Fonte: unicamp.br

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Passados mais de cinco meses desde o primeiro caso de Covid-19 diagnosticado no Brasil, médicos do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp começam a observar o surgimento de uma nova demanda de atendimento nos serviços de Atenção Primária em Saúde (APS) de Campinas: a chegada de pacientes com sequelas pulmonares, cardíacas ou renais decorrentes da Covid-19.

“São pessoas que necessitam de atendimento contínuo na rede pública de saúde, e que dão entrada no Sistema Único de Saúde (SUS) pelas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou Unidades Básicas de Saúdes (UBSs).

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