O painel “Mulheres no Agro”, realizado na Dinapec 2019, teve como tema central a experiência de mulheres cuja atuação ganhou destaque no agronegócio. Em uma mesa redonda mediada pela diretora-executiva da Sociedade Rural Brasileira, Tereza Vendramini, os participantes conheceram a trajetória, história e visão de Maria Iraclézia de Araújo, presidente da Sociedade Rural de Maringá; da produtora rural Leda Garcia de Souza, proprietária da Fazenda Jaó; da produtora rural Roseli Azambuja, mestre em agronegócio; e da pesquisadora doutora da Embrapa Gado de Corte Mariana Pereira.

As palestrantes discutiram os caminhos que cada uma seguiu na busca pela ascensão profissional e aprimoramento pessoal, abordando de que forma isso se relacionou com questões de gênero no que diz respeito à área do agronegócio.
[more]
“Pelo fato de ser mulher, não podia fazer só um tanto; tinha que fazer um tanto, um tanto mais e tudo o que eu pudesse”, disse Maria, que foi a primeira mulher a presidir uma sociedade rural no Brasil – destacando o apoio que recebeu de colegas homens e mulheres em todo o processo. A produtora Leda contou que fez faculdade de zootecnia a contragosto de alguns familiares, mas que ao longo de sua trajetória foi convidada a participar da presidência e da diretoria de instituições como sindicatos rurais e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). “Com respeito, com educação, a gente vai conquistando os nossos espaços (…). Para a mulher, ter vontade, determinação, vocação e informação são fundamentais”.

A tese de mestrado da produtora Roseli abordou a sucessão familiar, investigando os motivos que levam as mulheres a permanecer ou não no meio rural. De acordo com dados reunidos em sua tese, questões de gênero influenciam a fixação no campo quando familiares, amigos e colegas oferecem pouco estímulo à inserção das mulheres no agronegócio. “Além de ter oportunidade, as pessoas precisam ser preparadas para fazer escolhas”, afirmou, ressaltando a necessidade de uma maior inclusão. Ao mesmo tempo, a pesquisadora Mariana destacou os avanços que já ocorreram, citando a presença dos milhões de mulheres que já atuam na agricultura e pecuária brasileiras. “Estamos evoluindo, estamos abrindo espaços para as mulheres (…). A gente está aqui para agregar. Que as nossas escolhas reflitam as nossas esperanças”.

O painel “Mulheres no Agro”, realizado na Dinapec 2019, teve como tema central a experiência de mulheres cuja atuação ganhou destaque no agronegócio. Em uma mesa redonda mediada pela diretora-executiva da Sociedade Rural Brasileira, Tereza Vendramini, os participantes conheceram a trajetória, história e visão de Maria Iraclézia de Araújo, presidente da Sociedade Rural de Maringá; da produtora rural Leda Garcia de Souza, proprietária da Fazenda Jaó; da produtora rural Roseli Azambuja, mestre em agronegócio; e da pesquisadora doutora da Embrapa Gado de Corte Mariana Pereira.

As palestrantes discutiram os caminhos que cada uma seguiu na busca pela ascensão profissional e aprimoramento pessoal, abordando de que forma isso se relacionou com questões de gênero no que diz respeito à área do agronegócio. “Pelo fato de ser mulher, não podia fazer só um tanto; tinha que fazer um tanto, um tanto mais e tudo o que eu pudesse”, disse Maria, que foi a primeira mulher a presidir uma sociedade rural no Brasil – destacando o apoio que recebeu de colegas homens e mulheres em todo o processo. A produtora Leda contou que fez faculdade de zootecnia a contragosto de alguns familiares, mas que ao longo de sua trajetória foi convidada a participar da presidência e da diretoria de instituições como sindicatos rurais e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ). “Com respeito, com educação, a gente vai conquistando os nossos espaços (…). Para a mulher, ter vontade, determinação, vocação e informação são fundamentais”.

A tese de mestrado da produtora Roseli abordou a sucessão familiar, investigando os motivos que levam as mulheres a permanecer ou não no meio rural. De acordo com dados reunidos em sua tese, questões de gênero influenciam a fixação no campo quando familiares, amigos e colegas oferecem pouco estímulo à inserção das mulheres no agronegócio. “Além de ter oportunidade, as pessoas precisam ser preparadas para fazer escolhas”, afirmou, ressaltando a necessidade de uma maior inclusão. Ao mesmo tempo, a pesquisadora Mariana destacou os avanços que já ocorreram, citando a presença dos milhões de mulheres que já atuam na agricultura e pecuária brasileiras. “Estamos evoluindo, estamos abrindo espaços para as mulheres (…). A gente está aqui para agregar. Que as nossas escolhas reflitam as nossas esperanças”.

Compartilhe esta postagem nas redes sociais