA contribuiu com a cessão das fazendas de Andradina e Pindamonhangaba – para os estudos da Mata Atlântica -, e de Colina, Sertãozinho e Nova Odessa — para o Cerrado. As fazendas foram beneficiadas com as bases físicas de suas propriedades e imagens orbitais de alta resolução espacial, além da coautoria em publicações técnico-científicas do projeto GeoDegrade.

A coordenadora do projeto e pesquisadora da Embrapa Monitoramento por Satélite, Sandra Furlan Nogueira, destacou a importância da parceria. “A parceria foi muito importante tanto para a Embrapa quanto para a APTA. Conseguimos convergir interesses técnicos e científicos e gerar produtos que contribuem para o sucesso de pesquisas nas instituições e também no setor agropecuário”, afirmou.

Mapas dinâmicos

As cinco Unidades da APTA, parceiras no projeto GeoDegrade, seguem editando as bases de dados, agregando ou corrigindo informações das propriedades.

“Ao passo que vamos gerando informações sobre a propriedade, estamos atualizando nossas bases”, disse Linda Monica Premazzi, pesquisadora do Instituto de Zootecnia de Nova Odessa (SP). Para ela, o uso dos mapas é uma ferramenta estratégica. “Visualizamos conjuntamente a área total da fazenda, observando as áreas limitadas por declividade e a presença de recursos hídricos, por exemplo. A experiência de trabalho com os mapas gerados pela Embrapa foi considerada bastante importante no planejamento atual da fazenda”, concluiu.

FONTE: Embrapa Monitoramento por Satélite
Alan R. dos Santos – Jornalista
Telefone: (19) 3211-6200
E-mail: imprensa.monitoramento-por-satelite@embrapa.br

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O Plano Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC) tem como objetivo reduzir as emissões de gases de efeito estufa das atividades agropecuárias, diminuir o desmatamento e aumentar a produção agropecuária em bases sustentáveis. O programa financiou, entre os meses de julho de 2010 e fevereiro de 2015, 32 mil contratos, no valor de R$ 10 bilhões.

FONTE: TV NBR

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Tecnologias desenvolvidas para auxiliar a vida do produtor rural poderão ser encontradas na 14ª edição da feira Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO). De 13 a 17 de abril de 2015 serão realizadas palestras e exposições de produtos e serviços, a exemplo dos sistemas desenvolvidos pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP) para monitoramento agrometeorológico, Planejamento da produção de animais, conteúdo técnico-científico e serviços web para disseminar o conhecimento à sociedade.

Na Agência Embrapa de Informação Tecnológica (Ageitec) é possível ter acesso gratuito ao conhecimento técnico-científico gerado pela Embrapa e outras instituições públicas e privadas, como artigos, livros, arquivos audiovisuais, planilhas eletrônicas etc. Estão disponíveis informações e resultados de pesquisa relacionados a produtos como cana de açúcar, trigo, arroz, feijão, milho e a temas como agricultura e meio ambiente, agroenergia, reprodução animal, manejo florestal e sistema de plantio direto.

Outra ferramenta apresentada é o Sistema de Monitoramento Agrometeorológico Agritempo, que permite o acesso, pela internet, às informações meteorológicas e agrometeorológicas de diversos municípios brasileiros. No Agritempo, os usuários fazem consultas a uma base de dados que gera boletins agrometeorológicos, mapas e gráficos.

O Diagnose virtual também será demonstrado. Trata-se de um sistema para diagnóstico remoto de doenças, que permite identificar doenças de milho, feijão e soja. Pela internet, o produtor pode registrar os sintomas detectados em sua cultura, respondendo questões como: em que parte da planta a doença se manifesta, qual é a cor e o formato da lesão. Dessa forma, é possível detectar o tipo de doença e as possíveis medidas de controle.

Outro serviço que poderá ser conhecido na feira é a Infoteca-e (Informação Tecnológica em Agricultura), que permite acesso on-line ao acervo digital de informações sobre tecnologias produzidas pela Empresa. Suas coleções são formadas por publicações editadas pela Embrapa, além de áudios e vídeos sobre as mais diversas áreas de atuação da instituição.

Disponível para download na internet mediante o preenchimento de um cadastro básico, o Invernada é uma ferramenta para Planejamento da produção de bovinos de corte. A tecnologia destaca-se pela agregação de modelos matemáticos que permitem simular diversos cenários para o sistema de produção. Os recursos tecnológicos auxiliam nas estimativas de produtividade de pastagens, qualidade de forragem, pastejo seletivo, dinâmica de crescimento dos animais e otimização de dietas, etc.

O Planeja (Sistema de Suporte ao Planejamento Agrícola Municipal) é mais uma ferramenta de Planejamento, desta vez, para atividades agrícolas em geral. É usado para identificar o perfil agrícola dos municípios, suas atividades e tendências econômicas, a qualidade ambiental e as áreas que necessitam de investimento, como melhoria da malha viária para o escoamento da produção local.

O público terá acesso ainda ao Sistema Interativo de Suporte ao Licenciamento Ambiental (Sisla), que reúne diversas informações especializadas, disponíveis na internet e com acesso gratuito, para que consultores e empreendedores possam elaborar pedidos de licença ambiental. O Sisla é baseado na legislação nacional e estadual sobre ocupação e uso da terra, gerando mapas e relatórios sobre a situação de cada empreendimento cadastrado. Gerado para Mato Grosso do Sul, pode ser adaptado para qualquer Estado ou região do Brasil.

FONTE: Embrapa Informática Agropecuária
Nadir Rodrigues – Jornalista
Telefone: (19) 3211-5747
E-mail: informatica-agropecuaria.imprensa@embrapa.br

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Com o excesso de informações e temas complexos, nem sempre a leitura de um jornal tradicional consegue despertar o interesse de crianças e adolescentes. Para incentivar o gosto pela leitura e o aprendizado por meio de fatos reais, a startup de educação Guten desenvolveu um jornal digital interativo que traz notícias na linguagem infanto-juvenil. Utilizando jogos, missões e atividades, o aplicativo também ajuda os leitores mirins a ampliarem sua compreensão dos textos.

Assim como em jornais tradicionais, o Guten News organiza diferentes assuntos por cadernos como Brasil, Mundo, Bem-estar, Cultura e Comportamento. Semanalmente são disponibilizadas novas edições, produzidas por uma equipe de jornalismo que tenta aproximar as notícias do universo de crianças e adolescentes. Entre os conteúdos é possível encontrar desde entrevistas com técnicos de futebol, até matérias sobre a falta de água, exposições ou o uso de drones.

“Muitas vezes o problema dos alunos não é o saber ler, mas ter uma bagagem para entender o mundo e saber fazer conexões com novos conhecimentos”, explica a administradora Danielle Brants, fundadora da Guten. Segundo ela, ao olhar para exames internacionais é possível notar que muitos alunos brasileiros ainda não conseguem atingir o nível básico de proficiência em leitura.

Nos últimos dados divulgados pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o Brasil somou 410 pontos em leitura, ocupando a 55ª posição do ranking. Entre os estudantes avaliados, 49,2% deles não alcançaram o nível 2 de desempenho, que representa dificuldades para deduzir informações, estabelecer relações e compreender diferentes nuances da linguagem. De acordo com a mestre em linguística aplicada Letícia Reina, responsável pela gestão pedagógica da Guten, o gênero jornalístico pode ser uma boa ferramenta para ajudar os alunos a desenvolverem esse tipo de competência.

“A gente escolheu trabalhar com a notícia porque ela faz um processo de formação crítica. O leitor se depara com fatos, opiniões e se posiciona”, diz Letícia. Com base nessa proposta, dentro de cada caderno temático do periódico, as crianças encontram uma notícia que vem acompanhada por atividades. Antes de ler o texto, elas podem se divertir com jogos e desafios que introduzem o tema ou algum aspecto da linguagem da notícia. Após a leitura, fazem exercícios de verificação. “Todas as atividades levam o leitor a refletir sobre o texto como um discurso que foi publicado em algum local, com um leitor previsto e alguém que escreveu”, comenta.

Seguindo a lógica da gamificação, para cada atividade completada, a criança ganha pontos que ajudam a receber diferentes selos relacionados com uma competência socioemocial, como a curiosidade ou criatividade.

O aplicativo é gratuito e atualmente está disponível apenas para iPad, mas deve ser lançado na versão web em junho. Para as escolas que desejam utilizar o Guten News para trabalhar leitura com os alunos, em breve a startup também irá oferecer a opção de gerar relatórios pagos que identificam as principais dificuldades de cada criança. “A gente consegue mapear qual é o descritor do parâmetro curricular nacional que ela desenvolveu”, conta Danielle Brants, ao explicar sobre a base de dados gerada no aplicativo após as leituras e atividades feitas pelas crianças.

Com base nas análises das dificuldades apresentadas pelos alunos, no futuro a Guten planeja desenvolver um conteúdo personalizado, que identifica o nível de cada criança e sugere as notícias que são mais adequadas para ela. “Nosso objetivo é ter uma pequena nação de leitores e quebrar o tabu de que a leitura é chata e não faz parte do dia a dia deles”, defende a fundadora da Guten.

FONTE: Porvir
Marina Lopes

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A presidente Dilma Rousseff e o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciaram no dia 10 de abril de 2015 na Cidade do Panamá uma parceria para ampliar o acesso à internet e a serviços públicos no Brasil. Segundo Dilma, o acordo visa levar internet de banda larga a populações de baixa renda e a áreas isoladas do país, entre as quais a Amazônia e partes do Centro-Oeste.

“É uma importante parceria que garante acesso aos serviços mais variados via internet”, afirmou a presidente, que se encontrou com Zuckerberg à margem da sétima Cúpula das Américas.

Segundo ela, a iniciativa não busca apenas levar a internet a essas áreas, mas ampliar o acesso a serviços públicos por meio da rede. Dilma afirmou que o projeto é inspirado numa iniciativa que o Facebook mantém no bairro de Heliópolis, em São Paulo.

Neste ano, a empresa abriu um laboratório no bairro paulistano para estimular pequenos comerciantes a anunciar seus serviços virtualmente. Um dos interesses do Facebook no projeto em Heliópolis é testar o potencial de mercados que ainda estão à margem da rede. A empresa estima que metade das pequenas empresas no Brasil ainda não tenham páginas no Facebook.

A parceria com o governo brasileiro, contudo, aparentemente será mais ampla que o projeto em Heliópolis e também envolverá serviços públicos, embora os detalhes da iniciativa não estejam claros.

Dilma e Zuckerberg tampouco disseram como o projeto será financiado. Segundo a assessoria da Presidência, o americano viajará ao Brasil em junho para anunciar a parceria oficialmente. Assessores disseram que o acordo foi negociado durante a conversa entre os dois e ainda precisa ser detalhado.

Segundo Zuckerberg, é a primeira vez que o Facebook fecha um acordo desse tipo com um governo. “Acredito que o acesso à internet é um pedaço importante de infraestrutura para conectar as pessoas à economia moderna, para obter educação, informação sobre empregos, saúde, para conectar as pessoas a quem elas amam”, disse ele.

A iniciativa integra o projetointernet.org, liderado pelo Facebook e que busca ampliar o acesso global à rede. Zuckerberg viajou ao Panamá para divulgar o projeto entre líderes políticos e empresariais da região.

FONTE: BBC Brasil
João Fellet
Enviado especial

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Em 2014, o Brasil conquistou seu lugar na lista dos dez maiores produtores e exportadores mundiais de grãos e carnes. Mas, tão importantes quanto os grandes agricultores são os pequenos, como o nosso convidado Antônio Elisiário da Cunha. São eles, representantes da agricultura familiar, que produzem os alimentos que chegam às nossas casas e que, por meio do empreendedorismo, fixam as pessoas no campo e geram renda para as suas comunidades.

FONTE: TV Sebrae

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Em 2014, o Brasil conquistou seu lugar na lista dos dez maiores produtores e exportadores mundiais de grãos e carnes. Mas, tão importantes quanto os grandes agricultores são os pequenos, como o nosso convidado Antônio Elisiário da Cunha. São eles, representantes da agricultura familiar, que produzem os alimentos que chegam às nossas casas e que, por meio do empreendedorismo, fixam as pessoas no campo e geram renda para as suas comunidades. Assista agora a segunda parte da reportagem.

FONTE

TV Sebrae

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Em 2014, o Brasil conquistou seu lugar na lista dos dez maiores produtores e exportadores mundiais de grãos e carnes. Mas, tão importantes quanto os grandes agricultores são os pequenos, como o nosso convidado Antônio Elisiário da Cunha. São eles, representantes da agricultura familiar, que produzem os alimentos que chegam às nossas casas e que, por meio do empreendedorismo, fixam as pessoas no campo e geram renda para as suas comunidades. Assista agora a terceira e última parte da reportagem.

FONTE

TV Sebrae

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A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) irá realizar, no dia 16 de abril de 2015, o Segundo Dia de Campo sobre Hortaliças não Convencionais, na Fazenda Experimental Risoleta Neves, em São João del-Rei. Os participantes irão saber mais sobre cultivo e valor nutricional de hortaliças tradicionais como taioba, azedinha, ora-pro-nobis, vinagreira, capuchinha, dentre outras.

Também irão conhecer o banco de hortaliças, espaço no qual essas plantas são multiplicadas. A pesquisadora da Epamig Izabel Cristina dos Santos irá mostrar como o cultivo dessas plantas é simples, pois a maioria das espécies é rústica e, geralmente, responde bem à adubação orgânica, com baixa ocorrência de doenças e pragas.

“Todas as hortaliças não convencionais podem ser cultivadas em hortas domésticas e algumas se adaptam em vasos grandes, como a azedinha, a capuchinha, o almeirão roxo, o almeirão-de-árvore e o peixinho, mas as adubações deverão ser mais frequentes”, completa.

De acordo com a nutricionista Tânia Amaral, as hortaliças auxiliam na saciedade, fornecem substâncias necessárias para o bom funcionamento do organismo como água, fibra, vitaminas e minerais.

“Fatores que aceleram o processo de envelhecimento celular podem ser minimizados pelas substâncias presentes nas hortaliças. A serralha, por exemplo, auxilia no bom funcionamento do intestino”, informa.

As inscrições para a segunda edição do Dia de Campo de Hortaliças Não Convencionais, em São João del-Rei, são gratuitas e podem ser feitas no local.

Mais informações

Dia de Campo Hortaliças Não Convencionais: Cultivo e Usos
Data: 16 de abril de 2015
Horário: a partir das 13 horas

Local: Fazenda Experimental Risoleta Neves
Endereço: Av. Visconde do Rio Preto, s/n – Campus da UFSJ
São João del-Rei/MG

Telefone: (32) 3379-2649
E-mail: icsantos@epamig.br

Clique aqui e baixe a programação completa.

Para saber mais

Baixe aqui a cartilha Hortaliças não convencionais – Saberes e Sabores.

FONTE: Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
Assessoria de Comunicação da Epamig

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