Fonte: Embrapa

Muitos produtores têm dúvidas em relação à coleta de amostras de plantas para envio aos serviços especializados de diagnose de doenças.  A Embrapa Roraima oferece esse serviço e elaborou um folder (baixe aqui) com dicas simples para ajudar o agricultor na coleta, acondicionamento e transporte das partes de plantas doentes até o local de análise.

De acordo com o pesquisador Daniel Schurt, muitas vezes, as amostras que chegam para identificação não estão adequadas para a realização dos procedimentos de diagnose, sendo necessário o reenvio da amostra, o que atrasa a identificação do problema.“Por isso é importante seguir os críterios para coleta de amostras, pois com a rápida identificação do agente causador, o produtor conseguirá realizar o eficiente controle da doença, utilizando medidas de manejo mais adequadas ”, explica.

Confira algumas dicas para obter resultados eficientes na diagnose de doenças de plantas:

  • Coletar a amostra em grande quantidade (por exemplo, de 12 a 20 folhas por amostra), apresentando sintomas inicias e avançados da doença;
  • Após a coleta, armazenar a amostra em embalagem de papel ou plástica e enviar em caixa de papelão;
  • Anotar os dados do produtor, da área de cultivo, da planta hospedeira e do manejo da cultura e enviar junto com a amostra;
  • Não enviar plantas totalmente mortas ou muito danificadas;
  • Não adicionar água ou embalar as amostras muito úmidas, para evitar seu apodrecimento;
  • Não transportar as amostras expostas ao sol ou sob calor excessivo, como em carrocerias abertas;
  • As amostras de raízes devem ser enviadas com solo suficiente para manter a umidade natural.

    Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: Fapesp

Aumentam os indícios de que uma dieta rica em alimentos ultraprocessados pode ser prejudicial à saúde. Por essa razão, alguns especialistas em nutrição e saúde pública afirmam que o ideal seria reduzir ao mínimo o consumo dessas comidas industrializadas que apresentam altos teores de açúcares, gorduras, sal e compostos químicos que aumentam a durabilidade ou conferem mais aroma, cor e sabor.

Apenas em maio deste ano (2019), 10 novos estudos trouxeram resultados indicando possíveis efeitos nocivos dos ultraprocessados à saúde.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: BBC Brasil

O surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC) foi declarado uma emergência de saúde pública de caráter internacional pela Organização Mundial de Saúde (OMS) nesta quarta-feira (17).

A declaração de emergência acontece depois de o país ter confirmado nesta semana o primeiro caso de ebola na cidade de Goma, um importante eixo de transportes no leste do país africano. O surto no país foi declarado em agosto de 2018, mas o caso em Goma pode ser um “divisor de águas”, segundo a OMS, por causa da grande população da cidade, de mais de 2 milhões de habitantes, localizada na fronteira com Ruanda, que está em alerta máximo.

“Está na hora de o mundo notar e de redobrarmos nossos esforços.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: unicamp.br

Entre os dias 15 e 19 de julho, o Instituto de Geociências (IG) da Unicamp recebe o workshop “Environment and Development: Shared 21st Century Sustainability Challenges”, que reúne pesquisadores de instituições paulistas e britânicas interessados em dividir e aprofundar conhecimentos. O evento foi organizado pelos docentes Lindon Matias, do Departamento de Geografia do IG/Unicamp, e Antônio Ioris, da Escola de Geografia e Planejamento, de Cardiff, e faz parte de uma série de atividades sendo desenvolvidas em parceria pelas duas universidades.   

Dentre os participantes que foram previamente selecionados, há geógrafos, arquitetos, cientistas sociais, físicos, antropólogos, entre outros, de universidades britânicas como Cambridge, Bristol, Newcastle, York e Nottingham, e de brasileiras como UFSCAR, UNIFESP, UFABC e UnG, além de pesquisadores do Cemaden e Embrapa.

Clique para saber mais…

Compartilhe esta postagem nas redes sociais

Fonte: Cepea

Cepea, 18/7/2019 – Apesar das escalas relativamente alongadas em determinadas plantas de abate, as cotações da arroba registraram leve alta nos últimos dias, visto que a oferta de animais não é expressiva. Segundo colaboradores do Cepea, as compras de lotes para atender a mercados mais específicos, como o da China, também têm contribuído para sustentar os preços. Assim, nessa quarta-feira, 17, o Indicador do boi gordo ESALQ/B3 fechou a R$ 153,40, ligeiro 0,4% acima do fechamento do dia 16.

Clique aqui para assinar GRATUITAMENTE o Agrosoft e receber todos os dias no seu email as notícias em destaque.

Clique aqui para divulgar notícias e artigos no Agrosoft



Compartilhe esta postagem nas redes sociais