Os veterinários formados em cursos a distância não poderão exercer a profissão no país. Uma resolução do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publicada nesta segunda-feira (25) no Diário Oficial da União impede que esses profissionais se inscrevam nos Conselhos Regionais de Medicina Veterinária (CRMVs). Sem esse registro, eles não podem atuar no Brasil.

A normativa estabelece ainda que diretores, gestores e professores médicos veterinários que contribuírem para a oferta dos cursos a distância ou que ministrarem disciplinas nessa modalidade estão sujeitos à respectiva responsabilização ético-disciplinar.
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O município de Campos Novos, em Santa Catarina, recebe o Fórum Mais Milho nesta terça-feira, dia 26. Produtores se reúnem para discutir caminhos para a autossuficiência na cadeia de proteína animal. Apesar da forte produção de milho no estado, pecuaristas ainda importam cerca de quatro milhões de toneladas para uso na ração.

Em 2019, o encarecimento do frete gerado pela tabela de preços mínimos tem intensificado as compras internacionais. De acordo com a Federação de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc), está mais barato adquirir o grão de países vizinhos, como Argentina e Paraguai, do que de outros estados brasileiros.

No primeiro painel, palestrantes e debatedores irão discutir sobre o cultivo de cereais de inverno para ração, os desafios do aumento da produtividade de trigo, triticale e cevada para trazer renda ao produtor e sustentabilidade à produção de proteína animal.

Logo após, o público poderá acompanhar o segundo painel, onde a produtividade e a logística eficiente serão temas principais durante o debate.

Fonte: Canal Rural

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Os comandos, aplicados numa escala crescente de intensidade, resultam numa equitação mais refinada!

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Para mais informações
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secretaria – 15 3202-7866
whatsapp – 15 98119-3777

Fonte: Universidade do Cavalo

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), formada por 237 deputados e senadores, deverá apoiar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019), que trata da Reforma da Previdência. A bancada corresponde a cerca de 40% do Congresso Nacional,

Brasília - O presidente da CPI da Funai e Incra 2, Alceu Moreira, durante sessão para discutir relatório final dos trabalhos ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Alceu Moreira – Arquivo/Agência Brasil

“Tenho absoluta certeza que, no dia da votação da reforma da Previdência, a frente votará com a maioria dos seus membros”, disse o deputado Alceu Moreira, presidente da FPA, que recebeu nesta terça-feira (26) o secretário especial da Previdência Social, Rogério Marinho, para um almoço com cerca de 40 parlamentares.

Para Alceu Moreira, a reforma da Previdência é importante por causa do equilíbrio fiscal e para aumentar a capacidade de investimento no país. “Nós somos a favor da reforma da Previdência porque o déficit previdenciário nos tira o trilho do trem, a estrada, a hidrovia, a energia de ótima qualidade; nos tira competitividade de mercado e deixa gente morrer nos corredores dos hospitais”, afirmou.

O deputado mostrou disposição de negociar com o governo após calcular o impacto de algumas medidas sobre o setor agropecuário, especialmente a mudança na idade de aposentadoria rural e o corte em subsídios.

Atualmente, os produtores rurais recolhem 2,6% sobre a comercialização de sua produção como contribuição previdenciária. Caso exportem alguma parte da sua produção, ficam isentos do recolhimento. A renúncia previdenciária retirou cerca de R$ 7 bilhões dos recursos que seriam arrecadados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no ano passado e tiveram que ser cobertos pelo Tesouro Nacional.

O deputado Sérgio Souza (MDB-PR), vice-presidente da FPA na Câmara, prefere não chamar o incentivo tributário de subsídio e assinala que a medida é compensatória para viabilizar competitividade para o agronegócio brasileiro. “Subsídio talvez não seja a apalavra mais correta. É uma ação de contribuição do Estado para defender um dos setores mais importantes da economia, que é o setor agro. Nós estamos falando de situação comercial internacional. Será que nós temos aqui as mesmas condições para produzir?”, questionou.

Sem privilégios

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, fala à imprensa após reunião para detalhar a reforma da Previdência a governadores.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho – Antonio Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Em entrevista após o encontro com os ruralistas, Rogério Marinho salientou a preocupação do governo em “manter a espinha dorsal” da PEC e criar uma nova Previdência “sem privilégios”. O secretário assinalou que “as modificações que porventura gerem algum impacto fiscal precisam ser feitas à luz da transparência”.

Um dos pontos centrais para Marinho é o combate à fraude que o governo suspeita que afete a aposentadoria rural. “Temos uma fragilidade no cadastro [para trabalhadores rurais], que passa a ser combatida com a MP 871. Nós temos mais de 9 milhões de pessoas que se aposentaram como pensionistas rurais, e o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] só identifica pouco mais de 6 milhões que se dizem rurais.”

De acordo com Marinho, “muita gente tem burlado o sistema, vista a fragilidade do cadastro. A nossa principal preocupação é tornar o cadastro confiável, para que aquelas pessoas que efetivamente necessitam ter tratamento diferenciado tenham esse tratamento diferenciado”.

Hoje, a aposentadoria rural exige 15 anos de contribuição previdenciária e idade mínima de 55 anos para mulheres e de 60 anos para homens. Pela nova regra proposta, a idade mínima, para ambos os sexos, passa a ser 60 anos e o tempo geral de contribuição, de 20 anos.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), formada por 237 deputados e senadores, deverá apoiar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019), que trata da Reforma da Previdência. A bancada corresponde a cerca de 40% do Congresso Nacional,

Brasília - O presidente da CPI da Funai e Incra 2, Alceu Moreira, durante sessão para discutir relatório final dos trabalhos ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Alceu Moreira – Arquivo/Agência Brasil

“Tenho absoluta certeza que, no dia da votação da reforma da Previdência, a frente votará com a maioria dos seus membros”, disse o deputado Alceu Moreira, presidente da FPA, que recebeu nesta terça-feira (26) o secretário especial da Previdência Social, Rogério Marinho, para um almoço com cerca de 40 parlamentares.

Para Alceu Moreira, a reforma da Previdência é importante por causa do equilíbrio fiscal e para aumentar a capacidade de investimento no país. “Nós somos a favor da reforma da Previdência porque o déficit previdenciário nos tira o trilho do trem, a estrada, a hidrovia, a energia de ótima qualidade; nos tira competitividade de mercado e deixa gente morrer nos corredores dos hospitais”, afirmou.

O deputado mostrou disposição de negociar com o governo após calcular o impacto de algumas medidas sobre o setor agropecuário, especialmente a mudança na idade de aposentadoria rural e o corte em subsídios.

Atualmente, os produtores rurais recolhem 2,6% sobre a comercialização de sua produção como contribuição previdenciária. Caso exportem alguma parte da sua produção, ficam isentos do recolhimento. A renúncia previdenciária retirou cerca de R$ 7 bilhões dos recursos que seriam arrecadados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no ano passado e tiveram que ser cobertos pelo Tesouro Nacional.

O deputado Sérgio Souza (MDB-PR), vice-presidente da FPA na Câmara, prefere não chamar o incentivo tributário de subsídio e assinala que a medida é compensatória para viabilizar competitividade para o agronegócio brasileiro. “Subsídio talvez não seja a apalavra mais correta. É uma ação de contribuição do Estado para defender um dos setores mais importantes da economia, que é o setor agro. Nós estamos falando de situação comercial internacional. Será que nós temos aqui as mesmas condições para produzir?”, questionou.

Sem privilégios

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, fala à imprensa após reunião para detalhar a reforma da Previdência a governadores.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho – Antonio Cruz/Arquivo/Agência Brasil

Em entrevista após o encontro com os ruralistas, Rogério Marinho salientou a preocupação do governo em “manter a espinha dorsal” da PEC e criar uma nova Previdência “sem privilégios”. O secretário assinalou que “as modificações que porventura gerem algum impacto fiscal precisam ser feitas à luz da transparência”.

Um dos pontos centrais para Marinho é o combate à fraude que o governo suspeita que afete a aposentadoria rural. “Temos uma fragilidade no cadastro [para trabalhadores rurais], que passa a ser combatida com a MP 871. Nós temos mais de 9 milhões de pessoas que se aposentaram como pensionistas rurais, e o IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] só identifica pouco mais de 6 milhões que se dizem rurais.”

De acordo com Marinho, “muita gente tem burlado o sistema, vista a fragilidade do cadastro. A nossa principal preocupação é tornar o cadastro confiável, para que aquelas pessoas que efetivamente necessitam ter tratamento diferenciado tenham esse tratamento diferenciado”.

Hoje, a aposentadoria rural exige 15 anos de contribuição previdenciária e idade mínima de 55 anos para mulheres e de 60 anos para homens. Pela nova regra proposta, a idade mínima, para ambos os sexos, passa a ser 60 anos e o tempo geral de contribuição, de 20 anos.

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Confira a análise de mercado de insumos desta terça-feira, 26 de fevereiro de 2019. Maiores informações com Marina Zaia, Médica Veterinária e Analista da Scot Consultoria.

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Fonte: Canal do Boi

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Fonte: Canal do Boi

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