Fonte: Agência Brasil




A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) promove um webinar de lançamento do projeto Agro 4.0, que vai realizar projetos pilotos de adoção e difusão de tecnologias digitais na cadeia produtiva do agronegócio.

Um programa para dentro e para fora da porteira
Não existem porteiras para a tecnologia no agronegócio e é a transformação digital que une o sistema, conectando varejo, indústria e agricultura. O programa Agro 4.0 promove a adoção de tecnologias digitais no campo. O lançamento do programa aconteceu nesta quinta-feira (3/9) com a realização de um webinar, reunindo representantes dos parceiros (MAPA, MCTI, ME E ABDI) e da Frente Parlamentar da Agricultura. O Edital do programa Agro 4.0 já está disponível e receberá inscrições até o dia 26 de setembro. Serão investidos R$ 4,8 milhões em 14 projetos pilotos de adoção e de difusão de tecnologias 4.0.

Acesse o site site Agro 4.0.

Participaram do evento de lançamento do Agro 4.0, o deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), presidente da Frente Parlamentar da Agricultura; Cleber Soares, diretor de Inovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); Gustavo Ene, secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Inovação, do Ministério da Economia; Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI); e o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, além do gerente da Unidade de Difusão de Tecnologias da Agência, Bruno Jorge.

“O Agro 4.0 simboliza o inicio de um programa que tem tudo para ser bem sucedido. Primeiro porque tange um problema importante da nossa economia que é o ganho de produtividade cada vez maior da nossa agricultura; e depois porque é um exercício conjunto importante entre vários atores, reunindo vários ministérios e a ABDI”, destacou Igor Calvet, presidente da ABDI.

Para o deputado Alceu Moreira é necessário pensar o campo com um todo. “O agro não começa e não termina na porteira, mas no chão de fábrica, quando se faz os equipamentos para a agricultura mecanizada e continua no chão de fábrica quando falamos em agroindústria”, disse.

O desafio da conectividade, da produtividade, da sustentabilidade e da qualificação do trabalhador rural permearam o debate. De acordo com o diretor de Inovação do MAPA, Cleber Soares, o homem do campo precisa de know-how tecnológico e é preciso promover o ensino a distância (EaD) para o campo. “O Agro 4.0 é o primeiro programa concreto de alavancagem da agricultura digital para o Brasil”, afirmou.

Para o Secretário do MCTI, Paulo Alvim, é preciso também “fortalecer a rede de pesquisa estadual, que tem maior proximidade com o campo, adequando as universidades às necessidades do campo”. E tudo isso passa por maior conectividade. “A conectividade traz desafios uma vez que o custo é muito competitivo e a produtividade muito alta pra dentro do país, e ainda há muito a desenvolver para fora do país”, ressaltou o secretário Gustavo Ene, do Ministério da Economia.

Bruno Jorge, da ABDI, lembrou que o Agro 4.0 trabalha com os produtores, com a agroindústria e com a camada das plataformas “que dão a visão integrada da cadeia do agronegócio. O edital vai trazer visibilidade para o movimento de digitalização que já vem acontecendo no campo”, disse.

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