Fonte: Faemg

A relação da família Tarôco com o queijo artesanal vem de tempos. A produção teve início para consumo próprio, mas, há cinco anos, foi fundada a queijaria Queijos Tarôco. “Minha mãe produzia os queijos. Em 2015, começamos a comercializar. Meu irmão auxiliava meus pais, Trindade (na foto do meio, à esquerda) e Eurico, na organização do negócio e na comercialização, mesmo trabalhando fora. Em 2017, ele decidiu mudar-se para São Paulo, foi quando eu passei a ajudar, mesmo também morando fora”, explica Joelma Tarôco.

Joelma Tarôco e o gerente regional do Senar Minas em Juiz de Fora, Márcio Silva

Ela conta que, após terem participado do Festival do Queijo Minas Artesanal, em Belo Horizonte, perceberam as vendas crescerem.

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Fonte: Faemg

Entre as 90 fazendas de leite que se classificaram com a melhor pontuação na última edição do Índice Ideagri do Leite Brasileiro (IILB 3, setembro 2019), 30% são geridas por mulheres ou contam com mulheres em papéis relevantes na administração ou assistência técnica. A pesquisa, feita via web e WhatsApp, foi dirigida para as fazendas “top 10%” entre 905 fazendas qualificadas para aquela edição do IILB. Trata-se da primeira pesquisa nessa linha de questionamento, portanto, não há histórico para comparação, mas o número não surpreendeu Heloise Duarte, CEO da Ideagri, que realizou o levantamento.

“A presença feminina no trabalho das fazendas, em nossa carteira de clientes, como usuárias do sistema, bem como em cursos, leilões, feiras e eventos do setor é cada vez mais significativa”, diz Heloise Duarte, citando, por exemplo, que a proporção de graduadas nos cursos relacionados ao agronegócio tem se igualado e até mesmo superado a de homens.

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