Texto produzido por Embrapa

São oito as metas para inovação tecnológica que a Embrapa Meio-Norte estabeleceu para alcançar até 2030. Pelo programa de metas da empresa a serem alcançadas a longo prazo, em nível nacional, a partir deste ano toda proposta de projeto de pesquisa e de transferência de tecnologias submetida a editais do Sistema Embrapa de Gestão (SEG), tem que estar vinculada a uma meta estabelecida pela Unidade.

As metas de pesquisa e inovação tecnológica da Embrapa Meio-Norte preveem um avanço na agropecuária da região, com destaque para os sistemas de produção de grãos, aves adaptadas, carnes, leite, peixes, frutas e redução da taxa de perda de colônias de abelhas. Uma das metas que pode revolucionar o agronegócio do Piauí e do Maranhão, caso seja alcançada, prevê aumentar, em pelo menos 1 milhão de hectares, a área de sistemas integrados de produção nos dois Estados.

As metas e os gestores

1. Contribuir para a redução, em 30%, a taxa de perda de colônias de abelhas junto a produtores da Região Meio-Norte que adotam tecnologia da Embrapa em relação à média de perda em apiários que não adotam as tecnologias recomendadas. Gestor da Meta: Fábia de Mello Pereira.

2. Contribuir para aumentar, em 50%, a produção e produtividade da aquicultura na região Nordeste, em especial no Meio Norte, por meio do Sisteminha Embrapa/UFU/FAPEMIG e da implantação de sistemas produtivos aquícolas inovadores (IMTA/algas/bioflocos) para garantir segurança alimentar, renda e conservação ambiental. Gestor da Meta: Laurindo André Rodrigues.

3. Contribuir para aumentar em, pelo menos, 30%, a produtividade de rebanhos bovinos de leite e de corte pela adoção de soluções tecnológicas disponibilizadas pela EMBRAPA na região Meio-Norte do Brasil, em relação aos índices atuais. Gestor da Meta: Geraldo Magela Côrtes Carvalho.

4. Contribuir  para aumentar, em 25%, o volume de produção de carne caprinos/ovinos (kg/ha) nas regiões polo do Meio-Norte do Brasil (Paulistana, Teresina e Oeiras) pela adoção de soluções tecnológicas da Embrapa, em relação à média regional em 2018. Gestor da Meta: Adriana Mello de Araújo.

5. Contribuir  para aumentar, em 100%, o volume de exportação brasileira de feijão-caupi, a partir de cultivares da Embrapa, em relação à média exportada nos últimos 5 anos (2014 a 2018). Gestor da Meta: Kaesel Jackson Damasceno e Silva.

6. Contribuir para aumentar, em 50%, a produção de frutas no Maranhão e Piauí, mensuradas em relação a produção de 2019, com tecnologias desenvolvidas pela Embrapa. Gestor da Meta: Eugênio Celso Emérito Araújo.

7. Contribuir  para que 300 famílias de produtores familiares da região Meio-Norte utilizem tecnologias da Embrapa em sistemas de criação de aves localmente adaptadas. Gestor da Meta: Teresa Herr Viola.

8. Contribuir para aumentar, em pelo menos 1 milhão de hectares, a área de sistemas integrados de produção no Maranhão e Piauí. Gestor da Meta: Paulo Fernando de Melo Jorge Vieira.

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Texto produzido por Embrapa

Está chegando a hora do II Simpósio Sul-Americano da Noz-Pecã, entre os dias 11 e 12 de abril em Cachoeira do Sul/RS, os participantes poderão conferir palestras e painéis apresentados por especialistas da América do Sul e América do Norte com o objetivo de unir todos os elos da cadeia produtiva e discutir os desafios da pecãnicultura.  O evento ainda vai contar com um dia de campo, mostra de trabalhos científicos e com a II Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã, cerimônia em que estarão presentes autoridades e lideranças estaduais.  As inscrições são limitadas, podem ser realizadas através do link e acontecem até o dia do evento.

O Simpósio procura fortalecer o cultivo da nogueira-pecã como alternativa de diversificação produtiva e geração de renda para agricultura brasileira, bem como mostrar o cenário atual e as tendências de mercado dessa cultura. Para isso, os painéis vão contar com palestrantes vindos da Argentina, Chile, Estados Unidos, México e Uruguai.

Assim, o evento promoverá um ambiente diversificado passando por todos os segmentos da cadeia produtiva até o pequeno produtor. A Embrapa vai apresentar os Desafios da Pesquisa na Cultura da Nogueira-Pecã, e outros temas, como a Produtividade e Qualidade da Noz-Pecã, Situação da Produção e Mercado da Noz-Pecã nos Países do Mercosul e o Desenvolvimento dos Mercados nos EUA e Mundo também serão debatidos nos painéis. O Dia de Campo vai apresentar as estações técnicas: Planejamento e Implantação, Adubação e Irrigação e Colheita e Armazenagem.

O evento é uma oportunidade para que os interessados na área possam trocar informações e conhecer as novidades e tecnologias para melhoria da produção e da qualidade do noz-pecã através dos painéis, estandes e expositores. O II Simpósio Sul-Americano da Noz-Pecã e II Abertura Oficial da Colheita da Noz-Pecã é uma promoção da Embrapa Clima Temperado, SEAPI, Câmara Setorial – PRÓ-PECÃ, SDR, EMATER/RS-ASCAR, Prefeitura Municipal de Cachoeira do Sul, INTA (Argentina), INIA (Uruguai), empresas locais que atuam no setor e outros apoiadores.

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