Fonte: UOV

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A Universidade Online de Viçosa – UOV oferece o Curso Online Profissionalizante de Vaqueiro de Gado de Corte. Com ele é possível obter todos os conhecimentos necessários para quem deseja ingressar no ramo ou aprimorar suas habilidades. O conteúdo aborda a nutrição animal no manejo em pasto e em confinamento, cuidados com as diferentes categorias animais, técnicas de manejo gentil, adequação das instalações para o bem-estar do gado e muito mais.

FICHA TÉCNICA:

  • Curso: Curso Profissionalizante Online de Vaqueiro de Gado de Corte
  • Modalidade: Ensino a Distância
  • Coordenação: Gilmar Ferreira Prado
  • Carga Horária: 260 horas
  • Série: Profissionalizante – 440039
  • Realização: UOV – Universidade Online de Viçosa

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Fonte: Embrapa

Tecnologias desenvolvidas pela Embrapa foram apresentadas como alternativas para o saneamento em áreas rurais e isoladas. Foto: Monica Laurito

Encontrar um modelo de gestão é o principal desafio do saneamento básico rural para as próximas décadas, de acordo com as conclusões do webinar “Saneamento Rural e as Perspectivas para a Nova Década”, realizado quarta-feira (27), numa parceria entre a Embrapa Instrumentação (São Carlos – SP) e o Instituto Trata Brasil.

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Fonte: Fapesp

Aplicativo permite usar peixe paulistinha para diagnosticar a COVID-19

Técnica é cinco vezes mais barata que os métodos atualmente disponíveis. Projeto foi desenvolvido no ICB-USP por bolsista da FAPESP e levou a terceira colocação em competição internacional (foto: divulgação)

Agência FAPESP’ – Pesquisadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) desenvolveram uma metodologia que permite usar o zebrafish, mais conhecido como peixe paulistinha, para gerar testes diagnósticos para a COVID-19 cinco vezes mais baratos que os atuais.

O projeto, apoiado pela FAPESP e coordenado pelo pós-doutorando Ives Charlie da Silva, ficou na terceira colocação no Global Virtual Hackathon COVID-19, promovido pela empresa norte-americana Devpost.

O grupo concorreu com mais de 600 projetos de 40 países.

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Fonte: Fapesp

Inteligência artificial ajuda a monitorar regeneração da Mata Atlântica

Toda a extensão da Mata Atlântica em território brasileiro (à esquerda) e a região investigada (à direita). O estudo comparou imagens dos satélites WordView-2 e WordView-3 com fotos aéreas de 1962 (imagem: PLOS ONE)

José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – A despeito do desmatamento em larga escala praticado nos últimos séculos, que reduziu a Mata Atlântica a pouco mais de 12% de sua área original, o bioma continua a ser um dos principais repositórios de biodiversidade do planeta.

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Fonte: Embrapa

Para a especialista, avanço da Agricultura Digital pós-pandemia depende de políticas públicas. Foto: Valéria Cristina Costa

Em live sobre Agricultura Digital realizada nesta quarta-feira (27/05/20), durante o primeiro dia da Feira Agrotecnológica do Tocantins (Agrotins), a chefe geral da Embrapa Informática Agropecuária , Silvia Massruhá , falou sobre a origem do conceito e o papel da pesquisa agropecuária e das políticas públicas na chamada Agricultura 4.0. A pesquisadora contou como e por quê em poucos meses o futuro da lavoura de dados avançou sobre a lavoura de produtos.

A especialista em computação explicou que o conceito de Agricultura 4.0 é uma referência à revolução ocorrida na indústria automobilística alemã, com base no conteúdo digital, na tecnologia de ponta e na conectividade, que influenciou outros setores da economia como o agronegócio. Na Embrapa Informática Agropecuária, a atuação para melhoria de produtividade e a redução de custos em todas as etapas de produção se dá a partir de quatro eixos: bioinformática e biologia computacional, modelagem agroambiental e geotecnológica, medicina e automação e engenharia da informação, indicou. 

Segundo a pesquisadora, para além da agricultura de precisão, a agricultura digital estende a ideia de conectar máquinas para o tratamento dos diferentes tipos de dados (colhidos de sensores, colheitadeiras, imagens de satélite e drones) para auxiliar a tomada de decisão de produtores de pequeno médio e grande porte.

“A bioinformática está cada vez mais presente em todas as etapas, desde a pré-produção, na produção e também nas etapas de comercialização, armazenamento, distribuição e logística, como forma de agregar mais valor à cadeia produtiva”, apontou.

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