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Um guia alimentar para crianças de dois anos lançado pelo Ministério da Saúde causou controvérsias entre médicos ao sugerir o consumo de leite de vaca a partir dos seis meses de vida. Lançado este mês pelo Ministério da Saúde, a cartilha destaca as vantagens do alimento materno. A fórmula infantil aparece como uma opção para bebês com dificuldade de amamentar no peito, porém, o documento recomenda que, a partir dos quatro meses, crianças que não recebem o leite da mãe podem consumir o leite de vaca diluído em água, o que causou uma reação imediata da Sociedade Brasileira de Pediatria, que pediu alterações no texto e indica somente o uso da fórmula infantil em substituição ao leite materno. Os médicos afirmam que o leite de vaca tem proteínas, sódio e potássio em excesso para a nutrição dos bebês. E que o consumo, nos dois primeiros anos de vida, pode comprometer o desenvolvimento, sobrecarregar os rins e aumentar os índices de obesidade infantil. O Ministério da Saúde rebateu as críticas, afirmando que a indicação se adequada à realidade econômica das famílias brasileiras e também ressalta que o leite mais utilizado por crianças menores de um ano, é o de vaca integral. Latas de fórmula infantil podem custar até R$ 55 reais para três dias de consumo. Dependendo da marca, o valor passa para R$ 200 reais.

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