Fonte: Fapesp

A produção agropecuária brasileira não só é compatível com a conservação ambiental como pode aumentar nos próximos anos sem que ocorram novos desmatamentos, afirmaram os participantes do quinto episódio do programa Ciência Aberta de 2019, lançado nesta terça-feira (13/8).

O tema debatido no episódio foi Biomas e Biodiversidade. Participaram Carlos Joly, professor do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do programa BIOTA-FAPESP; Eduardo Assad, pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa Tecnológica em Informática para a Agricultura (CNPTIA), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e Cristina Adams, professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo os especialistas, os serviços providos pelos ecossistemas naturais, como a polinização e a preservação da água, são essenciais para garantir a produtividade das culturas agrícolas.

“Tendo como base 2005, reduzimos o desmatamento da Amazônia consideravelmente em 10 anos.

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Fonte: Embrapa

No dia 12 de agosto de 2019 a Embrapa Pesca e Aquicultura (Palmas/TO) completou 10 anos de criação com expressivos números em sua infraestrutura, pesquisa e transferência de tecnologia. Segundo os dirigentes do centro de pesquisa, algumas das maiores conquistas foram a própria construção da Sede – que demorou cinco anos para ser entregue e consumiu mais de 54 milhões em obras de infraestrutura e equipamentos  –  e a consolidação da aquicultura como um tema de pesquisa da Embrapa.

Atuando nas áreas de pesca, aquicultura, sistemas agrícolas e importantes culturas que movimentam o agronegócio, como soja, milho, arroz, feijão, algodão e mandioca na região do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o centro de pesquisa é um marco na visão de membros governo do estado e do setor produtivo.

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Fonte: Faemg

Espécie de prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do País, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) sinalizou recessão técnica da economia brasileira após encerrar o segundo trimestre com queda de 0,13%, registrando duas reduções consecutivas no ano.

Os números divulgados ontem pelo Banco Central apontaram ainda alta de 0,30% em junho sobre o mês anterior, uma forte desaceleração em relação à taxa de 1,1% em maio, segundo dado revisado que desconsidera os efeitos sazonais.

Na comparação com junho de 2018, o IBC-Br apresentou queda de 1,75% e, no acumulado em 12 meses, teve alta de 1,08%.

O segundo trimestre terminou com retração de 0,7% na produção industrial do País e, em junho, a redução foi de 0,6%.

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