Fonte: unicamp.br

 

No ano passado, a bióloga Ana Lúcia Marigo entrou em contato com alguns professores da Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI) da Unicamp com o objetivo de desenvolver doutorado sobre pesquisas de técnicas simples para a criação de insetos comestíveis que possibilitassem a produtores de pequenas comunidades aumento de renda e consequentemente melhoria das condições sociais das famílias envolvidas. Foi quando acabou estabelecendo contato mais próximo com a professora Juliana Aparecida Fracarolli, da área de tecnologia pós-colheita da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) da Unicamp, que prontamente manifestou interesse em orienta-la em doutorado iniciado em agosto do mesmo ano.

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Fonte: Embrapa

Descoberta pode ajudar a desenvolver meloreiros que consigam atrair insetos polinizadores. Foto: Breno Freitas

Você vai ler nesta matéria:

• O meloeiro é altamente dependente da polinização de abelhas.

• A baixa visitação desses insetos pode prejudicar o plantio comercial.

• Cientistas descobriram que compostos voláteis nas flores podem atrair ou repelir polinizadores.

• Descoberta pode direcionar desenvolvimento de meloeiros que atraiam insetos que polinizam.

Os produtores já haviam observado que as flores do melão são pouco atrativas para as abelhas, comparadas às da vegetação que margeia as plantações.

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Fonte: Embrapa

Nova variedade produz maior quantidade de raízes comparada às mais usadas pelos produtores. Foto: Marco Antônio Rangel

Você vai ler nesta matéria:

• Nova mandioca BRS 420 produz 45% mais raízes e 51% a mais de amido ainda no primeiro ciclo.

• Projetada para a região centro-sul do País, que concentra 80%  da produção nacional de fécula.

• Tem desempenho produtivo tanto em colheitas precoces como tardias.

• Adaptada para a prática conservacionista do plantio direto sobre a palha.

Uma nova variedade de mandioca é capaz de produzir, já no primeiro ciclo, 45% a mais de raízes e 51% a mais de amido.

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