Fonte: jornal.usp.br


Exames para covid-19 realizados no Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz; Brasil não possui estratégia coordenada de investimento em pesquisa e desenvolvimento para o combate da covid-19; escassez de equipamentos e testes tornou mais visível a dependência científica e tecnológica do País – Foto: Fiocruz
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Governo brasileiro não está financiando nenhuma pesquisa sobre a covid-19 com recursos novos, aponta nota técnica da Rede de Pesquisa Solidária

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A tradicional dependência científica e tecnológica do Brasil se tornou visível para a população com a escassez de equipamentos e testes para o combate à covid-19.

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Fonte: UOV

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A Universidade Online de Viçosa – UOV oferece a você o curso Processamento Artesanal de Pescado, que traz as etapas básicas de produção, o papel da piscicultura, informações sobre higiene, equipamentos e utensílios necessários, além de abordar a seleção da matéria-prima, processamento e comercialização desses produtos.

FICHA TÉCNICA:

  • Curso: Curso Online Processamento Artesanal de Pescado
  • Modalidade: Ensino a Distância
  • Coordenação: Ana Teresa Péret Dell Isola
  • Carga Horária: 40 horas
  • Série: Indústria da Carne – 45279
  • Realização: UOV – Universidade Online de Viçosa

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Fonte: Fapesp

Estudo relaciona risco de malária em áreas de desmatamento à demanda por <i/>commodities agrícolas”></center><br />
<center><i>Comércio internacional de itens como madeira, tabaco, cacau, café e algodão impulsiona o risco de malária nos países exportadores, relatam pesquisadores da USP e colaboradores na Nature Communications (foto: Terra Indígena Tenharim do Igarapé Preto, Amazonas/Vinícius Mendonça/Ibama/Wikimedia Commons)</i></center><i></p>
<p>Estudo <a target=publicado na Nature Communications conecta pela primeira vez a demanda de certos países desenvolvidos por commodities agrícolas ao aumento do risco de malária em países fornecedores desses produtos.

O trabalho, conduzido por cientistas da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP) e colegas da Universidade de Sidney (Austrália), estima que cerca de 20% do risco de malária em hotspots de desmatamento é impulsionado pelo comércio internacional de itens como madeira, produtos madeireiros, tabaco, cacau, café e algodão.

A pesquisa abrange o período de 2000 a 2015 e foi desenvolvida no âmbito do projeto “Genômica de paisagens em gradientes latitudinais e ecologia de Anopheles darlingi”, apoiado pela FAPESP.

Para estabelecer a metodologia – que cruzou rotas comerciais mundiais com dados de perda de cobertura florestal em países exportadores de commodities agrícolas em que ocorre a doença – Maria Anice Mureb Sallum, professora da FSP-USP, e seu aluno de doutorado Leonardo Suveges Moreira Chaves, primeiro autor do artigo, tiveram a colaboração de Manfred Lenzen, professor da Universidade de Sidney, e de sua equipe.

“Lenzen mantém uma base de dados sobre comércio internacional que inclui 189 países e fontes como a Organização Mundial do Comércio e o Banco Mundial, entre outras.

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Fonte: Embrapa

Após revisão, o risco de ocorrer geada em municípios da região sul de Mato Grosso do Sul permanece alto

A Embrapa Agropecuária Oeste alertou ainda em janeiro deste ano (bit.ly/2Xr9sjV) sobre o alto risco de ocorrer geada no mês de junho de 2020 em municípios da região sul de Mato Grosso do Sul.

O sistema de previsão que foi desenvolvido pela Embrapa funciona em duas etapas, a previsão antecipada, a qual é concluída no mês de dezembro, e a reavaliação que é feita através do monitoramento de critérios chave para o sistema de previsão até o mês de maio.

Considerando este monitoramento que foi realizado, as condições requeridas para a ocorrência de geada no mês de junho de 2020 não se alteraram significativamente, não justificando, portanto, a mudança da previsão.

Como fica a previsão atualizada?

A partir do monitoramento realizado pela Embrapa no período de dezembro de 2019 a maio de 2020, o Centro de Pesquisa volta a alertar que a alta probabilidade de ocorrer geada no mês de junho de 2020 nos municípios da região sul de Mato Grosso do Sul continua.

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Fonte: Embrapa

Objetivo é saber de que forma tecnologias digitais vem sendo utilizadas no setor agropecuário

Produtores rurais e também empresários e prestadores de serviços de todo o País têm até o dia 31 de maio para participar do levantamento on-line sobre tendências, desafios e oportunidades em agricultura digital, promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O objetivo é saber de que forma tecnologias como os aplicativos de celular, programas de computador, sensores, imagens de satélites, vants e drones são utilizados atualmente no planejamento agrícola, manejo, colheita, comercialização e transporte de insumos e da produção agropecuária.

>> Para participar, acesse o questionário aqui.

Os resultados do levantamento vão orientar novas pesquisas e inovações, além de ajudar nas estratégias de fortalecimento de pequenos negócios que ofereçam soluções digitais para agregação de valor e aumento da competitividade e sustentabilidade da atividade agrícola.

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Fonte: Embrapa

Foto: divulgação

Com a participação de 24 de suas Unidades, a Embrapa mostra na Agrotins 2020 resultados de suas pesquisas e de seus trabalhos com várias cadeias produtivas de valor relacionadas à agropecuária brasileira. São diferentes formatos de participação; entre eles, haverá 19 participações na programação ao vivo e o lançamento de três tecnologias voltadas para a região do Tocantins e do Matopiba, área que engloba partes dos estados do Maranhão, do Tocantins, do Piauí e da Bahia.

No primeiro dia da feira, 27 de maio DE 2020, serão seis participações ao vivo, com especialistas da empresa falando de temas variados.

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