Reúso de água na agricultura é o título do livro produzido pela Embrapa Hortaliças (Brasília/DF), e que pode servir – em tempos de discussões sobre as estratégias a serem definidas ante a instalação da escassez hídrica – como uma importante ferramenta em meio às questões voltadas para a necessidade de uso mais sustentável da água nossa de cada dia, seja na agricultura ou nas cidades. A ação de reúso consiste no reaproveitamento da água após o cumprimento de sua função inicial, e que exige, na maioria dos casos, um tratamento prévio, a depender da qualidade (química, física e biológica) do efluente e do uso a que é destinada.

Com a editoria técnica dos pesquisadores Marcos Brandão Braga e Carlos Eduardo Pacheco Lima, a publicação reúne contribuições de vários especialistas da Embrapa, de universidades, de empresas públicas e de órgãos reguladores, como a Agência Nacional de Águas (ANA). Segundo Pacheco, a especificidade da temática deveu-se, em primeiro plano, “à ideia de que em algum momento teríamos que voltar a discutir esse assunto, reunindo a Embrapa e instituições parceiras”.

O pesquisador lembra que o fio condutor da abordagem sobre o reúso da água, por meio da participação de vários autores, foi o Simpósio de qualidade de água para uso na olericultura, promovido em 2011 pela Embrapa Hortaliças. “Dentro da proposta em apresentar algumas alternativas para a utilização na produção agrícola da água residual, revisitamos as discussões e as apresentações das linhas de pensamento a respeito do tema, expostas durante o evento, e partimos para a produção do livro, uma etapa que durou dois anos”, explica.

De acordo com Marcos Braga, o reúso da água é uma prática bastante utilizada pelos países mais desenvolvidos ou com escassez hídrica. No Brasil, segundo ele, ainda se faz necessário imprimir alguns esforços para tornar realidade o aproveitamento desse recurso. “Junto com a concepção de todos os projetos de saneamento básico, por exemplo, o ideal seria incluir também uma política de incentivo ao reúso da água”, sublinha.

Reúso versus hortaliças

As hortaliças estão, dessa forma, na linha de frente das questões tratadas na publicação, já que em sua maior parte são cultivadas em regiões urbanas ou periurbanas. Já no prefácio, os editores técnicos chamam a atenção para a importância do que consideram ações de enfrentamento a uma possível ameaça à qualidade de água usada na irrigação de hortaliças e nos tratamentos pós-colheita.

Entre as medidas, destaca-se a recomendação para que “a condução de pesquisas, as ações de transferência de tecnologia e a elaboração de políticas públicas incluam o tema reúso de águas residuárias na olericultura, buscando, com isso, a manutenção da sustentabilidade do cultivo de espécies olerícolas, bem como a segurança alimentar dos consumidores”.

O livro Reúso de Água na Agricultura pode ser adquirido através do site www.embrapa.br/livraria ao custo de R$ 25,00.

FONTE: Embrapa Hortaliças
Anelise Macedo – Jornalista
Telefone: (61) 3385-9109
E-mail: hortalicas.imprensa@embrapa.br

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A Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) torna pública a abertura das inscrições para o processo seletivo 2015/2 de 18 Programas de Pós-Graduação stricto sensu (PPGSS) da Universidade Federal de Lavras (UFLA). No total, são ofertadas 136 vagas para o Mestrado e 60 vagas para o Doutorado. O Edital conjunto está disponível no site da PRPG.

As inscrições deverão ser realizadas, via internet, no site www.prpg.ufla.br, no período de zero hora do dia 23/4/2015 até às 18 horas do dia 20/5/2015.

A taxa de R$ 80,00 (oitenta reais) deverá ser recolhida ao Banco do Brasil S/A, por meio de GRU (Guia de Recolhimento da União). A guia encontra-se no site (orientações para o preenchimento no Edital).

A isenção dessa taxa deverá ser solicitada no ato da inscrição, no site www.prpg.ufla.br, conforme regras previstas no Edital, no período de 23/4/2015 até às 18 (dezoito) horas do dia 30/4/2015. As inscrições homologadas estarão disponíveis nas páginas dos programas a partir das 18 horas do dia 29 de maio de 2015.

As cópias impressas do formulário de inscrição “on-line” e dos documentos exigidos no Edital deverão ser entregues ou encaminhadas à respectiva secretaria do Programa de Pós-Graduação ao qual o candidato está se inscrevendo, dentro do período estipulado para a inscrição. O comprovante de recolhimento da taxa de inscrição deverá ser o original.

O processo de seleção será realizado pelo Colegiado do Programa ou por Comissões de Docentes designadas pelo Colegiado, seguindo o calendário estabelecido e previamente divulgado em sua página da internet. Ao longo do processo de seleção, todos os documentos estarão disponíveis no site de cada Programa, proporcionando ampla visibilidade e transparência dos procedimentos.

Os critérios de seleção dos candidatos são estabelecidos pelos Colegiados dos Programas de Pós-Graduação, conforme previsto nos artigos 24, 25 e 27 do Regulamento Geral dos PPGSS, aprovado pela Resolução n° 007, de 22/1/2009, do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) e estarão disponíveis na Secretaria do Programa e no endereço www.prpg.ufla.br.

O Processo obedece ao exposto na Portaria PRPG nº 582, de 25 de agosto de 2014 e na Instrução Normativa/PRPG Nº 001, disponíveis no endereço www.prpg.ufla.br e nas páginas dos Programas de Pós- Graduação.

Confira aqui a íntegra do Edital.

FONTE: Universidade Federal de Lavras

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O bom fornecimento aos mercados continua a fazer baixar os preços das matérias-primas em todos os setores. A constatação do Banco Mundial vem no relatório intitulado Perspetivas de Mercado de Matérias Primas, que destaca a queda ligeira na maioria dos índices no primeiro trimestre de 2015.

No período, os alimentos baixaram 7,3%, o petróleo bruto 13% e os metais 9% em comparação com o último trimestre do ano passado. No resto deste ano, os preços devem continuar baixos, esperando-se uma recuperação em 2016.

O diretor do Grupo de Previsões de Desenvolvimento do Banco Mundial, Ayhan Kose, disse que a depressão dos preços das matérias-primas deve-se ao excedente de produção e o abrandamento da procura com o fraco crescimento global.

Por outro lado, a desaceleração nas economias emergentes aliada ao dólar forte “provavelmente deverão manter a estabilidade dos preços”.

Exportadores

Apesar de custos baixos significarem menos receitas para os países exportadores, o Banco Mundial diz acreditar que estes ajudem a reduzir a conta corrente e os déficits fiscais em muitos importadores de matérias-primas.

O petróleo bruto custou cerca de US$ 51,6 por barril no primeiro trimestre de 2015 ao contrário dos US$ 74,6 do trimestre anterior. A previsão do Banco Mundial é que o custo do produto ronde US$ 53 este ano, e venha a recuperar para US$ 57 em 2016.

FONTE: Rádio ONU
Eleutério Guevane

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A atividade física tem um papel relativamente pequeno no controle do peso e a atenção de políticas públicas contra a obesidade deveria estar na qualidade da alimentação — é o que defende um artigo assinado por médicos em uma publicação científica britânica.

“A atividade física regular reduz o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e algumas formas de câncer em até 30%”, escrevem pesquisadores no British Journal of Sports Medicine. Eles dizem querer desfazer o que chamam de “mitos” sobre exercício e obesidade. “A atividade física não promove a perda de peso”, argumentam.

O texto, assinado por três especialistas da Grã-Bretanha, Estados Unidos e África do Sul, põe a culpa do problema da obesidade no alto consumo de açúcar e carboidratos nas dietas modernas.
E ataca a indústria alimentícia por incentivar a percepção equivocada de que o exercício possa compensar os efeitos negativos da má alimentação.

“A Coca-Cola, que gastou US$ 3,3 bilhões em publicidade em 2013, empurra a mensagem de que toda caloria vale; eles associam seus produtos com o esporte, sugerindo que é tudo bem consumir suas bebidas desde que você se exercite”, escrevem.

“A ciência nos diz que isto é enganoso e equivocado. O que é crucial é a origem das calorias. As calorias do açúcar promovem depósitos de gordura e fome. As calorias da gordura promovem saciedade.”

Mau hábito

Os cientistas dizem que até 40% dos indivíduos com peso considerado normal enfrentarão anormalidades metabólicas associadas com a obesidade por causa de hábitos alimentares inadequados.

Também observam que a obesidade representa “apenas a ponta do iceberg” dos efeitos adversos da má alimentação na sociedade.

“Segundo o relatório sobre o peso global das doenças da (publicação científica) Lancet, uma dieta pobre já gera mais doenças que a inatividade física, o álcool e o fumo juntos.”

Para o cardiologista Aseem Malhotra, da Academy of Medical Royal Colleges, na Grã-Bretanha — um dos médicos que assinam o artigo — “uma pessoa obesa não precisa fazer nenhum exercício para perder peso, só precisa comer menos”.

“Minha maior preocupação é que a mensagem que está sendo transmitida ao público sugere que você pode comer o quanto quiser, desde que se exercite.”

“Isto não tem base científica. Você não pode compensar os efeitos de maus hábitos alimentares fazendo exercício.”

Pouco científico

Mas para outros médicos, minimizar a importância do exercícios físico é arriscado. Mark Baker, do Instituto Nacional de Saúde e Excelência do Tratamento, recomenda “uma dieta equilibrada em combinação com a atividade física”. Para ele, seria uma “idiotice” abrir mão de uma coisa ou de outra.

A Federação Britânica de Comidas e Bebidas disse que “os benefícios da atividade física não são uma moda ou conspiração da indústria”.

“Um estilo de vida saudável deve incluir tanto uma dieta equilibrada quanto exercício físico”, disse uma porta-voz.

A indústria diz que se compromete com esse objetivo ao incluir informação nutricional nas embalagens e oferecer alimentos com menor teor de sal, açúcar e gordura.

“Esse artigo parece questionar a raiz de recomendações oficiais para o consumidor que se baseiam em fatos”, atacou a porta-voz. “Isso cria confusão.”

FONTE: BBC Brasil

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Mais de 8 milhões de brasileiros estavam matriculados no ensino médio em 2014, segundo dados do Censo Escolar. Infelizmente, um em cada dez estudantes não conclui o ano letivo e abandona a escola. Além disso, o Ministério da Educação (MEC) afirma que 12% dos alunos do ensino médio reprovam e 30% dos matriculados estão com atraso de mais de dois anos no fluxo regular. Não é difícil entender por que muitos educadores consideram a última fase da educação básica o período mais crítico do nosso sistema de ensino. Há muitas razões que levam o aluno a deixar de estudar e a necessidade de começar a trabalhar sempre aparece entre os motivos mais frequentes. No quadro mensal Gestão Escolar de abril, falamos sobre o desafio dos sistemas de ensino para formar os jovens para continuar os estudos no ensino superior e, ao mesmo tempo, preparar a entrada no mercado de trabalho. Para essa conversa, Celso Antunes, consultor de educação; José Cláudio Guimarães Teixeira, professor de Ciências dos Materiais do Cefet; por telefone, Walter Vicioni Gonçalves, superintendente do Sesi e diretor do Senai no estado de São Paulo; e Tatiane da Costa, estudante do curso técnico de Administração no Colégio Estadual Presidente Castelo Branco | Conexão Futura, 08 de abril de 2015. Apresentação: Cristiano Reckziegel.

FONTE: Canal Futura

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Uma das obrigações dos governos é promover a justa distribuição dos recursos públicos. E ajudar as pessoas que têm muito pouco, fazendo com que elas entrem no processo produtivo e melhorem a renda e a qualidade de vida. É ajudar a concretizar sonhos. Assim como estão fazendo as mulheres rurais de vários municípios brasileiros, e gaúchos. O programa Brasil sem Miséria está proporcionando isto.

FONTE: Emater/RS-Ascar

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A América Latina tem desde o dia 23 de abril de 2015 uma agência de notícias pública formada pela união das agências da região, com o lançamento do site da Agência Sul-Americana de Notícias (Ansur, da sigla em espanhol para Agencia Suramericana de Noticias).

O projeto, em gestação há dois anos, tem por objetivo fortalecer a comunicação pública e promover a democratização da comunicação na América Latina. O site da Ansur foi lançado oficialmente no dia 23 de abril como parte da 4ª Reunião Executiva da União Latino-Americana de Agências de Notícias (Ulan), que ocorre em Quito, Equador. A Agência Pública de Notícias do Equador e América do Sul (Andes) é a anfitriã.

A Ansur publicará notícias diárias das agências que formam a Ulan: a Agência Brasil, a argentina Telam — que ocupa a presidência da entidade –, a cubana Prensa Latina, a Agência Venezuelana de Notícias (AVN), a Agência Boliviana de Informação (ABI), a Agência de Notícias do Estado do México (Notimex), a Agência de Informação Paraguaia (IP), a Agência Guatemalteca de Notícias (AGN), além da Andes. Também participa da reunião em Quito a Agência Peruana de Notícias (Andina).

A programação da 4ª Reunião do Conselho começa com um encontro com o secretário-geral da União de Nações Sul-Americana (Unasul), Ernesto Samper, e o secretário de Comunicação da Presidência da República do Equador, Fernando Alvarado. Alvarado fará uma apresentação sobre os limites éticos da liberdade de expressão.

O encontro terminou no dia 24 de abril, quando o escritor Esteban Michelena apresentou seu livro Os últimos Inocentes do Planeta: Crônica de uma Barbárie Impune, que trata dos efeitos da exploração de petróleo da Chevron na Amazônia equatoriana.

FONTE: Agência Brasil
Talita Cavalcante – Edição

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