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Cristina Tófoli, coordenadora-geral do projeto de Monitoramento Participativo da Biodiversidade, do Ipê, explica o que o MPB e qual a importância do uso desse monitoramento para a gestão de unidades de conservação na Amazônia.

Fonte: Canal O Eco

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Deputados mineiros exigem votação de projetos sobre mineração e segurança de barragens

Novo coordenador da bancada de Minas Gerais na Câmara dos Deputados, o deputado Diego Andrade (PSD) aposta em união e mobilização para tirar o estado da crise econômica e do risco de novos crimes ambientais. Nesta quarta-feira (13), ele assumiu a coordenação dos 53 deputados mineiros, no lugar de Fábio Ramalho (MDB), que ocupava o cargo há sete anos.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Reunião. Dep. Diego Andrade( PSD - MG)

Diego Andrade (PSD) assumiu nesta quarta-feira a coordenação da bancada

O enfrentamento dos reflexos socioambientais do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho é a principal prioridade do grupo. Assim como já foi sugerido na comissão externa sobre Brumadinho, Andrade defende o esforço concentrado do Plenário da Câmara para votar os vários projetos de lei sobre mineração e segurança de barragens que deixaram de ser aprovados após tragédias anteriores, como a de Mariana.

“Como coordenador da bancada, o grande desafio é unir todos os deputados. Tenho certeza de que, com os 53 deputados e os três senadores juntos, podemos exigir o respeito que Minas Gerais merece, porque esse caso da Vale e todos esses anos aqui sem votações consistentes foram um grande desrespeito com o nosso estado.”

CPMI
Diego Andrade disse que a criação de uma CPI mista é outra reivindicação da bancada mineira para punir com rapidez os responsáveis pelo crime socioambiental de Brumadinho.

O deputado Rogério Correia (PT-MG) informou que o pedido de CPMI já teve 240 assinaturas de deputados e senadores: “Agora buscamos mais assinaturas de senadores para ter uma margem de segurança para a instalação do colegiado”.

Crise financeira
Com deficit de R$ 21 bilhões, sérios problemas na prestação de serviços públicos e atraso no pagamento ao funcionalismo, Minas Gerais enfrenta uma das maiores crises financeiras da história. Vários deputados se comprometeram a ajudar o governo estadual a enfrentar a crise por meio de emendas parlamentares ao Orçamento da União.

Ouça esta matéria na Rádio Câmara

Ao deixar a coordenação da bancada mineira, o Fábio Ramalho destacou que as emendas impositivas de 2017 e 2018 garantiram cerca de mil novas viaturas para as polícias militares (625 viaturas) e civil (cerca de 300). O comandante-geral da PM de Minas Gerais, coronel Giovanne da Silva, agradeceu o apoio, que, segundo ele, “ajudará na prestação de serviço mais digno à população”.

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O governo deve fechar a proposta de reforma da Previdência Social até o carnaval. “Nós vamos conversar ao longo deste fim de semana, início da semana que vem. Eu acho que antes do carnaval deve estar pronto”, disse o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Onyx fez o encerramento de um encontro com empresários em Brasília, que mais cedo recebeu o vice-presidente Hamilton Mourão.

O ministro disse que permanecerão separados os sistemas de Previdência (descrito nos artigos nº 201 e 202 da Constituição) e de Assistência Social (artigo nº 203). Segundo Onyx, há uma “preocupação em ser um processo em que haja esse olhar fraterno para as pessoas”.

Na palestra aos empresários, Onyx assinalou que “ao separar Previdência da assistência, ela [a reforma] vai ser responsável”, e que “quem faz Previdência faz um seguro que tem que ser respeitado”. O ministro não detalhou valores a serem pagos como no caso do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Economia

Aos empresários, o ministro confirmou a estimativa de economia de gastos públicos de R$ 1,2 trilhão em dez anos com a reforma e de que, com a adoção do regime de capitalização individual dos segurados, o percentual de poupança da economia brasileira deverá passar dos atuais 15,5% do PIB para 20%.

A reforma da Previdência tem de ser votada em dois turnos na Câmara dos Deputados e depois no Senado. A aprovação depende da adesão de dois terços dos parlamentares a cada votação.

De acordo com o ministro da Casa Civil, o presidente Jair Bolsonaro deverá escolher em breve os líderes do governo no Senado e do Congresso. “Nós estamos levando uma série de nomes ao presidente no fim de semana. Provavelmente, o líder no Senado e do Congresso seja conhecido na semana que vem”.

Unidades de integridade

Onyx confirmou a implantação piloto de unidades de integridade no Ministério da Saúde e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. “É uma inovação”, disse o ministro, ao afirmar que a criação das unidades nos órgãos públicos “vai mudar a cultura interna no governo”. Conforme adiantou a Agência Brasil, cada unidade deverá detectar fragilidades e riscos, além de propor controles e monitorar a adoção de medidas.

O combate à corrupção foi um dos pedidos que os CEOs (sigla em inglês para Chief Executive Officer) fizeram ao ministro no encontro com empresários em Brasília. Além disso, os executivos, pediram que o governo apoiasse o fim da barreira para aquisição de terras por estrangeiros, simplificação tributária, garantia de contratos e facilitação da circulação de mercadoria entre os estados.

Saiba mais

Edição: Carolina Pimentel

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Os problemas relacionados ao uso de nossos dados sem autorização aumentaram enormemente na Era da Internet. Se por um lado se fala em evasão de privacidade, quando nós entregamos voluntariamente nossas informações em sites e redes sociais, por outro também vemos cada vez mais escândalos de vazamento, venda e compartilhamento não autorizado de nossos dados pessoais.

Fonte: Canal Saúde Oficial

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A senadora Eliziane Gama (PPS-MA) criticou nesta quarta-feira (13) o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que classificou a luta de Chico Mendes (1944-1988) com “irrelevante” em entrevista no programa Roda Viva da TV Cultura. Para Eliziane, que desagravou a memória de Chico Mendes, o ministro demonstrou descompromisso com a preservação ambiental.

— Portanto, eu gostaria de reafirmar aqui a minha total, não apenas diria indignação, mas a minha tristeza pelo Brasil. Porque nós vivemos tantas tragédias ambientais nos últimos tempos. Ouvir declarações equivocadas de quem a gente espera trabalhar pelo Brasil é algo que nos traz muita tristeza. Mas que não é novidade, sobretudo pelo ministro, que tem condenações nessa área e que infelizmente está na frente da política ambiental — disse a parlamentar.

A senadora disse que não se pode admitir que Ricardo Salles, responsável pela política ambiental do país, ainda procure acusar o ambientalista daquilo que combatia. Eliziane lembrou que a importância de Chico Mendes é fato notório, reconhecido por todos, inclusive em nível internacional.

— Ele foi assassinado exatamente pela sua luta incansável de proteção ambiental e de proteção da Amazônia — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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O senador Lucas Barreto (PSD–AP)listou nesta quarta-feira (13) em Plenário, as dificuldades enfrentadas por seu estado em diversos setores e classificou o Amapá como uma sociedade “órfã do desenvolvimento” e esquecida por representantes das nações. O senador criticou as ações em defesa da preservação ambiental no estado, que para ele têm dificultado o crescimento econômico e ficam apenas nas promessas.

— Fomos levados por uma falsa e vaga promessa de pensarmos globalmente e que as ONGs, o Estado brasileiro e os países ricos nos ajudariam em nosso desenvolvimento sustentável pela via compensatória. Foi, certamente, o maior ‘fake ecoplanetário’ já pregado contra o Estado brasileiro — disse o senador.

O parlamentar afirmou que a maior preocupação dos países ricos não é com a população do Amapá, e sim, com as unidades de preservações que estão no território. Para ele o governo tem um débito com o estado, onde se encontram os piores índices de saneamento básico. Ele disse ser necessário construir uma nova estação de capacitação, tratamento de esgoto e de uma rede para zona norte e oeste de Macapá.

Lucas Barreto afirmou ainda que o povo do Amapá pode ficar “sem território e sem futuro”, se as atividades econômicas em seu território continuarem sendo restringidas, sob pretexto de ampliar áreas protegidas.

Ele também fez um apelo ao presidente da República, Jair Bolsonaro:

— Senhor presidente, nós precisamos do Brasil não como arrecadador de nossas riquezas e usurpador de nossos sonhos; precisamos, sim, do Brasil como aliado na construção de nosso futuro, que se faz presente e urgente.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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O Panorama discute o mercado de trabalho brasileiro, buscando informar as particularidades e implicações das categorias formal e informal. Vamos compreender os modos de serviço e contratação MEI e PJ e discutir o cenário do trabalho para 2019.

Fonte: Jornalismo TV Cultura

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Dez comissões permanentes do Senado escolheram nesta quarta-feira (13) seus presidentes para o biênio 2019-2020, e já podem começar os seus trabalhos. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi eleita para presidir o principal colegiado da Casa, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Será a primeira vez que uma mulher comandará a CCJ.

– Hoje, está sentada aqui a mulher brasileira, a mulher mais simples, a mulher letrada, a mulher mãe e a mulher política na sua essência — afirmou a senadora ao assumir a cadeira.

A CCJ tem 27 membros, um terço da composição do Senado. Ela é responsável por opinar sobre a legalidade e a constitucionalidade dos projetos e por opinar sobre os recursos apresentados contra decisões da Presidência da Casa. Também é a comissão encarregada de sabatinar e dar parecer sobre indicações de ministros do Supremo Tribunal Federal e do procurador-geral da República.

O senador Jorginho Mello (PR-SC) será o vice-presidente da CCJ.

Todos os presidentes e vices empossados nesta quarta-feira foram eleitos por aclamação, em chapas únicas e sem disputas entre as bancadas.

As outras duas maiores comissões do Senado também escolheram seus presidentes nesta quarta-feira. Na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), o senador Omar Aziz (PSD-AM) comandará os trabalhos pelos próximos dois anos. O colegiado já terá uma missão importante nas próximas semanas: sabatinar o economista Roberto Campos Neto, indicado do presidente Jair Bolsonaro para o Banco Central.

O vice-presidente da CAE também será um senador do estado do Amazonas: Plínio Valério (PSDB).

Já a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) terá como presidente o senador Dário Berger (MDB-SC). O vice será Flávio Arns (Rede-PR).

Entre os partidos representados no Senado, apenas o MDB, o PSD e o PSDB comandarão mais de uma comissão. A cota do PSD se completa com a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), que terá à frente o senador Nelsinho Trad (PSD-MS). O vice será Marcos do Val (PPS-ES).

Já o PSDB presidirá as comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR), com Izalci Lucas (DF), e de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC), com Rodrigo Cunha (AL). Em ambos os colegiados, o vice-presidente ainda não foi escolhido.

Na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), o senador Paulo Paim (PT-RS) foi escolhido para a presidência pela quarta vez. Ele já havia comandado o colegiado nos biênios 2007-2008, 2011-2012 e 2015-2016. O vice-presidente será o senador Telmário Mota (PROS-RR).

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) será comandada pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES), que se torna o primeiro representante do seu partido a presidir uma comissão permanente no Senado. O vice será Jaques Wagner (PT-BA).

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) será presidida pelo senador Marcos Rogério (DEM-TO), que terá como vice o senador Wellington Fagundes (PR-MT). Por fim, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) terá à frente o senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), e o vice-presidente ainda não foi escolhido.

As comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) serão instaladas nesta quinta-feira (14). A CAS será presidida pelo Podemos, e a CRA, pelo PSL, mas os nomes ainda não foram confirmados.

A Comissão Senado do Futuro (CSF) não tem data para a sua instalação. A presidência ficará com o PRB ou o PSC.

Comissão

Presidente

Vice-presidente

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) Simone Tebet (MDB-MS) Jorginho Mello (PR-SC)
Comissão de Assuntos Econômicos
(CAE)
Omar Aziz (PSD-AM) Plínio Valério (PSDB-AM)
Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) Dário Berger (MDB-SC) Flávio Arns (Rede-PR)
Comissão de Serviços de
Infraestrutura (CI)
Marcos Rogério (DEM-RO) Wellington Fagundes (PR-MT)
Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) Nelsinho Trad (PSD-MS) Marcos do Val (PPS-ES)
Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) Paulo Paim (PT-RS) Telmário Mota (PROS-RR)
Comissão de Meio Ambiente (CMA) Fabiano Contarato (Rede-ES) Jaques Wagner (PT-BA)
Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e
Informática (CCT)
Vanderlan Cardoso (PP-GO) Não eleito
Comissão de Desenvolvimento
Regional e Turismo (CDR)
Izalci Lucas (PSDB-DF) Não eleito
Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle
e Defesa do Consumidor (CTFC)
Rodrigo Cunha (PSDB-AL) Não eleito
Não instaladas: Comissão de Assuntos Sociais (CAS), Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), Comissão Senado do Futuro (CSF)

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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A Comissão de Meio Ambiente (CMA) será presidida pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES) e terá como vice-presidente o senador Jacques Wagner (PT-BA). Ambos foram eleitos nesta quarta-feira (13) para o biênio 2019-2020.

Em seu discurso de agradecimento, Contarato cobrou a instalação imediata de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o rompimento da barragem de Brumadinho (MG). Também saudou a memória do líder ambientalista Chico Mendes (1944-1988) e defendeu a modernização e o rigor da legislação ambiental, como forma de punir os responsáveis por tragédias ambientais.

O senador também defendeu a votação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 224/2016, que reforça a efetividade da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). O texto foi desarquivado nesta terça (12), com a aprovação, no Plenário, de requerimento do senador Elmano Férrer (Pode-PI). Do ex-senador Ricardo Ferraço (PESDB-ES), o projeto, que não foi votado no ano passado, havia sido arquivado ao final da legislatura, conforme prevê o Regimento Interno do Senado.

A escolha de Fabiano Contarato e Jacques Wagner foi aplaudida pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Marcos do Val (PPS-ES), Flávio Arns (Rede-PR).

Atribuições

Com 17 membros titulares e igual número de suplentes, compete à CMA analisar assuntos pertinentes à defesa do meio ambiente, ao controle da poluição, conservação da natureza e defesa do solo, dos recursos naturais e genéticos, das florestas, da caça, da pesca, da fauna, da flora e dos recursos hídricos.

À CMA também compete opinar sobre política e sistema nacional de meio ambiente; preservação, conservação, exploração e manejo de florestas e da biodiversidade; e conservação e gerenciamento do uso do solo e dos recursos hídricos, no tocante ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável.

A comissão também trata de temas relacionados à fiscalização dos alimentos e dos produtos e insumos agrícolas e pecuários, no tocante ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável; direito ambiental; e agências reguladoras na área de meio ambiente, inclusive a Agência Nacional de Águas (ANA).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Estar bem informado sobre os rumos da cajucultura no Brasil e no mundo nunca esteve tão fácil. O Blog da Cajucultura, criado em 2005 pelo pesquisador e ex-chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, deu frutos. As análises e notícias sobre a cultura do caju agora estão disponíveis no Youtube, no Instagram e até mesmo pelo Cajucultura Podcast. Os vídeos postados até o momento tratam de assuntos como a cajucultura no Vietnã, o mercado internacional de amêndoas de caju, produção de mudas e a história do lançamento dos primeiros clones de cajueiro-anão no Brasil.

Por meio de vídeos e áudios curtos, de no máximo cinco minutos, Vitor Hugo de Oliveira aborda de forma clara e em linguagem acessível o universo da cajucultura e as novidades na cadeia produtiva do caju. “Observo que há falta de uma informação mais enxuta. Os canais surgem como uma forma de suprir a escassez de conhecimento sobre técnicas de cultivo, preços de insumos e curiosidades sobre a planta. Os canais também estão sempre atentos ao que está acontecendo nos mercados local e mundial”, explica.

O pesquisador é um entusiasta das novas mídias. Durante sua gestão à frente da Chefia de TT, foi criado, em 2007, o blog da Agroindústria Tropical, a primeira Unidade a contar com esse tipo de ferramenta. De lá para cá, as possibilidades de comunicação nas redes se multiplicaram. Os podcasts são a nova febre do momento. Com formato flexível e temas especializados, os programas de áudio na internet têm a vantagem de poderem ser ouvidos em qualquer lugar. A proposta para este ano é dar continuidade às postagens, acrescentando inovações como rodadas de entrevistas com convidados tanto da área da pesquisa quanto do mercado.

A preocupação em disseminar o saber acumulado pela Embrapa se manifesta na preocupação em atender as principais demandas dos produtores que, segundo o pesquisador, já estão dando um retorno positivo ao conteúdo produzido até agora. As mensagens com dúvidas e solicitação de informações chegam via whatsapp ou caixa de comentários.

O Blog da Cajucultura, nos seus mais diversos formatos, pode ser acessado nos links abaixo:

https://www.blogdacajucultura.com/

https://www.youtube.com/channel/UC6pfMnC8RZmY-coMKn5CrSg/featured

https://open.spotify.com/show/6olRAI26LMWu1ITcxUModb

https://www.instagram.com/blogdacajucultura/

Estar bem informado sobre os rumos da cajucultura no Brasil e no mundo nunca esteve tão fácil. O Blog da Cajucultura, criado em 2005 pelo pesquisador e ex-chefe-geral da Embrapa Agroindústria Tropical, Vitor Hugo de Oliveira, deu frutos. As análises e notícias sobre a cultura do caju agora estão disponíveis no Youtube, no Instagram e até mesmo pelo Cajucultura Podcast. Os vídeos postados até o momento tratam de assuntos como a cajucultura no Vietnã, o mercado internacional de amêndoas de caju, produção de mudas e a história do lançamento dos primeiros clones de cajueiro-anão no Brasil.

Por meio de vídeos e áudios curtos, de no máximo cinco minutos, Vitor Hugo de Oliveira aborda de forma clara e em linguagem acessível o universo da cajucultura e as novidades na cadeia produtiva do caju. “Observo que há falta de uma informação mais enxuta. Os canais surgem como uma forma de suprir a escassez de conhecimento sobre técnicas de cultivo, preços de insumos e curiosidades sobre a planta. Os canais também estão sempre atentos ao que está acontecendo nos mercados local e mundial”, explica.

O pesquisador é um entusiasta das novas mídias. Durante sua gestão à frente da Chefia de TT, foi criado, em 2007, o blog da Agroindústria Tropical, a primeira Unidade a contar com esse tipo de ferramenta. De lá para cá, as possibilidades de comunicação nas redes se multiplicaram. Os podcasts são a nova febre do momento. Com formato flexível e temas especializados, os programas de áudio na internet têm a vantagem de poderem ser ouvidos em qualquer lugar. A proposta para este ano é dar continuidade às postagens, acrescentando inovações como rodadas de entrevistas com convidados tanto da área da pesquisa quanto do mercado.

A preocupação em disseminar o saber acumulado pela Embrapa se manifesta na preocupação em atender as principais demandas dos produtores que, segundo o pesquisador, já estão dando um retorno positivo ao conteúdo produzido até agora. As mensagens com dúvidas e solicitação de informações chegam via whatsapp ou caixa de comentários.

O Blog da Cajucultura, nos seus mais diversos formatos, pode ser acessado nos links abaixo:

https://www.blogdacajucultura.com/

https://www.youtube.com/channel/UC6pfMnC8RZmY-coMKn5CrSg/featured

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Cepea, 13/02/2019 – O preço do arroz em casca no Rio Grande do Sul recuou e as negociações estiveram lentas na primeira quinzena de fevereiro. Algumas indústrias demonstram fraco interesse por novas aquisições, especialmente pelo arroz “livre” (armazenados nas propriedades rurais), reduzindo o valor ofertado. O fraco desempenho das vendas de arroz beneficiado aos grandes centros consumidores brasileiros e o início da colheita, mesmo que em poucas localidades, enfraqueceram o movimento no mercado de casca. Outras empresas, por sua vez, estiveram fora de compra, trabalhando com o produto já adquirido. Do lado vendedor, parte dos produtores consultados pelo Cepea cedeu à pressão compradora, efetivando as negociações, seja por necessidade de “fazer caixa” ou pela limpeza do silo para receber a nova safra. Por outro lado, alguns orizicultores permanecem recuados, devido ao pouco arroz disponível ou pela venda de toda a safra 2017/18. Assim, de 5 a 12 de fevereiro, o Indicador do arroz em casca ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, caiu 1,06%, fechando a R$ 39,97/sc de 50 kg na terça-feira, 9. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Cepea, 13/02/2019 – Compradores consultados pelo Cepea se mantêm cautelosos nas aquisições de pluma no mercado spot, trabalhando com o produto já contratado e/ou ofertando valores inferiores aos pedidos por vendedores. Assim, apenas alguns fechamentos têm sido captados no spot, ora com o comprador sendo flexível quanto à qualidade, ora o vendedor cedendo quanto ao preço. Vale ressaltar, no entanto, que muitos vendedores com pluma de melhor qualidade seguem firmes nos preços pedidos, enquanto outros permaneceram retraídos, apenas cumprindo entregas de contratos. Nesse cenário, entre 5 e 12 de fevereiro, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, fechou a R$ 2,9416/lp na terça-feira, 12, estável (+0,05%) em relação à semana anterior. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Ricardo Stuckert

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Cerca de 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério de ferro vazaram com o rompimento da barragem

A Câmara dos Deputados deverá instalar nos próximos dias uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as causas e os responsáveis pela ruptura da barragem da Vale em Brumadinho (MG).

O rompimento da barragem, que já é considerado o maior desastre ambiental do País, ocorreu no último dia 25 de janeiro e já causou a morte de, pelo menos, 165 pessoas. O número ainda pode aumentar pois outras 155 pessoas continuam desaparecidas.

O despacho que determina a criação da CPI deve ser lido em Plenário nesta quarta-feira (13), quando ocorre no Plenário da Câmara uma comissão geral para debater as circunstâncias e as responsabilidades do desastre. Cumprida esta etapa, abre-se prazo para que líderes façam a indicação de nomes para integrar o colegiado.

Os deputados devem propor mudanças na política de segurança de barragens para aprimorar as regras gerais obrigatórias para construção e desativação de barragens de rejeitos de mineração.

A CPI foi sugerida pela deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) e conta com a assinatura de outros 194 deputados, superando o número mínimo de assinaturas exigido (171).

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Cepea, 13/02/2019 – Entre 4 e 8 de fevereiro, o tomate salada longa vida se valorizou. As altas mais expressivas foram nos atacados do Rio de Janeiro (RJ) e de Belo Horizonte (MG), com aumentos de 75,97% (R$ 57,00/cx de 20 kg) e de 67,22% (R$ 59,64/cx), respectivamente. Nesses mercados, a entrada, especialmente de frutos mais maduros e miúdos, não foi muito elevada se comparado com a Ceagesp, que fechou a semana com alta de 34,59% nas cotações (R$ 54,71/cx). Apesar da expectativa de pico de colheita da safra de verão, a queda das temperaturas nos últimos dias freou a maturação dos frutos que vinha acelerada, pressionando a oferta. Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

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Cepea, 13/02/2019 – Após as altas temperaturas e a baixa umidade registradas em janeiro, as chuvas retornam às principais regiões produtoras de café do Brasil neste início de fevereiro. As precipitações e o calor menos intenso nos últimos dias aliviaram, em parte, as condições das lavouras. Entretanto, agentes consultados pelo Cepea, apontam que, em algumas regiões, os volumes de chuvas ainda têm sido insatisfatórios. Assim, cafeicultores consultados pelo Cepea devem seguir atentos ao clima nas próximas semanas. Quanto ao mercado interno de arábica, segue lento. Assim, os preços domésticos tiveram pouca oscilação. Nessa terça-feira, 13, o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, fechou a R$ 408,98/saca de 60 kg, queda de 2,7% em relação à terça anterior, 5. Quanto ao robusta, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou a R$ 304,50/saca de 60 kg nessa terça-feira, 12, leve queda de 0,2% em relação ao dia 5. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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O plenário da Câmara dos Deputados se transforma hoje (13) em comissão geral extraordinária para debater as conseqüências da tragédia provocada pelo rompimento da barragem na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), na qual morreram 165 pessoas e 155 estão desaparecidas. O objetivo é discutir as circunstâncias e as responsabilidades.

As discussões ocorrem paralelamente ao funcionamento da comissão externa da Casa que formalizou os compromissos da “Carta de Brumadinho”. Na carta foram definidas prioridades e esforços para impedir acidentes semelhantes ao ocorrido no último dia 25 e as primeiras audiências públicas.

Amanhã (14), a comissão externa deve ouvir o presidente da Vale, Fábio Schvartsman, e representantes de órgãos de fiscalização e controle, como Ministério Público, Ibama, Agência Nacional de Mineração (ANM) e Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais.

Na próxima semana será a vez de ouvir especialistas do Tribunal de Contas da União, Ministério de Minas e Energia e da Agência Nacional de Águas (ANA). Paralelamente, deputados e senadores se mobilizam para a criação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs).

Solicitações

Os deputados Áurea Carolina (PSOL-MG) e André Janones (Avante-MG) encaminharam solicitações para a Vale liberar a lista com os nomes dos presentes na mineradora no momento do desastre. Para Janones, em Brumadinho é recorrente a informação de que o número é superior ao divulgado pela empresa, podendo chegar a 800.

A comissão externa foi a Brumadinho na última sexta-feira (8), para verificar os impactos da tragédia. Os deputados também se comprometem a buscar uma semana de esforço concentrado para votar, no plenário da Câmara, várias propostas que ajudem a impedir a repetição de crimes socioambientais no país.

Investigações

A Câmara vai instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para integrar e agilizar o trabalho de deputados e senadores na punição aos responsáveis pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho. Ontem (11), o Senado anunciou a criação da CPI para apurar o acidente.

Na reunião da comissão externa ontem, os deputados demonstraram preocupação com riscos de rompimento de outras barragens e aprovaram requerimentos de audiência pública para discutir os casos de Casa de Pedra, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN, e da barragem Sul Superior da Mina Gongo Soco, também da Vale, no município de Barão de Cocais.

*Com informações da Agência Câmara

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Edição: Renata Giraldi e Graça Adjuto

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Hoje não há mais espaço para os questionamentos acerca da capacidade feminina e sua relevância para o progresso dos países. Um relatório recente da consultoria McKinsey revelou que se os índices de participação das mulheres na economia fossem os mesmos dos homens, o PIB mundial aumentaria U$$ 28 trilhões (26%) já em 2025. Pensando em embarcar tecnologia para este público, a Venuxx criou em 2016 um aplicativo de transporte voltado exclusivamente para mulheres (passageiras e motoristas). E em fevereiro deste ano, a empresa amplia sua presença para a maior capital do Brasil, São Paulo.

A Venuxx já está presente em Porto Alegre e Belo Horizonte, com mais de 40 mil usuárias e o objetivo é se tornar uma plataforma digital criando um ecossistema único que conecte serviços, produtos e outras necessidades das mulheres.

Diferente de outros aplicativos, a Venuxx é uma plataforma que busca gerar três grandes impactos: econômico, social e ambiental. Só em 2018 foram mais de 7 toneladas salvas de CO2 no ecossistema, com expectativa de aumentar em 10 vezes esse valor para 2019/2020.

“Com o apoio social e econômico, garantimos uma excelente aceitação e o reconhecimento das motoristas, que podem contar com uma ferramenta de trabalho que realmente ofereça mais segurança, oportunidades e um excelente retorno financeiro, já que hoje estamos com um valor fixo de comissão, apenas 1,00, o que é muito atrativo quando comparado com o praticado pelo mercado” explica Gabrielle Jaquier, COO da Venuxx.

As motoristas já estão sendo cadastradas em São Paulo e a expectativa é ter mais de 30 mil mulheres dirigindo via app até o final de 2019, além de atingir 300 mil usuárias ativas.

Operação na maior capital do Brasil

A operação na capital paulista tem início em fevereiro e será gradativa. “São Paulo é enorme e precisamos de um planejamento bem consistente para atendermos as nossas clientes com qualidade. Começaremos a operar em alguns bairros e vamos ampliando conforme a demanda”. explica Diogo Gomes, CEO da Venuxx.

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No Brasil, cerca de 45 milhões de pessoas possuem perfis na maior rede profissional do mundo. Somos o terceiro país em número de usuários. Os números ajudam a dimensionar a importância dos relacionamentos para a conquista de posições no mercado de trabalho. Mas, isso não quer dizer que os brasileiros saibam fazer bem o Networking. Para saber como criar e manter uma boa rede de contatos, o Jornal da Câmara conversou com o professor Liao Yu Chieh, sócio fundador da Edtec IDEA e professor da Fundação Vanzolini.

Fonte: TV Câmara São Paulo

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