Fonte: Embrapa

O objetivo é ousado. Reunir empresas que possuem tecnologias em Agricultura Digital; Agricultura de Precisão; Automação; Nanotecnologia e Novos Materiais; Pós-colheita e processamento de alimentos; Avaliação de impacto sócio-econômico-ambiental; Bioeconomia; Métodos e Técnicas de Caracterização de solos, plantas, alimentos, resíduos e materiais de interesse do agro; ou ainda Softwares, equipamentos e sistemas de gerenciamento da pecuária.

Mas o desafio vai além. Atrair empresas que sejam fornecedoras de soluções de tecnologia para o agronegócio ou que sejam fornecedoras de produtos e/ou serviços que tenham inovação tecnológica como base de diferenciação competitiva no mercado, bem como empreendedores com orientação para a inovação e desenvolvimento de tecnologias para o agronegócio.

Assim está estruturado o Pitch Deck AgTechs, que será realizado em São Carlos (SP), no dia 5 de dezembro, no encerramento do Simpósio Nacional de Instrumentação Agropecuária – o SIAGRO 2019 busca identificar demandas do mercado, discutir tendências científicas e tecnológicas, além de estabelecer prioridades de uma agenda estratégica para as instituições conectadas à Agricultura 4.0  e demais temas do evento.

O comitê organizador, composto por representantes da Embrapa Instrumentação, Embrapa Pecuária Sudeste, Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) fará uma pré-seleção de nove empresas para apresentação da tecnologia inscrita, seus diferenciais competitivos dos produtos e serviços, seu diferencial tecnológico, o potencial de mercado, a escalabilidade do negócio e impactos sociais e ambientais, entre outras informações que o empreendedor julgar importantes.

A partir daí um comitê de avaliação – formado por especialistas em agropecuária e investidores (que não fazem parte dos quadros das instituições organizadoras) – fará a avaliação e indicará as 3 melhores propostas, que serão reconhecidas pelo Siagro 2019; a primeira colocada, inclusive, será finalista da chamada “Pontes para Inovação”, promovida em Brasília pela Embrapa e Cedro Capital, para receber investimento.

“Acredito que este será um excelente momento para a startups, pode ser a chance de uma vida.

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Fonte: Faemg

Minas Gerais foi o estado com maior Valor Bruto da produção da silvicultura e extração vegetal do país em 2018, atingindo R$ 4,7 bilhões, superando o estado do Paraná (R$3,6 bi). Entre os dez municípios com maior valor bruto da produção da silvicultura, quatro estão em Minas Gerais: João Pinheiro (3º); Itamarandiba (5º), Curvelo (8º) e Três Marias (9º). Os dados são da pesquisa da Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2018.

O principal produto do Estado é o carvão vegetal (representa mais de 73% do total do valor da produção de todos os produtos florestais de Minas Gerais), sendo que a produção mineira de carvão correspondeu a quase 80% do total nacional.

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Fonte: Embrapa

A proteção de agentes polinizadores foi tema de audiência pública realizada nesta quarta-feira (18/09/19) na Comissão de Agricultura do Senado. Parlamentares e especialistas discutiram a inserção de dispositivos legais com a finalidade de proteger polinizadores – como abelhas, morcegos e beija-flores – em diversas políticas e leis, entre elas, a Política Nacional do Meio Ambiente, a Lei de Agrotóxicos, o Novo Código Florestal e a Lei de Biodiversidade. A proposta faz parte do projeto de lei do senador Lasier Martins (Podemos-RS) para estimular pesquisas e medidas de proteção às populações de polinizadores (PL 1.918/2019).

Segundo o autor do projeto, o objetivo é incentivar a pesquisa e a inclusão de dispositivos legais em legislações ambientais que protejam os polinizadores.

O pesquisador da Embrapa Soja Décio Gazzoni falou sobre a proteção e a pesquisa de população de polinizadores.

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Fonte: Embrapa

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou na terça-feira (17/09/19), em primeiro turno, o projeto PLS nº 39/2017, que permitirá que recursos provenientes do licenciamento para exploração comercial das tecnologias dos produtos e serviços da Embrapa sejam diretamente destinados à conta da Empresa. A proposta também vincula a aplicação dos royalties no fomento da atividade de pesquisa e desenvolvimento e facilita a transferência de tecnologia e o pagamento à Embrapa.

Atualmente, os recursos provenientes do licenciamento das tecnologias, produtos e serviços da Embrapa não são revertidos para a Empresa, sendo destinados à conta do Tesouro Nacional.

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Fonte: Faemg

A China, um dos principais compradores da carne bovina do Brasil, comunicou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que poderá receber produtos de mais 25 frigoríficos brasileiros, dentre eles de carne bovina, suína e de aves. Com a decisão, a previsão é que haja um crescimento significativo na exportação ao país asiático e reforça o Brasil como um dos principais mercados de carne do mundo.

De acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, de janeiro a agosto deste ano, o porto de Paranaguá, no interior do Paraná, por exemplo, chegou a exportar cerca de 1,28 milhão de toneladas, 13% a mais que no mesmo período do ano anterior (2018).

Segundo o diretor nacional da Quimtia Brasil, Anderson Andrade da Veiga, empresa especializada na fabricação de insumos para nutrição animal, diversos fatores, como a excelência da produção animal atual tem resultado na constante procura pela carne brasileira, além de garantir o Brasil em posições elevadas no ranking dos principais mercados do setor.

“Fatores como o uso de produtos feitos a partir de enzimas, que atuam como ferramentas da nutrição, possibilitam aos animais um melhor aproveitamento do alimento.

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Fonte: Faemg

A boa notícia para quem está sofrendo com o calor excessivo é que a primavera chegará trazendo a chuva, que não dá sinais na capital desde 4 de junho. Existe a possibilidade de chover granizo devido ao choque térmico da frente fria e úmida com a onda de calor. No interior do Estado, o alívio pode chegar mais cedo: partir do próximo sábado no Sul de Minas e no Campo das Vertentes.

Com os termômetros nas alturas, a população busca alternativas para minimizar os impactos do clima na saúde.

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Fonte: Embrapa

Em mais uma edição do Encontro da Rede de Leitura Inclusiva da Semana Aracaju Acessível, o Jardim Sensorial da Embrapa marcou presença, estimulando os sentidos para reconhecer espécies nativas do Brasil.

No estande da Embrapa Tabuleiros Costeiros (Aracaju, SE) montado no Mirante da Treze de Julho, na capital sergipana, na manhã da quinta (18), os visitantes foram desafiados reconhecer sem o uso da visão as formas, texturas, aromas e sabores de frutos, raízes, hortaliças e ervas tradicionais da flora nordestina e brasileira.

A ideia é estimular no público – a maioria estudantes de escolas e instituições de educação especial de Aracaju – a consciência para a importância da acessibilidade das pessoas com deficiência, aliando a experiência à popularização da ciência e divulgação das pesquisas da Embrapa.

Os visitantes com visão plena eram convidados a vendar os olhos e tocar raízes e frutos como coco seco e verde, abacaxi, mandioca e inhame, cheirar ervas e hortaliças como alecrim, citronela, capim santo e canela, e experimentar sucos de caju, jenipapo e tamarindo.

Os cegos que participaram do evento também puderam folhear e ler em braile (linguagem tátil impressa em alto relevo para cegos) o ‘Livro Para Pescaria com Linha de Horizonte’, de Paulo Vieira com ilustrações de D’Arcy Albuquerque, editado pela Embrapa Amazônia Oriental (Belém, PA).

Para ver todas as imagens do evento na rede social Flickr, navegue pelo álbum abaixo usando as setas laterais.

Para a professora Adriana Guerra, que coordena projetos pedagógicos inclusivos no Centro de Excelência Vitória de Santa Maria, a Rede de Leitura Inclusiva, com diversos espaços lúdicos de estímulo dos sentidos e conscientização para a acessibilidade de pessoas com deficiência, é uma rica oportunidade para os alunos com e sem deficiências conhecerem um pouco da realidade e vivenciarem experiências que valorizam a diversidade e a inclusão.

Verônica Esteves é cega, e todos os anos faz questão de participar da Rede de Leitura Inclusiva.

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