Fonte: DW Brasil

Conselheiro ambiental dos ex-presidentes americanos Ronald Reagan, Bill Clinton e George W. Bush e ex-conselheiro-chefe do Banco Mundial para biodiversidade, o biólogo Thomas E. Lovejoy estuda a Amazônia desde 1965. Conhecido como o “padrinho da biodiversidade” por popularizar o termo na década de 1980, Lovejoy preocupa-se com o futuro da floresta em meio ao avanço do desmatamento.

Em fevereiro, o especialista assinou um editorial na revista científica Science Advances, ao lado do climatologista brasileiro Carlos Nobre, no qual fazem um alerta.

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Fonte: unicamp.br

Insumo vital, direito humano e elemento crucial para todos os setores estratégicos do país – do agronegócio à indústria, passando por transporte, energia e saúde – a água é o tema central do documento que a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES) lança ontem durante o 15º Congresso Brasileiro de Limnologia, em Florianópolis (SC). De autoria de 17 pesquisadores, o sumário para tomadores de decisão do relatório temático “Água: biodiversidade, serviços ecossistêmicos e bem-estar humano no Brasil” é dirigido a gestores e lideranças nas esferas pública e privada, buscando sensibilizá-los para a complexidade, a importância e a urgência de uma gestão eficaz da água no país.

“Água é um serviço ecossistêmico, ou seja, um benefício da natureza, essencial para a qualidade de vida das pessoas.

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Fonte: Fapesp

Elton Alisson | Agência FAPESP O modelo de produção agropecuária extensivo praticado nas últimas décadas para atender à demanda global por alimentos tem causado um aumento das taxas de uso e ocupação da terra em escala sem precedentes. Esses processos têm contribuído para a perda de biodiversidade e de ecossistemas, degradação de solo e aumento das emissões de gases de efeito estufa, constata o relatório especial divulgado nesta quinta-feira (08/8) pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU), elaborado por 107 cientistas, de 52 países.

Entre as medidas propostas no texto para melhorar a gestão do uso da terra estão reduzir o desmatamento de florestas tropicais, replantar vegetação nativa para sequestrar e retirar dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e compatibilizar o aumento da produção de alimentos com a sustentabilidade ambiental.

Um sumário para os formuladores de políticas do relatório especial sobre mudanças climáticas e uso da terra do IPCC também foi lançado ao fim de um encontro de cientistas em Genebra, na Suíça, após ter sido aprovado por 195 países.

Elaborado ao longo dos dois últimos anos, o documento avaliou como o uso da terra contribui para as mudanças climáticas e, reciprocamente, como as alterações climáticas afetam a terra.

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